La Palma. Ventos ajudam a dissipar gases libertados pela lava ao chegar ao mar

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São já quase mil os edifícios destruídos pelo vulcão em La Palma.

Source: La Palma. Ventos ajudam a dissipar gases libertados pela lava ao chegar ao mar

AIND AHÁ HUMANIDADE POR AÍ

2uo5tphd Serpsstoembegeru ait 19a:17S
‼Quando Thomas Tuchel se tornou o treinador do PSG em 2018, ele e a esposa contrataram uma empregada de limpeza de origem filipina para cuidar da casa deles.
Esta senhora sempre se mostrou muito profissional e disponível para a família Tuchel. Com o passar do tempo, uma ligação forte se criou e Tuchel e sua esposa aprenderam que essa mulher trabalhava muito para, acima de tudo, financiar uma pesada cirurgia no coração de um dos seus filhos.
Sem questionar, Thomas Tuchel decide financiar a cirurgia na íntegra. A cirurgia está indo muito bem e a criança pode ver a continuação da vida com otimismo. Mas isso não é tudo.
Enquanto Tuchel está cada vez mais ameaçado de ser demitido no PSG, ele pergunta à empregada, qual é o seu maior sonho na vida? Ela responde-lhe que sonha em um dia voltar para a sua terra de infância e construir uma casa e terminar seus dias com sua família que permaneceu no local e que tanto sente falta.
Thomas Tuchel foi então demitido pelo PSG e juntou-se ao Chelsea, mas antes de ir embora, ele não esqueceu da empregada e ofereceu-lhe uma vila sumptuosa nas Filipinas, onde agora vive com a família 🙏❤
Uma atitude impossível de não aplaudir, uma história impossível de não emocionar👏🏽🔥❤
TUCHEL TEM UM CORAÇÃO DE OURO
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Astronomers Claim up to a Million Asteroids Could be Heading Towards Earth | Mysterious Universe

 

According to a new study conducted by Chinese astronomers, there could be as many as a million small asteroids heading towards our planet within the next century. But apparently there’s no need to panic as the impact risk is low and the majority of the asteroids are less than 100 meters in width (328 feet)…. Read more »

Source: Astronomers Claim up to a Million Asteroids Could be Heading Towards Earth | Mysterious Universe

SARAUI,Frente Polisario.

Crónica de uma vitória anunciada…
Na manhã de ontem o Tribunal de Justiça da União Europeia publicou finalmente a sua decisão sobre a validade dos acordos de comércio e pesca entre Marrocos e a União Europeia. Todos os juristas que conheço esperavam que o Tribunal decidisse a favor da Frente Polisario. Assim foi. Anulou-os.
Em sentenças anteriores o Tribunal já tinha reconhecido o direito do povo sarauí à autodeterminação e independência. Também já tinha reconhecido que a Frente Polisário era o único representante desse povo. Também já tinha declarado que o Sara Ocidental e Marrocos eram dois territórios distintos e separados. Também já tinha afirmado que os acordos iniciais, que não referiam o território sarauí, não se lhe podiam aplicar.
Agora foi mais longe, ajudado pela miopia política e jurídica do Conselho da EU, que firmou novos acordos com Marrocos em que, desta vez, se incluía expressamente o território do Sara Ocidental. Criticou a Comissão por não ter pedido o consentimento dos sarauís e, em vez desse consentimento, ter feito uma vaga consulta à população do território, ou seja, aos ocupantes marroquinos e a um pequeno número de colaboradores sarauís. Considerou irrelevante o argumento dos benefícios que os acordos trariam à população, ou seja, aos mesmos ocupantes.
A anulação dos acordos representa uma enorme vitória para a causa sarauí e foi entusiasticamente festejada nos campos de refugiados de Tindouf e pelos bravos resistentes no território ocupado.
Diferente, claro, foi a reação do ministro marroquino dos negócios estrangeiros, Nasser Bourita, e do responsável da política externa da União, Josep Borrell. Numa declaração conjunta, tentando esconder o seu desespero, afirmaram: “Tomaremos as medidas necessárias para assegurar o quadro jurídico que garanta a continuidade e a estabilidade das relações comerciais entre a União Europeia e o Reino de Marrocos.” Leia-se: vão estudar a maneira de criar outra artimanha legal para continuar a roubar os recursos naturais dos sarauís e a violar o direito internacional.
O pânico do governo de Espanha, que é quem mais lucra com o saque dos recursos piscícolas, manifestou-se de imediato: o novo ministro das relações exteriores, José Manuel Albares, já está a implorar à União Europeia para que recorra da decisão.
E Portugal? Vai o ministro Santos Silva continuar submisso aos interesses da França e da Espanha, negando a verdade evidente de que a questão sarauí é idêntica à de Timor-Leste?
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GUERRA NUCLEAR COM A CHINA?

