Como 40 homens guardaram 26 mil crocodilos de um português em Moçambique – Mundo – Correio da Manhã

Sabíamos que se o muro desabasse era um desastre total, não era fácil controlar estes animais lá fora, diz Manuel Guimarães. – Mundo, Correio da Manhã.

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Parlamento Europeu vota a favor do fim da mudança de hora em 2021

No último domingo de outubro de 2021 pode ser a última vez que se muda a hora na Europa. Agora cabe a cada Estado-membro decidir se acompanha a decisão tomada esta terça-feira no Parlamento Europeu. Governo português já assumiu que quer manter as atuais duas mudanças.

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Governo dos Açores estabiliza preço dos combustíveis com fixação de imposto

O Governo Regional dos Açores aprovou, na segunda-feira, uma resolução que garante que não existirão variações de imposto sobre os combustíveis ao longo do ano, definindo um diferencial da carga fiscal sobre os combustíveis.

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INADMISSÍVEL: NO ENSINO ESTE PAÍS É UMA MERDA

Inovação Pedagógica versus Burocracia: Vitória da Burocracia. Há cerca de um ano referi aqui este caso, do diretor de uma escola com condições locais muito desfavoráveis, que, depois de ter conseguido transformá-la numa escola modelo a nível nacional, foi alvo de um processo disciplinar local construído em torno de invejas e minúcias burocráticas ridículas. Pois aqui está o resultado, agora consumado: suspensão durante seis meses, sem salário. Enquanto o Ministério da Educação não for capaz de impedir estes autos-da-fé, a inovação pedagógica e a autonomia das escolas estarão condenadas em Portugal (O artigo é do Público). Escola do Curral das Freiras, Madeira.

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  • Jose Antonio Salcedo Isto é absolutamente inadmissível! Os imbecis responsáveis por esta decisão deveriam ser demitidos de imediato! Que vergonha de gente!
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LANÇAMENTO LITERÁRIO NO FAIAL

Convite, espero que possam ir, desta vez para todas/dos, pois cometi um erro no modo de partilhar, e só estava a enviar a um grupo selectivo/ for all my friends as I was only sending the invitation to a selected group of friends without knowing it.
(Aos amigos que já viram, peço desculpas/to my friends who saw it already, please excuse me.

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CARLOS TOMÉ NOVO LIVRO

novo livro de carlos tomePages from 2019-03-25-1

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Is this why time speeds up as we age?

 

https://bigthink.com/mind-brain/why-time-speeds-up?utm_source=Big+Think+newsletters&utm_campaign=45a070768d-EMAIL_CAMPAIGN_2019_03_25_11_22&utm_medium=email&utm_term=0_4db4d7150a-45a070768d-45071249

Doctors use AI to make better diagnoses. // The human brain makes new neurons well into old age. // Lots of kale is now full of pesticide. // Driving a car in Manhattan? That’ll cost you (more). // And tragically, friends and family of school shooting victims keep dying from suicide. //

A million years ago, yesterday

Why time speeds up as we age.

Mechanical engineer Adrian Bejan of Duke University has an interesting theory regarding the strange phenomenon by which time seems to speed up as we age. It’s not the only theory, mind you, but an interesting one. In his just-published paper, “Why the Days Seem Shorter as We Get Older,” he links the phenomenon to the idea that visual images and the manner in which we process them are the language in which we store and retrieve memories.

Considering it an issue of physics, he suggests that we more rapidly capture and remember visual data when we’re young and that this sets our personal “mind time” playback rate. Since it takes longer to capture images and memory when we’re older, for a number of reasons, the same length of clock time results in fewer images.

When we play our back memories at our habitual mind-time rate, they seem sped up to us, much like how old movies appear (the reason why they appear so will be explained shortly). Hence, the clock time they encompass seems to have gone by faster than older memories.

According to Bejan:

The human mind senses time changing when the perceived images change. Days seemed to last longer in your youth because the young mind receives more images during one day than the same mind in old age.

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26.3.19 pg global

PÁGINA GLOBAL

Censura no Facebook vai de vento em popa

Posted: 25 Mar 2019 02:17 PM PDT

O Facebook anuncia-nos que estamos impedidos de publicar os títulos do Página Global que habitualmente partilhamos naquela nossa página e grupo devido a desrespeito dos Padrões da Comunidade – sem enunciar exatamente a que títulos, textos ou fotos se refere.

