a vingança do ucraniano

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Ucraniano vingou-se do patrão russo produtor de armas da pior maneira…
Ucraniano afunda iate de 7 milhões do patrão bilionário russo, produtor de armamento
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Ucraniano afunda iate de 7 milhões do patrão bilionário russo, produtor de armamento
Um cidadão ucraniano, de 55 anos, afundou parcialmente o iate “Lady Anastasia”, um iate avaliado em sete milhões de euros, onde trabalhava há 10 anos, na sequência da invasão russa à Ucrânia. O iate,…
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viquingues e ucranianos

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May be an image of text that says "llustração do Príncipe Oleg, o líder de Kievan Kievan Rus. Qual a relação entre os Vikings, Kiev, Ucrânia e Rússia?"
Apesar das pessoas geralmente associarem os Vikings apenas a invasões e explorações no Ocidente, os Escandinavos da Era Viking, especialmente os Suecos, ocuparam e estabeleceram poderosas rotas comerciais no Leste Europeu, comercializando intensamente com os Bizantinos e Árabes-Muçulmanos. Aliás, apesar de limitarmos Vikings a guerreiros e exploradores Escandinavos, evidências genéticas mais recentes têm mostrado que eles eram muito misturados, alguns nem mesmo possuindo qualquer ancestralidade Nórdica (1).
Aliás, a região de Kiev, hoje capital da Ucrânia, e palco de um intenso conflito militar deflagrado pela invasão Russa no território Ucraniano, foi desenvolvida justamente pelos Vikings. E mais: o próprio nome RÚSsia é derivado dos Vikings Rus.
A expansão Viking para o leste Europeu e Ásia foi motivada particularmente por interesses econômicos, com um padrão mais organizado de violência e atividades comerciais. A maior atração que primeiro chamou a atenção dos Vikings para o leste foi o dirhem, uma moeda de prata de alta qualidade cunhada em grandes quantidades no Califado Árabe Abbasid e em outros estados Muçulmanos. A vasta riqueza do califado era baseada em mercadorias de luxo de todas as partes do mundo, incluindo escravos, cera de abelha, mel e pelagens do Norte Europeu. Nesse último caso, essas operações eram mediadas pelos Cazares e pelos Búlgaros que viveram nas estepes do Mar Cáspio, sendo pagos com dirhems. Essas moedas começaram a circular entre os Eslavos, Bálticos e Finlandeses, e, ao redor de 780 d.C., começaram a aparecer em regiões mais ao Norte (ex.: Mar Báltico e Lago Ladoga), onde acabaram nas mãos de mercadores Suecos.
Maravilhados em especial com as moedas de prata Asiáticas, os Escandinavos Suecos teriam sido encorajados a explorar os sistemas fluviais no Leste Europeu, tentando descobrir a fonte dessas moedas. Porém, a exploração dos Vikings Suecos não foi menos violenta do que aquela realizada pelos Dinamarqueses e Noruegueses no Ocidente, já que a maior parte das mercadorias comercializadas tinham origem de escravização e imposição de tributos.
Pela década de 830 d.C., os Suecos tinham forjado rotas comerciais do Báltico até o Mar Negro e o Mar Cáspio, estabelecendo um comércio Eurasiano que englobava caminhos por mar e por rios. Muitos tinham ido bem mais longe e viajado através desses mares para estabelecer atividades comerciais em Constantinopla e Bagdá, as capitais do Império Grego Bizantino e o Califado Árabe Abbasid, respectivamente. Durante essas explorações comerciais, os Vikings operando permanentemente no leste ganharam um novo nome: Rus. A origem desse nome – do qual a Rússia ganha também seu nome – é ainda debatida no meio acadêmico. A mais aceita explicação é que o termo é derivado da palavra Ruotsi, o nome Finlandês para os Suecos. Ruotsi, por sua vez, provavelmente deriva do Antigo Nórdico roðr, que significa “uma tripulação de remadores”.
Aliás, as atividades dos Vikings no leste estão intimamente ligadas às origens do estado Russo. Os Rus fundaram assentamentos e tomaram controle de assentamentos prévios ao longo das rotas comerciais. Esses assentamentos deram à Rússia seu nome Viking Garðariki, o “reino de cidades”. Os Rus se tornaram os guerreiros e a elite dominantes desses assentamentos, mas com a maioria da população representada por Eslavos e Finlandeses nativos. A partir dos assentamentos, e especialmente no inverno, os Vikings atacavam os Finlandeses e tribos Eslávicas por tributo, escravos e peles de animais, mercadorias muito visadas pelos Gregos e Árabes.