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GUERRA NUCLEAR COM A CHINA?
O AUKUS prepara uma guerra nuclear para apoiar Taiwan?
por Thierry Meyssan / Via Jorge Bravo
As reacções oficiais ao anuncio do Pacto australo-britano-EUA (AUKUS) apenas se referem à rescisão do contrato de armamento australo-francês. Por mais terrível que isso seja para os estaleiros navais, não é mais do que uma consequência colateral da reviravolta de alianças visando preparar uma guerra contra a China.
Dentro do seu estilo, o Presidente Biden já não se lembrava do nome de Scott Morrison quando encenou o Pacto AUKUS.
Oanúncio do Pacto australo-britanico-EUA (A-UK-US) [1] teve o efeito de um tremor de terra na região do Indo-Pacífico.
Sem qualquer dúvida, Washington prepara a longo prazo um confronto militar contra a China.
Até agora, o dispositivo ocidental visando conter política e militarmente a China envolvia os Estados Unidos e o Reino Unido, bem como a França e a Alemanha. Agora, os Europeus foram postos de lado. E amanhã a área será controlada pelos Quad + (EUA e Reino Unido, assim como a Austrália, a Índia e o Japão). Washington prepara uma guerra numa ou duas décadas.
Enquanto a França e a Alemanha não foram consultadas sobre esta estratégia, nem sequer prevenidas do seu anúncio público (mas outros países como a Indonésia tinham sido avisados), o novo dispositivo deverá publicitado durante a próxima semana em Washington.
Se é lógico que Londres e Washington se apoiem em Camberra mais do que em Paris, já que a Austrália é membro dos « Cinco Olhos», dos quais a França é apenas associada, a entrada em jogo do Japão e sobretudo da Índia põe fim a um longo período de incerteza.
Mais preocupante é o papel atribuído à Alemanha, que poderia juntar-se aos « Cinco Olhos » [2], mas não aos Quad, quer dizer à espionagem das telecomunicações, mas não à acção militar.
A A-NZ-US (Anzus), que ligava a Austrália, a Nova Zelândia e Estados Unidos, não funciona desde 1985 e está definitivamente enterrada. A Nova Zelândia estabelecera a sua política de desarmamento nuclear e, por consequência, recusado a entrada nos seus portos de navios com armas nucleares ou com propulsão nuclear. Com o Pentágono recusando divulgar esses « detalhes », nenhum navio de guerra dos EUA entrou depois disso no país. Os futuros submarinos australianos serão igualmente banidos.
De momento, a União Europeia não reagiu. A Presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, que discursava sobre o Estado da União [3] no próprio dia de anúncio do Pacto AUKUS, ficou em choque. Ela evocava a sua nova estratégia na zona do Indo-Pacífico, quando os Britânicos do Brexit lhe tiravam o tapete debaixo dos pés. Não só a União Europeia não é uma potência militar, mas os seus membros que o são não terão mais qualquer palavra a dizer.
A OTAN não diz palavra. Ela que ambicionava expandir-se para o Indo-Pacífico e que percebe que não fará parte do jogo.
A ASEAN também não reagiu, mas os Indonésios que acolhem o seu Secretariado geral manifestaram já a sua decepção. Claro, a Associação das Nações do Sudeste Asiático tinha sido concebida durante a Guerra Fria, tal como a ANZUS ou a UE, para conter o bloco comunista, mas tinha evoluído posteriormente. Ao contrário da UE, que se tornou uma burocracia supranacional, a ASEAN, influenciada pela ideologia dos Não-Alinhados, aspira formar uma vasta área de livre comércio incluindo a China. Sem demora, muitos intelectuais indonésios denunciaram o torpedeio deste sonho de paz pelo AUKUS.
A China e Rússia, principais inimigos designados pelos Anglo-Saxónicos, ainda não reagiram. Ao contrário dos Ocidentais, eles jamais se pronunciam sobre as suas intenções, mas unicamente sobre as decisões que já tomaram e já puseram em prática. Falando por si mesma, a China indignou-se com a mentalidade anglo-saxónica que consiste em formar as alianças mais amplas e poderosas possíveis sem levar em conta as subtilezas de cada protagonista. Não se trata de um artifício de comunicação: os Chineses consideram todos por igual mesmo com suas particularidades. Por exemplo, quando o Presidente Xi se ia encontrar com dirigentes europeus, passou mais tempo no Mónaco do que em alguns países da União Europeia.
