descoberto cemitério fenício

A 4th or 5th-century B.C Phoenician necropolis has been found at Osuna in Southern Spain. A well-preserved underground limestone vault necropolis, where the Phoenicians living in the Iberian peninsula buried their dead, was discovered during water utility upgrades.
“Unprecedented” Phoenician necropolis found in southern Spain
ARKEONEWS.NET
“Unprecedented” Phoenician necropolis found in southern Spain
A 4th or 5th-century B.C Phoenician necropolis has been found at Osuna in Southern Spain. A well-preserved underground limestone vault…
62
2 comments
Like

Comment
2 comments
View 1 more comment
All comments

  • Carl Hully

    Very cool I like my Phoenicians and Carthaginians history that much I might enquire at Vauxhall is it possible to choose where can go holiday to if I won the competition I like to go to tripoli to see all the ancient building, museums, monuments and of course the ports

o regresso anunciado da censura

48 anos passados do fim da imprensa amordaçada, assim chegámos com os Marcos Galinha e quejandos a mandar nos jornas em Portugal.
………………………………..
« (…) No Jornal de Notícias publiquei sempre sobre os temas que escolhi e fui sempre respeitada nessa liberdade. Mesmo quando, num artigo, critiquei Proença de Carvalho, então administrador do grupo Global Media.
Em setembro de 2020, Marco Galinha comprou 40% do grupo. Meses depois, um assessor do Chega publicou um vídeo no YouTube, festejando uma decisão da nova administração, até então desconhecida, de deixar de remunerar a minha participação e a de outros titulares de cargos públicos. A decisão revelada pelo ativista de extrema-direita não chegou a aplicar-se, mas sabe-se hoje que o Chega estava bem informado.
De facto, a administração da Global Media tentou impor essa medida à direção do jornal. Sabemo-lo hoje porque a Entidade Reguladora da Comunicação Social publicou o parecer em que deu razão às queixas apresentadas pelo Conselho de Redação do JN contra Marco Galinha por tentativas de ingerência ilegal em decisões que competem apenas à direção editorial.
Na sequência da invasão russa da Ucrânia, dei a conhecer os negócios em Portugal do oligarca russo Marco Leivikov, sócio de Marco Galinha noutras empresas. O dono do JN acusou-me então, publicamente, de estar a retaliar por ter deixado de ser remunerada pelos meus artigos. Como já vimos, essa remuneração nunca foi interrompida, porque o JN, cumprindo a decisão da ERC, recusou a ingerência de Galinha.
Surpreendida, a administração da Global Media tentou colocar novos entraves à minha participação neste jornal: alegou que não seria compatível com o exercício do meu mandato em regime de exclusividade (o que o próprio Parlamento desmentiu, na sequência de uma queixa do Chega); depois, através de jornais obscuros, lançou desinformação sobre a minha situação fiscal (escolhi um regime em que renuncio a qualquer benefício fiscal). Marco Galinha falhou, sucessivamente.
Este processo tem agora o seu desfecho, com a anunciada exclusão de todos os políticos no ativo que mantinham participação regular no JN e, portanto, com o fim desta crónica. Sem qualquer justificação plausível, a única que resta é a óbvia.
Logo no dia maior da Liberdade, custa-me esta feia despedida.
Agradeço a quem me acompanhou nesta página, ao longo dos anos. JN, com século e meio de história, é uma presa demasiado grande para dinheiro tão fraco. O que Marco Galinha não poderá tirar-me é o gosto, que devo ao 25 de Abril, de ser insuportável para figuras como ele. (…)»
Como Marco Galinha acabou com esta crónica
ESQUERDA.NET
Como Marco Galinha acabou com esta crónica
Esta é a minha última crónica. Na semana passada, o Jornal de Notícias comunicou-me que deixará de ter titulares de cargos públicos como colunistas regulares. Assim, termina hoje a minha presença nesta página, onde escrevi com dedicação quase todas as semanas ao longo dos últimos sete ano…
Artur Arêde and 4 others
Like

