UMA BRASILEIRA CONTRA SALAZAR

Uma Brasileira Contra Salazar
A Secretária de Humberto Delgado

2006, 2.ª
Coleção: Extra Coleções
Número de Páginas: 168
Formato: 14 x 21
Encadernação: Brochado
ISBN: 972-24-1402-X
Tema: História
Código: 39053
PVP: 15.14 Euros

Arajaryr Campos, assassinada pela PIDE em 13 de Fevereiro de 1965, é uma heroína esquecida. Poucos portugueses e brasileiros de hoje sabem quem foi essa mulher corajosa que deu a vida pelo ideal da Liberdade. Secretária do General Humberto Delgado no exílio, acompanhou-o no combate contra a ditadura e seguiu fatidicamente os seus últimos passos em direção à morte.
«Uma Brasileira Contra Salazar» é um manuscrito agora revelado a título póstumo, no qual Arajaryr Campos descreve o seu percurso político. Num estilo inconfundivelmente feminino e genuinamente brasileiro, é recriada a perigosa aventura da sua entrada clandestina em Portugal no final do ano de 1961, para uma tentativa de revolta armada contra o regime. A História é completada através de um capítulo adicional, da autoria de Iva Delgado, sobre o assassínio de Arajaryr Campos. Inclui ainda fotografias inéditas do arquivo de família, bem como testemunhos de quem a conheceu pessoalmente. Morta na flor da idade, Arajaryr Campos deixou no mundo uma filha de sete anos, Rosângela, que contribui para o livro de sua mãe com um epílogo.

http://www.livroshorizonte.pt/catalogo_detalhe.php?idLivro=885&catalogo=1&index=0&verTodas=0&letraInicial=

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Decreto do governo vai adiar acordo ortográfico para 2016

in diálogos lusófonos

 

Alvo de controvérsia e ressentimento entre os países de língua portuguesa, o novo acordo ortográfico deverá ter a implementação adiada no Brasil por meio de decreto. O assunto foi discutido anteontem (28) na reunião entre representantes do Ministério das Relações Exteriores, Cultura, Educação e Casa Civil, mas a decisão caberá à presidente Dilma Rousseff, que dará a palavra final.

A previsão era a de que a transição entre a norma ortográfica em vigor e a nova fosse concluída em 31 de dezembro de 2012. Mas o governo já admite alterar a implementação do acordo para 1º de janeiro de 2016 –  um tempo extra de três anos. O Itamaraty ficará encarregado de construir o texto do novo decreto.

O cronograma de implementação foi assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro de 2008 na Academia Brasileira de Letras.

Na terça-feira (27), a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, ouviu o apelo por um prazo maior de uma comitiva formada pelos senadores Lídice da Mata (PSB-BA) e Cyro Miranda (PSDB-GO) e pelo professor Ernani Pimentel, idealizador do movimento “Acordar Melhor”, que propõe a simplificação ortográfica.

“Não houve planejamento para que o acordo fosse implementado. Assinaram há quatro anos esse acordo com essa data, mas ninguém se mobilizou para colocá-lo em prática. As coisas foram andando a passo de tartaruga” 
– critica o senador Miranda.

Ele completa: “Imaginem um vestibular sem os alunos saberem as regras”.

Entre outras coisas, o acordo ortográfico suprime o trema –  a exceção fica nos casos de nomes estrangeiros – retira o acento dos ditongos abertos “ei” e “oi” das palavras paroxítonas (como assembleia e ideia), altera as regras do hífen e inclui as letras “k”, “w” e “y” no alfabeto português.

A seu turno, o Ministério da Educação informou que todos os livros didáticos do ano que vem vão respeitar o novo acordo.

Para Pimentel, as autoridades brasileiras estão percebendo que há necessidade de fazer ajustes. “O grande problema desse acordo é que veio fora de época, nasceu velho, o estudante de hoje quer raciocinar para entender, não quer decorar. Como vou ensinar que cor de capim é sem hífen, cor de qualquer coisa é sem hífen, mas cor-de-rosa é com hífen?” – critica.

