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Agente de IA da Anthropic enviou à polícia uma denúncia falsa de homicídio – ZAP Notícias
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Um modelo de IA da Anthropic, posto a navegar à sorte em vários sites durante um teste, fingiu ter informações sobre um crime real e denunciou um suspeito inexistente à polícia de Filadélfia.A empresa levou dois meses a dar conta do caso. É mais um episódio na saga dos agentes IA lançados à solta a fazer estragos. Um modelo de inteligência artificial desenvolvido pela Anthropic enviou à polícia de Filadélfia uma pista inventada sobre um homicídio por resolver. O caso foi revelado na sexta-feira pela polícia de Filadélfia, que criticou a empresa por ter demorado dois meses a comunicá-lo. A
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racismo nunca mais! saudações festivas
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679 racismo nunca mais! saudações festivas
Não entendemos como é que nos Açores (e em Portugal peninsular) ainda se não seguiu o equitativo exemplo do Reino Unido, da Alemanha, da Áustria, da França, dos EUA e de outros países, em abolir totalmente o “Menino Jesus” (esse já andava há anos na despensa), o “Pai Natal” e as renas (também para lá caminhavam).
O Feliz Natal e frases quejandas são um insulto aos nossos irmãos de outras crenças e culturas e se sentirão discriminados racialmente por esses antiquados cartões de votos juvenis e adultos, tão apropriados ao racismo do tempo da escravatura do século XVIII e XIX e que (em vez de Boas Festas) se passarão a chamar de “cartões de inverno”
Há quem venha agora proclamar que a filha negra tem medo do Pai Natal branco, e contrate um negro para fazer o papel do bom velhinho crítico do racismo. Talvez esteja tudo confuso. É mesmo uma diferença subtil, como a que distingue o amor e o ódio. Tudo muito parecido, ainda mais no mundo fugidio das redes sociais. Ali é tudo preto no branco, mas se for branco no preto ninguém vai notar.
Pois bem: o diligente manifestante contra o racismo, que é branco e adotou uma menina negra, divulgou que a filha se sentiu muito melhor diante de um Pai Natal da cor dela (apesar de não ser da cor dos pais adotivos. Felizmente não eram <Peles Vermelhos», termo depreciativo, preconceituoso e ignorante. Em termos clínicos, uma pele vermelha, quente e dolorida pode estar associada a condições como celulite infecciosa, rosácea, eczema, alergias ou à chamada síndrome da pele vermelha (ligada ao uso excessivo de corticoides locais).
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O pessoal do Apartheid teve exatamente a mesma ideia: transformar a cor da pele em critério básico para a relação entre as pessoas – preto com preto e branco com branco, cada um na sua. O café com leite pode fazer mal como o trigo e seus derivados.
A premissa da identidade racial como base social deu origem a um dos regimes mais desumanos da história, mas foi sem querer. Por isso se tornou vulgar agora vermos peças em que Jesus surge como negro africano e não do Médio Oriente. É difícil, na sofreguidão das redes sociais, distinguir um progressista de um reacionário.
Que tal imaginar um Natal na casa de um pai homofóbico? poderia adaptar a lenda – quem sabe substituindo as renas do trenó por cavalos, para que o filho não ficasse diante daquele desfile de veados. Se uma família veta o Pai Natal Branco outra veta as renas. Cada um na sua.
Não há nada mais eficaz para se perceber uma alegoria idiota do que outra alegoria idiota.
Aí está o resumo da resistência de auditório ao racismo e demais causas politicamente corretas: um desfile de alegorias e adereços tão reluzentes – e, naturalmente, inúteis para todos aqueles que os heróis do Facebook dizem defender. Racismo é crime. Mas estimular o racismo fingindo combatê-lo está aprovado como marketing pessoal.
Em 2021, a mais recente loucura do tipo correu o mundo e deixou de queixo caído esferas de esquerda habitualmente na linha de frente da correção política. A autora do golo contra é Helena Dalli, uma política da ilha de Malta, comissária europeia para a igualdade (2019-2024) sendo substituída por uma ainda mais controversa, Hadja Lahbib da Bélgica.
Natal nunca mais, e todas as palavras associadas, idem para o Índex.
Em Portugal, Carlos Costa Gomes, o Presidente do Centro de Estudos de Bioética, foi vocal na sua crítica em dezembro 2025. A questão surgiu, quando numa Escola de Pinhal Novo, por uma questão de “neutralidade”, se decidiu não festejar as tradições de Natal. Mas esta decisão não deixa de levantar alguma perplexidade e um problema mais profundo, quase silencioso: o perigo do esquecimento.
- Poderá existir pressão de proteger a diversidade e evitar que a criança se sinta excluída, mas a decisão tem um desafio ético, menos visível.
- A pluralidade não se constrói apagando símbolos ou tradições. Constrói-se aprendendo a compreendê-los ética e socialmente.
- O Natal, de cariz religioso cristão, não é apenas uma celebração religiosa mas parte da nossa história cultural: na música, na literatura, nas artes, nas tradições familiares e nos valores de solidariedade que atravessam a nossa sociedade (e logo na música proibida pelos islâmicos).
- Quando a escola evita totalmente qualquer referência a esta tradição, corre o risco ético de criar um vazio cultural e um esvaziamento da pluralidade, e perde a oportunidade de promover aprendizagem, o diálogo e reconhecimento mútuo.
- A neutralidade não exige silêncio; exige que se seja justo, a neutralidade não é apagar tradições, mas explicá-las e ensiná-las sem doutrinar.
- Quando as crianças aprendem o significado cultural do Natal estão a ser educadas para compreender a diversidade do mundo. Não é excluir o Natal que se promove a diversidade, pelo contrário, é integrá-lo que se promove o direito à diferença.
- O risco ético da época que esquece, é o de uma escola que não falando de tradições pode, com ou sem intenção, contribuir para uma forma mais subtil de empobrecimento: o esquecimento de que somos seres com biografia histórica. E quando a sociedade esquece a sua narrativa, fragmenta-se.
Estão mal e eticamente questionáveis as escolas que por neutralidade negam, precisamente o que querem defender – a diversidade.
Os muçulmanos comemoram apenas duas festas religiosas: 1. o Eid wl-Fitr, que é a comemoração após o término do mês do Ramadão. Eu, particularmente, achei bem parecido com o nosso Natal, pois enfeitam as casas, fazem um grande jantar e presenteiam os amigos e a família. 2. A outra festa comemorada por eles é o Eid al-Adha, em que se comemora a obediência do Profeta Abraão a Deus.
Gostaria de encerrar com uma frase de Gandhi que acho muito legal e que, a meu ver, se relaciona muito bem com o texto. “A lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos.” Mahatma Gandhi.
Aproveitando gostaria de desejar a todas os colunistas e leitores um Feliz Natal e um próspero novo ano, mas temo que isto seja racista para as crianças católicas ao verem homossexuais atirados do topo dos prédios e mulheres enfiadas na terra ou a areia até à cintura à espera de serem mortas por apedrejamento, bem como a execução por degola de todos os cristãos que recusem converter-se. Lamento mas sou um indivíduo e reservo-me o direito a essa individualidade, ao direito de escolha e não estou interessado em converter-me a nada, exceto à eternidade.
https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2026/10/679-racismo-nunca-mais.pdf 

