se fosse só pelo mau gosto pindérico

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Prioridades invertidas! Depois de, em outros tempos não tão longínquos, que passaram pela exigência de uma marina em cada concelho e outras que tais, entramos, definitivamente na época das estátuas. Para todos os tamanhos, gostos e saberes profissionais. Temos Guterres a nível nacional e, nos Açores, trabalha- se para um futuro monumento ao autarca (aqueles que, presumo trabalharam sem receberem qualquer pilim).
No presente, em PDL, num lugar que os doutores querem “santo”, vi, finalmente, esta obra prima:descontextualizada do cenário, com laivos pindescos, como se todo o culto e devoção que rodeiam Madre Teresa não importassem absolutamente nada.
Um mau gosto atroz, até não somente pela desproporção da estátua no amplo átrio, mas até pelo ridículo do ramo de flores, em cores folclóricas. Muito mau mesmo.
Assistimos a tempos em que o que importa é gastar dinheiro. Mesmo que seja dinheiro de todos nós.
É tão mau, que o melhor mesmo é fingir que não existe.
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veja os açores

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👀 A ver os Açores, dos Cedros à Ponta dos Rosais, do Pico à Caldeira da Graciosa. Aqui tão perto, por vezes tão longe 🔭
💚 Nos céus dos Açores com a nossa SATA ✈️
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Cristóvão Colombo, conheça tese instigante sobre sua vida – Mar Sem Fim

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Tese afirma que Cristóvão Colombo era português, o primeiro agente duplo trabalhando para Portugal infiltrado na corte espanhola.