É esta a “democracia” daquela máquina infernal, pejada de viscosos métodos e interferências favoráveis às políticas contra os interesses dos que produzem a riqueza que posteriormente cai nos alforges das bestas que personificam os 1% que se têm apoderado das mais valias do trabalho, das riquezas dos subsolos e tudo que mais os possa fazerem mais podres de ricos – olhando sobranceiros e indiferentes para a miséria, doenças, catástrofes e fome que causam.

Ops, mas isso afinal não se deve afirmar apesar de corresponder à realidade. É o que se infere das práticas do famoso “Facebook”. Censura vai de vento em popa, pois então.

MM | PG

Guiné-Bissau | “Vou trabalhar com todos os dirigentes”, promete José Mário Vaz

Posted: 25 Mar 2019 12:01 PM PDT

Em exclusivo à DW África, o Presidente guineense, José Mário Vaz, garante que vai trabalhar com Domingos Simões Pereira no Governo. Ainda não marcou as presidenciais e não confirma interesse em recandidatar-se.

O Presidente da República da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, acredita que com os resultados das eleições legislativas de 10 de março estão criadas as condições para efetivamente estabilizar a governação do país. O chefe de Estado também garante que as presidenciais vão decorrer ainda este ano, mas ainda não confirma se será candidato.

Já no fim do seu mandato, o Presidente afirmou em exclusivo à DW África, em Bissau, que espera trabalhar, sem qualquer problema, com o futuro primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde (PAIGC).

“Eu estou aqui para trabalhar com os dirigentes dos partidos que mereceram a confiança do povo guineense”, afirma Jomav.

Em 2015, após um ano das eleições gerais, José Mário Vaz demitiu Simões Pereira do cargo de primeiro ministro e em 2019, através de um novo sufrágio, o líder do PAIGC volta a merecer a sua confiança.

Ele diz que, “passados cinco anos, ficamos a saber quem é quem, conhecemos melhor os desafios do país e julgo que nós todos, se não tivéssemos feito aquilo que gostaríamos de fazer, agora estamos em melhores condições para trabalhar para o nosso país”.

E as presidenciais?

O Presidente garante que depois de empossar o novo Governo irá fixar a data das eleições presidenciais para ainda este ano, conforme estipula a Constituição. “As eleições presidenciais vão ter lugar no ano 2019. Falhámos relativamente às eleições legislativas, que deviam ter lugar em 2018. Mas garanto que presidenciais terão lugar neste ano”, diz.

E José Mário Vaz sublinha: “Ainda não fechamos este processo: houve campanha eleitoral, as pessoas já votaram, resultados vforam publicados e vamos entrar numa fase importante. Estamos à espera da primeira reunião na Assembleia Nacional Popular para a confirmação dos mandatos e a partir o PR vai chamar o partido mais votado para indicar o nome do primeiro-ministro e iniciar a governação. Depois atacamos as presidenciais.”

Sobre se será candidato à reeleição nas presidenciais previstas para novembro deste ano, José Mário Vaz não abriu o jogo: “O futuro a Deus pertence. Se tiver que entrar na corrida para as presidenciais ou não, esse assunto ainda é cedo. Vamos ter tempo para falar sobre esse assunto, porque eleições não vão ser agora, nem abril, nem maio e acho que não devíamos marcar a data da próxima eleição na época das chuvas.”

Pedido de ajuda à Alemanha

No fim do mantado presidencial de Jomav, a Polícia Judiciária fez a maior apreensão de droga da história da Guiné-Bissau. Foram apreendidos cerca de 800 kgde cocaína pura em território nacional.

“Tenho a minha mão limpa. Sem corrupção, sem sangue e sem droga. Acho muito injusto considerarem o meu país com país de narcotráfico. Infelizmente, nós temos coragem, temos força para esse combate, mas temos uma limitação, que é a falta de meios para enfrentar esse desafio.

É aí que eu espero poder ter o apoio da Alemanha na luta e no combate desse flagelo também”, assegura o Presidente.

