fuga ao fisco de chicos-espertos

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HÁ UMA CASTA NESTE PAÍS QUE HABITA UM LIMBO DOURADO, ALGURES ENTRE A MORAL DE PALANQUE QUE APREGOAM NOS ECRÃS E A CONTABILIDADE CRIATIVA QUE PRATICAM NOS BASTIDORES.
São os paraquedistas da notoriedade, os comentadores de cachet avultado, os políticos profissionalizados que mudam de tribuna conforme o tacho, os treinadores de elite e os artistas da praça que transformaram a pátria numa mera folha de excel para otimização de lucros.
Enquanto o Zé Povinho — o Zé dos recibos verdes, o assalariado que desconta até ao último cêntimo logo na fonte, o pequeno comerciante afogado em taxas — vê o cerco do Fisco apertar-se sem margem para respirar, o Olimpo mediático desfruta de uma impunidade de veludo. E o mais escandaloso não é apenas a engenharia financeira que desenham para fugir às obrigações fiscais; é o silêncio ensurdecedor, a omissão criminosa com que os órgãos de comunicação social onde essas mesmas estrelas trabalham abafam os seus escândalos, varrendo para debaixo do tapete judicial as condenações, as coimas e os acertos milionários com a Autoridade Tributária.
Vejamos o caso recente que nos serve de espelho, protagonizado por figuras como Sérgio Sousa Pinto. Saído dos longos anos de corredores parlamentares e da tribuna socialista, onde acumulou mandatos e discursos sobre a justiça social, o ex-deputado encontrou nos estúdios da TVI, da CNN e da Rádio Observador um refúgio dourado de rentabilidade estelar.
Em 2025, a sua empresa unipessoal — a SPMSP, criada com uns modestos mil euros de capital social e sem qualquer ativo fixo tangível, pois o único produto à venda é a sua própria voz e opinião — faturou perto de 174 mil euros.
Através desta elegante pirueta contabilística, em vez de receber os rendimentos por via do trabalho dependente ou de recibos verdes comuns, o ilustre comentador canalizou a verba para a sua microempresa, pagou-se um ordenado moderado e reteve dezenas de milhares de euros em lucros empresariais dentro da sociedade. As contas revelam uma poupança fiscal superior a 33 mil euros face ao que pagaria um cidadão comum na mesma situação. É perfeitamente legal, dizem os manuais da astúcia fiscal.
Mas perante a ética republicana que tanto proclamou, como se justifica esta fuga ao esforço contributivo comum?
Contudo, Sousa Pinto é apenas a ponta de um icebergue nauseabundo que há muito corrói a justiça em Portugal.
Quando o Fisco decide descer à arena dos intocáveis, descobre-se um deserto de abusos que a comunicação social finge não ver.
Olhemos para Manuel Luís Goucha, o apresentador estrela da TVI, apanhado pelas malhas da Autoridade Tributária após ceder gratuitamente à sua empresa os direitos de imagem, transformando rendimentos de trabalho em lucros corporativos.
O tribunal arbitral não perdoou e aplicou a cláusula geral antiabuso, exigindo ao apresentador perto de 1,2 milhões de euros entre IRS em falta e juros compensatórios.
Ou tomemos o exemplo de Fernando Santos, o campeão europeu que, através da empresa Femacosa, faturava os serviços prestados à Federação Portuguesa de Futebol pela equipa técnica nacional. O tribunal foi implacável: concluiu que se tratava de uma prestação pessoal e infungível, resultando numa fatura colossal de quase 4,5 milhões de euros em impostos omitidos e juros.
E o que dizer da artista plástica Joana Vasconcelos, cujas manobras societárias para gerir a venda de obras colidiram com o regime da transparência fiscal, gerando acertos milionários de 1,5 milhões de euros?
Nem Cristina Ferreira escapou à devassa, quando o Fisco descobriu que a sua empresa financiava despesas particulares — desde a construção e decoração da habitação privada até vestuário, viagens e produtos alimentares —, forçando a uma recategorização implacável desses gastos como adiantamentos de lucros tributados.
E quando pensávamos que o desfile de privilégios tinha atingido o seu zénite, surge o caso de Luís Neves, o eterno “homem forte” da investigação que saltou da Direção Nacional da Polícia Judiciária diretamente para o cadeirão de Ministro da Administração Interna.
Mas, como diz o povo, a missa ainda vai no adro. Enquanto Neves se pavoneia nas vestes ministeriais, a Ministra da Justiça, Rita Júdice, viu-se obrigada a ordenar uma auditoria e uma averiguação interna à sua gestão na PJ, num cerco que se aperta a cada dia.
