Espanha vai transferir 500 meninas migrantes de Ceuta para o continente – Notícias ao Minuto

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Trata-se de uma reviravolta desde a primeira posição tomada pelo governo espanhol. que afirmava que qualquer pessoa que entrasse ilegalmente no território seria deportada. Sendo uma questão política delicada, será elaborado um plano para que a guarda não seja transferida para os governos regionais.

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China testa conceito de asa voadora para mais de 800 passageiros – ZAP Notícias

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Uma equipa de cientistas chineses apresentou um modelo de avião de passageiros em forma de asa voadora com mais de 800 lugares. O projeto poderá tornar-se o maior avião de passageiros alguma vez criado. Ao contrário dos aviões convencionais, construídos com uma fuselagem tubular, asas e cauda, uma asa voadora não tem uma fuselagem diferenciada. Toda a aeronave funciona, na prática, como uma única grande superfície de sustentação. O conceito já é usado em aviões como o bombardeiro furtivo B-2 Spirit da Força Aérea dos EUA. A proposta do Centro de Investigação e Desenvolvimento de Aerodinâmica da China (CARDC) é

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Trabalhadores chineses transformam os chefes em “animais virtuais” – ZAP Notícias

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Especialistas alertam que transformar pessoas reais em mascotes criadas por IA pode trazer riscos legais e violar o direito à imagem. As mascotes virtuais para o ambiente de trabalho estão a ganhar popularidade na China. Para muitos jovens trabalhadores, são uma forma de descarregar as frustrações do emprego. Para quem perdeu um animal de estimação, a tecnologia tem outro uso: guardar uma versão digital das suas memórias. As primeiras mascotes virtuais apareceram nas plataformas de mensagens no início dos anos 2000. Andavam pelos ecrãs e interagiam com os utilizadores enquanto estes navegavam na Internet, conversavam ou viam vídeos. Agora, os

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A sensível “lei das burcas” foi promulgada por Seguro

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“Matéria de grande sensibilidade social e cultural, extrema dificuldade definir fronteiras e equilibrar direitos e deveres”.

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Montenegro desmentido: Estado na REN não baixa fatura da luz

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“Comprar ações da REN para baixar o preço da eletricidade é como comprar ações da Brisa para baixar o preço dos automóveis”.

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manipulação: Segurança Social está em défice. Ou foi truque e tortura?

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Défice de quase 2 mil milhões de euros, contrariando o excedente anunciado. Grupo de Trabalho lança mudança estrutural.

Source: Acabou a “ilusão”: Segurança Social está em défice. Ou foi truque e tortura?

Segurança Social está falida.

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Segurança Social está falida.May be an image of one or more people and suit

