Hino dos Açores está consolidado e é aceite pela generalidade das pessoas, afirma Luís Fagundes Duarte

 

———- Mensagem encaminhada ———-
De: <[email protected]>
Data: 31 de Março de 2014 às 12:45
Assunto: GaCS: Hino dos Açores está consolidado e é aceite pela generalidade das pessoas, afirma Luís Fagundes Duarte
Para:

Ponta Delgada, 31 de Março de 2014
Hino dos Açores está consolidado e é aceite pela generalidade das pessoas, afirma Luís Fagundes Duarte ( anexo disponível no site )

O Secretário Regional da Educação, Ciência e Cultura, afirmou hoje, em Ponta Delgada, que o Hino dos Açores “não corre qualquer perigo”, considerando que “está consolidado e é aceite pela generalidade das pessoas”.

 

Luís Fagundes Duarte frisou que o Hino dos Açores “é intocável, ou seja, não pode nem deve ser posto em causa por ninguém, uma vez que resulta de uma decisão tomada pelos órgãos próprios da Autonomia, no momento certo.”

 

O Secretário Regional, que falava no final de uma audição na Comissão de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Trabalho da Assembleia Legislativa dos Açores, defendeu que este símbolo da Autonomia “deve ser incentivado junto das escolas”, acrescentando que é necessário passar para as crianças o “conhecimento sobre a música e sobre a letra do hino.”

 

“Trata-se de uma música composta no século XIX por um músico açoriano ligado às filarmónicas e, no que diz respeito à letra, refere-se a um poema de Natália Correia composto propositadamente para servir de letra ao Hino dos Açores”, salientou.

 

Luiz Fagundes Duarte referiu que está claramente determinado no Estatuto do Aluno e no Diploma da Gestão e Criação das Unidades Orgânicas do Sistema Educativo Regional que os alunos “devem aprender na escola a letra e o hino e que os professores devem explicar a razão de ser dessa letra e dessa música”.

 

O Secretário Regional da Educação, Ciência e Cultura disse ainda que o Governo Regional dos Açores está a fazer tudo para que seja concretizado nas escolas “aquilo que está determinado na lei”, como forma dos alunos entenderem a “simbologia do hino e dos símbolos heráldicos da Região”.

GaCS/BP

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ANTECEDENTE:

 

 Quer votar na petição então vá a

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT71949

——– Original Message ——–

Subject:

proposta ao governo regional e ALRA

Date:

Sat, 04 Jan 2014 10:51:40 -0100

From:

lusofonias <[email protected]>

To:

undisclosed-recipients:;

EXMOS SENHORES MEMBROS DO GOVERNO, ALRA, E DEMAIS INSTITUIÇÕES

Ilhas De Bruma, um verdadeiro Hino aos Açores.
Quantos Açorianos conhecem o Hino dos Açores e quantos conhecem a Letra que Natália Correia tentou adaptar à melodia?
Julgamos que poucos, mas muitos não só conhecem como gostam e trauteiam as “Ilhas De Bruma” de Manuel M Ferreira (falecido em 3/1/2014).
Quer a melodia quer a letra retratam com fidelidade as Nove Ilhas do Arquipélago e, no momento do padecimento do Autor de Ilhas de Bruma, a melhor homenagem que lhe podemos prestar é propor que a sua criação musical e literária seja assumida como Hino Dos Açores.
Eu voto e quem vota mais? VICTOR PEREIRA [email protected]
COM TOTAL APOIO DA DIREÇÃO DA AICL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA

Ora bem, em menos de 24 horas, centenas e centenas de pessoas nos fóruns da internet dedicados aos Açores (Info Açores, Açores Global, Ilhas de Brumas, e tantos tantos outros) manifestaram-se afirmativamente a esta proposta. Registou-se apenas uma voz contra  e todas as restantes eram unânimes….Aliás esta constatação já a vínhamos fazendo na sessão de abertura de os Colóquios da Lusofonia desde 2006 em que todos conheciam a letra e música de As Ilhas de Bruma e todos ficavam calados quando institucionalmente tínhamos de tocar o hino oficial…. Assim, sugerimos, a quem de direito a coragem de assumir o verdadeiro hino dos Açores em substituição do hino oficial que nada nem ninguém representa.
Com os melhores cumprimentos

--
J. CHRYS CHRYSTELLO,
Presidente da Direção [AICL, Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia]

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açorianidades Carlos Reis Sobre a pertença açoriana

in mundo açoriano

Sobre a pertença açoriana

Cultura
Sobre a pertença açoriana

Sempre tive algumas dúvidas relativamente à pertinência de conceitos como açorianidade ou literatura açoriana. As razões são várias, mas agora não vêm ao caso. O que vem ao caso é ter-me eu dado conta, nos últimos anos (ou mais do que isso…), de um certo sentimento de pertença, diretamente estimulado pela minha condição de açoriano. Vivendo fora das ilhas há décadas, a ausência e a distância muito têm contribuído, paradoxalmente, para agudizar aquele sentimento, que leva em si memórias várias: das cores da paisagem, do movimento do mar, da música, da culinária, até mesmo do sotaque e das peculiaridades dialetais que distinguem quem nasceu e aprendeu a falar nos Açores. E também quem os conheceu nos dias da rádio, ou seja, antes da chegada da televisão.

Não vai nisto qualquer nostalgia, coisa a que sou pouco propenso, menos ainda a vivência de membro da diáspora açoriana, que só obliquamente posso ser. Há não muito tempo, entretanto, tive uma experiência académica que confirmou em mim a crença de que a diáspora açoriana ajuda a acentuar aquilo a que chameipertençaaçoriana.

