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PORTUGUÊS NOS EUA

IN DIÁLOGOS LUSÓFONOS

 

Portugal quer língua no sistema de ensino regular dos EUA
Publicado dia 15/07/2013
O Instituto Camões — Instituto da Cooperação e da Língua Portuguesa quer integrar o ensino do português no sistema regular de ensino dos EUA e Canadá, segundo um responsável da instituição naqueles países.
“A nossa política tem por objetivos proporcionar o ensino do português não só aos lusodescendentes mas também investir no português para que seja integrado no ensino público americano e canadiano”, disse à agência Lusa,  António Oliveira, que coordena a partir de Nova Iorque o ensino do português nos EUA e Canadá, no âmbito do Instituto Camões.
António Oliveira está em Ponta Delgada a participar no curso de verão de 2013 para docentes de língua portuguesa dos EUA, que arrancou na Universidade dos Açores, sendo este financiado pela Fundação Luso-Americana (FLAD) e apoiado pela academia açoriana, a Associação de Professores de Português dos Estados Unidos e Canadá (APEEUC), Instituto Camões e Direção Regional das Comunidades do Governo dos Açores.
Para este responsável, a missão de integrar o português no ensino regular americano é “extremamente ambiciosa”, uma vez que o Instituto Camões tutela no exterior o ensino desde o básico ao universitário.
António Oliveira revela que no ano letivo anterior foram “distribuídos pela primeira vez”, no âmbito do ensino básico, manuais escolares criados de raiz pelas escolas das associações portuguesas responsáveis pelo ensino da língua.
“Oferecemos também pela primeira vez a certificação da aprendizagem, tendo sido realizados exames de língua portuguesa que permitem aos alunos terem acesso a um diploma emitido pelo Ministério da Educação e Instituto Camões que lhes dá acesso a créditos a português junto do ensino público”, revelou.
António Oliveira afirma que o facto de haver menos lusodescendentes a aprender a língua se prende com a “redução” dos fluxos de emigração e defende que há que investir agora no português como uma “língua estrangeira”, como uma “segunda língua”.
“Queremos dotar as escolas das associações com condições para que possam ir mais longe. De facto, houve um decréscimo porque a emigração hoje acabou, mas também as escolas não se modernizaram e adaptaram por falta de apoios no passado”, admite.
António Oliveira aponta que nos EUA, nas escolas comunitárias das associações portuguesas, estão a aprender português cerca de oito mil alunos. No ensino público ao nível do secundário e do júnior high school (ensino intermédio) há cerca de 15 mil estudantes, enquanto nas universidades são cerca de 20 mil.
O diretor regional das Comunidades do Governo dos Açores, Paulo Teves, declarou, por seu turno, na abertura do curso de verão, que a preservação e divulgação da língua portuguesa constitui uma missão que deve ser “partilhada por todos” e não só pelos professores.
Já Graça Castanho, docente da Universidade dos Açores e coordenadora do curso, defendeu que os Açores têm um “papel atuante” e “muito importante” a desenvolver na dimensão atlântica e na salvaguarda da lusofonia.
O curso de verão de 2013 para docentes de língua portuguesa nos EUA arrancou hoje e termina no dia 26, sendo esta a sua segunda edição.

 

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uxia canta em portugal

[email protected] de Portugal. Este sábado, 3 de agosto MEU CANTO viaxa a AVEIRO para partilhar com a minha gente de Portugal canções como esta e muitas mais acompanhada pelo querido brasilego Sérgio Tannus. Quen se anima?.
NA FEIRA DA ARTESANÍA, ás 21h30.
UXIA – menino do bairro negro

www.youtube.com

Video en directo do tema Menino do Bairro Negro, extraido do seu álbum MEU CANTO
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boletim FLE 30jul013

 

 

A revolução do 25 de Abril trouxe-nos liberdade em todos os campos excepto na educação. Colocando o foco na qualidade das instalações e esquecendo onde está verdadeiramente a qualidade do ensino, Portugal perde-se na falaciosa premissa de que o dinheiro que se gasta nas escolas as dota da qualidade que os cidadãos desejam e necessitam. Mas não é assim. Os regimes totalitários, como aconteceu em Portugal durante o Estado Novo, são conhecidos pelos investimentos avultados que fazem na obra pública, mas, na prática, todos sabemos bem que os resultados educativos que obtêm são parcos em qualidade. Como é evidente, um Estado que é senhor monopolista do sistema de ensino pode é facilmente tentado a apregoar os investimentos que realizou, as reestruturações internas, os novos edifícios, a obra realizada, etc. Mas isso são palavras que poderiam ter sido subscritas por qualquer presidente de uma empresa monopolista que não tem concorrência.

 

Aquilo de que precisamos verdadeiramente é de uma escola livre e responsabilizada que seja obrigada a concorrer pela qualidade. Para isso, é essencial que tenhamos uma escola que preste um “serviço público autêntico”, que exija a liberdade de aprender, a qual inclui, em primeira linha, a liberdade de escolha da escola. Sem ela, a comunidade educativa (professores, pais e alunos) tende a considerar que a responsabilidade da educação deixa de lhe pertencer.

 

Esta “escola pública” é uma escola que não contribui para a perversão da função educadora dos professores quando lhes retira a capacidade de estruturar o seu magistério e as orientações pedagógicas e formativas da personalidade, como acreditam ser melhor para cada criança e jovem e em permanente busca de sintonia com os pais. Sem liberdade de ensinar, a qual inclui, em primeira linha, a liberdade de criar escolas, os professores tendem a transformar-se em funcionários, ao serviço das estruturas e não dos alunos e das suas famílias. A “escola pública” de que Portugal necessita é de uma escola que tanto pode ser do Estado como de uma entidade privada, que promova a liberdade e a responsabilidade e, consequentemente e só então, seja alicerce da liberdade e da democracia.