Comment
Share

em s miguel roubaram passaportes e mais coisas a refugiados ucranianos

Info
Por favor, ajudem-nos a encontrar os nossos passaportes 🙏🏻😭🇺🇦
Nós somos da Ucrânia. No dia 26 de Abril viemos para os Açores, mais propriamente para a Ilha de São Miguel e fixamo-nos em Ponta Delgada. No dia seguinte decidimos ir para outra parte da ilha para ver as vistas. Chegamos à freguesia da Ribeirinha, na zona norte da ilha. Estacionamos o nosso carro perto do Miradouro, e havia mais um carro neste local, um Volkswagen Golf preto velho. Fomos ver a vista e ficamos lá durante cerca de 10 minutos.
Quando voltamos ao nosso carro, vimos que o vidro do carro estava partido e todas as nossas coisas pessoais tinham sido roubadas. Lá estavam os nossos passaportes ucranianos, roupas, mochila, dinheiro, power banks, um drone, entre outras coisas. Ficamos chocados. Chamamos a polícia e perguntamos aos moradores se eles viram alguma coisa. A polícia veio e nós demos-lhes todas as informações que tínhamos, e a polícia até disse que tem suspeito. Tudo isto aconteceu perto do Porto de Santa Iria.
O mais importante são os nossos passaportes ucranianos 🇺🇦.
Esperamos que os ladrões os deixem em algum lugar. 🙏🏻
Pessoas que moram aqui em São Miguel, se vocês encontrarem os nossos passaportes, entrem em contato connosco ou levem-os à polícia, por favor.
Os nossos contatos:
Alex (nome completo Oleksandr Bezkopylnyi): 927 463 055
Hanna Sobol: 927 463 085
——————
Please, help us to find our passports 🙏🏻😭🇺🇦
We are from Ukraine. On April 26th we came to Azores, San-Migel Island and settled in Ponta Delgada. On the next day we decided to go to another part of the island to see the views. We came to Ribeirinha City, north part of the island. We parked our car near the Miradouro, and there was one more car in this place, old black Volkswagen Golf. We went to see the view and stayed there for about 10 minutes.
When we returned to our car, we found that the window was broken and all our personal stuff were stolen. There were our Ukrainian passports, clothes, backpack, money, power banks, drone and some other things. We were shocked. We called the police and asked locals if they saw the car. Then the police came and we gave them all the information we had, and the police said that they have suspect who could do it. It happened near Porto de Santa Iria.
The most important thing is our Ukrainian passports 🇺🇦.
We hope that robbers throw them somewhere. 🙏🏻
People who live here in San-Migel, if you find our passports, please contact us or bring them to the police.
Our contacts:
Alex (full name Oleksandr Bezkopylnyi): 927 463 055
Hanna Sobol: 927 463 085
You and 4 others
1 comment
4 shares
Angry
Angry

 

Comment
Share
1 comment

Top comments

Presidente do Governo dos Açores assume Comunidades, Comunicações e Poder Local – Açoriano Oriental

As Comunicações, as Comunidades e o Poder Local passam para a alçada do presidente do Governo dos Açores, enquanto a Ciência e a Tecnologia transitam para a vice-presidência, segundo a nova orgânica do executivo PSD/CDS-PP/PPM, publicada esta sexta-feira.

Source: Presidente do Governo dos Açores assume Comunidades, Comunicações e Poder Local – Açoriano Oriental

PS/Açores acusa Governo Regional de “insensibilidade” com agentes culturais – Jornal Açores 9

Os deputados do PS/Açores no parlamento açoriano acusaram hoje o Governo Regional de coligação PSD/CDS-PP/PPM de “insensibilidade” em relação aos agentes culturais, que vivem num “cenário de incerteza”. “O grupo parlamentar do PS tem vindo a reunir-se com agentes culturais de todas as ilhas e, infelizmente, tem vindo a constatar que o setor da cultura […]

Source: PS/Açores acusa Governo Regional de “insensibilidade” com agentes culturais – Jornal Açores 9

judeus em Vimioso

do forum elos sobre judeus na terra do meu avô materno

Friday, April 29, 2022, 05:54
[Forum Elos.Isac Nunes: partilhou] O que resta da herança judaica sefardita no nordeste transmontano? por Ana Marques Maia

Ao abrigo dos Encontros no Planalto, evento dedicado à herança e cultura judaica sefardita do nordeste transmontano, a exposição Vestígios – Judaísmo Sefardita em Carção e Argozelo procura revelar o que resta, visível no território, do passado judaico na região de Vimioso, em Trás-os-Montes. “No mesmo banco de jardim, os mesmos idosos riem: um é [descendente de judeus], o outro não. Foi preciso chegar ao século XXI para que isto fosse possível.”