Os Rus estavam sempre fazendo incursões em territórios hostis no leste, obrigando-os sempre a viajar em grupos para maior segurança. Os mais perigosos momentos nessas viagens era quando os Vikings precisavam transportar suas embarcações e cargas por terra para sair de um sistema fluvial e entrar em outro, tornando-os alvos fáceis de emboscadas. Evidências sugerem que os guerreiros Rus capturados eram frequentemente feitos “soldados escravos”, sendo forçados a servir grupos inimigos ou rivais no leste Eurasiano.
Durante a segunda metade do século IX, os assentamentos Rus se tornaram unidos em um único reino. De acordo com as Crônicas Primárias Russas, o primeiro estado Rus foi fundado ao redor de 860-862. Eventualmente, os Rus tomaram controle de todo o noroeste Russo – sob liderança inicial de Rurik -, com a eventual fundação da capital Novgorod em 930. Quando Rurik alegadamente morreu em 879, ele foi sucedido pelo Príncipe Oleg (879-913). Em 882, Oleg reuniu um exército de Vikings e Eslavos e capturou a região de Kiev. Oleg se moveu de Novgorod para Kiev, tornando essa região (Kievan Rus) a nova capital do estado Rus.
Na história Russa, a fundação de Kievan Rus por Oleg é tradicionalmente considerada a origem do estado moderno da Rússia. A mais curta rota econômica para os domínios Bizantinos passava através de Kievan Rus, começando no Mar Varangiano, passando pelo Lago Ladoga, na Rússia, pelo rio Dnieper (o qual atravessa a Rússia, Bielorrússia e a Ucrânia) e, finalmente, ao longo do Mar Negro até Constantinopla. O posicionamento estratégico de Kiev permitia o fácil controle dessa rota pelos Rus, e fortificações Vikings foram estabelecidas em várias áreas associadas ao Rio Dnieper (o qual corta Kiev).
Nesse contexto, os Vikings investiram bastante em Kiev, construindo fortificações na cidade que eram capazes de defender tanto suas riquezas e mercadorias quanto as caravanas de mercantes passando através dos seus territórios. Graças a esse controle, Kiev passou a acumular enorme riqueza não apenas do comércio, mas também a partir de várias taxas impostas nas transações comerciais. Isso promoveu um grande desenvolvimento econômico na região – a qual eventualmente passou a ser a capital da atual Ucrânia – e também estabeleceu Kiev como o principal centro político e militar dos Rus.
Pelo final do século XII, o estado Rus entrou em declínio, reduzindo dramaticamente sua influência sobre Kievan Rus. Em torno de 1240, os Rus foram conquistados pelos invasores Mongóis. Ao longo dos próximos 200 anos, o povo Eslávico Oriental foi dividido em três grupos distintos: Belarusianos, Russos e Ucranianos. Os Mongóis foram eventualmente derrubados no século XV, com o centro político, econômico, religioso e militar mudando de Kiev para Moscou, junto com a ascensão dos Tsares – caracterizados por um governo muito mais autoritário e centralizado.
> Importante mencionar que rotas/trocas comerciais entre os Nórdicos e povos no Leste Europeu, África e na Ásia já eram estabelecidas antes da Era Viking (2).
(1-2) Para mais informações – incluindo um dos mais completos e atualizados artigos sobre a Era Viking -, links nos comentários.
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A nova estratégia de segurança russa – Paulo Filho

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No último dia 02 de julho, o presidente Vladimir Putin assinou a nova Estratégia de Segurança da Rússia. O documento substituiu a que estava em vigor, que datava de 2015. A renovação da Estratégia era esperada, uma vez que esses documentos são concebidos para vigorarem por seis anos.Em 44 páginas, os estrategistas russos anunciam que o mundo passa por uma fase de transição, com a emergência de potências interessadas em modificar a ordem global, antes fortemente marcada pela unipolaridade representada pela proeminência de uma única superpotência e de seus aliados, para uma nova ordem, marcada pela multipolaridade. Essa transição teria o potencial de causar conflitos, pois a perda da primazia pelo Ocidente geraria distúrbios e reações, cada vez mais graves.

