PRAIA DO AZIBO

A praia fluvial da Albufeira do Azibo, em Macedo de Cavaleiros, é o local de férias mais procurado no Nordeste Transmontano. A paisagem protegida, a qualidade da água, a segurança e o conforto dos banhistas, fazem com que esta praia do Interior mantenha bandeira azul pelo 11º ano consecutivo.

https://sicnoticias.pt/pais/2014-08-09-Praia-do-Azibo-e-o-local-de-ferias-mais-procurado-no-Nordeste-Transmontano

Fonte: SIC Notícias – País

JOSÉ CID 9 O que José Cid disse há seis anos e que está a inflamar as redes sociais – Observador

Transmontanos furiosos, publicações de ódio na rede social Facebook e, pelo menos, um concerto cancelado. O que fizeram as palavras proferidas por José Cid… há já seis anos.

Fonte: O que José Cid disse há seis anos e que está a inflamar as redes sociais – Observador

Raduan Nassar é o vencedor do Prémio Camões

Raduan Nassar é o vencedor do Prémio Camões
EM ATUALIZAÇÃO:

PÚBLICO

30/05/2016 – 19:05

É o 28.º autor, e o 12.o brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa.

O Prémio Camões 2016 foi esta segunda-feira atribuído ao escritor Raduan Nassar, de 80 anos, o 12.º brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa.

Com um valor pecuniário de cem mil euros, o prémio foi anunciado ao fim da tarde no Hotel Tivoli pelo secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, após a reunião do júri, que este ano incluiu a professora e ensaísta Paula Morão e o poeta e colunista Pedro Mexia, os professores universitários, críticos e escritores brasileiros Flora Süssekind e Sérgio Alcides do Amaral, e ainda o autor moçambicano Lourenço do Rosário, reitor da Universidade Politécnica de Maputo, e a ensaísta são-tomense Inocência Mata, actualmente radicada em Macau.

Instituído em 1988 pelos governos de Portugal e do Brasil, o prémio Camões é atribuído a “um autor de língua portuguesa que tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum”, diz o respectivo protocolo, na sua versão revista de 1999. O acordo obriga a que o prémio seja alternadamente atribuído em território português e brasileiro, e a sua história sugere que tem também prevalecido a intenção de equilibrar o número de vencedores portugueses e brasileiros, bem como a preocupação de fazer representar as várias literaturas africanas.

Antes do prémio agora atribuído a Nassar, Portugal e Brasil estavam empatados com 11 autores de cada país. Miguel Torga foi o primeiro escritor a receber o Camões, em 1989, e o prémio voltou a ficar em Portugal mais dez vezes: Vergílio Ferreira recebeu-o em 1992, José Saramago em 1995, Eduardo Lourenço em 1996, Sophia de Mello Breyner Andresen em 1999, Eugénio de Andrade em 2001, Maria Velho da Costa em 2002, Agustina Bessa-Luís em 2004, António Lobo Antunes em 2007, Manuel António Pina em 2011 e Hélia Correia em 2015.

A lista de premiados brasileiros começa com João Cabral de Melo Neto, em 1990, e inclui Rachel de Queiroz (1993), Jorge Amado (1994), António Cândido (1998), Autran Dourado (2000), Rubem Fonseca (2003), Lygia Fagundes Telles (2005), João Ubaldo Ribeiro (2008), Ferreira Gullar (2010), Dalton Trevisan (2012) e Alberto da Costa e Silva (2014).

O poeta moçambicano José Craveirinha foi o primeiro autor africano a receber o Camões, em 1991. Em 1997, Pepetela, então com 56 anos, tornava-se simultaneamente o primeiro angolano e o mais jovem autor de sempre – ainda o é – a ser galardoado com este prémio, que só voltaria à literatura africana em 2006 para reconhecer a obra do angolano Luandino Vieira, que recusou o galardão. Em 2009, venceu o poeta cabo-verdiano Arménio Vieira, e em 2013 o escolhido foi o romancista moçambicano Mia Couto.

https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/-e-o-vencedor-do-premio-camoes-1733550

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Enviado por: Mauro Moura

José Cid ofende transmontanos 7…Cid polémico, Nuno Markl frustrado e transmontanos furiosos

Uma polémica entrevista de José Cid voltou a ser transmitida na televisão e está a despertar o ódio entre transmontanos.

Fonte: Noticias ao Minuto – José Cid polémico, Nuno Markl frustrado e transmontanos furiosos

A HISTÓRIA DA ALHEIRA-MANUELA BARROS FERREIRA·

Fonte: (4) Facebook

As alheiras
Rodeadas pelo verde dos grelos, as alheiras reluzem, douradas e brilhantes. O difícil para quem cozinha é torná-las estaladiças sem que elas estalem mesmo, numa bolha de recheio cada vez maior. Como evitar que a bolha desponte e alastre é segredo e mistério. É que a alheira, por detrás de um nome pretensamente transparente – dado que o alho não é o seu principal ingrediente – guarda uma história secreta. Resolvido que está de uma vez por todas o problema de se saber o que apareceu primeiro, se foi o ovo ou foi a galinha, resta saber com toda a certeza quem inventou a alheira, se foram os cristãos ou se foram os judeus. A criação dessa especialidade pela comunidade judaica nos tempos da Inquisição pode ser um mito. É que a alheira faz-se precisamente para aproveitar ao máximo a cabeça e outras carnes gelatinosas do porco, que cozem até se separarem facilmente dos ossos, e depois se cortam miudinho e se misturam com pão finamente fatiado e embebido do caldo da cozedura, com vários temperos, entre os quais bastante alho. Fica ainda melhor se forem acrescentadas outras carnes, aos fiapos. As aves de caça e de capoeira dão-lhe mais substância, refinam o sabor e ajudam a dilatar a quantidade de um enchido que é sempre escasso para a procura que tem. Por ser possível variar a proporção das diferentes carnes é muito provável que, entre os cristãos novos, alguém se tenha lembrado de que as alheiras podiam ser usadas como escudo protector no tempo da Inquisição. Sendo-lhes a carne de porco interdita, faziam alheiras sem ela e apresentavam, tal como os cristãos velhos, capitosas travessas de alheiras reluzindo por entre o verde dos grelos. No entanto, o próprio nome desta especialidade parece-me revelar que surgiu num contexto opressivo. O nome de “alheira” desvia a atenção do seu conteúdo em carnes para o de um tempero que não é definitório (ao contrário da farinheira, por exemplo, que tira o nome do seu principal ingrediente). A denominação “alheira” pode ser interpretada como “noa”, isto é, um nome que substitui algo tabu. O que parece confirmar que este enchido, mesmo se não foi inteiramente inventado, foi muito bem adaptado à intolerância instaurada pela Inquisição. Seja como for… bem hajam as alheiras se, além de serem tão boas, de terem tantas variedades e de tanto nos alimentarem, ainda salvaram a vida aos antepassados de alguns de nós.