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Encontrada na Índia menina de 13 anos que desapareceu em Évora. Não se sabe como saiu do país – ZAP Notícias

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Anaya Raj estava desaparecida há 42 dias e foi agora encontrada junto à fronteira com o Paquistão. Pode ter planeado fuga com namorado. Ainda não se sabe como nem porque deixou Portugal. A adolescente de 13 anos que estava desaparecida desde 27 de abril, em Vendas Novas, no distrito de Évora, foi encontrada na Índia, numa zona próxima da fronteira com o Paquistão, a milhares de quilómetros de Portugal. Segundo o Jornal de Notícias, a menor identificada como Anaya Raj já regressou ao país, acompanhada pelo pai, que se deslocou à Índia para a trazer de volta para junto da

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Opinião: Alexandra Manes | Mais enriços, menos Cultura – jornalacores9.pt

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Mais de 40% dos projetos que se candidataram ao RJAAC não receberam qualquer resposta positiva. Não posso, em consciência escrever que não receberam apoios, porque aquele regime não é suposto dar apoio, é suposto investir na Cultura, com “c” maiúsculo. A atual diretora regional deve conhecê-lo bem, porquanto integrou várias estruturas que no passado beneficiaram […]

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a minha prima desportista…Marta Magalhães: dos Açores para o Mundo com os Jogos Olímpicos no horizonte

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PORTIMÃO — Marta Magalhães começou a jogar ténis aos quatro anos em São Miguel e aos 18 anos…

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MAIS AUTONOMIAS POR CHRYS C

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574. soletras autonomia (lomba da maia) 14 abr 2013

 

ilhas de névoas e gaze

de novelões e conteiras

do verde e do azul

ó gente de negro basalto

quem canta a tua gesta?

terra de maroiços

cais de rola-pipas

mar imenso abraseado

lacerado por vulcões

ilhas de bardos e músicos

republicanos presidentes

poetas, pintores e artistas

antero, nemésio e natália

quem te liberta das grilhetas

do passado feudal

da escravatura da fé

do atavismo ancestral?

soletras autonomia

gaguejas liberdade

titubeias emancipação

com laivos de insubmissão

como a irmã galiza

cicias um 25 de abril

que tarda em chegar.

*****************************************

584. autonomias (moinhos) maio 10, 2013

 

arquipelágica

nasceste para as palavras

sísmica

nasceste para a fé

vulcânica

nasceste para as lendas

autónoma

nasceste para a liberdade

que um dia terás.

************************************

594. autonomias nominais (moinhos) 6 junho 2013

 

“para saberes quem te governa descobre quem não podes criticar”

voltaire

 

 

hoje acordei

sem voz

sem mãos

sem pés

sem coração.

 

habito nove ilhas de mil cores

num fiasco de autonomia

de pobreza sem alegria

arquipélago de mil autores

 

na independência poucos confiam

em busca de subvenções porfiam

submissos e acomodados

pobres e despreocupados

perenes servos enfeudados

ingénuos sempre explorados

melhor é ficar mudo e quedo

viver do esmoler subsídio

na eterna espera de godot

ou de mandela ainda no presídio

 

assim se explicam os açores

ilhas de mil e uma dores.

****************

678 autonomias açorianas (moinhos) 20 ago 2015

 

a independência é o fim

último das autonomias

 

de nada serve criar

sonhos grandiosos

(de independência)

em fundações movediças

mais valera criar

realidades funcionais

(de autonomia)

firmes na instabilidade destes vulcões

 

de nada serve sonhar

sem lançar alicerces

de cultura e educação

 

só um povo culto e educado

pode ser libertado

 

só um povo autónomo

pode ser independentizado

*************************************

696. liberdade já, 12/7/17

 

o que queremos?

liberdade já!

 

por que queremos?

só um povo emancipado pode ser livre!

 

quando queremos?

já!