Source: A nova estratégia de segurança russa – Paulo Filho

ÁLAMO OLIVEIRA O CARNAVAL ADIADO EM DEBATE

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Rui Goulart shared a live video.

LIVE

18:06
https://www.facebook.com/rtpacores/videos/544121846829826
Carnaval Adiado | debate
Assista aqui.

nos açores não há guerra mas o património está assim

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Todos os silêncios têm motivo..
Quantos ruidosos silêncios habitam em mim?
May be an image of tree and outdoors
You, Paulo Brilhante, Ilda Coelho and 28 others
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Finlândia toma decisão “histórica” de fornecer armas contra invasão – Observador

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A Finlândia fornecerá 2.500 armas de assalto, 150.000 munições, 1.500 lança-rockets e 70.000 rações de campanha, precisou o ministro da Defesa, Antti Kaikkonen.

Source: Finlândia toma decisão “histórica” de fornecer armas contra invasão – Observador

Guerra constitui teste à parceria entre Pequim e Moscovo, dizem analistas – Expresso

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A China partilha com a Rússia a defesa por uma nova ordem mundial multipolar, apontando à redistribuição de poder, em contraposição com a hegemonia norte-americana

Source: Guerra constitui teste à parceria entre Pequim e Moscovo, dizem analistas – Expresso

Guerra na Europa ao minuto: forte explosão em Kiev, FIFA e UEFA suspendem clubes e seleção russa – SIC Notícias

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Acompanhe aqui ao minuto os últimos desenvolvimentos e veja em direto a emissão da SIC Notícias.

Source: Guerra na Europa ao minuto: forte explosão em Kiev, FIFA e UEFA suspendem clubes e seleção russa – SIC Notícias