Juntando o gesto à palavra, a China apresentou, no dia seguinte ao anúncio da criação do AUKUS, um pedido oficial de adesão ao Acordo Global e Progressivo de Parceria do Transpacífico (CPTPP), quer dizer, à organização que sucede ao projecto do Presidente Obama de Parceria do Transpacífico. A concomitância dos dois acontecimentos é oficialmente puramente fortuita. Na prática, Pequim propõe a todos trocas comerciais, enquanto Washington propõe a guerra.
O ESPECTRO NUCLEAR
Até ao presente e provavelmente ainda hoje, os Estados Unidos consideram que dispor de barcos de propulsão nuclear abre rapidamente a via para a construção de bombas atómicas. Foi por isso que eles só ofereceram tecnologia de propulsão nuclear ao seu aliado britânico. Por conseguinte —seja o que for que digam os Australianos a propósito— construir submarinos de propulsão nuclear prepara a entrada da Austrália no clube das potências atómicas. A guerra contra a China será uma guerra nuclear [4].
Deste ponto de vista, a entrada do Japão nos Quad após os traumatismos de Hiroshima e de Nagasaki é uma proeza.
Até agora, apenas os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas dispunham de submarinos de propulsão nuclear. A Índia tornou-se o sexto e a Austrália deverá ser o sétimo.
Como os Estados Unidos já não podem manter sua retórica sobre as técnicas nucleares de dupla utilização (civil e militar), não podem continuar a pretender que as pesquisas nucleares iranianas sejam para uso militar. Isso deverá abrir a via para uma cooperação aberta entre Washington e Teerão que Israel antecipou imediatamente [5].
A DESCLASSIFICAÇÃO DOS EUROPEUS
O primeiro perdedor desta nova arquitetura é a França. Esta perde o seu estatuto de potência global, muito embora mantenha ainda o seu assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O declínio de Paris era previsível desde a colocação das suas Forças Armadas sob o comando norte-americano no seio do Comando Integrado da OTAN, em 2009. Hoje em dia elas já não são capazes de defender a totalidade do território francês, mas enviam corpos expedicionários para defender os interesses dos EUA em África. Com efeito, os Estados Unidos não conseguiram implantar o AfriCom no continente negro, portanto utilizam as tropas terrestres francesas que enquadram com o seu sistema de vigilância aérea.
Paris reagiu … anulando uma noite de gala na sua embaixada nos EUA. O Quai d’ Orsay pediu explicações urgentes ao Departamento de Estado, nas horas que precederam o anúncio do AUKUS. Por fim, ele considerou que a Austrália lhe havia conscientemente escondido este projecto, de que os Estados Unidos eram os instigadores. Chamou pois os seus embaixadores em Camberra e em Washington. A França optou por mencionar a propósito o contrato do século anulado pelos Australianos. Mas, este acordo de US $ 90 mil milhões (bilhões-br) não é grande coisa em relação ao que está em jogo e que perdeu.
Paris está tanto mais chocada quando acreditava ter estabelecido uma relação privilegiada com Londres. Negociações secretas estavam em curso para deslocar a base de submarinos britânicos de propulsão nuclear (Trident) para a França em caso de secessão da Escócia do Reino Unido [6].
De qualquer modo, a França pode-se consolar constatando que a sua desclassificação se opera no contexto mais geral do de todos os Europeus. O facto de a Alemanha poder eventualmente sair menos mal é acessório : Berlim apenas está autorizada a ser uma potência económica e jamais, desde a Segunda Guerra Mundial, a ser uma potência política global.