 

saiba o que é um sistema educativo verdadeiramente livre…

 

 


FLE – Fórum para a Liberdade de Educação

www.FLE.pt

 

O FLE no Facebook

Canal FLE no Youtube

Documentos FLE

 

Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos

Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem

 

 

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cooperação em língua portuguesa AULP

COOPERAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA
UFMG
Sexta-feira, 28 de Junho de 2013
O papel que as universidades desempenham na cooperação e no desenvolvimento é o tema que balizará o 23º Encontro da Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP), que a UFMG recebe na semana que vem. Durante três dias, cerca de 400 participantes, entre pesquisadores, ministros, reitores e outras autoridades vão discutir aspectos relacionados a processo de inclusão, avaliação do ensino superior, intercâmbio e parcerias internacionais. Os convidados serão recebidos na noite do dia 9, no Conservatório UFMG, e os encontros de trabalho ocorrerão no campus Pampulha.

A conferência de abertura, às 9h do dia 10, com o tema Cooperação e desenvolvimento nos países de língua portuguesa, será proferida pelo ministro da Educação do Brasil, Aloizio Mercadante. A seguir, o ministro do Ensino Superior de Cabo Verde, António Correa e Silva, abordará os Processos de inclusão e de avaliação do ensino superior. A programação inclui mesas-redondas, palestras e apresentação de trabalhos.
O evento coincide com a recente aprovação do edital Programa Pró-mobilidade internacional, fruto de parceria entre a AULP e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que vai financiar 45 projetos de cooperação de universidades brasileiras e africanas, 13 dos quais propostos pela UFMG (leia mais na página 6). “Esse resultado certamente resultará na colaboração da UFMG com universidades africanas em um patamar nunca visto anteriormente”, prevê o diretor de Relações Internacionais, Eduardo Vargas.
Às 12h, a primeira mesa-redonda do evento, que discutirá Processos de inclusão e de avaliação do ensino superior, vai reunir os expositores Luiz Cláudio Costa, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e Filipe Zau, vice-reitor da Universidade Independente (Angola), sob a coordenação de João Guerreiro, reitor da Universidade do Algarve (Portugal).
Intercâmbios
À tarde, a partir das 15h, o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação do Brasil, Paulo Speller, falará sobre Impactos acadêmicos dos intercâmbios internacionais e suas formas de financiamento. Em seguida, o mesmo tema será discutido em mesa-redonda pelos expositores António Rendas, reitor da Universidade Nova de Lisboa e presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (Crup), e Paulino Fortes, reitor da Universidade de Cabo Verde, sob a coordenação de Rui Martins, vice-reitor da Universidade de Macau (China).
Na terça-feira, 11, último dia do encontro, as atividades começam às 9h com a conferência Montagem de projetos de pesquisa e pós-graduação conjuntos, por Júlio Pedrosa, ex-ministro da Educação de Portugal. O mesmo tema será debatido em mesa-redonda que reunirá Arlindo Gonçalo Chilundo, vice-ministro de Educação de Moçambique, e Carlos Edilson de Almeida Maneschy, reitor da Universidade Federal do Pará e presidente da Andifes. A mesa será coordenada por Orlando Quilambo, reitor da Universidade Eduardo Mondlane, de Moçambique.
O ministro do Ensino Superior de Angola, Adão Nascimento, faz, às 11h30, conferência sobre Parcerias internacionais em projetos de extensão universitária, assunto que será discutido em seguida por João Sobrinho Teixeira, do Instituto Politécnico de Bragança (Portugal), e Narciso Matos, diretor executivo da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (Moçambique), sob a coordenação de Orlando Mata, reitor da Universidade Agostinho Neto (Angola).
Às 15h, haverá apresentação e lançamento do livro comemorativo do XXIII Encontro e da Revista Internacional em Língua Portuguesa (Rilp), editada pela AULP, seguida de comunicações livres e Assembleia Geral da entidade.
Quatro continentes, 132 universidades
A Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) foi constituída em 1986 com o objetivo de estreitar as relações e estimular a cooperação entre as universidades dos países de língua portuguesa, por intermédio da mobilidade de estudantes e pesquisadores e da fixação de parcerias com vistas ao desenvolvimento de iniciativas nas áreas científica e tecnológica.
A entidade congrega 132 instituições de ensino superior em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Essa comunidade conta com cerca de 250 milhões de habitantes. O PIB das nove nações somava, em 2011, US$ 2,8 trilhões.
Cargo rotativo entre os países associados, a Presidência da AULP é ocupada pelo reitor Jorge Ferrão, da Universidade Lúrio, em Moçambique. O reitor da UFMG, Clélio Campolina Diniz, que já esteve à frente da entidade, é um dos quatro vice-presidentes.
AULPA Associação das Universidades de Língua Portuguesa ,a AULP
fundada no dia 26 de Novembro de 1986, promove a colaboração multilateral entre as universidades dos países de expressão portuguesa e multiplica esforços no sentido de consolidar laços e promover ações conjuntas entre os seus membros, para que se opere o reconhecimento da importância e da força desta comunidade de pessoas que falam a língua portuguesa e, sobretudo, que fazem investigação e estudos superiores. Uma das prioridades de desenvolvimento da AULP tem apontado para o reforço das relações desta Associação com a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) da qual é Observador Consultivo o que tem permitido intervir nalgumas áreas temáticas e assumir a função de assessoria científica sempre que a CPLP
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