 

quem somos?

um povo, uma alma, uma cultura

 

queremos liberdade já

das grilhetas coloniais

das falsas autonomias

do centralismo anquilosante

das esmolas dependentes

dos subsídios e ris

 

mais vale a miséria em liberdade

do que a pobreza envergonhada

mais vale errar livres

do que sermos obedientes súbditos

 

mais vale morrer livres

do que em paz sujeitos

********************************

 

6 de junho autonomia por chrys c em CQI 50 anos de vida literária

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594. autonomias nominais (moinhos) 6 junho 2013

“para saberes quem te governa descobre quem não podes criticar” voltaire

 

hoje acordei sem voz

sem mãos,

sem pés

sem coração.

 

habito nove ilhas de mil cores

arquipélago de mil autores

num fiasco de autonomia

de pobreza sem alegria

 

na independência poucos confiam

em busca de subvenções porfiam

melhor é ficar mudo e quedo

viver dos subsídios esmoleres

submissos e acomodados

pobres e despreocupados

perenes servos enfeudados

ingénuos sempre explorados

na eterna espera de godot

de um mandela que não nasceu

 

assim se explicam os açores

ilhas de mil e uma dores

 

584. autonomias (moinhos) maio 10, 2013

 

arquipelágica

nasceste para as palavras

sísmica

nasceste para a fé

vulcânica

nasceste para as lendas

autónoma

nasceste para a liberdade

que um dia terás

678 autonomias açorianas (moinhos) 20 ago 2015

 

 

a independência é o fim

último das autonomias

 

de nada serve criar

sonhos grandiosos

(de independência)

em fundações movediças

 

mais valera criar

realidades funcionais

(de autonomia)

assentes na instabilidade destes vulcões

 

 

de nada serve sonhar

sem lançar alicerces

de cultura e educação

 

só um povo culto e educado

pode ser libertado

 

só um povo autónomo

pode ser independentizado

 

 

 

 

 

 

Acabo de ler a melhor explicação sobre o nosso nevoeiro: Catarina Valadão –

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Acabo de ler a melhor explicação sobre o nosso nevoeiro: Catarina Valadão – A região autónoma do nevoeiro

Há fenómenos meteorológicos e depois há o nevoeiro açoriano. O nevoeiro açoriano não é uma condição atmosférica. É um regime político. Instala-se, toma posse do território e governa sem oposição durante dias. Celebra a sua autonomia. A certa altura deixa de haver céu. Deixa de haver horizonte. Deixa de haver ilha. Há apenas uma espécie de fumaça branca onde se suspeita que depois dela existam vacas, montanhas e aeroportos. Os aeroportos, aliás, transformam-se numa experiência filosófica. Já não são infraestruturas de transporte. São centros de reflexão sobre a fragilidade da condição humana.

Ao segundo dia de espera, o passageiro começa a perder as referências temporais. Pergunta que dia é hoje. Ninguém sabe. Pergunta quando parte o voo. Ninguém sabe. Pergunta se existe voo. Ninguém sabe. O painel informativo converte-se numa obra de arte conceptual. Durante horas apresenta a mesma mensagem: “atrasado”, “divergido” ou “aguarde novas informações”. Os passageiros espalham-se pelo terminal como sobreviventes de uma expedição polar. Há quem ocupe estrategicamente três cadeiras. Há quem construa uma pequena fortaleza com malas de cabine. Há quem já tenha desenvolvido relações familiares profundas com o vendedor da loja Duty Free. Ao terceiro dia, começam a surgir comunidades organizadas. Há o grupo dos pessimistas, o grupo dos que juram ter visto uma aberta no nevoeiro e o grupo dos que acreditam que o aeroporto é agora a sua residência fiscal. O mais extraordinário é que as condições do aeroporto evoluem exatamente à mesma velocidade que as condições meteorológicas: nenhuma.

