Açores baixam lista de espera cirúrgica em 0,8% em dezembro – Jornal Açores 9

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Os Açores tinham, em dezembro, 9.752 utentes em lista de espera cirúrgica, menos 78 (0,8%) do que no mês anterior e menos 905 (8,5%) do que no período homólogo, segundo um relatório da Direção Regional da Saúde. “Em dezembro de 2022 aguardavam em LIC [lista de espera cirúrgica] um total de 9.752 utentes, o que […]

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Imigrantes podem renovar ‘online’ autorizações de residência que caduquem até 31 de março – Açoriano Oriental

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Os estrangeiros residentes em Portugal cujas autorizações de residência caduquem até 31 de março podem renovar o documento automaticamente a partir de hoje através da página da internet do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

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hoje geada nas furnas

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19-01-2023
Amanhecer frio nas Furnas!
Os nossos termómetros faziam prever a formação de geada no vale das Furnas.
Fomos lá verificar 🙂

POLÍTICA TÓXICA

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Os últimos dias tem sido férteis na revelação de casos e casinhos que mais me parecem um destrunfar, como se de poupanças se tratassem, de coisas guardadas na gaveta para usar um dia contra alguém a quem se pretenda atacar.
Soubemos que Luís Montenegro, e um seu muito próximo colaborador, estarão envolvido em benefícios poucos claros e que, mesmo vindo a revelar-se no futuro legalmente estéreis, merecem uma avaliação política.
Numa democracia evoluída, estes dois casos seriam suficientes para o afastamento destas duas personagens.
E é aí que que me leva o raciocínio que motivou este postal.
CURTAS
Os últimos dias tem sido férteis na revelação de casos e casinhos que mais me parecem um destrunfar, como se de poupanças se tratassem, de coisas guardadas na gaveta para usar um dia contra alguém a quem se pretenda atacar.
Soubemos que Luís Montenegro, e um seu muito próximo colaborador, estarão envolvido em benefícios poucos claros e que, mesmo vindo a revelar-se no futuro legalmente estéreis, merecem uma avaliação política.
Numa democracia evoluída, estes dois casos seriam suficientes para o afastamento destas duas personagens.
E é aí que que me leva o raciocínio que motivou este postal.
Estes casos mostram o quão tóxico se tornou o PS no nosso regime. É tanto o nepotismo, o abuso, o favorecimento, a endogamia e a prevaricação do partido que governou sozinho o país em 22 dos últimos 28 anos, que estes dois casos acabam por parecer coisas banais e sem importância.
Paulo Sousa
Delito de Opinião
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novo livro de telmo nunes

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, venho formalmente convidar-vos para a sessão de apresentação do livro O Lugar da Trindade de Outras Narrativas, que ocorrerá no dia 9 de fevereiro, pelas 18h00, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.

 

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Expresso | Porque é que quase ninguém quer ser professor? Quatro razões que levam os jovens a (não) seguir a área da Educação

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Quem decide ser professor traz sobretudo “esperança” na bagagem e o objetivo de “ser importante para alguém”. Mas casos assim são cada vez menos entre as gerações mais novas. Em dias de greve de docentes, o Expresso explica porquê

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Câmara de Lisboa alvo de buscas. Medina assinou nomeação suspeita

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Enquanto autarca, Fernando Medina nomeou uma empresa de Joaquim Mourão para consultoria das obras de requalificação da cidade, num negócio que está a ser investigado pelas autoridades.

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“Grande líder”, “mulher notável”. As reações à demissão de Jacinda Ardern

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A primeira-ministra da Nova Zelândia disse que terminará o seu mandato o mais tardar a 7 de fevereiro, tendo sido reeleita há menos de dois anos com uma maioria absoluta. Quando foi eleita em 2017, tornou-se na mulher mais nova a assumir o cargo, na altura, aos 37 anos.

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pedofilia o flagelo açoriano

