PORTUGUESES NA COLÓNIA DE SACRAMENTO Uruguai

NOTA DO AUTOR DO BLOGUE LEIA MAIS SOBRE ESTE TEMA E COMO O 1º GOV DA AUSTRÁLIA FOI ALMIRANTE DA ARMADA PORTUGUESA NA DEFESA DA COLÓNIA EM
https://www.lusofonias.net/arquivos/429/OBRAS-DO-AUTOR/1007/CRONICAS-AUSTRAIS-1978-1998-4%C2%AA-ed-2015.pdf (HÁ UM CAPÍTULO DEDICADO AO TEMA)

COLÓNIA DE SACRAMENTO – PRESENÇA PORTUGUESA NO URUGUAI

Fundada em 1680 pelo então governador do Rio de Janeiro, Manuel Lobo, a Colónia de Sacramento, no magnífico e estratégico estuário do rio da Prata, entre o Uruguai e a Argentina, constituiu o avanço estratégico mais importante do império português na América do Sul.
Disputada pelas armas durante quase um século, a cidade- fortaleza mudou de mãos entre portugueses e espanhóis sete vezes, até que em 1777 a sua administração foi entregue a Buenos Aires.
No âmbito do Tratado de Madrid, negociado em 1750 entre Portugal e Espanha para definir as fronteiras dos seus impérios respectivos, Sacramento foi entregue em troca de vastas regiões do centro-norte do Brasil, na bacia amazónica, e também das Filipinas, que Lisboa cedeu então a Madrid.
Mesmo assim, o velho sonho de completar o Brasil dentro das suas “fronteiras naturais” – entre o Amazonas e o Prata, a famosa “Ilha-Brasil” – não morreu aí.No século XIX, já com D. João VI no Brasil, tropas portuguesas tomaram a região e formaram a província Cisplatina, que passou a integrar, a partir de 1816, o Reino Unido de Portugal e do Brasil. Só em 1825, já depois da independência do Brasil, o território foi cedido, ao cabo de numerosos confrontos com as forças locais do general Artigas, para nele se constituir a república do Uruguai – “uma bolinha de algodão colocada entre dois vidros”, na expressão de um diplomata britânico.
Com o patrocínio da Fundação Gulbenkian, têm vindo a ser recuperados inúmeros vestígios da presença portuguesa em Sacramento, sendo hoje possível visitar, além das ruínas da fortaleza que cercava a cidade, das ruínas do convento de São Francico, da Igreja matriz de Sacramento e da Casa do Governador, também um exemplar tipico de uma casa portuguesa entretanto recuperada. Nela estão expostos, entre outros objetos, um escudo português esculpido em pedra, fardas de oficias e um belíssimo estandarte da Marinha Portuguesa da época, bem como alguns objetos decorativos de loiça regional do nosso país.
Quem for ao Uruguai – país sereno – não deixe de visitar estes testemunhos do passado imperial português. A todos um Excelente 2019!

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Mulher, portuguesa e agora também cientista-astronauta – a primeira

Já lá vão alguns anos desde que Ana Pires levantou os pés da terra. Foi das rochas até à paixão pelo espaço e chegou à NASA.

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OLIVENÇA É PORTUGUESA

Manuel Miragaia Doldán shared a link.

5 hrs

http://www.rtp.pt/noticias/pais/portugal-continua-a-nao-reconhecer-soberania-espanhola-em-olivenca_v769789?fbclid=IwAR2aOn_yLzGR5eJ9Sj1an1PNrag9FYLtVnbPQ76Pj_aA0pDZ05LIF31OrU8

A paradisíaca aldeia portuguesa onde apenas vive uma pessoa | VortexMag

No extremo norte do país, por entre montanhas e vales, há uma aldeia onde apenas vive um resistente. Descubra Val de Poldros, a aldeia de um homem só.

Vale de Poldros

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PDL ANTIGAMENTE 1948

Mário Jorge Pacheco shared an album: Avenida Marginal.

52 mins

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Ponta Delgada Antigamente added 82 new photos to the album Avenida Marginal.

A primeira pedra da obra de aterro para dar origem à Avenida Marginal de Ponta Delgada foi em 28 de Maio de 1948.
O início das obras foram a 30 de Junho do mesmo ano e a conclusão das mesmas em 1952.

A construção da Avenida Infante D. Henrique em 1952 prolongou-se até a zona marítima ter transformado a cidade, nos anos 90, abrindo novas vistas do mar e escondendo os portos originais de São Francisco, Caldeira da Ribeira de Valverde e Calheta de Pedro Teive, profundamente ligados à história da ilha. A longa avenida, que flanqueia o porto e o mar, define o perfil da cidade. Reflecte também o seu dinamismo e habilidade de se adaptar ao passar do tempo. Esta avenida é, também, a principal entrada numa cidade construída através de mais de cinco séculos de história, com preciosos testemunhos do seu passado histórico. Ponta Delgada é uma cidade multi-facetada na qual a tradição vive lado a lado com a modernidade e cosmopolitismo, e a sadia tranquilidade da vida Açoriana.

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A primeira pedra da obra de aterro para dar origem à Avenida Marginal de Ponta Delgada foi em 28 de Maio de 1948.
O início das obras foram a 30 de Junho do mesmo ano e a conclusão das mesmas em 1952.

A construção da Avenida Infante D. Henrique em 1952 prolongou-se até a zona marítima ter transformado a cidade, nos anos 90, abrindo novas vistas do mar e escondendo os portos originais de São Francisco, Caldeira da Ribeira de Valverde e Calheta de Pedro Teive, profundamente ligados à história da ilha. A longa avenida, que flanqueia o porto e o mar, define o perfil da cidade. Reflecte também o seu dinamismo e habilidade de se adaptar ao passar do tempo. Esta avenida é, também, a principal entrada numa cidade construída através de mais de cinco séculos de história, com preciosos testemunhos do seu passado histórico. Ponta Delgada é uma cidade multi-facetada na qual a tradição vive lado a lado com a modernidade e cosmopolitismo, e a sadia tranquilidade da vida Açoriana.

Morreu o escritor Amos Oz, uma das principais vozes israelitas do campo da paz | Livros | PÚBLICO

Autor de romances como A Terceira Condição ou Uma História de Amor e de Trevas, era, entre os intelectuais israelitas, um dos principais defensores da conciliação com o povo palestiniano.

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