cidade francesa homenageia cesária évora

CABO VERDE

Cidade francesa dá nome da cantora cabo-verdiana Cesária Évora a rua do município

Da Redação
25/09/2012 10:17
O nome da cantora cabo-verdiana Cesária Évora será atribuído a uma rua da cidade francesa de Saint Denis, na região metropolitana de Paris.

Praia – O nome da cantora cabo-verdiana Cesária Évora será atribuído a uma rua da cidade francesa de Saint Denis, na região metropolitana de Paris.

Depois do líder histórico da luta anti-colonial de Cabo Verde e Guiné Bissau, Amílcar Cabral, cujo nome foi dado, em 2008, a uma rua de Saint Denis, agora é a “diva dos pés descalços” que recebe a distinção.

Uma rua em Saint-Denis, na França, será baptizada com o nome da diva dos pés descalços, Cesária Évora, natural do Mindelo.

Saint Denis é conhecida em França por acolher tradicionalmente migrantes de diversas nacionalidades, entre eles portugueses e dos países africanos lusófonos. Várias ruas e avenidas da cidade têm o nome de personalidades que se destacaram nas lutas pelos direitos humanos, como Myriam Makeba, Rosa Park, Fatlima Bledhar, Simone Bernier e Amílcar Cabral, entre outras.

Grande parte da carreira artística de Cesária Évora, falecida em 17 de dezembro de 2011, aos 70 anos, foi feita em França, onde recebeu diversas homenagens, tendo sido condecorada pelo governo.

Em 2004 conquistou um prémio Grammy de melhor álbum de world music contemporânea e o ex-presidente francês, Nicolas Sarkozy, distinguiu-a, em 2009, com a medalha da Legião de Honra entregue pela ministra da Cultura francesa Christine Albanel.

 

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feira pan-amazónica do livro

Relação entre Brasil e Portugal em debate na XVI Feira Pan-Amazônica do Livro

Da Redação, com agência
25/09/2012 02:00
O historiador português Jorge Couto analisou a relação entre os dois países, destacando os ambientes de tensão que diminuiram apenas após a Constituição brasileira de 1988.

Belém – A XVI Feira Pan-Amazônica do Livro, em Belém, capital do Pará, região norte do Brasil, iniciou segunda-feira (24), o “Seminário do País Homenageado”, que reúne uma série de palestras e conferências realizadas por convidados portugueses e brasileiros.

No primeiro dia de encontro, os historiadores Jorge Couto e Maria Angela Dominguez foram responsáveis por traçar um panorama geral, avaliar a presença e a contribuição dos portugueses no Brasil entre os séculos XVI e os dias atuais.

O historiador português Jorge Couto apresentou o tema: “Relações luso-brasileiras: da independência à atualidade”, no qual fez uma análise geral desta convivência, desde a Independência do Brasil passando por fases importantes como República, Estado Novo, Ditadura Militar até 2012, fazendo sempre um paralelo entre as nações.

Jorge Couto explicou que a relação entre os dois países foi marcada mais por climas de tensão do que de calmaria durante toda sua existência, mas que desde 1988, quando o Brasil aprovou a Constituição, pós golpe militar, a convivência entre as nações passou a ser pacífica, de respeito e de interesse mútuo.

“Quando o Brasil anuncia a independência as relações entre o reino de Portugal e a elite econômica brasileira, que já indicava alguns desgastes, foi completamente comprometida, e assim foi, com os dois países sempre em dissonância, até o final do século XX, quando ambas as nações já viviam estados democráticos de direito e puderam dialogar com igualdade”, explicou Jorge Couto.

A também historiadora Maria Ângela Dominguez tratou de um período menos extenso e de uma relação mais específica, a do intermediário do reino Portugal e sua ação no sertão brasileiro, usando como exemplo os Bandeirantes paulistas e os missionários que agiram na Amazônia. O tema da palestra foi: “Esquecido de Deus e a viver entre as feras: intermediários e poderosos do sertão na Amazônia de meados de setecentos”.

A política de ocupação e aculturação dos povos tradicionais da América portuguesa se intensifica no período proposto pela historiadora. Além disso, o agente dos intermediários no território português foi responsável pela demarcação das fronteiras do império luso na américa. “O trabalho dos Bandeirantes foi importante na definição da fronteira Sul e Oeste do território, definindo américa portuguesa e brasileira”, disse Maria Ângela.

Na Amazônia o objetivo principal, além da ocupação, era a aculturação dos indígenas. Ensinar português e a religião oficial do reino era um dos métodos para lograr êxito neste processo, no entanto, o decorrer do século XVIII, alguns intermediários começaram a atuar em próprio benefício, que segundo a historiadora: “causou uma cisão de interesses entre a Coroa portuguesa e os agentes do sertão”, avalia. Países irmãos que tiveram uma história recheada de conflitos assim foi a relação entre Brasil e Portugal. As informações são da agência Pará.