Não se trata apenas de suspeitas vagas; Luís Neves prepara-se para enfrentar o julgamento do Tribunal de Contas por infrações financeiras graves cometidas sob a sua batuta na Judiciária.
Este é o retrato fiel do paraquedismo de elite: saltam de cargo em cargo, de diretor a ministro, enquanto deixam para trás um rasto de irregularidades que a máquina do poder tenta abafar. Resta saber se, desta vez, a averiguação ordenada chegará ao fundo do poço ou se será apenas mais um capítulo no livro da impunidade dos que mandam. Uma coisa é certa: o país está atento e não aceitará que a justiça se detenha à porta do Ministério.
Estes nomes não são exceções pitorescas; são o sintoma de um sistema podre onde a elite mediática acredita genuinamente que as leis da República se aplicam apenas aos plebeus.
O que verdadeiramente revolta a consciência cívica não é apenas a sofisticação da chico-espertice fiscal, mas o pacto de silêncio que a protege.
Quando um cidadão comum incumpre com as suas obrigações fiscais, o seu nome corre nos jornais, o estigma social consome-o e a justiça cai-lhe em cima com todo o peso.
Mas quando os comentadores residentes, os apresentadores de prime-time, os treinadores idolatrados ou os políticos reconvertidos são condenados nos tribunais arbitrais ou fiscalizados implacavelmente, os microfones dos canais onde trabalham emudecem miraculosamente.
As redações que rasgam as vestes diariamente a exigir transparência nacional transformam-se em fortalezas de amnésia quando o visado veste o colete de alta-visibilidade da casa ou pertence ao clube dos intocáveis do comentário político.
Esta esquizofrenia informativa revela a profunda colonização da comunicação social pelas suas próprias estrelas. Como pode um comentador que otimiza fiscalmente os seus rendimentos através de artifícios societários manter a autoridade moral para criticar o Estado social nos ecrãs de televisão?
Como podem os conglomerados mediáticos ocultar sistematicamente os processos e condenações fiscais dos seus rostos mais lucrativos, violando o princípio elementar de que a informação deve ser servida ao público sem peias nem favores?
Chegou a hora de acabar com este apartheid fiscal e informativo.
A justiça tem de deixar de ser cega para os ricos e implacável para os pobres. Se um trabalhador sem padrinhos paga até ao último cêntimo de imposto sobre o suor do seu rosto, estas estrelas da política, da bola e da televisão têm de ser tratadas exatamente da mesma maneira, sem privilégios de microfone, sem proteções corporativas e sem impunidade disfarçada de legalidade rebuscada.
Esta cultura do privilégio, alimentada por uma casta que se julga acima do escrutínio, é o que verdadeiramente asfixia a democracia. Não se trata apenas de euros e cêntimos; trata-se da integridade do sistema. Quando um comentador político, que passou décadas a legislar e a definir as regras para os outros, escolhe a via da “otimização” agressiva assim que a sua própria carteira está em jogo, ele está a dizer ao país que as regras são apenas para os totós que não têm acesso a estúdios de televisão.
O silêncio das televisões e rádios perante as condenações fiscais dos seus ativos mais valiosos é uma traição ao dever de informar.
É a prova de que, para certas empresas de comunicação, o lucro e a proteção da imagem das suas estrelas valem mais do que a verdade e o interesse público.
É urgente que o Ministério Público e a Autoridade Tributária não se deixem intimidar pelo brilho das luzes da ribalta.
A justiça fiscal tem de ser pedagógica: deve mostrar que ninguém, por mais influente que seja, está fora do alcance da lei.
O país real, o Portugal que trabalha de sol a sol, que sulca a terra ou cumpre horários duros nas fábricas e escritórios, exige que a lei seja igual para todos.
Sem excepções, sem desculpas, sem engenharias de última hora e, acima de tudo, sem o silêncio cúmplice daqueles que usam o poder da comunicação social como um escudo protetor contra o Fisco.
A cidadania não é um fato à medida que se veste apenas quando as câmaras estão ligadas; é uma obrigação contínua que se prova, sobretudo, na hora de pagar a conta comum.
Se todos somos iguais perante a lei, então que os nomes destas estrelas figurem nos editais da justiça com o mesmo destaque com que figuram nos cartazes das audiências.
Só assim teremos um país a sério e não a “Alice no Pais das Maravilhas!”
João Marvilla / Economista