Fora não se vê um palmo à frente do nariz. Dentro também não se vislumbra uma solução. Os bancos continuam concebidos para impedir qualquer forma de conforto humano. As informações continuam vagas. Os carregadores continuam ocupados por aparelhos ligados desde a administração do primeiro presidente do governo regional. E todos aguardam. Os Açores conseguiram inventar uma experiência turística única: o campismo aeroportuário involuntário. É possível conhecer melhor o terminal do que a ilha. Observa-se mais o ecrã das partidas do que a paisagem. Colecionam-se mais vales de refeição do que fotografias. E depois do vale utilizado vem o anúncio final: “o seu voo foi cancelado”. De seguida chegam as mensagens das companhias aéreas, verdadeiras obras-primas da literatura minimalista: “Entre em contacto com a sua companhia” ou “Aguarde por novas informações”. Como se o passageiro ainda não estivesse precisamente a tentar contactar a companhia há horas, enquanto aguarda por informações desde a última era geológica. Nessa fase, resta apenas rezar para que a solução proposta não seja um voo dali a três dias ou, melhor ainda, uma recolocação noutro voo marcado para um dia em que a previsão anuncia, com entusiasmo, mais nevoeiro. Ao fim de vários dias, quando finalmente o nevoeiro se levanta, ninguém festeja a viagem. A viagem tornou-se secundária. Celebra-se apenas a descoberta de que o mundo continua a existir para lá das portas automáticas do aeroporto. E, por um breve instante, todos os sobreviventes olham para o céu azul com a mesma emoção de um náufrago que avista terra firme. Até ao próximo banco de aeroporto. Nota: Ao quinto dia ainda não vejo o céu azul… Mas, pelas minhas contas, já teria dado para ressuscitar um morto. Talvez D. Sebastião…

o refugo vai embora, Êxodo de imigrantes: só na última semana “desapareceram mil motoristas” de Lisboa – SIC Notícias

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Há cada vez mais imigrantes a abandonar Portugal após anos de residência no país. O jornal Expresso destaca esta sexta-feira o caso de vários brasileiros, e não só, que decidiriam regressar ao país de origem ou rumar a Espanha.As causas do êxodo são várias: rendas altas, salários baixos, atrasos da AIMA na renovação de documentos, dificuldades no reconhecimento de competências e xenofobia.Setores como o TVDE são especialmente afetados. A dificuldade de renovação da documentação, que impede os motoristas de trabalhar, levou muitos a abandonar a profissão e o país.“Na última semana, em Lisboa, desapareceram mil motoristas, deixaram de operar na cidade. Estão carros parados”, diz ao Expresso Vítor Soares, da Associação Nacional Movimento TVDE.Economia nacional entraria em risco de colapso sem trabalhadores estrangeiros, alerta relatórioTambém lares de idosos, hotéis e restaurantes dependem fortemente de mão de obra estrangeira. Manuel Lemos, presidente da ­União das Misericórdias Portuguesas, garante que não conseguiria assegurar o funcionamento de instituições de apoio a idosos sem estes trabalhadores.“Há três ou quatro meses que vários provedores, sobretudo no sul do país, e em particular no Algarve, começaram a sentir mais dificuldades de recrutamento, precisamente porque há menos imigrantes. O peso destes trabalhadores neste setor é muito significativo. Há misericór­dias onde são a maioria.”O mesmo relata a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), setor onde, em 2023, os imigrantes representam um em cada três trabalhadores.Segundo os dados mais recentes da Segurança Social, referentes a 2024, cerca de 45 mil trabalhadores estrangeiros deixaram o país nesse ano, o valor mais elevado desde 2015.O relatório "Emprego em Portugal", elaborado pela CoLABOR, uma associação com o selo da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, defende que a economia do país corre o risco real de colapsar caso deixe de contar com os trabalhadores estrangeiros.

Source: Êxodo de imigrantes: só na última semana "desapareceram mil motoristas" de Lisboa – SIC Notícias

Eduardo Bettencourt Pinto My first photography book

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