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Vai ser julgado pelo crime agravado de abuso sexual de crianças um homem de 62 anos que as transportava no concelho de Ponta Delgada ao serviço de um clube
Um homem de 62 anos de idade vai começar, ainda este mês, a ser julgado no Tribunal de Ponta Delgada pelo crime de abuso sexual de crianças agravado. As vítimas são dois menores que tinham, à data dos factos, 12 anos de idade. A notícia da detenção deste homem foi amplamente divulgada pela comunicação social regional e nacional nos primeiros dias do ano passado.
Este arguido, com fortes ligações a instituições da freguesia onde residia no concelho de Ponta Delgada, tinha a seu cargo a responsabilidade de realizar o transporte de crianças de um clube desportivo e terá aproveitado essa condição para a prática dos seus actos. Os menores denunciaram, em Dezembro de 2021, os alegados abusos de que foram alvo aos seus familiares mais próximos.
No processo consultado pelo Correio dos Açores, a primeira situação foi denunciada pela mãe de um dos menores a 17 de Dezembro de 2021, dois dias após o filho ter sido alegadamente abusado sexualmente pelo arguido. A progenitora refere que quando o menor chegou a casa, por volta das 22h do dia 15 de Dezembro, notou que este estava visivelmente perturbado. Questionado, o menor optou por não dizer nada nessa ocasião, mas, no dia seguinte, contou à mãe o que se terá passado.
O jovem relatou que, na noite em questão e após terem sido deixados os restantes colegas da equipa nas respectivas casas, realizou a restante viagem sozinho com o arguido. Num determinado momento, o arguido parou a carrinha e tentou beijar o menor. Apesar da resistência deste, o arguido terá conseguido alcançar os seus intentos. No mesmo momento, o homem de 62 anos terá colocado as duas mãos por dentro dos calções do jovem, que tentava resistir à investida, e apalpou-lhe o pénis e os testículos com uma mão e com a outra colocou um dedo no ânus do menor. Após o sucedido, o jovem foi posteriormente deixado em casa.
No seu testemunho, o menor de 12 anos referiu, num momento inicial, que esta terá sido a primeira vez que um acontecimento deste género sucedeu consigo. O jovem revelou, no entanto, que em várias ocasiões anteriores o arguido terá passado a mão pela sua perna durante as viagens de carrinha.
Porém, alguns dias mais tarde, foi admitida a ocorrência de uma situação anterior em que o homem de 62 anos lhe terá lambido a orelha e esfregado o seu corpo contra o do menor. A mãe do menor revelou também que o filho se vinha sentido incomodado com alguns dos comportamentos tidos pelo arguido, nomeadamente, com o proferir de frases provocatórias de cariz sexual, com a passagem da mão pela perna do jovem ou pelas inúmeras vezes que este contactava com o jovem através de mensagens por Facebook.
A progenitora referiu ainda a sua estranheza pelo facto de o arguido optar por deixar o seu filho para o final da ‘ronda’ de transporte.
Na mesma equipa desportiva desta vítima, um dos seus colegas, também com 12 anos, revelou a ocorrência de um alegado abuso praticado pelo arguido. A 4 de Dezembro de 2021 e após ter ajudado o arguido a lavar a carrinha de transporte do clube, este jovem terá pedido ao homem se o podia transportar até casa. O arguido terá respondido afirmativamente na condição de que o menor lhe desse um beijo. Posteriormente e após o ter convidado para o interior da garagem, o homem de 62 anos deu-lhe um beijo na boca quando ambos saíam do local.
Este menor terá decidido avançar com a denúncia junto de um familiar após o outro jovem, vítima neste processo, lhe ter confidenciado os abusos de que terá sido alvo.
Em Janeiro de 2022, o homem foi detido para interrogatório, foi-lhe aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência, bem como a proibição de se aproximar das vítimas, das respectivas casas e das escolas que frequentam. O arguido foi igualmente proibido de exercer as anteriores funções que desempenhava no clube desportivo em causa.
O julgamento deste caso está agendado para os últimos dias deste mês de Janeiro.
Luís Lobão
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Cabo submarino entre Faial e Flores usado para estudar sismos – Açoriano Oriental

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O IPMA e a empresa Fibroglobal assinaram um protocolo de investigação científica, que vai permitir a realização no primeiro semestre deste ano de uma experiência com um dispositivo DAS no cabo submarino que liga o Faial às Flores