Nesta entrevista exclusiva à DW África, José Mário Vaz manifestou-se satisfeito pelo seu desempenho no Executivo, sublinhando como ganho durante o seu Governo o respeito a direitos consagrados na Constituição, como as liberdades de expressão, de imprensa e de manifestação.

O chefe de Estado também elogiou a si próprio pela forma como acha que soube lidar com as forças armadas para evitar situações de golpe de Estado, permitido que o seu mandato e a legislatura chegassem ao fim, facto que acontecerá pela primeira vez na história da democracia guineense.

Braima Darame (Bissau) | Deutsche Welle

São Tomé e Príncipe | Golpe de Estado de 2003 sob investigação

Posted: 25 Mar 2019 11:54 AM PDT

Em São Tomé e Príncipe, ex-primeiro-ministro, Patrice Trovoada, terá sido financiador do golpe de Estado de 2003. Assembleia Nacional criou uma comissão de inquérito para investigar denúncias.

A Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe criou uma comissão de inquérito para investigar as denúncias de Peter Lopes. Segundo o ex-mercenário do extinto Batalhão Búfalo, na África Sul, o ex-primeiro-ministro são-tomense, Patrice Trovoada, terá sido o financiador do golpe de Estado ocorrido em 2003 nas ilhas, e que visava eliminar fisicamente os antigos Presidentes Manuel Pinto da Costa e Fradique de Menezes e o ministro da Defesa, Óscar de Sousa.

A comissão parlamentar de inquérito vai investigar o eventual envolvimento do ex-primeiro ministro são-tomense. O grupo foi criado na quinta-feira passada (14.02), com 30 votos a favor das bancadas do partido no poder MLSTP/PSD e da coligação PCD-MDFM-UDD e 22 contra da Ação Democrática Independente (ADI).

Oposição

O maior partido da oposição são-tomense insurgiu-se contra a iniciativa, alegando que a “intentona foi amnistiada em 2003”, como lembrou Abnildo de Oliveira, líder da bancada da ADI. “Uma questão já amnistiada, não se entende o facto da Assembleia Nacional vir agora reabrir o processo. Nós estamos a favor de que as coisas sejam devidamente esclarecidas.”

Quem também contraria a decisão da Assembleia Nacional é Arlindo Ramos, antigo ministro da Defesa no governo da ADI (2014-2018) e atual deputado da bancada do maior partido da oposição. “Nós temos hoje uma sociedade muito crispada e não podem ser os deputados a contribuir para que esta crispação aumente ainda mais. Pelo contrário, devemos pautar por um comportamento que apazigue a sociedade”, diz.

Para o MLSTP-PSD e a coligação PCD-MDFM-UDD, o golpe de Estado deve ser investigado. José Barros é deputado do partido no poder. “Se Patrice mandou matar, ele tem de assumir porque a vida pertence a Deus. O medo que tem é porque a prova é viva. Isso tem que ser investigado”.

Danílson Couto, líder da bancada parlamentar do PCD, também aplaude a iniciativa. “Nós temos o hábito neste país de conviver com acusações e deixar por explicar. O povo de São Tomé e Príncipe merece consideração, o mínimo de respeito no sentido de clarificar todas as acusações que pairam sobre a classe política.”

Golpe de Estado em 2003

O são-tomense Peter Lopes, residente na África do Sul, participou no golpe de Estado de 2003. Num vídeo publicado nas redes sociais em 2017, o antigo mercenário do extinto Batalhão Búfalo durante o Apartheid (África do Sul), acusou Patrice Trovoada de financiar o golpe. Disse ainda que o ex-primeiro-ministro são-tomense mandou eliminar os antigos Presidentes Manuel Pinto da Costa, Fradique de Menezes e o atual ministro da Defesa, Óscar Sousa.

“Ele estava envolvido e todo mundo sabe. As autoridades, os mais velhos políticos deste país tem a certeza e sabem, mas não tinham coragem de dizer. Mas todos sabiam que Patrice Trovoada estava 100% envolvido no financiamento do golpe de Estado de 2003.”

Peter Lopes, que se encontra neste momento em São Tomé, disse à imprensa que o Ministério Publico não está interessado em averiguar a veracidade dos factos.

“Eu mandei uma carta à Procuradoria-Geral da República. Por que não me responderam? (…) Como souberam que eu ia dizer a verdade, e a verdade iria incomodar muita gente, o Tribunal simplesmente rasgou a minha carta.”