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escolaridade obrigatória

 

 

A partir deste ano escolar os jovens que frequentam o 9ª ano passam a ter de andar mais três anos na escola. Sabia que de acordo com os dados do Eurydice, Portugal passa assim a ser o País da Europa onde a idade de conclusão da escolar é maior e a estar no pequeno grupo dos oito sistemas Europeus (em 40) em que a duração do ensino obrigatório é superior a dez anos?

 

Estará todo este esforço em linha com a eficácia educativa que desejamos e com os resultados pelos quais todos ansiamos?

 

 

 

 

Dados retirados do estudo Eurydice “Compulsory Education in Europe” que pode consultar AQUI. Clique AQUI e aceda ao site do FLE para conhecer melhor esta problemática e os números em questão.

 

Diário de Educação

clique para conhecer todas as novidades do sector da educação

 

FLE – Fórum para a Liberdade de Educação

www.FLE.pt

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Documentos FLE

 

Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos

Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem

 

 

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brasil e portugal em belo horizonte

Brasil e Portugal à Mesa em Belo Horizonte

Da Redação
24/09/2012 07:00
Com o convite das empresas Riberalves e Pif Paf e apoio de entidades e empresas como a CCA-Portugal Digital, Federação das Câmaras Portuguesas no Brasil, Eurocâmara, Qualimpor e Decanter, o chef Ivo Faria comandará o “Brasil e Portugal à Mesa”.

Belo Horizonte – A Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil-Minas Gerais e a sua confraria eno-gastronômica promovem, no dia 3 de outubro, em Belo Horizonte, o jantar “Brasil e Portugal à mesa”.

Com o convite das empresas Riberalves e Pif Paf e apoio de entidades e empresas como a CCA-Portugal Digital, Federação das Câmaras Portuguesas no Brasil, Eurocâmara, Qualimpor e Decanter, o chef Ivo Faria, confrade de honra dos enófilos da Bairrada, em Portugal, comandará os sabores do cardápio elaborado para o encontro harmonizado com vinhos portugueses no restaurante Vecchio Sogno, na capital mineira.

Confira o cardápio do “Brasil e Portugal à mesa”, elaborado pelo “chef” Ivo Faria:

ENTRADA:
Involtino de vegetais com salada de desfiado de pato e sorvete de azeite.

1° PRATO:
Confit de tomate com bacalhau ao forno, grão de bico e crocante de linguiça semi defumada ao molho pil pil.

2° PRATO:
Paleta de cordeiro com vegetais cozidos em baixa temperatura e passado de batata com alho poro.

SOBREMESA:
Creme brûlée de milho sobre creme de ovos em leite e sorvete de pistache com frutas vermelhas.


RESERVAS E INFORMAÇÕES:

(31) 32131557

[email protected]

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simpósio em toronto 28 e 29 setembro

 

 

PROGRAMA                                                                             28 ï setembro ï sexta-feira

9:15 Sessão de Abertura

Meric Gertler, Reitor Faculty of Arts and Sciences

Paul Gooch, Presidente do Victoria College

Pedro Moitinho de Almeida, Embaixador de Portugal

Afonso Cardoso, Cônsul do Brasil

Ana Paula Laborinho, Presidente do Camões, Instituto da Cooperação

e Língua

Josiah Blackmore, Diretor, Espanhol e Português, Universidade de Toronto

Manuela Marujo – Diretora Associada, Português, Universidade de Toronto

 

9:30  Conferência de abertura

 

Desafios de uma política de língua portuguesa para o o mundo

Ana Paula Laborinho, Presidente do Camões, Instituto de Cooperação e Língua

 

10:15 -10.30    Pausa para café

 

11:00 12.00 Painel 1 Português – Língua Internacional

 

Moderador – Josiah Blackmore, Universidade de Toronto

 

Projeção mundial e valor económico da língua portuguesa na era da globalização

João Malaca Casteleiro, Universidade Clássica de Lisboa

 

A importância da unificação ortográfica para a expansão e difusão da língua portuguesa no mundo moderno

Evanildo Bechara, Academia das Letras do Brasil

 

Leitora de português – uma experiência triangular de diferentes geografias e gramáticas de língua

Aida Baptista, ex-leitora do Camões, Instituto de Cooperação e Língua

 

 

12:30    Almoço

 

 

14:30 -16:00    Painel 2 – A Palavra à Literatura

Moderador – Ricardo Sternberg, Universidade de Toronto

 

O fascínio de Gabriela na televisão e no écran

Hudson Moura, Universidade Ryerson

 

As irmãs de Gabriela: mulheres trabalhadoras no cacau

Frank Luce, Universidade de York

 

Antologia Bilingue de autores açorianos

Helena Chrystello, Escola EB 2,3 da Maia, Açores, D.R.E.