Já falarei disso, mas antes vale a pena lembrar o que é sabido: que o motivo da diáspora, no universo literário, que é aquele em que me situo, elabora-se de modos distintos. Menciono dois deles: por um lado, a experiência pessoal do escritor que parte, muitas vezes como exilado, experiência essa que frequentemente se projeta sobre os mundos ficcionais, sobre a sua conformação e sobre as personagens que os povoam; por outro lado, a consciência da diáspora convoca temas literários propriamente ditos. Neste caso, a sua representação completa-se com a expressão de sentidos precisos: o exílio, a emigração, a comunidade, a saudade, a distância, o regresso.

A partir do significado primeiro de diáspora, com suporte no sentido nuclear do vocábulo grego e na ideia de dispersão do povo judeu, deduz-se a noção translata a que me vinculo. Uma tal noção afasta-se do “conceito fechado de diáspora” a que se alude num ensaio clássico de Stuart Hall, autor capital nesta matéria, recentemente desaparecido. Alargando o alcance operatório da noção de diáspora, Hall fala ainda em “lugares de passagem” e em “significados que são posicionais e relacionais, sempre em deslize ao longo de um espetro sem começo nem fim”.

Entretanto, as representações da diáspora vão além da literatura e do trajeto de vida dos escritores que nela disseminam os temas que a estruturam como atitude existencial e como visão do mundo. Concorda com isto o facto de uma reunião científica sobre a diáspora portuguesa se poder apresentar como interdisciplinar e comparativa: refiro-me à conferência internacional “Exploring the Portuguese Diaspora in Interdisciplinary and Comparative Perspectives”, que teve lugar em Indianápolis, em julho passado.

Não foi um colóquio estritamente acerca da diáspora saída dos Açores. E contudo, nele foi por várias vezes sentida, expressa ou tacitamente, a presença disso a que já se chamou literatura luso-americana, que compreende escritores originários da diáspora açoriana como Alfred Lewis (nascido Alfredo Luís, na ilha das Flores), Francisco Cota Fagundes, Frank Gaspar ou Katherine Vaz. Ao mesmo tempo, a participação direta de Irene Maria F. Blayer, de Dulce Maria Scott (organizadoras da conferência), do já citado Francisco Cota Fagundes, de Richard Simas, de Frank Sousa e de Pedro Bicudo (certamente entre outros que me não vêm à memória) reforçou em mim aquela pertença de que falei – e que é uma outra forma de ser açoriano fora dos Açores.

CARLOS REIS
Professor da Universidade de Coimbra
Natural da Terceira, residente em Coimbra
28-03-2014
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NATÁLIA CORREIA POR JUDITE JORGE

POR JUDITE JORGE Gravação de Luis de Raziell.”
http://www.youtube.com/watch?v=FCO-YCDHuE8
Recordações de uma grande poeta – Vídeo elaborado a partir da cassete de um pequeno gravador, que utilizava como repórter da Rádio Comercial, que pude regist…
YOUTUBE.COM|BY LUISDERAZIEL

 

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o dingo não é cão nem lobo: é dingo (txt em inglês)

https://www.smh.com.au/environment/conservation/dog-gone-scientists-confirm-the-dingo-is-a-unique-species-20140328-35onp.html

 

Dog gone: scientists confirm the dingo is a unique species

Date

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  • Dog gone: scientists confirm the dingo is a unique species

    Since the arrival of westerners in Australia more than 200 years ago, the dingo has been known as Australia’s native dog. But it turns out that our native mutt is not really a mutt.

    For the first time scientists have confirmed the dingo is a species in its own right.

    A startling discovery: Commonly believed to be a breed of wild dog, scientists now consider the dingo to be a species in its own right.
    A startling discovery: Commonly believed to be a breed of wild dog, scientists now consider the dingo to be a species in its own right.CREDIT:NEIL NEWITT

    “The dingo is distinct from what we describe as a domestic dog; it’s a distinct form of canid,” said Mike Letnic, a University of NSW ecologist.

    The revelation comes after a group of Sydney scientists found there was no scientific description of the animal. In zoology it is typical for animals to have an official description, usually based on a specimen called a holotype, which is used to differentiate one closely related species from another.

    Advertisement

    Scientists had been basing descriptions of the dingo on a “rudimentary” illustration in a diary from 1789

    “Everyone has based their descriptions on the drawing of a dingo in the journal of the first Australian governor, Arthur Phillip,” said Mathew Crowther, the research leader from the University of Sydney.

    He said the lack of official status has meant dingoes are often confused with wild dogs, a pest to farmers because they kill livestock. Policies in parts of Australia support the conservation of dingoes but the extermination of “dingo-dogs”. To determine exactly what makes a dingo a dingo, Dr Crowther and his team tracked down 19th century specimens that lived before interbreeding with European dogs became widespread.

    From a mix of skeletons, skins and preserved specimens, most held in European museums, the team determined the physical characteristics that define a dingo – a longer snout, a large skull, a brushy tail and pointy ears – reported in the Journal of Zoology.

    Dr Crowther said a dingo’s appearance was more variable than people had assumed; coat colour could range from white to tan or black and tan.

    While dingoes and domestic dogs had a common ancestor, the dingo had lived in isolation for more than 3000 years, Dr Letnic said.

    Dr Crowther said dingoes’ appropriate scientific classification was Canis dingo, as they appeared not to be descended from wolves, were distinct from dogs and were not a subspecies.

    z2xMexnnVS

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hino a Timor

OBRIGADO por estar com Timor nos momentos difíceis. Um abraço.

Hino a Timor – Letra de Nuno Gomes dos Santos. Música de Arlindo de Carvalho. Intérpretes: Alexandra, Carlos Guilherme, Lenita Gentil e Arlindo de Carvalho….
UPLOADED BY AMÉRICO VALENTE

 

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