RETRATO DOS AÇORES

A Pordata é uma base de dados sobre Portugal contemporâneo, organizada pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, com estatísticas oficiais e certificadas sobre o país e a Europa, dividida num amplo conjunto de temas como a população, saúde, educação, protecção social, emprego, empresas, ciência e tecnologia, despesas familiares, habitação, justiça, cultura e desporto, contas nacionais, contas do estado e ambiente e território. Esta está disponível para todos os cidadãos, é gratuita, de informação rigorosa e isenta. Toda a sua informação provém de entidades oficiais, tais como o Instituto Nacional de Estatística ou o Eurostat.

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Galiza, na Espanha, quer aumentar o acesso de sua população ao português | Revista Língua Portuguesa

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a base das Lajes debatida na RTP Açores

Para quem não viu e estiver interessado. “Direito de Resposta”.
O Professor e especialista em relações internacionais analisa as questões “escondidas” da Base das Lajes.
Luis de Andrade já representou os Açores na Comissão Bilateral Portugal/EUA.
Analisa:
– Como deve ser a posição portuguesa na próxima comissão.
– O que podia ser feito.
– A reação do Primeiro-ministro.
– O Governo Regional.
– As contradições entre Portugal e os EUA neste processo.
– A revisão do acordo.
– O que há a esconder?
– As soluções.
– As mudanças nas relações internacionais.

VIDEOS.SAPO.PT
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Vila Verde – Museu do Linho recupera memórias «de uma tradição que tende a desaparecer»

É na antiga escola primária de Marrancos, em Vila Verde, que está instalado desde Setembro de 2013, o único museu existente no país dedicado exclusivamente ao linho. A iniciativa, impulsionada pela autarquia minhota, só foi possível graças a Abílio Ferreira, o mentor do espaço, ao qual doou a sua colecção pessoal de artefactos rurais antigos, representativos de todo o ciclo do linho. «Aqui, recuperam-se as memórias de uma tradição que, de dia para dia, tende a desaparecer», lamenta Abílio.

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Portugal 1972

via Joffre Justino

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Portugal, 1972. Não sabemos em que local foi tirada a fotografia, mas quando olhámos para ela sentimos um misto de saudade e de nostalgia. Portugal vivia tempos muto difíceis… os filhos partiam para a guerra ou davam o salto para o estrangeiro. Os velhos cuidavam no campo. Não havia liberdade, não havia dinheiro. Mas de uma forma simples e humilde, conseguíamos encontrar um pouco de felicidade que nos fizesse esquecer, nem que fosse por momentos, as amarguras do dia-a-dia. No meio de todas aquelas dificuldades, não o sabíamos, mas éramos felizes. Mas também haviam perseguições, presos políticos, falta de liberdade, analfabetismo… Portugal vivia amordaçado por uma ditadura implacável que não perdoava quem lutava contra ela. Para todos aqueles que viveram nesses tempos, para aqueles que nos deram a nossa liberdade e para aqueles que simplesmente viviam o seu dia-a-dia, a nossa homenagem.

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Portugal, 1972. Não sabemos em que local foi tirada a fotografia, mas quando olhámos para ela sentimos um misto de saudade e de nostalgia. Portugal vivia tempos muto difíceis… os filhos partiam para a guerra ou davam o salto para o estrangeiro. Os velhos cuidavam no campo. Não havia liberdade, não havia dinheiro. Mas de uma forma simples e humilde, conseguíamos encontrar um pouco de felicidade que nos fizesse esquecer, nem que fosse por momentos, as amarguras do dia-a-dia. No meio de todas aquelas dificuldades, não o sabíamos, mas éramos felizes. Mas também haviam perseguições, presos políticos, falta de liberdade, analfabetismo… Portugal vivia amordaçado por uma ditadura implacável que não perdoava quem lutava contra ela. Para todos aqueles que viveram nesses tempos, para aqueles que nos deram a nossa liberdade e para aqueles que simplesmente viviam o seu dia-a-dia, a nossa homenagem.
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