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Da edição de 2 de setembro de 1926, quinta-feira, n. 207
Source: Sismo nos Açores causa destruição e morte

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Da edição de 2 de setembro de 1926, quinta-feira, n. 207
Source: Sismo nos Açores causa destruição e morte

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Bruxelas deverá refletir sobre a incapacidade de atrair alguns novos membros.
Source: Sem a Islândia, perde a União Europeia – Nota Editorial – Correio da Manhã
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Cereais mais caros, por causa da guerra no Mar Negro e da seca na Europa, ameaçam alimentos. Portugal terá possivelmente de procurar cereais noutros mercados O preço do pão deverá começar a subir em Portugal a partir de outubro, pressionado pelo encarecimento do trigo e por outros custos suportados pelas empresas. Mas a subida dos cereais poderá atingir, mais tarde, as massas, bolachas e pastelaria e, de forma indireta, à carne, ao leite e aos ovos. Débora Barbosa, presidente da Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares (ACIP), diz ao Jornal Económico que desde junho, matérias-primas

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This photograph remains the hardest for me to look at, among the tens of thousands of war photographs I have ever seen. It shows the worst and the best sides of human nature in a single image.
Ukraine around 1942.
Australian commando Leonard Sifleet (1916–1943) shortly before his execution by Japanese officer Yasuno Chikao. Aitape, Papua New Guinea, around 1943. Sifleet, an Australian commando (Special Unit M), was captured on Aitape, an island off the coast of Papua New Guinea, after his team was ambushed by local Papuan soldiers loyal to the Japanese.
They were handed over to the Japanese, tortured, taken to the beach, blindfolded, and executed on the orders of Japanese Admiral Michiaki Kamada. Chikao ordered a soldier to photograph the act. According to various sources, Chikao died before the war ended, while others claim he was convicted of war crimes and sentenced to death, but spent less than ten years in prison after the war.
Leonard Sifleet with his girlfriend Clarice Lane in 1941
Submission accepted
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Icelanders have voted to stay out of the European Union, broadcaster RUV reported on Sunday, rejecting a government push to reopen membership talks and siding with those who said Iceland’s fishing waters were too important to risk.

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— A verdadeira face da igualdade de género no Islão. Maomé está de pé, orgulhoso, e afirma: «Os homens estão um grau acima das mulheres!» O Alcorão 2:228 afirma: «Os homens estão um grau acima das mulheres.» O significado deste versículo é simples. Os homens estão sempre acima. Autoridade masculina, obediência feminina. No casamento, na herança, no testemunho e nos direitos legais, os homens são colocados um degrau acima das mulheres. É uma declaração clara de que as mulheres devem permanecer subordinadas. A tomada de decisões da mulher, a sua independência e a sua dignidade estão submetidas à autoridade masculina. Esta é a ideia do Islão de honrar as mulheres. Afirmam que o Islão concedeu respeito às mulheres, mas o Alcorão afirma explicitamente que os homens estão acima das mulheres. Os que apontam para versículos destes afirmam que «o Islão estabeleceu a igualdade entre homens e mulheres» estão a mentir deliberadamente ou a recusar-se a encarar a realidade. Colocar as mulheres abaixo dos homens não é respeito; é humilhação e opressão patriarcal. As mulheres não são seres subordinados. As mulheres são seres humanos iguais. Este insulto já não pode ser aceite.
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uma verdade incómoda: os homens violam porque podem — porque ninguém os impediu. Quando os violadores ficam impunes, voltam a fazê-lo repetidamente. (É bastante óbvio quando se pensa nisso! Qualquer infrator reincidente torna-se reincidente porque não foi detido da primeira vez, nem da segunda, nem…).

