quando em portugal se usava burca

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Foram usados durante 400 anos e as mulheres portuguesas só deixaram de o fazer após proibição e perseguição das autoridades nos anos 20 do século passado.
Coca, Bioco e Capelo: no tempo em que as portuguesas usavam Burka | Descobrir Portugal
DESCOBRIRPORTUGAL.PT
Coca, Bioco e Capelo: no tempo em que as portuguesas usavam Burka | Descobrir Portugal
Tempos houve em que as mulheres portuguesas usavam uma espécie de burka cujo fim foi decretado por lei. Eram a côca, Biuco ou Capelo, consoante a região.
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As línguas do Afeganistão (e a origem da palavra «azul»)

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Perante tudo o que por lá está a acontecer, talvez pareça inútil falar das línguas do país. E, no entanto, serve para conhecermos um pouco mais daquele país, para lá da imagem difusa das notícias. No fim, ainda encontramos a origem de algumas palavras muito nossas…

Source: As línguas do Afeganistão (e a origem da palavra «azul»)

já leu as 3 mil páginas da trilogia HISTÓRIA DE TIMOR?

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o 1º volume

https://www.scribd.com/document/253855631/East-Timor-the-Secret-Files-1973-1975-Eng

em PT https://pt.scribd.com/doc/39958581/Timor-Leste-1973-1975-o-dossie-secreto

volume 2 https://pt.scribd.com/document/40234122/Timor-Leste-Historiografia-de-um-reporter-vol-2-193-1992

volume 3 https://pt.scribd.com/document/94984898/TIMOR-LESTE-VOL-3-AS-GUERRAS-TRIBAIS-A-HISTORIA-REPETE-SE-1894-2006

Furacão Ida reverte curso do Rio Mississippi

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💦🌀 INVERTEU O RIO | Furacão #Ida chegou com tamanha intensidade à costa da Louisiana que reverteu o curso do Rio Mississippi.
Furacão Ida reverte curso do Rio Mississippi em sua foz - MetSul Meteorologia
METSUL.COM
Furacão Ida reverte curso do Rio Mississippi em sua foz – MetSul Meteorologia
Reversão do curso do Rio Mis

FURACÃO nos EUA

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Mississippi e Louisiana são os estados mais afetados. As autoridades tentam agora resgatar os que ficaram rodeados por água e fazem contas aos danos.
Subiu para quatro o número de vítimas mortais do Furacão Ida nos Estados Unidos
RTP.PT
Subiu para quatro o número de vítimas mortais do Furacão Ida nos Estados Unidos
Mississippi e Louisiana são os esta

Falta de oxigénio, fome e amigos que passaram a se odiar: A história de oito humanos que ficaram dois anos confinados dentro de uma “estufa” – Atualidade – SAPO

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A Biosfera 2, cuja enorme estrutura futurista faz lembrar uma estufa, prometia ser uma das maiores experiências científicas de todos os tempos em 1991. A ideia era demonstrar a possibilidade de criar colónias humanas fora da Terra, ao mesmo tempo que se estudariam formas de mitigar os efeitos das alterações climáticas. Um projeto de 400 milhões de dólares que, para a comunidade científica, foi um retumbante falhanço. O que aconteceu?

Source: Falta de oxigénio, fome e amigos que passaram a se odiar: A história de oito humanos que ficaram dois anos confinados dentro de uma “estufa” – Atualidade – SAPO

Novo grupo de 19 refugiados afegãos chegou a Portugal

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São três famílias. São mulheres, homens e crianças. É o quarto grupo de afegãos que chega a Portugal. São já cerca de oito dezenas de refugiados afegãos que já chegaram a Portugal.

Source: Novo grupo de 19 refugiados afegãos chegou a Portugal

‘Catastrófica retirada’ irrita ex-oficiais dos EUA que exigem demissão dos chefes do Pentágono – Sputnik Brasil

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Mais de 80 ex-oficiais de alto escalão nos EUA pedem a demissão dos chefes do Pentágono pela “catastrófica retirada” do Afeganistão.

Source: ‘Catastrófica retirada’ irrita ex-oficiais dos EUA que exigem demissão dos chefes do Pentágono – Sputnik Brasil