Ramusel Graça (São Tomé) | Deutsche Welle

Angola | Os mais de 2 mil milhões de dólares recuperados e os servidores públicos

Posted: 25 Mar 2019 11:45 AM PDT

Jornal de Angola | editorial

O Estado angolano recuperou mais de dois mil milhões de dólares que estavam domiciliados em bancos do Reino Unidos e das Ilhas Maurícias e que pertenciam ao Fundo Soberano de Angola , um facto que agradou naturalmente a toda a sociedade .

Trata-se de muito dinheiro, que pode ajudar mais rapidamente na resolução de muitos problemas dos angolanos. Acredita-se que os actuais governantes saberão dar um destino correcto ao dinheiro que vai sendo recuperado e que se encontra no estrangeiro a beneficiar outras economias.

Este processo de recuperação de activos financeiros e não financeiros obriga-nos a fazer reflexões sobre os erros cometidos no passado, na perspectiva de o Estado não mais vir a ser prejudicado em virtude da má gestão de servidores públicos que colocaram os seus interesses pessoais acima dos da colectividade.

O Estado deve ser servido por pessoas honestas e que tenham consciência de que, quando estão a ocupar cargos públicos, devem pautar-se por condutas que contribuam para promover o bem-estar dos cidadãos.

A ganância e o egoísmo levou os servidores públicos a enveredar pelo enriquecimento ilícito, não hesitando em lesar interesses do Estado, com prejuízos enormes , muitos dos quais irreparáveis, para os cidadãos.

A impunidade da apropriação indevida de activos financeiros, por parte de servidores do Estado, levou muitos cidadãos a pensar que o desvio de fundos públicos para fins pessoais compensava e era cada vez maior o número de pessoas com cargos públicos que não temiam o cometimento do crime de peculato.

Que neste novo ciclo político inaugurado pelo Presidente João Lourenço os servidores públicos sejam escolhidos entre os melhores cidadãos, em termos de honestidade, patriotismo, competência profissional e amor ao próximo.

Os servidores públicos devem respeitar o que pertence ao Estado. Os bens do Estado devem ser protegidos, porque eles têm de servir a todos os cidadãos, particularmente àquelas pessoas com baixos rendimentos. Há ainda no país um elevado índice de pobreza, pelo que os recursos do Estado, que são escassos, devem ser bem utilizados e estar centrados no que é verdadeiramente essencial, para que todos os angolanos vivam com dignidade. Estamos hoje felizes por terem sido recuperados biliões de dólares. Mas a felicidade maior ocorrerá quando esses biliões de dólares se traduzirem em programas que ajudem no crescimento da economia, para que se reduza a taxa de desemprego, e na melhoria efectiva das condições sociais dos cidadãos.

Angola | A luz e as sombras de Cuito Cuanavale

Posted: 25 Mar 2019 11:26 AM PDT

Martinho Júnior, Luanda

1– Há um manancial de energia que se concentra e concentrará inexoravelmente todos os anos, a 23 de Março, em Cuito Cuanavale!

A partir de agora, todos os continentes têm sobejos motivos para nessas paragens irem beber a inspiração para fazer face aos desafios do presente e do futuro, pois no fundo, desde as profundidades das raízes do movimento de libertação que une três continentes, há um Dia de Libertação que transcende a África Austral!

Esse manancial de energia, entre ainda tão pouca luz e tantas sombras, mais que os historiadores, mais que os antropólogos, mais que os combatentes de várias gerações, são os povos que interpretam por inteiro, os povos que longamente experimentaram e experimentam ainda, apesar de todas as alienações e ilusões acumuladas, o opróbrio da opressão à margem da história dos poderosos, os povos que pouco a pouco vão vencendo os fantasmas de séculos, que pululam vadiando ainda, particularmente nos vastos continentes e mares do sul…

Essa energia ilumina esses povos nas suas mais legítimas aspirações colectivas, aquelas que se situam como um poderoso e telúrico íman, em benefício de toda a humanidade!

Desde o capitalismo mercantil que assim é, de capitalismo em capitalismo, expansivo, ou redutor, ainda que os poderosos tentem disseminar ainda mais fantasmas, sobre os milhões e milhões de fantasmas ignotos que como sombras se revolvem desde o passado de barbárie e trevas…

2– O manancial de energia teve seus intérpretes forjados e temperados na longa luta de libertação que leva mais de dois séculos, a sul.