Source: Cristóvão Colombo, conheça tese instigante sobre sua vida – Mar Sem Fim

NÃO SILENCIEM A BRONCA DOS CABOS SUBMARINOS

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Ainda os cabos submarinos!
É preocupante e misterioso o silêncio do lider do PS/A, Dr Vasco Cordeiro
Acorda S. Miguel!
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À espera de publicação nos Jornais Correio dos Açores e Diário Insular.
Cabos Submarinos: A desinformação do relatório europeu
Dúvidas houvesse, é evidente a dificuldade crescente dos defensores da transferência da principal amarração dos cabos submarinos CAM (continente – Açores – Madeira) da ilha de São Miguel para a ilha Terceira. Agora utilizam a conhecida técnica da imposição externa.
Pela voz do Director Regional das Comunicações, o actual Governo dos Açores inicialmente apregoou aos “sete ventos” a sua decisão pela opção da transferência. Depois de ter constatado que, na ilha de São Miguel, há desagrado geral e uma forte oposição, o discurso oficial foi alterado e o ónus da decisão passou a ser atribuído à ANACOM. O problema desta narrativa é que o estudo realizado pela ANACOM não concluiu, explicitamente nem implicitamente, pela transferência de qualquer amarração da ilha de São Miguel para outra ilha dos Açores. Nem o estudo da ANACOM, nem o estudo mandado realizar pelo anterior Governo Regional dos Açores (liderado pelo PS, que agora opta por um silêncio comprometedor e incompreensível!).
Não satisfeitos, aumentaram a parada e trouxeram para o conhecimento público um relatório de Junho 2022, no âmbito do Parlamento Europeu, com o título “Security threats to undersea communications cables and infrastucture – consequences for the EU (Ameaças de segurança para os cabos submarinos de comunicações e infra-estruturas – consequências para a União Europeia)”. O relatório europeu, não é um estudo técnico ou económico, tem como objectivos genéricos alertar os actores políticos da União Europeia para: a importância da rede de cabos submarinos; as suas vulnerabilidades e as ameaças que recaem sobre a segurança destas infra-estruturas críticas. Sugere ainda algumas recomendações de modo a melhorar a resiliência e a segurança das redes de cabos submarinos.
Mais uma vez, os defensores enganaram-se na narrativa. Não só tiraram ilações precipitadas para além do âmbito do relatório, como ironia das ironias, o próprio relatório tem erros de análise no que se refere às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.
Assim, relativamente aos Açores e à Madeira transcrevemos na integra do relatório europeu: “The Portuguese Island of Madeira has seven adjacent cables, providing many alternative data traffic routes during downtimes of cables. On the other hand, the Azores are only connected to two cable systems (CAM Ring and COLUMBUS III), offering only little redundancy in case of a cable break. The risk of simultaneous failure is enhanced because both cables land in the exact location.”
Em primeiro lugar, contrariamente ao publicado pela comunicação social dos Açores, o relatório europeu não sustenta nem avalia a opção pela transferência da principal amarração dos cabos submarinos CAM da ilha de São Miguel para qualquer outra ilha. Também, o relatório europeu não refere que a Madeira esteja ligada à América do Sul ou à África, porque simplesmente não está: a ligação à África está há muito desactivada e as ligações ópticas inseridas nos cabos Atlantis 2 e Ellalink são domésticas (apenas entre Madeira e o continente). Do mesmo modo, não se pode dizer que os Açores estavam ligados à América do Norte pelo cabo Columbus 3, porque a ligação óptica também é doméstica (entre Açores e o continente).
Em segundo lugar, o relatório europeu é manifestamente incorrecto, no que se refere aos Açores e à Madeira, porquanto:
1) não é verdade que a ilha da Madeira tenha 7 cabos submarinos. Na realidade, actualmente a Madeira é servida nas suas ligações ao exterior por 3 cabos submarinos: i) o segmento doméstico Madeira-Continente integrado no sistema internacional Atlantis 2; ii) o cabo Açores – Madeira (também denominado CAM Ring); e iii) o segmento doméstico Madeira-Continente integrado no sistema internacional Ellalink;
2) os restantes cabos que permitiram no passado recente ligações ao exterior do Arquipélago da Madeira estão desactivados, não tendo operado pouco mais de 20 anos, nomeadamente Columbus2 (1994-2003), SAT2 (1993-2013), Eurafrica (1992-2014) e CAM1 (1972-1993);
3) não é verdade que os Açores tenham pouca redundância justificada por os cabos amarrarem exactamente no mesmo local. Na realidade, o Arquipélago dos Açores é servido por 2 cabos submarinos nas suas ligações ao exterior, ambos com amarração na costa Sul da ilha de São Miguel, mas em dois locais distintos, nomeadamente: o segmento doméstico Açores – Continente integrado no sistema internacional Columbus 3, na Praia Pequena do Pópulo (Ponta Delgada); e o cabo Açores – Madeira (também denominado CAM Ring), no Areal de Santa Cruz (Lagoa).
O relatório europeu ao imputar a diminuição da redundância nos pontos de amarração da ilha de São Miguel, comete uma análise enviesada, parcial e erradamente critica. Uma vez que os referidos pontos de amarração distam um do outro 4,5 Km e estão em praias de areal, enquanto o relatório europeu não manifesta qualquer análise critica à redundância dos locais de amarração da ilha da Madeira, que distam entre si apenas 1,5 Km e estão em praias de calhau.
A confirmação de que os actuais pontos de amarração da ilha de São Miguel têm sido uma boa opção (a melhor dos Açores), uma vez que não provocaram avarias durante os já decorridos 23 anos, para além de apresentarem um conjunto de características técnicas (praias de areal) e geológicas (menor risco sísmico que o Grupo Central dos Açores), que os recomendam. Contudo, a ilha de São Miguel apresenta na sua costa Norte extensas praias de areal, que podem ser locais de amarração alternativos para a ligação directa ao continente português, com a nova estação de cabos submarinos a instalar na desactivada estação de satélites da Fajã de Cima (Ponta Delgada), permitindo uma ligação com amarração na costa Sul e outra na costa Norte (evita travessia da falha geológica denominada dorsal da Terceira).
Por outro, o relatório europeu enferma de três relevantes omissões na avaliação da segurança e resiliência das comunicações dos Açores: 1) não analisa a actual ausência de segurança física nos locais de amarração e na rede terrestre de caixas e condutas; 2) mais grave ainda, esquece completamente a maior ameaça para a perda de conectividade dos Açores, o facto da vida útil de 25 anos dos cabos submarinos continente – Açores e continente – Madeira terminarem dentro de 1 ano, em 2024, e do anel inter-ilhas dos Açores (serve 7 das 9 ilhas) terminar já este ano de 2023, sem qualquer perspectiva de substituição; 3) nada refere quanto à incapacidade no estabelecimento de ligações de emergência alternativas via satélite, pela utilização da estação terrena de Ponta Delgada, que está desactivada e obsoleta.
Por comunicação já enviada aos autores do relatório europeu, sugeri uma actualização com as referidas correcções, uma vez que aquele relatório está, involuntariamente, a desencadear desinformação pública através da Comunicação Social dos Açores, que amplamente o divulgou no passado dia 21 de Março.
O Diário Insular foi o que mais destacou o relatório europeu, com extensa notícia e um editorial. Na sua habitual presunção decretou: “o documento põe uma pedra sobre o assunto” para depois concluir que “daí não se saiba bem por que lado a Assembleia Legislativa irá pegar na Petição”.
Pelo contrário, em face da realidade socioeconómica dos Açores, dos argumentos técnicos e financeiros, o Diário Insular deveria colocar a sua “pedra” sobre a ideia errada de retirar à ilha de São Miguel o que existe desde há 130 anos: a sua ligação directa ao exterior. Por outro, numa atitude populista, o Diário Insular está a fazer um dano à democracia ao tentar desmerecer na Petição, que é uma acção de cidadania legítima e informada de participação pública nas decisões governativas.
Ponta Delgada, 27 de Março 2023
João Quental Mota Vieira
Eng. Electrotécnico (IST) e MBA (UAç)
Ex-Quadro Superior da Marconi/PT
Ex-Chefe da Estação de Cabos Submarinos dos Açores