vlad (putin) já perdeu a guerra

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Por que Vladimir Putin já perdeu esta guerra
Yuval Noah Harari
Os russos ainda podem conquistar a Ucrânia. Mas os ucranianos mostraram nos últimos dias que não vão deixá-los segurar
Após mais de uma semana de guerra, parece cada vez mais provável que Vladimir Putin esteja caminhando para uma derrota histórica. Ele pode ganhar todas as batalhas, mas ainda assim perder a guerra. O sonho de Putin de reconstruir o império russo sempre se baseou na mentira de que a Ucrânia não é uma nação real, que os ucranianos não são um povo real e que os habitantes de Kiev, Kharkiv e Lviv anseiam pelo governo de Moscou. Isso é uma mentira completa – a Ucrânia é uma nação com mais de mil anos de história, e Kiev já era uma grande metrópole quando Moscou ainda não era uma vila. Mas o déspota russo contou sua mentira tantas vezes que aparentemente ele mesmo acredita nela.
Ao planejar sua invasão da Ucrânia, Putin podia contar com muitos fatos conhecidos. Ele sabia que militarmente a Rússia supera a Ucrânia. Ele sabia que a Otan não enviaria tropas para ajudar a Ucrânia. Ele sabia que a dependência europeia do petróleo e do gás russo faria países como a Alemanha hesitarem em impor sanções rígidas. Com base nesses fatos conhecidos, seu plano era atingir a Ucrânia com força e rapidez, decapitar seu governo, estabelecer um regime fantoche em Kiev e enfrentar as sanções ocidentais.
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Mas havia uma grande incógnita sobre esse plano. Como os americanos aprenderam no Iraque e os soviéticos aprenderam no Afeganistão, é muito mais fácil conquistar um país do que conservá-lo. Putin sabia que tinha o poder de conquistar a Ucrânia. Mas será que o povo ucraniano simplesmente aceitaria o regime fantoche de Moscou? Putin apostou que sim. Afinal, como ele explicou repetidamente a qualquer pessoa disposta a ouvir, a Ucrânia não é uma nação real, e os ucranianos não são um povo real. Em 2014, as pessoas na Crimeia dificilmente resistiram aos invasores russos. Por que 2022 deveria ser diferente?
A cada dia que passa, fica mais claro que a aposta de Putin está falhando. O povo ucraniano está resistindo de todo coração , conquistando a admiração do mundo inteiro – e vencendo a guerra. Muitos dias sombrios estão por vir. Os russos ainda podem conquistar toda a Ucrânia. Mas para vencer a guerra, os russos teriam que controlar a Ucrânia, e eles só podem fazer isso se o povo ucraniano permitir. Isso parece cada vez mais improvável de acontecer.
Cada tanque russo destruído e cada soldado russo morto aumenta a coragem dos ucranianos para resistir. E cada ucraniano morto aprofunda o ódio dos ucranianos pelos invasores. O ódio é a mais feia das emoções. Mas para as nações oprimidas, o ódio é um tesouro escondido. Enterrado no fundo do coração, pode sustentar a resistência por gerações. Para restabelecer o império russo, Putin precisa de uma vitória relativamente sem derramamento de sangue que levará a uma ocupação relativamente sem ódio. Ao derramar cada vez mais sangue ucraniano, Putin garante que seu sonho nunca será realizado. Não será o nome de Mikhail Gorbachev escrito na certidão de óbito do império russo: será o de Putin. Gorbachev deixou russos e ucranianos se sentindo como irmãos; Putin os transformou em inimigos,Rússia .
Em última análise, as nações são construídas sobre histórias. Cada dia que passa acrescenta mais histórias que os ucranianos contarão não apenas nos dias sombrios que virão, mas nas próximas décadas e gerações. O presidente que se recusou a fugir da capital, dizendo aos EUA que precisa de munição, não de carona ; os soldados da Ilha das Cobras que mandaram um navio de guerra russo “vá se foder”; os civis que tentaram parar os tanques russos sentando-se em seu caminho . Este é o material de que as nações são construídas. A longo prazo, essas histórias contam mais do que tanques.
O déspota russo deveria saber disso tão bem quanto qualquer um. Quando criança, ele cresceu com uma dieta de histórias sobre as atrocidades alemãs e a bravura russa no cerco de Leningrado. Ele agora está produzindo histórias semelhantes, mas se colocando no papel de Hitler.
As histórias de bravura ucraniana dão determinação não apenas aos ucranianos, mas ao mundo inteiro. Eles dão coragem aos governos das nações europeias, ao governo dos EUA e até mesmo aos cidadãos oprimidos da Rússia. Se os ucranianos se atrevem a parar um tanque com as próprias mãos, o governo alemão pode ousar fornecer-lhes alguns mísseis antitanque, o governo dos EUA pode ousar cortar a Rússia do Swift , e os cidadãos russos podem ousar demonstrar sua oposição a esse absurdo. guerra.
Todos podemos nos inspirar a ousar fazer algo, seja fazer uma doação, receber refugiados ou ajudar na luta online. A guerra na Ucrânia moldará o futuro do mundo inteiro. Se a tirania e a agressão vencerem, todos sofreremos as consequências. Não vale a pena permanecer apenas observadores. É hora de se levantar e ser contado.
Infelizmente, essa guerra provavelmente será duradoura. Tomando diferentes formas, pode muito bem continuar por anos. Mas a questão mais importante já foi decidida. Os últimos dias provaram ao mundo inteiro que a Ucrânia é uma nação muito real, que os ucranianos são um povo muito real e que definitivamente não querem viver sob um novo império russo. A principal questão deixada em aberto é quanto tempo levará para que esta mensagem penetre nas grossas paredes do Kremlin.
Yuval Noah Harari é historiador e autor de Sapiens: Uma Breve História da Humanidade.
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