O que resta da herança judaica sefardita no nordeste transmontano? |  Exposição | PÚBLICO

Escrito por Ana Marques Maia

O fotógrafo António M. Teixeira pede ao leitor que « se dispa de conceitos prévios » e se coloque a seguinte pergunta: « Quão diferentes podiam ser as gentes, as casas e as paisagens se os judeus sefarditas não tivessem sido perseguidos, expulsos, mortos ou convertidos à força [ao cristianismo]? » Que Portugal seria o do século XXI se os judeus que sobreviveram e permaneceram em território ibérico tivessem sido livres de praticar as suas crenças?

O registo fotográfico do projecto Vestígios – Judaísmo Sefardita em Carção e Argozelo, um desafio colocado pela organização dos Encontros do Planalto –​ evento dedicado à herança e cultura sefardita no nordeste transmontano, a decorrer nos dias 29 e 30 de abril e 1 de maio, em Vimioso –​ foi, nas palavras de António M. Teixeira, « difícil, mas estimulante ». Porquê? « O que sobra dos vestígios é quase nada », lamenta. « Os vestígios materiais diluíram-se. Os que hoje se assumem como descendentes de judeus, de marranos, de cristãos novos, quando questionados afirmam que nada existe dentro das casas que seja de herança judaica. Não há memórias familiares associadas, rituais, não há dizeres nem objectos que remetam para essa época. » O que ainda existe está reunido no Museu Marrano de Carção, refere. « Mas e agora? », pensou, « como se fotografa o que já não existe? »

António não baixou os braços. « Caminhei por Argozelo e Carção, percorri as ruas, conversei com as pessoas e fotografei », contou ao P3. Concluiu que, na região do nordeste transmontano, os « vestígios não se veem, sentem-se ». Estão presentes no interior das pessoas. « O judeu é aquele », via apontar. « Eu, sim », outro anuía. « O meu pai era », alguém dizia. O fotógrafo garante que essa divisão ainda existe entre os habitantes das aldeias. « Ou melhor, existe a ruína, os fósseis dessa divisão social. Mas sem estigma. Durante séculos, alguém assumir-se como judeu devia ser até perigoso. Hoje, há boa convivência. No mesmo banco, os mesmos idosos riem: um é, o outro não. Foi preciso chegar ao século XXI para que isto fosse possível. »

O que existe hoje, no território, que remeta para o judaísmo, para além dos três dias que lhe serão dedicados pelos Encontros no Planalto — que inclui no seu programa mercados e piqueniques kosher, performances, concertos, exibições de filmes e conversas dedicados à cultura judaica? « De facto, hoje, no século XXI, já não restam as casas que [os judeus] construíram », pode ler-se na folha de sala da exposição que se encontra dividida em três partes e distribuída por Vimioso, Argozelo e Carção. « Desmanteladas as suas pedras, construíram-se outras casas e algumas ainda guardam uma ou outra inscrição a cinzel. Também não temos os caminhos que trilharam, poderiam ser os que ainda usamos ou outros que se perderam. »

António decidiu fotografar o que existe, de facto, o que se plantava diante do seu olhar. « Ao fotografar o presente, estou a fotografar aquilo que resultou de todo esse percurso histórico », refere o fotógrafo e geógrafo residente no Porto. « Se o passado tivesse sido diferente, diferentes seriam os vestígios no presente. » Este projecto, salienta, resulta « de um exercício despojado do rigor documental que uma abordagem mais científica exigiria ». As 50 imagens que o antigo professor de fotografia captou são uma « (re)interpretação de uma pauta que se perdeu no tempo ».

O que resta da herança judaica sefardita no nordeste transmontano? |  Exposição | PÚBLICO

[Fonte: http://www.publico.pt]]

error

Enjoy this blog? Please spread the word :)

RSS
Follow by Email
Twitter
YouTube
LinkedIn