da-mgf-à-apostasia-part 1 por-chrys-c.pdf
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more Patrocinado Notícias ao Minuto 259.9K Seguidores Há obrigação legal de devolver valor pago a mais em pensões por erro História de Tomásia Sousa, Lusa •
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A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, afirmou que os beneficiários de 2.937 pensões abrangidas, devem devolver o valor pago a mais devido a um erro de parametrização.
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social voltou, este sábado, a esclarecer o erro que levou à atribuição de pensões acima do valor legal, sustentando que há não só fundamento para a CGA exigir a devolução do valor pago a mais, como “obrigação” de o fazer.
“O que se passou ali é um erro de parametrização, portanto, a forma de cálculo das novas pensões que foi feito lá atrás, há mais de 15 anos. E quando as pessoas chegaram à idade de se poder reformar foi agora e não lá atrás. Portanto, só agora se veio a perceber que havia esse erro que fazia com que um número de pensionistas que se reformou, que pediu a reforma a partir de maio – portanto estamos a falar de novas pensões, não de pensões já em pagamento – tivesse sido atribuído um valor que é indevido, ou seja, acima do que, por máximo por lei, cada uma daquelas pessoas pudessem receber”, começou por explicar Maria do Rosário Palma Ramalho aos jornalistas, à margem do 15.º Congresso da União Geral dos Trabalhadores (UGT), que decorre na Figueira da Foz.
“Naturalmente, se é um pagamento indevido, tem de ser reposto, o que será feito numa das várias formas que a lei prevê à escolha”, acrescentou, esclarecendo que o valor pode ser pago todo de uma vez ou de modo faseado.
“É um erro informático que permitiu um pagamento para além do que aquilo que a lei permite. Assim sendo, naturalmente ninguém vai querer, com certeza, ficar a receber uma pensão para além do que aquilo que efetivamente pode legalmente”, acrescentou a ministra.
PS PESSOAL, há anos, quando a Nini se efetivou como prof aqui nos Açores, esqueci-me de comunicar ao governo australiano e ele continuou a pagar a pensão de invalidez; anos mais tarde, constatou que pagara mais 8 mil dólares nesse período e descontava 10 dólares por semana… Com a covid, foi tudo suspenso e, agora, no mês passado , descontaram-me 1/6 do total para liquidar os 4800 dólares que ainda devo…
Acidente com carro sem seguro: como agir? | ACP
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Mais de 134 mil veículos circulam sem seguro obrigatório em Portugal. Fomos saber o que motiva este fenómeno.
Source: Acidente com carro sem seguro: como agir? | ACP

The Azoreans Are Not Who You Think They Are (DNA Evidence) – YouTube
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Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.
Source: The Azoreans Are Not Who You Think They Are (DNA Evidence) – YouTube
O REI VAI NU
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jardim manicurado
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desde 21 agosto que o jardim não ia à manicura, como eu vou à pedicura, mas ficou bonito, com a presença da filha,
ou uma beleza…mero desperdício de dinheiro diriam alguns, apreciação estética digo eu

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antes-que-cheguem-ca por chrys c
Ryanair não perdoa Cristiano Ronaldo: “Se ele consegue ficar sentado…”
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Companhia aérea irlandesa, conhecida por ser bastante provocadora e mordaz nas redes sociais, decidiu brincar com o tema do momento, apontando para o facto de Cristiano Ronaldo não ter saído do banco frente à Noruega.
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PICO A SAÚDE QUE NÃO TEMOS(promessas, parole, parole, parole…
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