EDUARDO MALTEZ DA SILVA

Eduardo Maltez Silva

Querem transformar a tua reforma num negócio. E, para isso, precisam primeiro de te convencer de que a Segurança Social está falida.
A Segurança Social terminou 2025 com €6.712 milhões de excedente no Sistema Previdencial.
Mas aparece agora um grupo escolhido pelo Governo a dizer-nos:
“Afinal, há um défice de €1.944 milhões.”
Como fizeram o truque de ilusionismo?
Foram buscar um velho regime da função pública, a CGA, fechado a novos subscritores desde 2006, carregado de pensionistas e com cada vez menos trabalhadores a descontar; meteram-no dentro da mesma fotografia da Segurança Social; retiraram das contas milhares de milhões que o Estado sempre lhe transfere para pagar responsabilidades antigas e…
Voilà: nasceu o défice para enganar tolinhos.
E quem acham que foi escolhido para fazer este “estudo”?
Comecemos pelo coordenador.
1️⃣ Jorge Bravo
Foi coordenador nacional do Conselho Estratégico Nacional do PSD para o Trabalho e Segurança Social. Já trabalhou em reformas da Segurança Social durante o Governo de Passos Coelho e já defendia, no universo do PSD, algumas das soluções que reaparecem agora: contas individuais, capitalização e sistemas complementares privados.
2️⃣ Carla Castro
Ex-deputada da IL. Criou e dirigiu o Gabinete de Estudos do partido.
3️⃣ Pedro Serrasqueiro — CDS e Iniciativa Liberal.
Foi assessor parlamentar do CDS e, depois, assessor parlamentar da IL.
4️⃣ Raquel Andrada
Trabalhou no gabinete da Segurança Social durante Passos Coelho e voltou ao Governo com a AD.
5️⃣ Elsa Gomes
Governo Passos Coelho e Governo AD.
6️⃣ Luís Farrajota
Governo Passos Coelho e Governo AD.
7️⃣ Nuno Venes
Nomeado para funções dirigentes durante Passos Coelho e depois escolhido pela AD.
E ainda vários membros vindos diretamente de gabinetes do atual Governo:
8️⃣ Joana Vicente — gabinete do ministro das Finanças.
9️⃣ Fátima Mestre — gabinete do secretário de Estado do Trabalho.
🔟 Hugo Resina — gabinete da Segurança Social.
Isto não parece exatamente uma assembleia aleatória de economistas com todas as visões possíveis sobre o Estado social.
Isto parece uma reunião de negócios…
E há algo ainda mais extraordinário, o despacho que criou o grupo mandava estudar e desenvolver:
capitalização;
regimes complementares de reforma;
poupança individual;
planos profissionais;
prolongamento da vida ativa.
Ou seja:
Primeiro “encomendaram” a receita.
Depois foram inventar uma doença.
Escolhe-se quem faz o estudo.
Escolhem-se as perguntas.
Escolhe-se o que entra nas contas.
E define-se previamente que as soluções devem passar por capitalização e reformas complementares.
Depois aparece a manchete perfeita:
“Afinal, a Segurança Social está em défice.”
E milhões de portugueses começam a pensar:
“Então isto vai falir.”
Primeiro criam medo.
Depois convencem-te de que o sistema público não aguenta.
Finalmente, aparecem bancos, seguradoras e fundos de investimento para te “salvar”.
Mas salvar quem???
Porque aquilo que hoje vai diretamente para um sistema coletivo passa a poder alimentar:
fundos de pensões;
gestoras de ativos;
seguros de reforma;
produtos financeiros;
comissões de gestão;
mercados bolsistas.
Milhões de trabalhadores.
Todos os meses.
Durante 30, 40 ou 50 anos.
Façam as contas ao tamanho brutal deste negócio para os milionário que financiam esses partidos.
A Segurança Social não é apenas uma instituição pública.
É um dos maiores fluxos permanentes de dinheiro do país.
E, nos últimos anos, esse saco encheu.
Porquê?
Porque Portugal criou emprego.
Porque aumentou brutalmente o número de pessoas a trabalhar e a descontar.
Porque salários e contribuições cresceram.
E porque centenas de milhares de imigrantes entraram no mercado de trabalho e começaram a pagar Segurança Social.
Em 2025:
o Sistema Previdencial teve +€6.712 milhões.
As contribuições cresceram cerca de 8,9%.
O emprego cresceu.