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Memória das Vítimas da Inquisição.

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Hoje, coincidindo com a data da extinção da Inquisição em Portugal, comemora-se o Dia da Memória das Vítimas da Inquisição.
Judeus convertidos à força e que mantinham as suas práticas, muçulmanos, bruxas, hereges,pedreiros-livres, todos eles foram perseguidos pela mais ignóbil face de um poder que se afirmava dizer seguir as palavras do bom Jesus de Nazaré.
Recordo com especial carinho o meu 10.° avô, Dr. Miguel Lopes Pereira, médico em Beja, preso e que enlouqueceu no carcere da Inquisição de Évora, por manter as suas práticas judaicas.
Não esquecemos.Perdoamos.
Shabat Shalom.
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Projectos | Cátedra de Estudos Sefarditas "Alberto Benveniste"
CATEDRA-ALBERTO-BENVENISTE.ORG
Projectos | Cátedra de Estudos Sefarditas “Alberto Benveniste”

Projectos | Cátedra de Estudos Sefarditas “Alberto Benveniste”

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Pedro Horta

Idálio Joaquim NunesEstá lá esse meu avô, na genealogia dos Lopez.
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XANANA IMAGENS SEM COMENTÁRIO

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Kadalak Sulimutu
Media/news company
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XANANA HALO DEMÓNIU NIA SERBISU
Xanana Gusmão laiha diferente ho Adão no Eva iha Jardín Eden. Adão no Eva fiar liu Demóniu nia órden. Sira rua kontra Maromak nia kbiit nuʼudar Lia-loos. Sira hanoin saida mak sira halo ne’e mak loos kompara ho Maromak.
Hanesan iha Timor-Leste, Xanana koko koloka ninia an sai lia-loos iha Timor. Tanba ne’e, nia ignora Maromak nu’udar buat hotu-hotu. Nia halo buat hotu konforme hakarak. Kontra lei Kanónika mós dehan ne’e loos. Kontra ema-nia privasidade mós dehan loos.
Xanana kontra Maromak Nia Ukun Fuan Sanulu sai realidade. Maromak Nia Ukun Fuan Sanulu dehan keta halo sala fo’er maibé nia halo abuzu seksuál avontade hasoru labarik feto inosente sira. Kaer labarik feto sira-nia isin sensitivu, xupa labarik sira-nia ibun no xupa mós Madre nia ibun.
Hahalok ida-ne’e la normál ona maibé ema hotu nonook inklui defensór direitu umanu no Igreja Katólika. Xanana halo ona demóniu nia serbisu. Tanba ne’e, tenki reza ba nia atu nia bele hadook an hosi Demóniu nia órden.
Abaixu Meda CNRT 2007✊
Abaixu bosokteen✊
Abaixu mafiozu✊
Abaixu naokteen✊
Abaixu figura bosokteen✊️
Abaixu traidór✊️
Abaixu morál laek✊️