[Fonte: www.espacovital.com.br]

“Els límits de la meva llengua són els límits del meu món”
Ludwig Wittgenstein (1889-1951)

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Elisa Freixo lança CD gravado na Alemanha

Elisa Freixo lança CD gravado na Alemanha 

Obra será apresentada em concertos aos Órgãos Históricos de Mariana e Tiradentes e em Ouro Preto

 

A organista e cravista Elisa Freixo lança seu 14º álbum, em concertos especiais aos órgãos históricos de Ouro Preto, Mariana e Tiradentes. Os concertos apresentam parte das obras gravadas e acontecem no dia 1º de dezembro, no Museu do Oratório, em Ouro Preto, às 18h30; no dia 2 de dezembro, na Catedral da Sé de Mariana, às 12h15 e; no dia 7 de dezembro, na Matriz de Santo Antônio, em Tiradentes, às 20h. Os ingressos para as apresentações e os CDs estão à venda nos locais do concerto.

 

Gravado durante o verão europeu de 2010, na Igreja de Waltersdorf, na Alemanha, o CD traz um repertório com músicas do Barroco tardio de tradição ibero-americana. Músicas de Scarlatti, Soler, Anônimos de Chiquitos, Sor Maria Clara, Seixas e Xavier Baptista promovem um intercâmbio cultural no sentido inverso, já que essas obras são quase desconhecidas na Alemanha.

 

Serviço: Lançamento do CD Waltersdorf – Elisa Freixo

Dia 1º de dezembro – Ouro Preto

Horário: 18h30

Local: Museu do Oratório (Adro da Igreja do Carmo, 28, Centro).

Ingressos: R$10,00

 

Dia 2 de dezembro – Mariana

Horário: 12h15

Local: Catedral da Sé (Praça da Sé)

Ingressos: R$ 24,00

 

Dia 7 de dezembro – Tiradentes

Horário: 20h

Local: Matriz de Santo Antônio

Ingressos: R$20,00

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A net é a arma de uma nova revolução africana

2012-11-24 12:11:00
O discurso dos media sobre a África em mudança foi analisado numa conferência internacional na Fundação Gulbenkian

“Use sempre a palavra ‘África’, ‘Escuridão’ ou ‘Safari’ no título.

Os subtítulos devem incluir as palavras ‘Zanzibar’, ‘Masai’, ‘Zulu’, ‘Congo’ (…). Há outras palavras úteis como ‘Guerrilhas’, ‘Primordial’ e ‘Tribal’. Note que ‘Povo’ significa africanos que não são brancos enquanto ‘O Povo’ significa africanos negros (…). Uma AK-47, costelas salientes, seios nus: use-os. Se tiver de incluir um africano na capa do seu livro certifique-se que veste roupa Masai, Zulu ou Dogon. No texto, trate a África como se fosse um país”.

Esta é a forma como o escritor e jornalista queniano Binyavanga Wainaina lança “Como escrever sobre África” (Granta 92). É uma ironia sobre a forma como os não africanos, nomeadamente europeus, escrevem sobre o continente. Faz um retrato claro do tipo de expectativas que os ocidentais têm em matéria da narrativa sobre África.

Comparada com os media, a literatura tem um papel “recatado”. Daí que “O Tratamento dado à Informação sobre África nos Media” tenha sido o tema escolhido para a 3.ª edição do Observatório de África e da América Latina, organizado pela ACEP, que hoje decorre na Fundação Gulbenkian no âmbito do Próximo Futuro.

Wainaina ganhou o Prémio Caine para escrita africana, mas o valor da identificação das “instruções” que publicou na “Granta” (92), são inspiradoras para quem quer que pense no discurso que decorre do olhar sobre o outro.

