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COVID-19: O Big Brother A Caminho? – Dif Broker Portugal

No seu romance 1984, publicado em 1949, George Orwell imaginou o que seria a experiência de viver num estado totalitário. O personagem principal, Winston Smith, era membro do Partido Exterior, um estrato inferior do Socing – o partido político totalitário que controla o superestado fictício da Oceânia.

Source: COVID-19: O Big Brother A Caminho? – Dif Broker Portugal

a austrália virou prisão? é legal?

Gina Carrascalao
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Australia’s outbound travel ban as a public health response to the coronavirus pandemic is one of the strictest in the world. So is it legal and what happens if you get a job offer overseas or want to leave long term?

Australia’s outbound travel ban as a public health response to the coronavirus pandemic is one of the strictest in the world. So is it legal and what happens if you get a job offer overseas or want to leave long term?

vem mansa mansamente a repressão

NA REPÚBLICA CONTINENTAL A GNR CARREGA E NÃO HÁ HABEAS CORPUS PARA NINGUÉM….

Festa de casamento ao ar livre não é permitida. Só para os familiares dos noivos. Não há liberdade de ir e vir….

Onde estão os direitos e garantias daquela gente? A Constituição não os garante naquela terrinha?

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Festa teria cerca de 300 pessoas. GNR obrigou a que a festa continuasse apenas com os familiares diretos dos noivos

TVI24.IOL.PT
Festa teria cerca de 300 pessoas. GNR obrigou a que a festa continuasse apenas com os familiares diretos dos noivos
Festa teria cerca de 300 pessoas. GNR obrigou a que a festa continuasse apenas com os familiares diretos dos noivos

Novo diretor do Teatro Municipal de Bragança quer ouvir as pessoas e as instituições | Diário de Trás-os-Montes

O diretor do Teatro Municipal de Bragança (TMB), João Cristiano Cunha, quer que a comunidade sinta que esta sala é delas, com uma aposta num serviço educativo que ausculte as instituições e as pessoas que estão no terreno.

Source: Novo diretor do Teatro Municipal de Bragança quer ouvir as pessoas e as instituições | Diário de Trás-os-Montes

a austrália não existe

Você já ouviu falar na “Sociedade da Terra Plana”. Eles fazem parte de um “seleto grupo” que acredita que a Terra tem a forma de um disco gigante. Embora a…
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JORNALCIENCIA.COM
Pessoas que acreditam que a Terra é plana dizem que a Austrália não existe. Entenda!

as que acreditam que a Terra é plana dizem que a Austrália não existe. Entenda!

de Merelyn Cerqueira 0

Você já ouviu falar na “Sociedade da Terra Plana”. Eles fazem parte de um “seleto grupo” que acredita que a Terra tem a forma de um disco gigante.

Embora a teoria já tenha sido refutada inúmeras vezes, de fato é cada vez maior o número de pessoas que acreditam que nosso planeta é plano.

Embora a história por si só já seja louca, ela fica ainda melhor. Aparentemente, os terraplanistas agora estão sugerindo que a Austrália não existe – apesar dos mapas, fotografias, vídeos, experiências pessoais e tudo mais.

A ideia foi proposta na internet em 2017, escrita por uma usuária do Reddit chamada Shelly Floryd, e apresentada em uma convenção dos terraplanistas realizada em maio deste ano no Reido Unido. A questão, no entanto, recentemente voltou a circular nas redes sociais.

“A Austrália não é real. É uma farsa feita para acreditarmos que a Grã-Bretanha transferiu seus criminosos para algum lugar. Na realidade, todos esses criminosos foram carregados em navios e lançados nas águas, afogando-se antes que pudessem ver a terra novamente”, afirma Shelly Floryd.

E ela prossegue: “É um encobrimento de um dos maiores assassinatos em massa da história”. Agora, você deve estar se perguntando em qual argumento ela baseou essa constatação; afinal, se a Austrália não existe, quem são os australianos?

De fato, Floryd acredita que todos as pessoas que “supostamente” vivem ali são frutos da computação gráfica e qualquer um que afirme ter estado no país “está terrivelmente enganado”. Como?

Ela explica que todos os pilotos que voam seus aviões com destino a Austrália fazem parte de uma conspiração. Eles estariam modificando as rotas e desembarcando seus passageiros em alguma região da América do Sul, para que estes acreditem estar no inexistente país. É mole?

Fonte: Mirror Foto: Reprodução / Daily Star

nota do editor do blogue
e eu comprovo
pagaram-me para me tornar australiano e enganar toda a gente a acreditar que a austrália existe, é um logro, somos todos atores amadores…

ponta delgada, serões na avenida

QUEM SE LEMBRA DOS SERÕES DA AVENIDA?
(Um testemunho para a reportagem do Açoriano Oriental de domingo)

As noites de verão em Ponta Delgada eram passadas na “Avenida” (a Avenida Infante D. Henrique) durante os anos 80 e 90; no “Campo” (o Campo de São Francisco) durante a primeira década do século XXI; nas “Portas” (as Portas do Mar) durante a década passada. Regressaram, depois, ao centro histórico, com a animação cultural da câmara municipal, e retomaram, agora, a avenida litoral, com os condicionalismos da crise pandémica. Ironicamente, quatro décadas depois, voltamos à avenida pela mesma razão inicial: não haver muito mais para fazer…

De maio/junho a setembro/outubro, depois do Santo Cristo e antes do regresso às aulas, as “férias grandes” eram passadas à tarde na piscina (a velha Piscina de São Pedro, que deu lugar ao prolongamento da via) e à noite na avenida. A avenida era palco de encontros e desencontros, de amizades e de namoros.
Em boa verdade, não havia ali outra coisa se não gente. Sobretudo nos serões de sexta e sábado. Uns sentados na muralha a verem os outros passearem para a frente e para trás. Especialmente na sua zona central, entre o Solmar e os Correios. Só os casalinhos se atreviam a seguir até ao extremo poente do Forte de São Brás para ficarem protegidos dos olhares comentadores.
Cruzavam-se aqui todas as gerações, condições e profissões, a seguir ao jantar (geralmente depois da telenovela brasileira do canal único) e até perto da meia-noite (quanto mais novos, mais resistentes).
Este fenómeno poderá justificar-se de forma simples: gente chama gente. E a sua reincidência em ambiente de pós confinamento decorrerá da natural necessidade humana de interagir socialmente com os outros.

A Avenida Infante D. Henrique é o cenário emblemático do calendário cultural de Ponta Delgada: o fogo de artifício da passagem de ano, a batalha de água na terça-feira de Carnaval, a City Show do Azores Rallye, as barraquinhas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, o desfile etnográfico das Grandes Festas do Espírito Santo, a mancha branca da PDL White Ocean. A nossa avenida está sempre presente na vida social da nossa cidade. Até serve para comemorar conquistas desportivas e vitórias eleitorais.

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