Por qué los radiadores de Nueva York fueron diseñados para estar encendidos con las ventanas abiertas | Living | ICON Design | EL PAÍS

Incluso en los días más fríos del invierno en los apartamentos de la ciudad que aún conservan estos calefactores a vapor hace calor con las ventanas abiertas: son el último vestigio de la pandemia más grave de la historia reciente

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FAIAL Ricardo Costa ** A Mona Lisa que se cuide!!

**** A Mona Lisa que se cuide!!
Creio que há uma relativa passividade em relação a algumas ocorrências que nestes tempos mais recentes perturbaram o burgo faialense. Dir-me-ão que tem havido umas palavrinhas indignadas. Como se pode concluir, as palavrinhas mansas não têm qualquer eficácia, sobretudo quando se lida com gente teimosa ou, pior, pouco dotada de visão esclarecida. E afinal o que é que se passa? O que se passa é que factos que justificariam intervenção…já passaram. Explicando melhor, parece evidente que para os lados do Faial e numa hábil, contagiante e muito eficaz prática que até há pouco dominou impunemente o arquipélago, alguns responsáveis, outros menos responsáveis e muitos irresponsáveis, detiveram o exclusivo das decisões em todos os domínios. Só que decidem sobre o que não lhes pertence e que é património de todos, sem cuidar de escutar quem sabe mais do que os ditos. De si para si, vão dizendo: deixa-os falar à vontade que daqui a um mês já se esqueceram do assunto. E lá vão cometendo todas as malfeitorias que lhes vierem à cabeça na certeza de que ninguém lhes pede contas. Alguém ainda fala ou reclama sobre o escandaloso e nojento acto de vandalismo cometido no Castelo de Santa Cruz? Mas afinal sobre o que é que este fulano está a falar!? É isso… É a tal estratégia do deixar falar, assobiando para o lado, que em breve eles calam-se… Mas tudo isto a propósito de coisa menos grave. Menos grave nos efeitos, mas tão grave quando se retoma o estilo de proceder. Que além do mais denota (no meu entender!) ignorância, ausência de sentido estético e um acto de inqualificável falta de respeito. Falo daquela monstruosidade a que chamam “monobloco turístico” plantada junto ao terminal de passageiros. Ouço dizer que o tal “bloco” – uma palavrinha de sonoridade sugestiva – é muito apreciado e por muita gente. Estão, naturalmente, no seu direito. Vamos por partes. Provavelmente pelo ano de 1978 ou 1979 quando Jorge Moura assumiu as funções de Director Regional de Turismo, sendo eu Presidente da Comissão Regional de Turismo da Horta, tive a oportunidade e o prazer de conhecer e de lidar com o designer Aljustrel Tostões. Após diversas oportunidades de contacto, formal e informal, mantivemos uma relação de trabalho e de amizade que se manteve por alguns anos, mesmo após ter cessado qualquer ligação com o sector turístico. Aljustrel Tostões tinha particular apreço pela beleza da cidade da Horta e pelo seu porto e, em particular, pela actividade náutica, incluindo a afluência da navegação de recreio. Numa das suas deslocações à Horta, e certamente devido ao cargo que eu desempenhava, teve a amabilidade de me oferecer um logótipo para a Horta. Oferta pessoal que eu entendi confiar à Direcção Regional de Turismo, uma vez que as Comissões Regionais de Turismo estavam em vias de extinção. O logótipo e a expressiva imagem de conjunto que exprime através da simbologia a que o artista recorreu e desenvolveu de forma tão inteligente, expressiva e rica de um ponto de vista identitário relativamente à cidade e porto da Horta, foi sempre acolhido com grande agrado e satisfação. É de facto uma criação inspirada e que traduz com rara felicidade os traços que caracterizam a Horta/Cidade/Porto/Marina. Com elegância, arte e graciosidade, está lá tudo! E não se pode tirar nada sem escangalhar! Escangalhar é o termo adequado a qualquer intervenção que afecte o todo íntegro do logótipo. Mesmo sem entrar em desinteressantes considerações de natureza jurídica, porque o que tem de relevar-se é a manipulação desastrada de uma obra de arte o que basta para suscitar a imediata repulsa pelo resultado visível junto ao terminal marítimo. Um atrevimento inqualificável. Quando há algumas semanas tive oportunidade de ver a brutalidade cometida, deturpando grosseiramente o delicado logótipo a que me refiro, criando uma peça ostentando uma volumetria tosca, pesada e agressiva, mas sobretudo usando abusivamente elementos do logótipo a que acima me refiro, apoderou-se de mim um sentimento de imensa repulsa. Repugnante. Só alguém destituído de sensibilidade e com total falta de respeito por quem concebeu o logótipo da Horta poderia permitir-se cometer tão inacreditável dislate. É extraordinário que uma autarquia aprove, promova e consinta em dar público relevo a esta monstruosidade que designam “monobloco turístico”. Um verdadeiro mamarracho plagiado de uma peça nobre que um verdadeiro artista jamais consentiria em praticar. E, por favor, não me venham com a conversa da subjectividade! Entretanto, avisem o Louvre!! Ressuscitem o da Vinci!! Se alguém destas bandas apanha a jeito a Gioconda, ainda lhe pinta os lábios suavemente sorridentes com batom vermelho! Está na moda…Falando sério, isto jamais podia ter acontecido numa das mais belas baías do mundo.
José Gabriel Silva, Eduardo Sarmento and 25 others
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  • ” volumetria tosca pesada e agressiva ” com tanta falta de originalidade pois se pode encontrar um pouco por todo o lado em território português .
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    • 3 h