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O Islão tem um problema com os homossexuais, os judeus, os sikhs, os cristãos, os budistas, os hindus, as mulheres, os não-muçulmanos, os ateus, os apóstatas, a cerveja, o vinho, o bacon e os cães, mas se eu tiver um problema com o Islão, sou eu que sou intolerante e islamófobo?
Sei que muitos entenderão que estou a exagerar, a exorbitar, e que os meus escritos são apelos raciais e à violência. Enganam-se, pois o que eu quero é que esta violência islâmica importada do Afeganistão, da Síria, do Irão e do Iraque, entre outros, não seja acolhida na Europa, mas devolvida à origem. Não quero que se acolham mais refugiados ou imigrantes ilegais. Quero que acabem as guerras que o mundo ocidental ou outros países impuseram aos seus países e, inicialmente, serviu de desculpa para haver refugiados. Não quero cá mesquitas enquanto não houver igrejas nos países deles, nem os quero cá enquanto o credo deles insistir na morte dos infiéis e dos que se convertem a outras fés. Tem de haver limites à tolerância. O que é paradoxo da tolerância e como ele pode ser usado ? O filósofo austríaco Karl Popper questionou até que ponto a sociedade deve ser tolerante com os intolerantes. A liberdade de expressão é um dos pilares de uma sociedade democrática. Na sua essência, garante a todo indivíduo o direito de exprimir a opinião. Para sustentar tamanha multiplicidade de pensamentos, no entanto, é primordial que essa sociedade democrática conte com um outro ingrediente: a tolerância. É ela quem dita que devemos estar dispostos a ouvir, respeitar e conviver com opiniões divergentes das nossas. Mas e quando essa opinião divergente tem como pano de fundo justamente a intolerância? Quando ela prega que determinado grupo étnico deve ser segregado ou que as pessoas precisam ser punidas por sua orientação sexual? E quando uma opinião, na verdade, incita à violência e ao ódio? Nestes casos, devemos ser tolerantes ao intolerante? São esses questionamentos que levam o filósofo contemporâneo Karl Popper (1902-1994) a definir o chamado “paradoxo da tolerância”. O termo apareceu pela primeira vez no livro “A Sociedade Aberta e Seus Inimigos”, de 1945, resultado das observações do filósofo frente aos movimentos totalitários do século XX. Ele defende que uma sociedade que se declara tolerante deve ser intolerante à intolerância. Tolerar ou não tolerar? Para o filósofo, ao aceitar os intolerantes, os tolerantes – e a chamada sociedade tolerante – podem ser levados à destruição. Isso porque uma tolerância ilimitada se torna vulnerável a qualquer tipo de ataque intolerante que se disfarce sob o discurso da liberdade de expressão. “A tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância. Se estendermos a tolerância ilimitada mesmo aos intolerantes, e se não estivermos preparados para defender a sociedade tolerante do assalto da intolerância, então, os tolerantes serão destruídos e a tolerância com eles”. Karl Popper explica que a prioridade deve ser sempre combater ideários intolerantes com argumentos sólidos. “Nessa formulação, não insinuo, por exemplo, que devamos sempre suprimir a expressão de filosofias intolerantes. Desde que possamos combatê-las com argumentos racionais e mantê-las em xeque frente à opinião pública, suprimi-las seria, certamente, imprudente”, afirma. O combate mais incisivo às filosofias intolerantes, no entanto, não deve ser uma opção descartada – sobretudo quando a única resposta desse grupo é a violência. “Devemos-nos reservar o direito de suprimi-las, se necessário, mesmo que pela força. Pode ser que eles [intolerantes] não estejam preparados para nos encontrar nos níveis dos argumentos racionais, ao começar por criticar todos os argumentos e proibindo seus seguidores de ouvir argumentos racionais, porque são enganadores, e ensiná-los a responder aos argumentos com punhos ou pistolas”, explica. Dessa forma, o paradoxo da tolerância questiona até que ponto ideias intolerantes devem ser toleradas se infringem, ofendem ou incentivam algum tipo de violência às liberdades de um indivíduo ou um grupo. Pode ser confuso, mas é um paradoxo justamente por isso.
bon appétit
Como dizia o treinador de futebol, Jorge Jesus, quando vai treinar para as Arábias, tem um contrato que tem de cumprir escrupulosamente, relativamente à religião deles e às normas que não pode quebrar. É isso que temos de fazer a todos os que emigram para a Europa. Não é racismo recusar a aceitação de imigrantes ilegais; não é racismo recusar a aceitação de imigrantes que não se integram nem cumprem as normas e, como tal, devem ser deportados.

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O Islão tem um problema com os homossexuais, os judeus, os sikhs, os cristãos, os budistas, os hindus, as mulheres, os não-muçulmanos, os ateus, os apóstatas, a cerveja, o vinho, o bacon e os cães, mas se eu tiver um problema com o Islão, sou eu que sou intolerante e islamófobo?

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Trump anunciou o “maior acordo de petróleo da história mundial” esta sexta-feira: “transação histórica mais do que duplica as reservas de petróleo dos Estados Unidos”. O presidente dos EUA Donald Trump anunciou esta sexta-feira que os Estados Unidos (EUA) fecharam um acordo com a Venezuela para assumir o controlo de 65 mil milhões de barris das reservas de petróleo do país sul-americano. Numa publicação na plataforma que detém, Truth Social, Trump realçou que o acordo foi negociado por Marco Rubio, pelo secretário da Defesa, Pete Hegseth, e pela Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez. “Os Estados Unidos da América acabam
Source: 100 mil milhões: EUA tomam conta de petróleo da Venezuela – ZAP Notícias

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