A França não é apenas uma metrópole europeia. É também uma constelação de territórios em todo o mundo, o que a dota com o segundo maior domínio marítimo mundial (depois dos Estados Unidos). Na região do Indo-Pacífico, ela possui os departamentos da Reunião e de Mayotte, as comunidades da Nova Caledónia e da Polinésia Francesa, o território de Wallis e Futuna, as Terras Austrais e Antárcticas francesas (TAAF). O conjunto é habitado por 1,6 milhão de franceses.
A França é, portanto, realmente, uma potência do Indo-Pacífico. Como tal, propôs-se ajudar aí os seus parceiros da União Europeia, que ela procurou colocar fora da rivalidade estratégica EUA-China. Ela é membro da Comissão do Oceano Índico, participa nas cimeiras de Ministros da Defesa da ASEAN, na sua Coordenação de Polícia e Inteligência (ASEANAPOL) e deverá aderir em breve à Cooperação regional contra a Pirataria (RECAAP). Em resumo, a França, que deve assumir a presidência do Conselho Europeu no primeiro semestre de 2022, previa fazer da utilização do seu enraizamento no Indo-Pacífico um dos trunfos da União Europeia.
TAIWAN, O POMO DA DISCÓRDIA
Todos sabem que as ilhotas do Pacífico reivindicadas pela China não serão objecto de uma próxima guerra. Porque nenhum dos outros países que os reivindicam o deseja e a História dá razão às pretensões de Pequim. Isto é completamente diferente para Taiwan.
Recordamos que Mao Tse-Tung alcançou a unidade da China derrotando, um após outro, todos os senhores da guerra que dividiam o seu território. Ele retomou igualmente o Tibete, que se havia separado e se aliara com Chang Kai-shek e os Ocidentais. Mas falhou com a Formosa, onde Chang se instalou. Ora, o seu regime evoluiu. Acabou por passar de uma ditadura implacável para uma certa democracia, que conhecemos como Taiwan.
O Pacto AUKUS parece ter sido concebido para vir em socorro de Taiwan se a China tentar recuperá-la pela força. O General Sir James Hockenhull, Comandante da Inteligência Militar de Sua Majestade, confirmou que as Forças Armadas britânicas recrutavam agentes asiáticos. A antiga Primeira-Ministra Theresa May, atirou a pedrada no charco perguntando nos Comuns se este Pacto previa ou não entrar em guerra caso a China tentasse recuperar Taiwan.
Theresa May interrogou-se nos Comuns : pensou Londres fazer um belo negócio nas costas dos Franceses sem se dar conta que se está a comprometer fazer a guerra à China ?
A Cimeira do G7, em Junho, em Carbis Bay, havia visto o Japão impor um apoio indefectível a Taiwan. Ora, foi durante esta Cimeira que Joe Biden, Scott Morrison e Boris Johnsonnos selaram, nos bastidores, o princípio do seu Pacto.
Para responder à pergunta de Theresa May, seria necessário dispor do texto deste Pacto na íntegra, ou seja, incluindo os seus anexos secretos, se os houver. Porém, de momento, não temos nem uma única linha. Temos que nos contentar com os comunicados de imprensa.
Quando muito, sabemos que o AUKUS tem a ver com uma cooperação muito ampla em matéria de armamento. Não se trata apenas de dotar a Austrália com submarinos de propulsão nuclear, mas também de a equipar com mísseis Tomahawk e Hornet, e de a fazer participar nas pesquisas em matéria de mísseis hipersónicos (capazes de rivalizar com os mísseis nucleares russos).
Thierry Meyssan
Tradução
Alva
[1] “Biden, Morrison & Johnson Announcing the Creation of AUKUS”, by Boris Johnson, Joseph R. Biden Jr., Scott Morrison, Voltaire Network, 15 September 2021.
[2] “Os « Cinco Olhos » viriam a ser os « Nove Olhos »”, Tradução Alva, Rede Voltaire, 14 de Setembro de 2021.
[3] «Discurso sobre el estado de la Unión Europea 2021», por Ursula von der Leyen, Red Voltaire , 15 de septiembre de 2021.
[4] “Joe Biden, Aprendiz de Feiticeiro Nuclear”, Manlio Dinucci, Tradução Maria Luísa de Vasconcellos, Il Manifesto (Itália) , Rede Voltaire, 22 de Setembro de 2021.
[5] «Israel acepta la política exterior de ‎Estados Unidos ante Irán‎», Red Voltaire , 16 de septiembre de 2021.
[6] «UK draws up plan to shift Trident subs abroad if Scotland secedes», Sebastain Payne & Hellen Warren, Financial Times, September 2, 2021.
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