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676. Antes que cheguem cá, custa ver o fim da civilização ocidental
CHRYS CHRYSTELLO 07/09/2026
Tenho cidadania portuguesa e australiana e, neste ocaso de vida, custa ver o fim da civilização ocidental orquestrada pelos seus próprios imperadores, piores que Nero, Calígula, etc…. Já não finjo que não tenho uma opinião só porque alguém possa ficar ofendido com ela.
ADORO ESTE PAÍS onde vivo agora e adoro o país que deixei Austrália. Adoro as pessoas que aqui vivem e as nossas comunidades. Adoro a nossa história. Adoro as nossas tradições. Adoro o facto de as gerações que nos precederam terem trabalhado, se terem sacrificado e lutado para construir o país que herdámos. E porque me importo, não estou disposto a ficar à margem a ver os políticos a minar a confiança do público nas nossas fronteiras, nas nossas leis e nas nossas instituições, enquanto se espera que as pessoas comuns se calem e aceitem tudo isso.
Não. Já estou farto. Não odeio ninguém só por ser estrangeiro. Eu também já por muitas vezes. Não me interessa a cor da pele de ninguém. A minha pele já teve várias cores. Não me interessa em que país alguém nasceu, nem eu sei onde nasci, tantos foram os sítios que escolhi para viver e ser feliz. Mas interessa-me, sem dúvida, se as pessoas cumprem a lei. Interessa-me quem entra neste país. Interessa-me se as nossas fronteiras são controladas. Interessa-me se as pessoas que vêm para cá foram devidamente identificadas e submetidas a controlos de segurança. Interesso-me pelas famílias ue lutam para pagar as suas contas enquanto vêem os governos a tomar decisões que as fazem sentir-se completamente ignoradas. Seja nos combustíveis, no valor das rendas exorbitantes para estrangeiros ricos, seja no cabaz de compras do supermercado. E interesso-me pelas vítimas de crimes. Sempre tive esta noção de equidade, desde muito novo, em que fico desorientado quando assisto a injustiças sejam elas em tribunais ou na vida real. Alias ha anos que me insurjo no primeiro dia de cada ano contra as INJUSTIÇAS.
Se alguém entrar no país ilegalmente e cometer um crime grave contra uma pessoa inocente, não me importo nem um pouco se falar sobre isso incomoda alguém. A vítima importa. A lei importa. A segurança pública importa. E as pessoas que dirigem este país precisam de se lembrar para quem trabalham. Porque estou absolutamente farto de ver os cidadãos comuns a serem tratados como se fossem o problema por fazerem perguntas totalmente legítimas. Dizem-nos para ficarmos calados. Dizem-nos para sermos compassivos. Dizem-nos para não «alimentarmos as tensões». Dizem-nos para ter cuidado com o que dizemos. Dizem-nos para confiarmos no sistema. Dizem-nos para não sermos racistas ou islamófobos ou outra coisa qualquer conforme a ementa do dia. Dizem-nos que está tudo sob controlo.
Olhem as pessoas nos olhos, porra, e digam-lhes isso. Digam à família que luta para conseguir uma consulta no Serviço Nacional (Regional) de Saúde (SNS ou SRS) que está tudo bem. Digam à pessoa com medo de voltar a pé para casa à noite que está tudo bem e que não prestem atenção a drogados e outros que esperam em qualquer esquina. Digam ao contribuinte que vê o seu dinheiro a desaparecer que está tudo bem. Digam às comunidades a quem se pede para suportar cada vez mais pressão que está tudo bem. Digam às vítimas de crimes graves que as suas preocupações não são importantes porque alguém pode achar a conversa desconfortável. As pessoas não são estúpidas. Elas conseguem ver o que se passa à sua volta. Elas sabem tirar as suas próprias conclusões. E estão furiosas. Eu também. Não vou fingir o contrário.