 

Momento artístico e de convívio

 

 

 

 

29 ï setembro ï sábado

 

 

9:30-10:30   Painel 3 – Português – Língua de Afeto, Identidade e Património

Moderadora – Rita Rolim, Universidade de York

 

Panorâmica do ensino do português no Canadá

Ana Paula Ribeiro, Coordenação do Ensino de Português no Canadá, Camões

 

Alunos de português na Universidade de Toronto – reencontro e descobertas

Manuela Marujo, Universidade de Toronto

 

Percursos na língua portuguesa: língua de afeto, de estudo e de trabalho

Maria João Dodman, Universidade de York

 

10:30 -11:00  Pausa para café

 

11:00 -11:30 Abertura da Sessão de Cartazes

 

Portuguese Language – tipping the scales for a successful career/life – Língua Portuguesa:

Peso decisivo na balança para uma carreira/vida de sucesso

 

11:30 -13:00   Painel 4 – Novas Tecnologias e Aprendizagens do Português       

Moderador – José Pedro Abreu Ferreira, Universidade de Toronto

Os colóquios da lusofonia – da utopia à realidade

Chrys Chrystello, Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia (AICL)

 

A criação de um ambiente virtual de aprendizagem de Português Língua Estrangeira

Luís Aguilar, Universidade de Montreal

 

Um manual [email protected] na rede: O Manual Português ComunicAtivo

Vitália Rodrigues, Universidade de Montreal

 

O ensino do Português Língua Estrangeira e o papel das Novas Tecnologias no

desenvolvimento da competência comunicativa e intercultural

Ana Clotilde Thome Williams, Universidade de Northwestern, USA

 

 

13:00-14:00 – Almoço

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

14:00-16:30 Painel 5    ”A Diáspora e a Língua Portuguesa”

Moderador – Júlio Vilela, Consulado Geral de Toronto

 

A diplomacia da língua portuguesa e a diáspora

Manuela Bairos, Chefe de Gabinete, Secretaria de Estado das Comunidades

 

O papel da mulher portuguesa na diáspora na divulgação da língua portuguesa

Ilda Januário, pesquisadora, Universidade de Toronto

 

Histórias de vida: ASAS para voar – lançamento do projeto na diáspora portuguesa

(Academia Seniores Artes e Saberes)

Manuela Aguiar, Presidente da Assembleia Geral Associação Estudos Mulher Migrante

 

Prémios

 

Pedro da Silva Merit Award – Aluno do Programa de Português (Major/Specialist)

Ana Ochoa, Responsável, Caixa Geral de Depósitos

 

Prémios aos melhores alunos de Português 2012 – primeiro ao quarto ano

 

Agradecimentos a:

 

 

 

             

Consulate General

of Portugal in Toronto

            


 

 

 

 

 

                                ROSA DOS VENTOS:

         PORTUGUÊS NOS QUATRO CANTOS DO MUNDO

 

 

 


 

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festival da lusofonia no 18º colóquio

 

sessões culturais do 18º colóquio: FESTIVAL MUSICAL “ESTOU LÁ” – DIA 6 23 HORAS


A Pró AGLPcobra 12.00 € de entrada ao concerto (PESSOAS INSCRITAS NOS COLÓQUIOS NÃO PAGAM).
abaixo toda  a info do Festival  “Estou Lá” que estamos a organizar em Ourense dentro dos Colóquios da Lusofonia.ver o cartaz e a música do Festival (letra e música de Xoán Curiel). http://www.youtube.com/watch?v=bFsviv81Rv8




Festival “ESTOU LÁ”. Músicas da Lusofonia.
6 de outubro, sábado,  às 23h00, no Auditório Municipal de Ourense

Estamos lá, na in-consciência coletiva que nos une, 
nas canções de embalar que nos arrastam até praias quentinhas e acolhedoras, 
nas vozes das nossas avós que ainda têm na memória palavras que estão lá, 
nos sons que oferecem as cantoras e cantores de cá, de lá, de tão perto, de muito longe…
Às vezes, estamos lá, mesmo sem querer estarmos e é quando reparamos em que estamos cá também, onde nasceu a língua.

O Festival  “Estou Lá” forma parte da programação dos XVIII Colóquios da Lusofonia e da FITO (Festival Internacional de Teatro de Ourense. Os XVIII são os dias 5, 6 e 7 de outubro de 2012 no Auditório Municipal, organizados pola AILC (Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia) a AGLP (Academia Galega da Língua Portuguesa) e a  Pró- AGLP.