mais broncas governo dos açores

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➡️ O Bloco de Esquerda quer mais explicações do governo sobre a situação de incompatibilidade da diretora regional do Turismo, que acumulou este cargo na administração pública com a administração de uma empresa do sector do turismo – facto que foi ocultado na sua nota biográfica. O Bloco pede também acesso aos documentos técnicos que levaram o governo a permitir a suspensão dos pagamentos a que a empresa privada estava obrigada pela exploração das pousadas de juventude de São Miguel, Pico, Santa Maria e Terceira.
Notícia Completa: https://tinyurl.com/42urpud6
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➡️ O Bloco de Esquerda quer mais explicações do governo sobre a situação de incompatibilidade da diretora regional do Turismo, que acumulou este cargo na administração pública com a administração de uma empresa do sector do turismo – facto que foi ocultado na sua nota biográfica. O Bloco pede também acesso aos documentos técnicos que levaram o governo a permitir a suspensão dos pagamentos a que a empresa privada estava obrigada pela exploração das pousadas de juventude de São Miguel, Pico, Santa Maria e Terceira.
Notícia Completa: https://tinyurl.com/42urpud6

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Vários espaços comerciais em Ponta Delgada alvo de furtos – Açoriano Oriental

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Supermercados localizados nos Arrifes, Capelas, Livramento, São Sebastião e São Vicente Ferreira foram “atacados” ontem de madrugada

Source: Vários espaços comerciais em Ponta Delgada alvo de furtos – Açoriano Oriental

José Soares Jornais, papel e jornalism

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José Soares

 

Jornais, papel e jornalismo (1)

 

Nos finais de abril, terá lugar o I Congresso de Jornalistas dos Açores, com vários temas a debater.

A grande crise que atravessam todas as edições jornalísticas em papel nos dias de hoje, não deixa de ser de extrema importância para toda a sociedade. Esta crise que já vinha sendo cada vez mais acentuada desde os finais dos anos noventa do século passado com a evolução e difusão das novas tecnologias digitais, teve o seu golpe de misericórdia durante os longos meses de confinamento social pela COVID-19. Com a população mundial sem consumir, as empresas distribuidoras dos mais diversos artigos de consumo, cortaram oitenta por cento da habitual publicidade impressa. Numa situação julgada muito temporária, os jornais limitaram-se em reduzir páginas. Mas a situação prolongou-se em demasia para a frágil resistência das publicações – especialmente as pequenas, as regionais ou as locais – por todo o planeta jornalístico.

“Demorou meio século para que a receita anual de anúncios impressos em jornais aumentasse gradualmente de US$ 20 bilhões em 1950 (ajustados pela inflação em dólares de 2014) para US$ 67 bilhões em 2000. Mas de seguida levou apenas 12 anos para passar de US$ 65,8 bilhões em receitas publicitárias de volta para menos de US$ 20 bilhões em 2012, antes de cair ainda mais em 2013 e 2014.” (Newspaper Association of America).

Em dezembro último, o Observatório Europeu de Jornalismo informou que a pandemia teve um impacto significativo na indústria dos mídia da Europa, relatando cortes na Alemanha, Itália, Reino Unido, Polônia, Portugal, Letônia, Geórgia e Espanha. Na Itália, muitas bancas declararam falência, com 1.410 bancas fechadas apenas no primeiro semestre de 2020. Na Polónia, alguns editores de jornais regionais registaram perdas de receitas até oitenta por cento; publicações independentes locais relataram perdas semelhantes na Ucrânia.

Pela linha descrita pelo economista Joseph Schumpeter, na sua obra “Capitalismo, Socialismo e Democracia”, sobre a Criatividade Destrutiva, onde o velho é constantemente substituído pelo novo, podemos dizer que o declínio dramático das receitas publicitárias dos jornais desde 2000 tem de ser um dos vendavais schumpeterianos mais significativos e profundos de destruição criativa na última década, talvez numa geração. E não está nem perto de acabar. Um relatório de 2011 da IBISWorld sobre Dying Industries identificou a publicação de jornais como uma das dez indústrias – na verdade está em segundo lugar – que podem estar à beira da extinção tanto nos Estados Unidos como, progressivamente, no resto do mundo.

No final de 2004 publicavam-se nos Estados Unidos mais de 9.000 jornais. Já nos finais de 2005 eram 8.891 e em 2019 já só havia 6.377. Em 2020 fecharam mais 360 jornais e isso inclui 70 diários, alguns centenários.