morreu o senhor ikea

Comprava roupas usadas, hospedava-se em hotéis baratos e não se importava em adquirir produtos a ponto de perder a validade. Kamprad foi um desses cada vez mais raros bilionários que erguem seus próprios impérios. Em seu caso, o resultado de uma obsessão pessoal pela democratização do design e da eficiência, não por uma vida de luxo e ostentação #arquivoelpais
O guru anti-luxo que construiu o império Ikea
BRASIL.ELPAIS.COM
O guru anti-luxo que construiu o império Ikea
Ingvar Kamprad “faleceu tranquilamente em sua casa” na Suécia, segundo a

destruição de mina romana

Destruição final de uma mina de ouro romana conhecida como Cova da Moura (Fratel, Vila Velha de Ródão)
Este é o primeiro de três Posts sobre o assunto. Interessante de ler e importante.
“Em meados de Janeiro de 2021 a Associação de Estudos do Alto Tejo teveconhecimento da florestação do sítio da Cova da Moura de Fratel. Paraconfirmação da informação foi visitado o local poucos dias depois.No local deparámos com a destruição do sítio arqueológico através dasurriba para plantação de eucaliptos, tal como nos tinha sido comunicado.Os eucaliptos, pelo porte, devem ter sido plantados há dois ou três anos.Esta área de elevada importância arqueológica consta no atual PDM de VilaVelha de Ródão, tal como já constava no anterior, com o nº 40 e estáregistado no Portal do Arqueólogo (Direção Geral do Património Cultural)com o Código Nacional de Sítio nº 2335. Esta identificação em importantesdocumentos de ordenamento e gestão patrimonial fazia pressupor que estesítio arqueológico beneficiaria de alguma proteção.Como bem arqueológico foi identificada na segunda metade dos anos 70, porelementos da Associação de Estudos do Alto Tejo. O prof. Paulo CaratãoSoromenho, com raízes em Fratel, no seu artigo Lendário Rodanense (1965) jádá o lugar como ?mina explorada no tempo dos romanos?.A área tinha sido eucaliptada, nos anos 80, em parcelas próximas da mina.Atualmente restava da mina, uma das suas entradas, o escorial resultante datrituração do quartzo, no qual nem vegetação nascia, e áreas em cotasinferiores, com elevado potencial de solo para escavação e caracterizaçãoda referida mina.No espaço não intervencionado e na sua envolvência foram recolhidos basesde pilões para trituração de minério, em quartzito, cerâmica de tipologiadiversa de que destacamos tégula de cronologia Alto Imperial (romana) e umfragmento de uma taça em terra sigillata hispânica.Os responsáveis por este crime patrimonial devem ser responsabilizadoscriminalmente, simultaneamente devem arrancar as árvores plantadas ecustear trabalhos arqueológicos tendo em vista a caracterização do sítio.Constatamos que os documentos vigentes de proteção do património não sãosuficientemente eficazes, muito pela falta de identificação e fiscalização.Este tipo de crime, destruição do património arqueológico, tem sido comum,no concelho de Ródão e noutros, associados quase sempre a projetosagroflorestais. Além dos proprietários são igualmente responsáveis osorganismos que tutelam a floresta, a agricultura, o património e a própriaautarquia.Com os mais cordiais cumprimentos.A Coordenação, Jorge Alberto Martins Gouveia”
Destruição final de uma mina de ouro romana conhecida como Cova da Moura, Fratel, Vila Velha de Ródão. Episódio 2
Este é o segundo Post
“Extraordinário procurar responsabilizar os proprietários quando no local
nunca foi colocado qual quer aviso ou identificação do interesse
arqueológico
Por todo o país há locais registados até no PDM bem como em sites, mas que
os proprietários desconhecem
A plantação de eucaliptos carece de uma licença e parece-me que neste caso
as autoridades não alertaram o proprietário para os condicionamentos do
local
Cumprimentos
Ricardo Charters d’Azevedo”

 

Destruição final de uma mina de ouro romana conhecida como Cova da Moura, Fratel, Vila Velha de Ródão. Episódio 3
Este é o terceiro Post, comentário de Vitor de Oliveira Jorge, antigo presidente do Instituto Português de Arqueologia.
“Perante estas atrocidades que se tem visto nos concelhos, só me ocorre perguntar para que serve actualmente os PDM´s se os interesses económicos passam impunemente por cima, é que com estas atitudes só resta ver os PDM´s como papel higiénico porque não serve para mais nada, enfim…”
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″Há doentes a morrer com outras patologias porque se esqueceram que há outras patologias″ – TSF

Presidente da Sociedade Portuguesa de Emergência Médica Pré-Hospitalar sugere mudanças no sistema de triagem dos doentes.

Source: ″Há doentes a morrer com outras patologias porque se esqueceram que há outras patologias″ – TSF