mark twain nos açores

Pedro Paulo Camara and João Figueiredo shared a link.
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O escritor norte-americano Mark Twain, imortalizado pelo clássico da literatura “As aventuras de Tom Sawyer”, esteve nos Açores em 1867,

pretos, ciganos ou pobres?

Pretos, ciganos ou pobres?
Há ambientes que também conheço mal e por isso faço perguntas antes de afirmações simplistas. Num conjunto de prédios abandonados as pessoas que lá vivem têm água canalizada à disposição em cada casa? Se não têm poderão ter dificuldade em tomar banho, cozinhar etc. Se não podem tomar banho como outros podem não andar limpos como outros. Se vivem em acampamentos os problemas poderão ainda ser maiores. Se não tomam banho como outros poderão ser rejeitados porque não cheiram como outros. Há recolha de lixo como em outros locais? Se não há, há mais mosquitos e maus cheiros e mais vulnerabilidade às doenças. E onde há lixo há tendência para este se multiplicar como os problemas que a falta de condições sanitárias provocam. Há eletricidade? Se não há nem hipóteses de a haver de forma legal, tenta-se obter de qualquer modo, mas pode não chegar para as condições básicas. Se uma criança sai desse bairro ou acampamento para uma escola transporta todas essas circunstâncias e é logo conotado por ser daquele lado. Os resultados escolares podem não ser bons, até porque os pais podem não ter também grandes habilitações escolares e passarem o tempo a ter mais que um emprego mal remunerado ou ficarem desempregados por não terem competências para outros ou não se saberem mexer nos quadros legais e nas práticas quotidianas. A tendência é para reforçar a exclusão social. São todos boas pessoas? Nem todos. Reagem de diferentes maneiras. Mas carregam um peso muito superior mesmo os muitos que trabalham, têm desejos para os filhos, de que não podem cuidar o suficiente, porque trabalham muitas horas, porque têm dificuldades económicas para os colocar em creches e por aí adiante. Reduzir tudo a uma questão de racismo é desvirtuar o problema. E o principal problema é de natureza social. Resolvê-lo demora, porque tudo se reproduz. Já houve tantos bairros de lata em Portugal que já temos dificuldade em lembrar que existiram. Houve e há soluções que não são fáceis mas começam por Paz, Pão, Saúde, Habitação, Educação …

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First song from album À QUEIMA-ROUPA (Portugal, Sassetti, 1974)

Académico goês premiado na Índia agradece em português

Constantino Xavier, de origem goesa, recebeu da ministra dos Negócios Estrangeiros indiana uma distinção dada a antigos bolseiros de excelência. No discurso de aceitação falou um pouco em português, “uma das línguas da Índia”, e relembrou cinco séculos de relações bilaterais e ainda o caso de sucesso que é António Costa.

Source: Académico goês premiado na Índia agradece em português

S MIGUEL ILHA VERDE POR JOAO CAMARA

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Caldeiras, que são narinas por onde vulcões respiram, servem o povo, que, atrevido, revolve a terra quente para nelas enterrar alimentos, cozinhando nas suas profanidades manjares de carnes e de peixes que são um pitéu para residentes e…

património abandonado dos açores1

Mario Jorge Costa shared a memory.

27 mins

É pena que esta casa com Mirante Castelo…
está desde o ano passado cada dia pior quase em ruínas.

1 Year Ago

Entrei na pastagem….
imaginei quanto bonito foi os donos ver nascer num moio (60 alqueires) de trigo e milho (o milho a partir de 1846) o verde e o maduro (do

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QUANDO O PAPA QUIS CONDUZIR

Depois de arrumar toda a bagagem do Papa FRANCISCO, o motorista reparou que o Papa ainda se encontrava no exterior do veículo.
– “Desculpe-me Sua Santidade”, disse o motorista, “Não se importa de ocupar o seu lugar para que possamos seguir?”.
– “Bem, para dizer a verdade”, diz o Papa, “No Vaticano nunca me deixavam conduzir quando era Cardeal, como Papa ainda menos, e apetecia-me mesmo conduzir hoje!”.
– “Desculpe-me Sua Santidade, mas não posso fazer isso. Perderia o meu emprego! E se acontecesse alguma coisa?” protestou o motorista, desejando não ter ido trabalhar nessa manhã.
– “E quem é que vai contar?, diz o Papa com um sorriso.
Relutantemente, o motorista senta-se atrás, enquanto o Papa ocupa o lugar ao volante. O motorista imediatamente se arrepende pois, mal deixam o aeroporto o Papa mete o prego a fundo acelerando a limusina até aos 205 km/h.
– “Por favor, Sua Santidade!” implora o preocupado motorista; mas o Papa continua com o prego a fundo até que se ouvem sirenes.
– “Oh, meu Deus, vou perder a minha carta de condução e o emprego!”, soluçava o motorista.
O Papa encosta a limusina e desce o vidro quando o polícia se aproxima. Quando este olha para ele, regressa à mota e estabelece contacto rádio com a Central.
– “Preciso de falar com o Chefe”, informa ao operador.
O Chefe responde e o guarda diz-lhe que mandou parar uma limusina que seguia a 205 km/h.
– “Então aplica-lhe a multa”, diz o Chefe.
– “Não creio que devamos fazer isso, ele é mesmo importante”, diz o polícia.
O Chefe exclama:
– “Por isso mesmo, multa o sacana!”
– “Não, é que é MESMO importante”, insiste o guarda.
Então o Chefe pergunta:
– “Quem tens aí, o Presidente da Câmara?”
E o polícia:
– “Mais alto”.
O Chefe:
– “Um deputado?”
Polícia:
– “Mais importante”.
Chefe:
– “O Primeiro Ministro?”.
Polícia:
– “Muito mais!”.
– “Bolas”, diz o Chefe, “então quem é?”.
O polícia:
– “Acho que é Deus!”.
O Chefe fica atrapalhado.
– “E o que te leva a pensar que seja Deus?”.
Polícia:
– “É que o motorista Dele é o Papa”.