Nunca afirmei ter um filtro. Digo o que acredito e, às vezes, digo-o com raiva porque estou furioso. E não me interessa que digam que agora em velho mudei e sou de direita ou de extrema-direita, que qualquer dia voto no Chega. Estou furioso porque acredito que este país é capaz de muito mais. Estou furiosa porque todos os países deviam ter fronteiras que funcionassem. Estou furioso porque os políticos passaram anos a fazer promessas e depois a perguntar por que razão as pessoas já não confiam neles. Quer o PSD quer o PS são os principais responsáveis pela viragem à direita, não só aqui, mas na maioria dos países europeus. Tanto quiseram agradar às franjas que se converteram nelas, mas sem fé nem convicção.
Estou furioso porque se espera constantemente que as pessoas comuns façam concessões, enquanto quem está no poder parece completamente alheio às consequências das suas decisões. E estou furioso porque amar o próprio país se tornou, de alguma forma, algo pelo qual se espera que nos peçamos desculpa. Ao contrário do Reino Unido ainda não somos presos por dizer o que pensamos e sentimos, ou por andar com a bandeira nacional, ou por ofender quem veio para destruir a nossa civilização e publicamente afirma que está escrito no seu (deles) livro sagrado que têm de converter ou aniquilar os infiéis
Que se lixe isso. Não vou pedir desculpa por me orgulhar de ser português australiano e europeísta. Não vou pedir desculpa por querer fronteiras seguras. Não vou pedir desculpa por querer que a imigração seja devidamente controlada. Não vou pedir desculpa por querer que os criminosos sejam responsabilizados. Não vou pedir desculpa por exigir que os cidadãos sejam protegidos. E não vou, de forma alguma, pedir desculpa por desafiar os políticos quando acredito que estão errados.
Se isso te ofende, o problema é teu. Se achas que sou demasiado barulhento, baixa a porra do volume. Se não gostas das minhas opiniões, contesta-as. Se discordas de mim, defende o teu ponto de vista. Mas não me digas para me calar. Porque não vou fazê-lo. Não me importo nem um pouco se devo ficar calado para que alguém se sinta à vontade. Não me interessa se algum comentador político acha que sou demasiado irritado. Não me interessa se alguém me chama de controverso porque me recuso a amenizar aquilo em que acredito.
Preocupo-me com o país, a Europa, a civilização ocidental. É essa a questão. Não estou a fazer isto porque quero que fracasse. Estou a fazê-lo porque quero que tenha sucesso. Quero que os nossos filhos cresçam orgulhosos das suas origens. Quero que as pessoas se sintam seguras ao andar nas suas comunidades. Quero que a lei seja devidamente aplicada. Quero fronteiras que realmente signifiquem alguma coisa. Quero políticos que ouçam o público em vez de lhes darem sermões.
Quero um país onde o trabalho árduo seja recompensado e onde as pessoas comuns não sejam constantemente levadas a sentir que estão no fim da porra da fila. E se defender essas coisas me tornar impopular, que assim seja. Prefiro ser odiado por dizer a verdade tal como a vejo do que ser amado por dizer o que quer que seja que mantenha toda a gente confortável. Isto não tem a ver com odiar as pessoas. Tem a ver com amar a civilização ocidental o suficiente para lutar pelo tipo de país que queremos que seja. E vou continuar a falar e escrever. Vou continuar a fazer perguntas. Vou continuar a desafiar o sistema. Vou continuar a defender aquilo em que acredito ser certo.
Podem chamar-me revoltado. Podem chamar-me controverso. Podem chamar-me o que lhes der na cabeça. Mas uma coisa que não vão conseguir é convencer-me de que devo deixar de me importar. Porque eu importo-me com este país, com a Europa, com a civilização ocidental. E recuso-me a ser silenciado por isso. Penso com tristeza nas imagens (de islamização) que me chegam de França, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Itália, Grécia, EUA, e outros, e prefiro a abordagem polaca ou eslovaca, mesmo que possam parecer menos compreensivas e menos solidárias. Continuo a não me sentir bem neste mundo que já não é o meu, e pergunto “Vai crer no Islão ou ser assassinado? É esse o dilema que os muçulmanos apresentam aos cristãos quando conquistam um país”.