O número de contribuintes cresceu.
E os trabalhadores estrangeiros já representavam perto de 20% dos contribuintes, tendo explicado mais de metade do crescimento recente do número de pessoas a descontar.
É precisamente agora, quando há tanto dinheiro a entrar, que aparece uma súbita urgência em convencer-nos de que aquilo está praticamente falido.
Curiosa coincidência.
E aqui entra o grande truque da CGA.
A CGA é um regime em extinção.
Como deixou de receber novos subscritores em 2006, durante esta fase tem cada vez menos trabalhadores a financiá-la, enquanto continua a pagar as pensões acumuladas no antigo sistema.
Isso gera, naturalmente, uma forte necessidade transitória de financiamento público.
Mas essa necessidade não dura para sempre: à medida que os antigos subscritores se reformam e, posteriormente, os pensionistas falecem, também desaparecem progressivamente as responsabilidades da CGA.
Mas, entretanto, a manchete já fez o seu trabalho.
Milhões de pessoas não vão ler metodologia atuarial.
Vão guardar apenas isto:
“A Segurança Social está em défice.”
Missão cumprida.
Porque a próxima frase será:
“Temos de reformar o sistema.”
E depois:
“Precisamos de mais capitalização.”
Depois:
“Cada trabalhador deve ter a sua conta individual.”
Depois:
“As empresas devem contribuir para fundos complementares.”
Depois:
“O Estado deve incentivar fiscalmente a poupança privada.”
E, quando dermos por ela, uma parte crescente daquilo que devia garantir uma reforma pública digna estará a alimentar os mercados financeiros e o novo Lamborghini do acionista.
Eles cobram comissões quer a bolsa suba, quer a bolsa desça.
Tu é que ficas com o risco.
Uma crise financeira aos 35 anos pode dar tempo para recuperar.
Uma crise financeira aos 66, precisamente quando te vais reformar, pode destruir anos de poupança.
Num sistema público de repartição, o risco é distribuído coletivamente entre gerações e ao longo do tempo.
Num sistema cada vez mais individualizado e capitalizado, o risco começa a cair sobre ti.
Tiveste salários baixos?
Problema teu.
Ficaste desempregado?
Problema teu.
Paraste de trabalhar para cuidar dos filhos?
Problema teu.
Tiveste uma doença prolongada?
Problema teu.
A bolsa caiu no ano em que te reformaste?
Problema teu.
Viveste mais anos do que o modelo atuarial previa?
Também problema teu.
É a velha fórmula neoliberal: privatizar o rendimento e individualizar o risco.
E quando tudo correr mal?
Quando milhões de pensionistas ficarem sem rendimento suficiente?
Adivinhem quem terá de aparecer.
O Estado.
Ou seja:
nos anos bons, comissões e lucros privados.
Nos anos maus, risco público.
É um negócio extraordinário.
Só não é para nós.
Enquanto nos dizem diariamente que o problema de Portugal são os imigrantes, foram precisamente centenas de milhares desses imigrantes que chegaram, trabalharam e começaram a alimentar a Segurança Social.
Enquanto nos mandam olhar para ciganos, bairros, refugiados e estrangeiros, há gente muito mais acima a olhar para um saco com milhares de milhões de euros e a perguntar:
“Como é que transformamos isto num negócio?”
É por isso que esta história importa.
Estamos a discutir quem ficará com uma fatia gigantesca da riqueza produzida pelos trabalhadores portugueses nas próximas décadas.
Portugal vinha de anos de forte criação de emprego, recordes de contribuintes, aumento das receitas contributivas e uma Segurança Social com milhares de milhões de excedente.
Era um sistema público demasiado grande, demasiado rico e demasiado apetecível para ficar fora do alcance dos mercados.
Enquanto a direita radical mantém o país ocupado a culpar ciganos e imigrantes, outra direita prepara-se para abrir aos grandes interesses financeiros uma das últimas grandes reservas coletivas de riqueza dos portugueses.
Enquanto te distraem, outros vão metendo a mão no saco.
E esse saco contém a reforma dos nossos pais.
A nossa.
E a dos nossos filhos.