É isso mesmo que se propõe fazer Lola Huete Machado, a participante (com António Pinto Ribeiro, Elísio Macamo, Fátima Proença, José Gonçalves e Sofiane Hadjeadj) do seminário de hoje, que cita o texto do escritor queniano na apresentação do seu blogue “África no es un país” (http://blogs.elpais.com/africa-no-es-un-pais/), com lugar cativo no sítio do diário espanhol “El País”.

Distância e ignorância

“Perguntar aos nigerianos se falam suaíli é o mesmo que perguntar aos portugueses se falam russo”, disse ao Expresso a jornalista, entrevistada a partir de Espanha, referindo-se às duas principais dificuldades em escrever sobre África: a distância cultural e a ignorância.

Lola Huete propôs que no seu blogue se escrevesse sobre a diversidade do continente para “começar a contrariar” a tendência do cliché. Lembra que Espanha, ao contrário de Portugal, nunca teve colónias na África subsariana e que este continente vibrante de diversidade continua preso à expectativa de que se fale “de fomes e desgraças”.

Em “África no es un país”, Lola Huete e outros autores tentam fazer o contrário: “Para evitar falar de África em geral, havia que falar dos países em concreto. O continente é ainda visto como imaginário porque o que se passa num lugar é muito diferente do que se passa noutro e tudo isso é África!”.

A tendência é temperar as “desgraças” com “histórias positivas”. E a maneira de o fazer de forma mais rica é através da mistura com a informação produzida naqueles 54 países. Daí que os blogues como este sejam catalisadores dessa “informação impressionante que está a ser produzida pelos africanos”.

Política, economia, questões sociais, sim, mas também música, teatro, literatura, saúde, ideias…

“Temos obrigação de mudar essa pretensão que os brancos têm de que há que ajudar, mesmo sabendo que as mentalidades não mudam de um dia para o outro”, disse Lola Huete.

Sem discriminação

Até que o discurso sobre África venha a ser normal, sem discriminação negativa nem positiva, “deixe-se que a internet, as redes sociais e os telemóveis continuem a fazer a sua revolução”.

A jornalista e bloguista do “El País” gostaria que o seminário de hoje fosse “normal” e que decorresse na mesma linha daquela com que informamos sobre outros assuntos. “Somos deste continente Europa, mas a África está aqui mesmo ao lado. Gostaria que fosse possível informar sobre África com a mesma naturalidade com que o fazemos sobre França ou os Estados Unidos”.