Este é programa do Festival:

Apresenta Jurjo Martins

Artistas:

Eneida Marta: (http://www.myspace.com/martaeneida) (Guiné Bissau)

Najla Shami (http://www.myspace.com/najlashami) (Galiza- Palestina)

Couple Coffee ( Luanda Cozzetti e Norton Daiello) (http://www.myspace.com/couplecoffee) (Brasil)

Xoán Curiel  http://www.myspace.com/xoancuriel (Galiza)

João Afonso (http://www.myspace.com/joaoafonsomusic) (Portugal)

Banda:

Serginho Sales (teclado) http://www.myspace.com/serginhosales (Brasil)

Paulo Silva (percussão) http://www.myspace.com/paulosilvasambafunkmantra (Brasil)

Pablo Vidal (Baixo) (Galiza)

O preço do bilhete é de 12€

Mais info: http://www.facebook.com/EstouLafestivaldalusofonia

 FESTIVAL MUSICAL “ESTOU LÁ” – Apresentação de Xurxo Martíns (ouça aqui a melodia ESTOU LÁ)

Artistas:

ENEIDA MARTA: (http://www.myspace.com/martaeneida) (Guiné Bissau);

NAJLA SHAMI (http://www.myspace.com/najlashami) (Galiza – Palestina);

Couple Coffee (Luanda Cozzetti/Norton Daiello) (http://www.myspace.com/couplecoffee) (Brasil);XOÁN CURIEL http://www.myspace.com/xoancuriel (Galiza);

JOÃO AFONSO (http://www.myspace.com/joaoafonsomusic) (Portugal).

Banda: Serginho Sales (teclado) http://www.myspace.com/serginhosales (Brasil),

Paulo Silva (percussão) http://www.myspace.com/paulosilvasambafunkmantra (Brasil),

Pablo Vidal (Baixo) (Galiza)

regressar

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o regresso das bruxas

O regresso das bruxas
by Luiz Fagundes Duarte on Saturday, 22 September 2012 at 08:09 ·

Li numa edição recente do DI que as bruxas chegaram a Florianópolis com os açorianos que ali aportaram em meados do século XVIII. Esta frase, a propósito de um livro para crianças lançado recentemente pelo escritor brasileiro Cláudio Fragata, cujo título – Uma História Bruxólica – não engana ninguém, pôs-me em pé os poucos cabelos que me restam.

Uma sensação que se me afigurou mais aguda depois de ter lido o romance The Undiscovered Island [A Ilha Encoberta], do escritor americano Darrell Kastin, onde tropeçamos em casas assombradas, navios fantasmas, sereias merencóricas e descendentes de Inês de Castro que deambulam por estas nossas ilhas, sobretudo no Pico e no Faial, em busca de homens desaparecidos no mar e de papéis enigmáticos por eles deixados em terra (este romance muito interessante e bem feito, apesar de publicado em 2009, ainda não teve, que eu saiba, uma tradução para Português, sendo de supor que os professores de “literatura açoriana” da Universidade dos Açores já terão metido mão à obra, como seria seu mister).

Mas que não se enganem os meus queridos leitores: se eu fiquei de cabelos em pé (e mais: com pele de galinha por todo o corpo) não foi com medo das bruxas que os nossos antepassados exportaram para o Brasil, ou dos fantasmas que escritores norte-americanos com ascendência açoriana teimam em vir desmascarar nas nossas Ilhas Afortunadas. Não senhores! Eu fiquei assim, porque me apercebi de que andamos a desperdiçar capital.

Ou seja, e no que diz respeito às bruxas, e embora o escritor brasileiro não diga que as bruxas açorianas emigraram todinhas para Santa Catarina (acho que sempre nos ficaram algumas por cá, embora, provavelmente, não as de melhor qualidade), a verdade é que se um povo despreza aquilo que de melhor tem e o deixa partir-se portas afora – como terá acontecido com as nossas simpáticas bruxinhas dos tempos pombalinos, ou, mais recentemente, com a nossa agricultura – poderá, no mínimo, ser apelidado de louco: tanta falta que nos faz um bom grupo de bruxas que nos ajudem a resolver os nossos problemas actuais… E sejamos honestos: não creio que o programa eleitoral da dr.ª Berta Cabral, por muitos plim-plins que ela faça com a sua varinha mágica, consiga levar-nos a algum lado sem a ajuda de uma boa bruxa – até porque é muito possível que, entretanto, o governo da República que ela apoia e pelo qual anseia, e que se nos tem revelado o melhor exemplo de Casa Assombrada que possamos imaginar, dê o seu derradeiro suspiro – fornecendo assim matéria fresca para um novo romance do supradito escritor americano.

Bem vistas as coisas, faltam-nos as bruxas, sobejam-nos os fantasmas…

 

 

Luiz Fagundes Duarte 22 September 08:11

 

 

(no diXL, de Angra do Heroísmo)

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