De acordo com o site NewspaperDeathWatch.com, desde 2004 os Estados Unidos perderam um quarto da sua imprensa escrita e 28% dos postos de trabalho e o que tem crescido (mais de 20%) são os jornais na internet. O tempo médio diário de um leitor com o jornal na mão é de apenas 22 minutos. Cerca de oito horas por dia com o computador ligado e 15 horas consultando o telemóvel.

Os jornais nos Açores têm de avançar rapidamente para as novas tecnologias, numa transição irreversível e obrigatória, se querem continuar a existir. Alguns exemplos já existem mas ainda bastante tímidos. Para alguns, a barreira do investimento será intransponível.

Um dos bons exemplos em Portugal de um jornal online, é o Observador:

“O Observador é um jornal generalista digital português, cuja primeira edição foi a 19 de maio de 2014. É o único jornal em Portugal inteiramente digital – excetuando as edições anuais de aniversário e de lifestyle. O jornal foi criado como uma aposta no meio digital, que alguns jornalistas e investidores consideravam, no momento da fundação, ser o futuro.

No primeiro mês (2014), reportou 630 mil visitantes. Em agosto de 2017, registou doze milhões de visitas e 46 milhões de páginas vistas. No mesmo mês, contava com 40 jornalistas na sua equipa. Foi eleito melhor jornal generalista do ano em 2018 e 2019, entre outros prémios.”

(Continua)

TIMOR INCOMPETÊNCIA E PRAZO DE VALIDADE DOS PASSAPORTES

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Governo timorense prolonga validade de passaportes por falta de novos documentos
Díli, 29 mar 2023 (Lusa) – O Governo timorense aprovou hoje o prolongamento extraordinário do prazo de validade dos passaportes eletrónicos de Timor-Leste, até maio de 2024, devido às dificuldades e obter novos documentos para a revalidação.
“Apesar dos esforços para adquirir os cadernos necessários para emitir os passaportes eletrónicos de Timor-Leste, vários fatores impediram o sucesso da sua realização. Por este motivo, o Conselho de Ministros decidiu prorrogar a validade dos passaportes eletrónicos que caducarem durante o período em que o Decreto-Lei estiver em vigor, até 06 de maio de 2024, desde que ainda tenham páginas disponíveis”, explica o decreto-lei aprovado.
A lei em vigor determina que a validade máxima dos passaportes é de cinco anos, sendo a extensão desse período improrrogável, com o Governo a reconhecer não ter conseguido solucionar o problema antecipadamente.
Recentemente, as autoridades anunciaram não terem passaportes disponíveis para a emissão de novos documentos de viagens, situação que desencadeou polémica, dentro e fora do Ministério da Justiça.
A medida pretende “assegurar a liberdade de circulação internacional dos cidadãos timorenses, num contexto excecional de impossibilidade de satisfação de todas as solicitações de emissão de documentos individuais de viagem que têm sido apresentadas”, indica o decreto-lei, que vai agora ser enviado para o Presidente timorense.
O prolongamento do prazo de validade dos passaportes eletrónicos de Timor-Leste “vai ser confirmado pelo Diretor-Geral dos Registos e Notariado, através de carimbo e assinatura, a colocar na página três do passaporte eletrónico”, ou pelo “chefe da Missão Diplomática ou do serviço consular, através da emissão de declaração de confirmação da prorrogação do prazo de validade do passaporte eletrónico de Timor-Leste”.
O diploma tem efeitos a partir de 04 de maio de 2022.
ASP // EJ
Lusa/Fim
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Dan Conroy

But will other countries recognise this amendment?
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Podemos apaixonarmo-nos por um robot?

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Podemos apaixonarmo-nos por um robot?
Se a paixão é uma fantasia não-realista e uma ilusão agradável de um Outro, então há quem responda afirmativamente
E não falta quem ande a prever casamentos com robots!
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Alexandra Coutinho

A nova era da nova ordem mundial.
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A ROMÉNIA ULTRAPASSOU PORTUGAL

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Herlander Pacheco

Portugual num espaço de 5 a 10 anos será ultrapassado por todos os Países da UE. Portugal a nível e economico é um DESASTRE, sendo que a população prefere o facilitismo, bem como uma mentira que a uma verdade.