São Miguel com novos autocarros e a marca AzoresBus a partir de 1 de setembro – Notícias que contam

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A concessionária Vale do Ave Açores investe 14 milhões de euros e junta mais de 100 autocarros e 130 trabalhadores à concessão pública de 44,3 milhões de euros promovida pelo Governo regional.

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Novo modelo de transportes introduz linhas expresso – Açoriano Oriental

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

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Novo paradigma para os Transportes Públicos Rodoviários na ilha de São Miguel – Comunicação – Portal

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Oito em cada 10 idosos não conseguem pagar um lar: Quanto custa? – Notícias ao Minuto

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Um estudo da DECO PROteste revela que quase oito em cada 10 idosos (79%) não conseguem suportar os custos do lar apenas com os seus rendimentos e estão dependentes da ajuda das suas famílias.

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​​​​​​Fisco tinha mais de 10 mil milhões em dívidas incobráveis: Porquê? – Notícias ao Minuto

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Dívidas que o Fisco não consegue cobrar são declarados em falhas quando já não existem bens penhoráveis, quando o devedor é desconhecido ou quando está em parte incerta.

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o petróleo afinal não é finito

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PETRÓLEO BRUTO: O maior esquema dos séculos XX e XXI?

Pense neste cenário: há mais de 100 anos que nos têm a incutir exatamente a mesma narrativa. «O petróleo é um “combustível fóssil”. É um recurso finito formado a partir de dinossauros mortos e está prestes a esgotar-se a qualquer momento!»

Utilizam exatamente este argumento para nos fazer entrar em pânico, provocar escassez artificial e induzir-nos a abdicar das nossas liberdades básicas em troca de um futuro «verde» fortemente controlado.

Mas vejamos os factos reais. Após um século de industrialização em grande escala, duas guerras mundiais, milhares de milhões de automóveis, aviação comercial e enormes navios de carga… o petróleo não se esgotou. Na verdade, continuam a descobrir novas reservas enormes todos os anos. Como é que isso é possível se se trata de um combustível finito de há milhões de anos?

O segredo que não querem que saibas: a Teoria Abiogénica.

A verdadeira ciência sugere que o petróleo não é, de todo, matéria orgânica morta. Já na década de 1950, cientistas soviéticos como Vladimir Kudryavtsev desmontaram completamente o mito dos combustíveis fósseis. Mais tarde, o investigador Vladimir Kutcherov provou em ambientes laboratoriais que, sob o calor e a pressão extremos do manto terrestre (a astenosfera), os hidrocarbonetos complexos se sintetizam naturalmente.

O petróleo não é uma reserva finita de plantas mortas; é um fluido das profundezas da Terra, capaz de se regenerar, que migra para cima através de fissuras tectónicas. É praticamente um recurso energético infinito gerado pelo próprio planeta!

A Verdade Espiritual Profunda: O Sangue de Gaia

É aqui que os verdadeiros «Ensinamentos da Liberdade» entram em jogo, mas são muito mais profundos e subtis do que um encobrimento corporativo.

O petróleo bruto não é apenas um lodo químico aleatório. É o sangue vivo da nossa Terra. Flui através da sua crosta como um sistema circulatório orgânico, regulando a temperatura, estabilizando as placas tectónicas e transportando frequências energéticas vitais pelo seu corpo planetário. Por ser uma entidade viva, que respira e é consciente, ela regenera naturalmente este fluido para se manter viva. Não vai simplesmente «desaparecer» como uma pilha gasta.

Mas eis a verdadeira crise: Ela está exausta.