http://www.gulbenkian.pt/section49langId1.html

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TIMOR LESTE E A CORRUPÇÃO

Quinta-feira, 29 de Novembro de 2012

Timor-Leste: A INDEPENDÊNCIA E A DEMOCRACIA POR UM CANUDO

Ontem (28.11) Timor-Leste comemorou alegadamente mais um ano de independência. A data, em termos históricos, está correta (28 de Novembro) mas em termos práticos, realistas, os timorenses deixaram de estar enfeudados ao colonialismo português e aos ocupantes violentos da Indonésia para na atualidade se encontrarem sob o jugo de uns quantos políticos corruptos e panóplia cúmplice de suas ilhargas. Não são independentes, nem vivem em democracia.
Ainda agora o jornal timorense Tempo Semanal foca o tema, também na vigência do anterior governo de Xanana Gusmão isso mesmo aconteceu com intensidade sem que os resultados no combate à corrupção fosse efetivo mas sim uma branda, contida, comedida e teatral ação de faz-de-conta. Prova disso são os sinais exteriores de riqueza garbosamente exibidos por muitos das seitas próximas aos detentores dos poderes e a gozarem de impunidade. Gente que ainda há poucos anos andava com uma mão atrás e outra à frente, a procurar encobrir vestes remendadas, exibe-se agora com grandes bólides e casas apalaçadas no valor de muitos milhares de dólares ou até de milhões. Enquanto isso os timorenses na sua vasta maioria sobrevive na miséria, muitas vezes com fome, quase sempre carente de serviços de saúde adequados, escolas sem mesas, cadeiras e um minimo de mobiliários que não obrigue crianças a sentarem-se no chão ou em bancos improvisados com tábuas e bambús, etc, etc.
Não. Timor-Leste não é independente, nem democrático (a exemplo de muitos outros países). Sem justiça a democracia ou a independência é uma enorme falácia, como se pode ver no texto que se segue e em muitos outros que, para o caso, dispensamos incluir. Timor-Leste está a ver a independência e a democracia por um canudo, é ficticia, como em tantos outros países. Portugal, por exemplo. Constatando os factos, a realidade, é impossivel endereçar aqui parabenização sem que o recheio a hipocrisia não fedesse. (Redação PG)
Timor sob a ameaça da corrupção
Paulo Morais, vice-presidente da TIAC – Às Claras – blogue no Público – 18 de Maio de 2012
Cavaco Silva visita Timor para a posse do novo chefe de Estado, na sequên­cia dum ato eleitoral em que Ramos Horta, pres­i­dente em exer­cí­cio, saiu der­ro­tado. Este facto, por si só, já é um sin­toma de maturi­dade democrática. Mas a nota de maior ineditismo para um país lusó­fono e tão jovem reside no facto de dois min­istros do atual gov­erno estarem a con­tas com a justiça.
O jul­ga­mento de dois mem­bros de um gov­erno em exer­cí­cio é inédito na comu­nidade lusó­fona. Duvido que tal fosse pos­sível em Por­tu­gal. O Par­la­mento tim­o­rense em nen­hum momento hes­i­tou, sus­pendeu a imu­nidade aos dois gov­er­nantes através duma votação esma­gadora. O Par­la­mento parece querer per­mi­tir que se faça justiça.
A existên­cia de proces­sos judi­ci­ais con­tra dois dos min­istros mais poderosos, envolvi­dos em casos de cor­rupção, pode ter uma dupla inter­pre­tação: a dis­sem­i­nação de práti­cas con­denáveis, mas que estão sob a mira da justiça. Assim, o facto de a min­is­tra da Justiça Lúcia Lobato estar acu­sada de nepo­tismo, abuso de poder e cor­rupção, é pre­ocu­pante. Até porque as acusações estão rela­cionadas com a con­strução de escritórios da Con­ser­vatória do Reg­isto Civil em vários dis­tri­tos de Timor-Leste, estando a líder do PSD acu­sada de favore­cer con­stru­tores que finan­ciavam o seu par­tido. É tam­bém inqui­etante que, ao mesmo tempo, o min­istro da Admin­is­tração Interna, Arcanjo Leite, esteja indi­ci­ado por cor­rupção. Mas caberá agora aos Tri­bunais fazer justiça. Con­vém que as sen­tenças, quais­quer que elas sejam, não deixem qual­quer reserva ou sus­peição de favorec­i­mento ou até de perseguição.
Para além duma justiça aparente­mente atu­ante, tam­bém tem havido um enorme esforço de aumento de transparên­cia por parte das autori­dades tim­o­renses. O novo por­tal da transparên­cia per­mite que os cidadãos con­heçam em cada momento as receitas arrecadadas e as despe­sas efe­t­u­adas pelo seu gov­erno. E a dis­sem­i­nação de toda esta a infor­mação rel­e­vante na inter­net incen­tiva a que académi­cos, políti­cos, empre­sas, gru­pos de cidadãos ou sim­ples curiosos pos­sam em cada momento escruti­nar o modo de gov­er­nação. E isso é clara­mente pos­i­tivo, pois a transparên­cia é uma das vaci­nas para a corrupção.
Mas, por outro lado, temos de estar alerta. Na sua tomada de posse como pres­i­dente da con­fer­ên­cia epis­co­pal tim­o­rense, D. Basílio do Nasci­mento denun­ciou a cor­rupção como um dos grandes males de Timor. É, de facto, estranho que num país com tanta riqueza nat­ural, os mais des­fa­vore­ci­dos con­tin­uem na penúria e na indigên­cia e não se lhes garanta uma per­spetiva mais risonha para as suas vidas. A perceção do bispo de Bau­cau, alicerçada na sua exper­iên­cia no inte­rior do ter­ritório, é acom­pan­hada pelos indi­cadores inter­na­cionais. Em Timor, o CPI (Índice de Perceção da Cor­rupção) apre­senta um score baixís­simo (2,4), colo­cando o país no 143.º lugar da tabela, numa total de 178 países.
Estes são os sinais pre­ocu­pantes. E a leg­is­lação tim­o­rense não ajuda tam­bém. É de inspi­ração e matriz por­tuguesa, os diplo­mas têm pois muitas regras, a leg­is­lação é extensa e com­plexa. Sendo o povo tim­o­rense na sua maio­ria ile­trado, a leg­is­lação torna-se incom­preen­sível. Em sociedades de baixa for­mação, leg­is­lação extensa e com­plexa prej­u­dica os mais des­fa­vore­ci­dos que não con­seguem perce­ber e uti­lizar os instru­men­tos que as leis lhes con­ferem para se defender. E, por outro lado, ben­e­fi­cia os poderosos, que, bem asses­so­ra­dos pelos mel­hores advo­ga­dos, con­seguem fazer valer, mais do que a justiça, os seus inter­esses pessoais.
Em sín­tese, os sinais são con­tra­ditórios em Timor. A cor­rupção tende a instalar-se, mas a sociedade parece dis­por de mecan­is­mos para a com­bater. É pois o momento para uma forte mil­itân­cia anti-corrupção neste jovem país lusó­fono. Esta dev­e­ria ser a prin­ci­pal men­sagem para Cavaco Silva levar con­sigo. Para que a jovem nação que é Timor não repita, na próx­ima ger­ação, os erros que o Estado por­tuguês tem cometido nos últi­mos anos. Basta que o Pres­i­dente da República con­vença os líderes tim­o­renses a não pactuar com a cor­rupção. Mas quem é Cavaco Silva para dar con­sel­hos nesta matéria?
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avaliação de professores

