Morreu o José António Freitas Sousa.Actor, produtor de rádio e de televisão

Morreu um amigo.
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Morreu o José António Freitas Sousa. Era um tipo interessante. Actor, produtor de rádio e de televisão, trabalhou comigo na SIC durante os 3 anos em que fiz o programa “Casos de Polícia”. Era assistente de estúdio, uma espécie de diretor de cena, coadjuvante do realizador que estava sentado na régie.
O Zé António coordenava tudo o que se passava ali. O programa tinha uma abordagem especial à temática da segurança e da criminalidade. Muitas vezes, os criminosos eram os próprios polícias, tivemos várias histórias desse tipo. Numa das vezes, um comandante da PSP foi ao estúdio para responder a umas questões melindrosas sobre a atuação da polícia. O comandante em questão era proveniente do Exército e apresentou-se fardado a rigor e de pingalim na mão. À entrada do estúdio, o José António disse-lhe que não podia entrar de pingalim. O outro empertigou-se. O José António apenas o avisou que “armado, não o deixo entrar”. E desarmou o arrogante.
O José António era um homem de carácter.
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Os ultra ricos preparam um mundo pós-humano – Outras Palavras

Uma elite ínfima – porém poderosa ao extremo – crê que o planeta tornou-se inviável e quer isolar-se após o “Evento”. O que isso revela sobre a grande crise civilizatória em que mergulhamos

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Covid-19: Portugal em 63.º em classificação de países na resposta à pandemia

Covid-19: Portugal em 63.º em classificação de países na resposta à pandemia
Sydney, Austrália, 28 jan 2021 (Lusa) – Portugal ocupa o 63.º lugar numa classificação da resposta à pandemia da covid-19 em 98 países, de acordo com um estudo hoje publicado pelo instituto australiano Lowy.
O estudo, que coloca a Nova Zelândia em primeiro lugar (com uma ‘nota’ de 94,4 valores em 100), o Vietname em segundo e Taiwan em terceiro, dá a Portugal uma avaliação de 38,9 valores, imediatamente abaixo de países como Canadá e Israel.
Depois de Portugal surgem países como Bélgica (35,6), França (34,9), Rússia (32) e Espanha (31,2 valores).
Os Estados Unidos (17,3 valores), Irão (15,9 valores), Colômbia (7,7 valores), México (6,5 valores) e Brasil (4,3 valores) são os países com piores respostas à pandemia, indicou o mesmo estudo.
O estudo não incluiu a China por considerar não ter dados suficientes, de acordo com o instituto.
Um ‘think thank’ sobre temas globais, com destaque para questões de política externa, defesa, assistência ao desenvolvimento e jornalismo, entre outros, o instituto Lowy analisou os dados nos 98 países nas 36 semanas seguintes à confirmação do 100.º caso da covid-19.
Os dados, atualizados até 09 de janeiro, centraram-se em números de casos e mortes confirmadas, tanto em valores absolutos como por milhão de habitantes, o número de testes e o número de casos confirmados por testes realizados.
Uma elevada taxa de mortalidade quando comparada com o número de testes realizados, por exemplo, foi ponderada negativamente para o estudo.
Foi depois calculada uma média destes indicadores e transformada numa ‘nota’ de zero a 100 valores.
Os dados mostraram importantes variações regionais, com Ásia e Pacífico a ser a zona do globo que quase sempre respondeu melhor à pandemia. A Europa registou inicialmente progressos significativos, mas no final do período em análise foi a região com pior desempenho.
Noutro âmbito, o estudo mostrou que países com regimes totalitários tiveram uma melhor resposta à pandemia na fase inicial, mas o desempenho caiu pouco tempo depois, com democracias e regimes autoritários a convergir na fase final da análise.
Os autores do estudo olharam para várias características dos países para ver se aspetos como o tamanho da população ou o desenvolvimento económico tiveram impacto na resposta à pandemia.
“No início da pandemia, houve pouca diferença percetível no desempenho do país independentemente do tamanho da população. No entanto, as experiências entre populações grandes, médias e pequenas divergiram acentuadamente menos de um mês depois do 100.º caso”, referiu.
Países mais pequenos, com populações de menos de dez milhões de pessoas, “superaram consistentemente os congéneres maiores” ao longo do ano, ainda que essa diferença se tenha desacentuado na reta final do período estudado.
No que toca à capacidade económica, o estudo considerou não ser “de estranhar que os países com rendimentos ‘per capita’ mais elevados disponham de mais recursos para combater a pandemia”, tendo por isso, em média, um desempenho melhor que os em desenvolvimento.
“Mas surpreende que muitos países em desenvolvimento tenham conseguido lidar com o surto inicial da pandemia e que as economias avançadas, no seu conjunto, tenham perdido a liderança até ao final de 2020, com infeções a reaparecerem em muitos locais que tinham alcançado um sucesso aparente na supressão das primeiras vagas da pandemia”, indicou.
Os países ricos, devido ao impacto das viagens internacionais na transmissão do vírus, acabaram rapidamente “sobrecarregados”, enquanto os em desenvolvimento “tiveram mais tempo de vantagem, e muitas vezes um maior sentido de urgência, para implementar medidas preventivas após a dimensão e a gravidade da crise global terem sido conhecidas”.
Medidas de ‘baixa tecnologia’ como ‘lockdowns’ (confinamentos), notou o estudo, “podem ter criado condições de igualdade entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento na gestão da covid-19”.
Agora, porém, já no processo de vacinação, os autores sublinharam que os países mais ricos podem ter “uma vantagem decisiva nos esforços de recuperação de crises, deixando os países mais pobres a lutarem contra a pandemia por mais tempo”.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.159.155 mortos resultantes de mais de 100 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 11.305 pessoas dos 668.951 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
ASP // EJ
Lusa/Fim
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FALECEU o presidente da Fundação Côa Parque.

Faleceu Sábado, vítima de doença súbita, o presidente da Fundação Côa Parque. Nascido em Coimbra em 1977, Bruno José Navarro Marçal fez os estudos secundários em Vila Nova de Foz Côa e licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, onde fez também um mestrado em História Contemporânea. Doutorou-se depois pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova, onde chegou a ser professor, exercendo também a docência no Instituto Superior de Ciências Educativas. Era ainda investigador no Centro Interuniversitário de História da Ciência e da Tecnologia e no Centro de História da Universidade de Lisboa. da Ciência e da Tecnologia e no Centro de História da Universidade de Lisboa.
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AÇORES PDL APARATOSO ACIDENTE

Acidente aparatoso na segunda circular
Registou-se esta tarde um acidente aparatoso na segunda circular de Ponta Delgada, no sentido poente/nascente, junto ao Pico Salomão.
Apesar do aparato e o rápido socorro por dos bombeiros e da PSP, que necessitou vedar a circulação numa das vias, segundo as nossas fontes as duas ocupantes da viatura saíram ilesas do acidente.
(Fotos:

Manuel Carreiro

)

Lúcia Vasconcelos Franco, Natália Susana Silva and 119 others
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