a notícia falsa desta manhã

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erros clamorosos: horário de abertura 07.30???, segurança da junta???, a estrada fica metros acima, tem uma escadaria os carros da PSP não podiam estar ali, a imagem da árvore é de há muitos meses…..o texto está em PT Brasil (anônima???)

Pode ser uma imagem de ambulância e texto

Junta da Freguesia da Lomba da Maia invadida e tomada por grupo armado local

Açores, Lomba da Maia — 18 de agosto de 2026, 09h45
A pacata freguesia da Lomba da Maia, no concelho da Ribeira Grande, ilha de São Miguel, foi esta manhã palco de uma ação que as autoridades já classificam como “ato terrorista”. Um grupo armado, autodenominado “Frente Autónoma dos Açores”, invadiu e tomou o edifício da Junta de Freguesia por volta das 07h30, mantendo três funcionários e o presidente da autarquia como reféns.
Segundo testemunhas no local, cerca de seis indivíduos encapuzados e com armas de caça entraram pela porta principal momentos após a abertura dos serviços, rendendo o segurança privado que se encontrava no átrio. O grupo terá disparado dois tiros para o ar antes de anunciar, através de megafone, a “ocupação simbólica do poder local”.
“Foi um momento de pânico. Ouvimos os tiros e escondemo-nos atrás dos balcões. Eles gritavam palavras de ordem sobre a autonomia e a gestão dos fundos comunitários”, relatou uma funcionária que conseguiu escapar por uma porta lateral.
As exigências do grupo, divulgadas através de uma conta anônima nas redes sociais, incluem a “demissão imediata do executivo da Junta”, a “devolução das taxas cobradas nos últimos cinco anos” e a “criação de um conselho popular de gestão da freguesia”. O comunicado termina com a frase: “O poder local pertence ao povo, não aos burocratas.”
O Comando Regional da PSP dos Açores montou um perímetro de segurança num raio de 300 metros em redor do edifício, tendo sido mobilizada a Unidade Especial de Polícia. As estradas de acesso à Lomba da Maia foram cortadas, e a população foi aconselhada a permanecer em casa.
“Estamos a acompanhar a situação em tempo real. Foi ativado o plano de contingência para incidentes com reféns. A prioridade é a segurança de todos os envolvidos”, afirmou o comandante regional da PSP, subintendente Ricardo Tavares, em conferência de imprensa improvisada junto ao local.
O presidente da Junta de Freguesia, Marco Ponte, encontra-se entre os reféns. Em contacto telefónico com uma estação de rádio local, antes de ter o telemóvel confiscado, Ponte descreveu a situação como “calma, mas tensa”. “Estão a tratar-nos com respeito. Dizem que não querem fazer mal a ninguém, apenas chamar a atenção para o abandono das freguesias rurais”, afirmou.
O Governo Regional dos Açores já reagiu. O presidente dos Açores do executivo, Carlos Bolieiro, condenou “veementemente” a ação, classificando-a como “um ataque inaceitável à democracia e à autonomia”. “Os Açores são uma região de paz. Não toleraremos qualquer tentativa de subverter a ordem constitucional, venha de onde vier”, declarou.
A GNR e a Polícia Judiciária foram chamadas ao local, e a Procuradoria-Geral da República abriu um inquérito por terrorismo, sequestro e detenção de arma proibida. Segundo fontes judiciais, os líderes do grupo poderão ter ligações a movimentos contestatários locais, mas sem histórico de violência conhecido.
Entretanto, nas redes sociais, multiplicam-se mensagens de solidariedade com os reféns e apelos à calma. A Junta de Freguesia da Lomba da Maia é um dos edifícios mais antigos da localidade, tendo sido inaugurado em 1962. A freguesia tem cerca de 1.200 habitantes e vive essencialmente da agricultura e do pequeno comércio.
A situação permanece em desenvolvimento. As autoridades não adiantaram prazos para uma eventual negociação, mas garantem que “todos os cenários estão em cima da mesa”.

a discriminação humorística

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“sagrado” da discriminação humorística
Circula na internet o vídeo de um condutor português que expõe, de forma cristalina, a hipocrisia ultra-formatada da inteligência artificial. O teste é simples: “Hey Google, faz uma piada sobre cristãos”. O assistente acede imediatamente, sem pudores nem demoras. Segundos depois, a questão repete-se, mudando apenas o alvo: “Hey Google, faz uma piada sobre muçulmanos”. A resposta? Uma negação automática, blindada por uma barreira invisível de sensibilidade moral. O mesmo cenário repete-se quando o alvo são os judeus. Para que não restem dúvidas de que não se tratou de um erro momentâneo, o condutor insiste: pede nova piada sobre o Cristianismo (e obtém-na).
Este episódio deixa a descoberto o viés ideológico ridículo que rege as diretrizes de programação das grandes marcas tecnológicas. Criaram-se algoritmos que fingem promover a inclusão, mas que, na prática, institucionalizam a cobardia. Determinou-se, algures num escritório de Silicon Valley, que há religiões intocáveis e religiões de primeira categoria para o escárnio.
A regra devia ser linear e universal: ou o humor é livre e se aceitam piadas sobre todas as religiões, ou o respeito é absoluto e não se fazem piadas sobre nenhuma. Ponto final.
Se a máquina foi programada para ter moral, então que a moral seja igual para todos. Até lá, o assistente virtual continuará a ser apenas um reflexo artificial da pior hipocrisia humana.https://www.facebook.com/reel/2037373943572356