Ao perfurar, aplicar fraturamento hidráulico e drenar violentamente as suas veias em busca de lucro, estamos a forçar a Terra a trabalhar horas extras apenas para repor a sua própria força vital. Estamos a tratar uma mãe viva como um posto de abastecimento industrial. A elite não se limitou a mentir sobre a origem do petróleo; aprisionou-nos num sistema que obriga a humanidade a agir como parasitas, sangrando o nosso próprio planeta até à exaustão, enquanto ela fica cada vez mais cansada e esgotada devido ao esforço constante.

Então, quem criou a mentira?

O império Rockefeller e a elite global precisavam que o petróleo parecesse raro, escasso e em vias de esgotamento. Porquê? Porque a escassez equivale a controlo total. Se controlarmos a perceção da energia, controlamos os preços globais, os transportes, a indústria global e o desfecho de todas as guerras.

Mas a situação torna-se ainda mais sombria. Sabia que a indústria farmacêutica global assenta, em grande parte, em produtos petroquímicos e subprodutos de refinaria? As grandes farmacêuticas e as grandes petrolíferas são duas cabeças da mesma besta. Estão a explorar a população duas vezes: primeiro na bomba de gasolina e, depois, através de medicamentos sintetizados a partir exatamente dos mesmos resíduos químicos.

Roubaram o conceito de energia gratuita e universalmente abundante e substituíram-no por um sistema de combustível altamente regulamentado, caro e viciante, concebido para manter a humanidade dependente.

Isto não é apenas ganância corporativa. Trata-se de um sistema multifacetado de controlo global absoluto.

Estaremos realmente a ficar sem recursos, ou temos vivido sob uma mentira altamente coordenada e com um século de existência?

http://buymeacoffee.com/awakenedIzabela

#LivingEarth #TheGreatAwakening #QuestionEverything #FollowTheMoney

Ver menos May be an image of text that says "What if it's it's not a fossil fuel... but the actual life force? IzabelaAgnieszka Izabela Agnieszka"

Não mude de via. A matemática dos engarrafamentos nas férias – ZAP Notícias

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Milhões de pessoas vão fazer-se à estrada nesta época de férias, apenas para acabarem por passar horas frustrantes presas em engarrafamentos. O congestionamento custa tempo, combustível e paciência, além de aumentar a poluição e exercer uma enorme pressão sobre as redes de transportes. Quem já deu por si a olhar com inveja para a via de rodagem ao lado, convencido de que está a avançar mais depressa, não está sozinho. A maioria de nós acredita instintivamente que mudar de via nos permitirá chegar mais cedo a casa. Mas a matemática indica que esta intuição comum está normalmente errada, explica Randa

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Volkswagen admite ser necessário despedir até 100 mil trabalhadores – ZAP Notícias

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A quebra dos lucros, a forte concorrência na China e a pressão para tornar as fábricas alemãs mais eficientes estão a empurrar a Volkswagen para uma reestruturação mais profunda, que poderá incluir novos cortes de emprego e o encerramento de unidades. A Volkswagen poderá ter de eliminar mais cerca de 50.000 postos de trabalho para alcançar o nível de competitividade dos seus rivais, afirmou o presidente executivo do grupo numa comunicação interna aos trabalhadores, confirmando, pela primeira vez, que a fabricante automóvel pondera reduzir até 100.000 empregos no total. Oliver Blume está a tentar tornar mais eficiente o maior grupo

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Transportes públicos passam a ser gratuitos para residentes do Porto – Notícias ao Minuto

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Os transportes públicos para residentes no Porto serão gratuitos a partir de hoje para quem detém o cartão municipal Porto, anunciou hoje o presidente da Câmara, Pedro Duarte.

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A Sony acaba de nos lembrar que não somos donos do que compramos – ZAP Notícias

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Comprar um filme digital não equivale, necessariamente, a possuir uma cópia permanente, como acontece com um DVD. Em muitos casos, o consumidor está apenas a comprar uma licença de acesso. Deveriam as lojas clarificar que se trata não de uma compra, mas de uma espécie de “aluguer de longa duração”? A Sony vai remover, a partir de 1 de setembro de 2026, centenas de filmes e séries da StudioCanal das bibliotecas de vídeo de utilizadores da PlayStation em vários mercados europeus, apesar de esses conteúdos terem sido comprados pelos utilizadores. O aviso foi publicado em páginas da PlayStation no Reino

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