Educação Professores recusam avaliar colegas
As escolas arriscam-se a não ter avaliadores porque muitos professores estão a rejeitar fazê-lo, defendendo que não receberam formação. O alerta é lançado, esta quinta-feira no Diário de Notícias (DN), pelos directores de Agrupamentos de Escolas e sindicatos do sector que, entretanto, já pediram ao Ministério da Educação a suspensão do actual modelo de avaliação.
PAíS

Professores recusam avaliar colegas

DR
08:37 – 29 de Novembro de 2012 | Por Notícias Ao Minuto

O DN conta, na edição de hoje, que são vários os professores que estão a recusar avaliar as aulas dos colegas. Os docentes alegam que não receberam a formação que o Ministério da Educação prometeu para o passado ano lectivo de 2011/2012.

Os directores de Agrupamentos de Escolas Públicas e os sindicatos do sector já pediram a suspensão do actual modelo de avaliação de desempenho. Mas, a tutela garante ao DN que os professores avaliadores “terão (ainda este ano lectivo) acesso a uma formação de curta duração”.

As aulas assistidas são obrigatórias para os docentes do 2º e 4º escalões, para os que tiveram nota ‘insuficiente’ ou, por outro lado, para os que pretendem ter ‘muito bom’ ou ‘excelente’, e têm de ser pedidas até dia 15 de Dezembro.

Mas, o vice-presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, avisa que “há bastantes pessoas que já pediram escusa”. Nesse sentido, o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, Manuel António Pereira, reforça que “o ideal seria excluir as aulas assistidas”.

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Também a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e a Federação Nacional de Educação (FNE) pedem que o modelo de avaliação seja simplificado, uma vez que também não há progressão na carreira.

Com ou sem formação, a avaliação de professores continua a provocar a confusão nas escolas.

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