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apicultora nos açores

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“Os Açores são um local privilegiado por serem
o único lugar no mundo que produz mel de incenso
e por haver poucas doenças ligadas às abelhas”
trocou o Porto, a sua terra natal, pela tranquilidade de São Miguel e não se arrepende de o ter feito, pois confessa que gosta imenso de viver nos Açores. Todavia, a paixão pelas abelhas germinou mais tarde, em 2014, quando foi desafiada por uma amiga a adquirir uma colmeia. Carolina Ferraz abraçou o desafio e, além de adquirir a colmeia, fez um curso de apicultura.
Sendo Ciências do Ambiente a sua área de formação, trabalhava na área da divulgação científica e, a par disso, tratava da sua colmeia, de forma casual, mas cedo percebeu, conforme refere que “era algo de que gostava imenso e que alia também a questão das plantas. Sou da área de Ciências do Ambiente e achei que podia aliar as duas coisas, criando um projecto na área da apicultura com uma vertente pedagógica.”
Assim, o que era um passatempo tornou-se num trabalho a tempo inteiro, pois Carolina Ferraz decidiu dedicar-se inteiramente a este projecto.
“O ano passado fiz um curso de empreendedorismo, onde expliquei a minha ideia de negócio. Como ganhei o primeiro lugar num pitch, tive a oportunidade de integrar a Incubadora da Universidade dos Açores e resolvi, este ano, dedicar-me a este projecto a tempo inteiro”.
A portuense explicou que, no ano passado, o projecto não passava de uma ideia de aliar a apicultura, à educação e ao meio-ambiente, ideia esta que começou a ser implementada, já este ano, com a preparação dos terrenos para receber as colmeias.
“No final do ano passado, comecei a desenvolver a ideia e este ano estou pô-la em prática, de modo a desenvolver o meu negócio”, afirma a apicultora.
Quanto à escolha do nome, Carolina Ferraz revelou que a quinta onde pôs a sua primeira colmeia chamava-se Quinta Margaridas e, a partir daí, decidiu que todas as suas colmeias teriam nomes de mulheres, além de ter confessado gostar muito do substantivo Margarida, bem como das flores com o mesmo nome, as quais são melíferas e importantes para as abelhas.
O Apiário Margaridas é um negócio familiar, de Carolina Ferraz, do marido e do filho em que todos participam, de alguma forma, neste projecto: “Neste momento, dedico-me a tempo inteiro, o meu marido ajuda-me quando é possível e o meu filho vai participando nas tarefas mais fáceis. Tentamos incluí-lo para que ganhe o gosto pela apicultura, abelhas e meio-ambiente”, avançou Carolina Ferraz.
Em jeito de brincadeira, a apicultora contou que o filho de seis anos, é que controla e atesta a qualidade do apiário, tendo em conta que ele prova todos os méis.
Tendo em conta o trabalho que tem desenvolvido, no dia 15 de Janeiro, o Apiário Margaridas abriu as suas portas a todos os que quisessem participar na plantação de árvores melíferas nativas da Região. Além disso, o evento contou com a participação de três apicultores, nomeadamente José Gomes, Gerbrand Michielsen e Manuel Moniz da Ponte, onde houve espaço para se conversar, em mesa redonda, sobre a apicultura, em diferentes vertentes. Os mais novos não foram excluídos, tendo havido também actividades direccionadas a crianças, com a leitura da história “A Abelha”, uma actividade de exploração intitulada “Quem se esconde no Apiário Margaridas”, entre outras actividades.
“No Domingo passado foi um dia aberto no Apiário Margaridas. Abri o Apiário a quem quisesse participar para me ajudar a plantar plantas melíferas nativas dos Açores. Além disso, como quero incluir um carácter pedagógico, tivemos umas conversas em torno da apicultura com três apicultores e houve actividades para crianças também” recordou Carolina Ferraz.
O balanço que a apicultora faz do evento é muito positivo e superou todas as suas expectativas. Com cerca de 70 pessoas presentes, foram plantadas 320 plantas nativas melíferas, conversou-se sobre apicultura e os mais pequenos exploraram a biodiversidade do apiário.
Uma vez que a sua área está muito ligada à parte ambiental, a apicultora almeja que o mel produzido no Apiário Margaridas tenha uma grande componente de espécies nativas dos Açores: “Pretendo que o meu apiário seja um lugar de aprendizagem que as pessoas possam visitar, aprender e desfrutar da natureza. Ou seja, o objectivo é incluir uma componente pedagógica, não só de produção, mas também de aprendizagem.
Apesar de se encontrar numa fase piloto, o projecto conta já com 52 colmeias. Pode parecer um número elevado, mas, segundo Carolina Ferraz, para quem quer ser apicultor profissional “ainda são poucas colmeias.”
A mentora do Apiário Margaridas esclarece ainda que, neste momento, está a preparar os terrenos, isto é, a plantar nos apiários para poder transferir as colmeias.
“De momento, estou a trabalhar nos terrenos para poder receber as colmeias e prepará-las para a florada de incenso que aí vem, em Fevereiro e Março. Para, futuramente, ter mel é preciso preparar os terrenos onde as abelhas vão estar.”
Quanto ao facto de a apicultura representar uma importante actividade agrícola na Região, Carolina Ferraz considera que não há muitos apicultores profissionais nos Açores. Aliás, a apicultora referiu que são poucos e que se contam pelos dedos de uma mão aqueles que se dedicam profissionalmente à apicultura. “Há muitas pessoas que têm colmeias, mas poucas, e que se dedicam à actividade como um hobby, tal como eu fazia antes.”
Na opinião da apicultora, o mel dos Açores é diferenciador, por ser o único lugar do mundo onde se produz mel de incenso. Aliado a isto, a apicultora considera que o arquipélago é um local privilegiado para a produção de mel, na medida em que existem poucas doenças ligadas às abelhas.
“Os Açores são uma Região imune a determinadas doenças, as quais são muito graves no continente e na Europa, por exemplo, além de que não temos a vespa asiática e espero que não venhamos a ter”, elucidou Carolina Ferraz.
A produtora de mel concluiu a entrevista satisfeita, por entender que “finalmente as pessoas estão a perceber que as abelhas são um animal muito importante, que temos que cuidar e preservar”, alertando que “as pessoas não precisam de ser apicultoras para terem plantas em casa que são importantes para as abelhas, o que faz diferença para toda a gente.”
Carlota Pimentel

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