A NOVA ORDEM MUNDIAL PÓS-PETRÓLEO

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A NOVA ORDEM MUNDIAL PÓS-PETRÓLEO
Cabul pode ser a primeira vítima da ordem mundial pós-petróleo
EUA enxergam fim da vida dos hidrocarbonetos e começam a preparar retirada do país dessa economia
18.ago.2021 – Folha de São Paulo
Quando Joe Biden disse na última segunda-feira (16) que era um erro “lutar indefinidamente num conflito que não é do interesse nacional dos Estados Unidos”, ele fez mais do que dar uma desculpa torta para a retirada que deixou milhões de afegãos para se virar nas mãos dos selvagens do Taleban. Nas entrelinhas, o que Biden disse foi que o tal “interesse nacional dos Estados Unidos” não reside mais no mundo árabe.
Até bem pouco tempo atrás, nenhum presidente americano sonharia com um argumento desses. Desde o encontro de Franklin Delano Roosevelt com o rei Ibn Saud em Suez em fevereiro de 1945 (Roosevelt com seus assessores, Saud com seus escravos), o Oriente Médio e seu petróleo estiveram no centro da política externa americana.
Para manter o óleo escoando e sustentar sua hegemonia na segunda metade do século 20, os EUA apoiaram a monarquia homicida saudita, fizeram vista grossa para as ocupações israelenses na Palestina, afagaram Saddam Hussein, cevaram a Al Qaeda, hóspede do Taleban, e transformaram o centro e o oeste da Ásia em palco quente da Guerra Fria. Esse tempo acabou.
O presidente americano Joe Biden discursa sobre a tomada de controle do Afeganistão pelo Taleban – Brendan Smialowski – 16.ago.21/AFP
Uma das razões foi tecnológica. No final dos anos 1990, os americanos descobriram como extrair óleo e gás de folhelhos, um tipo de rocha sedimentar muito comum, usando o chamado fraturamento hidráulico.
Nas últimas duas décadas, o “fracking” jogou no chão o preço do gás natural, aposentando gradualmente as usinas termelétricas a carvão, e depois transformou a América no maior produtor de petróleo do mundo e exportador líquido do produto. Assim, a geologia especial da Península Arábica tem cada vez menos importância.
Em 2001, quando George W. Bush invadiu o Afeganistão atrás de Osama Bin Laden, os EUA consumiam 20 mbpd (milhões de barris por dia), importavam 12 mbpd (3 mbpd do Golfo Pérsico) e exportavam 1 mbpd, segundo dados da Agência de Informações sobre Energia. Em 2020, o país consumia 18 mbpd, importava 7,9 mbpd e exportava 8,5 mbps. A participação do Golfo nas importações hoje (0,8 mbpd) é menor do que as exportações totais americanas em 2001, ano em que o mulá Omar, fundador e primeiro líder do Taleban, picou a mula de Cabul.
Com a independência energética crescente, os EUA perderam a trava geopolítica de fundo que os mantinha na sua guerra mais longa e impopular e que matou duas vezes mais americanos que o evento que lhe deu causa, o 11 de Setembro, e, juntamente com o conflito no Iraque, consumiu US$ 2 trilhões.
A pista ficou livre para o isolacionismo de Donald Trump, que tomou a decisão, ratificada por Biden, de parar de brincar de “construir nações” e retirar as tropas do Afeganistão.
A mudança no panorama energético também permitiu aos EUA ensaiar, sob Barack Obama, uma política que redundaria no eixo central da diplomacia de Biden: o combate à crise do clima. O discurso de posse do democrata inovou ao tirar da lista de inimigos do país o terrorismo internacional e focar o racismo, a pandemia e a questão das emissões de carbono.
Estas vêm caindo em razão da competição do gás natural, menos sujo, com o carvão e do crescimento das fontes renováveis. Despencaram na pandemia, o maior tombo no consumo de petróleo americano em um ano desde 1950, e podem cair ainda mais se Biden estiver levando a sério suas promessas de liderar o mundo na mitigação da catástrofe climática anunciada no último dia 9 pelo IPCC, o painel do clima da ONU.
O pacote econômico focado no Green New Deal e a reunião de líderes do clima em abril deste ano dão o tom do “interesse nacional dos EUA” doravante: em vez de disputar acesso a hidrocarbonetos em países de gente bronzeada, os americanos querem brigar com a China e a Europa pelo mercado de placas solares, carros elétricos e baterias.
O governo Biden vê um fim para a vida dos hidrocarbonetos e começa a preparar a retirada do país dessa economia. A notícia é auspiciosa para o clima, decerto. Mas, como ocorre com qualquer espirro da maior potência econômica e bélica do mundo, deixará cadáveres pelo caminho.
O abandono de Cabul, dramaticamente simbolizado pelas imagens do aeroporto nesta semana, pode ser o começo de um movimento de lavagem de mãos que atingirá outros aliados dos EUA no Oriente Médio (alô, príncipe saudita Bin Salman). Quem sobreviver ao menos poderá comprar painéis solares made in USA.
Claudio Angelo: Cabul pode ser a primeira vítima da ordem mundial pós-petróleo
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Claudio Angelo: Cabul pode ser a primeira vítima da ordem mundial pós-petróleo
EUA enxergam fim da vida dos hidrocarbonetos e começam a preparar retirada do país dessa economia
Artur Arêde and 13 others
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Tejo com caudal mínimo. Ilha do Castelo de Almourol ″deixou de o ser″

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O Castelo de Almourol costumava formar uma paisagem característica. A ilha já não é o que era, tudo porque a água está em níveis mínimos. O autarca de Vila Nova da Barquinha queixa-se de que a vida do rio está a ser sacrificada pelo negócio da eletricidade.

Source: Tejo com caudal mínimo. Ilha do Castelo de Almourol ″deixou de o ser″