Da revolução dos escravos no Haiti, às batalhas que inundaram o continente americano no berço de independências alcançadas a ferro e fogo, às batalhas heroicas do Sudeste Asiático, até à saga de Argel ao Cabo da Boa Esperança, nutre-se esse movimento de libertação que vai rompendo as trevas, que espanta fantasmas e sombras, que continua a trazer a luz indispensável à consciência da própria humanidade!

Os intérpretes dessa energia tiveram e têm em consciência a noção da dialéctica que continua em causa entre norte e sul, por que é a partir dessa sabedoria que alguma vez se poderá ir alcançando a síntese civilizacional que nutrirá uma humanidade saudável e um planeta livre de ameaças que só o homem pode causar, entre si e em relação à natureza, ali onde é apenas um minúsculo e evolutivo embrião, meio perdido e meio obscuro ser entre os seres…

Nem todas as ameaças, sabemo-lo, serão extirpadas sobre este planeta-azul, nossa casa e nossa causa comum, mas essa síntese iluminada, foco civilizacional evocada cada ano em Cuito Cuanavale, ao menos contribuirá para retirar ao homem o peso das sombras que advêm da barbárie suprema, a barbárie dele se ter tornado no mais inconsciente e insaciável predador, conforme ainda se vai nutrindo a sua saga em pleno século XXI…

A luz que esvai a barbárie teve o condão de incidir em cheio no Cuito Cuanavale, desde o foco luminoso que atravessou o Atlântico Sul, desde o alto da Sierra Maestra…

Do Haiti a Santiago de Cuba e Sierra Maestra, da Sierra Maestra a um continente inteiro, de Argel ao Cabo da Boa Esperança, um intérprete, acompanhado por tantos fiéis intérpretes connosco por dentro, acompanhado de milhões e milhões de seres desse manancial de energia e vida que se levanta a sul, fluem cada ano em direcção ao Cuito Cuanavale que rompe as “terras do fim do mndo”, espantando as sombras e os fantasmas remotos, mas revendo-se nos sonhos perdidos e nos pesadelos de tantas vivências submersas e esmagadas…

No foco e entre as luzes, eleva-se com toda a intensidade e capacidade de iluminar o futuro, desde a saga-matriz que constitui a sua própria vida para lá do que lhe foi físico, a luz singular da imprescindível figura do Comandante Fidel, qual cavalo alado, transatlântico e transcontinental, ele próprio um dos maiores artífices da projecção global do mais profundo significado do contemporâneo Cuito Cuanavale!

Fidel condensou e condensa todas essas energias inesgotáveis e telúricas, um vulcão ardente e vigoroso, não no sentido do apocalipse, mas no sentido da redenção civilizacional humana!

São essas as energias que expandem a luz a partir do sul, sobre todos os fantasmas, sombras e trevas que fluem desde o passado… essa é a densidade maior que paira como um cada vez mais potente farol, na Sierra Maestra, em Cuito Cuanavale e em todos os teatros de luta e rebeldia que foram sendo semeados por todos os recônditos mais ignotos do sul!

Que assim seja e se continue com todas as luzes que nos sejam possíveis condensar, adensando a sabedoria da mais legítima rebeldia a sul: a saga da lógica com sentido de vida em benefício de toda a humanidade!…

Martinho Júnior | Luanda, 23 de Março de 2019

Fotos: Imagens da energia e da luz que emerge das sombras e sobre as sombras…

Angola | Heróis da Batalha foram condecorados

Posted: 25 Mar 2019 10:57 AM PDT

Diversos heróis da Batalha do Cuito Cuanavale foram condecorados no sábado, na vila com o mesmo nome, província do Cuando Cubango, por terem contribuído para a libertação da África Austral do regime de segregação racial, antes vigente na África do Sul.

Entre os condecorados da batalha de há 31 anos, estão, a título póstumo, o general José Domingos Cordeiro Baptista “Ngueto” (medalha Mérito Militar -1ª classe) e o antigo administrador do Cuito Cuanavale, António Dias (medalha Ordem Civil do 1º grau).

As condecorações estenderam-se aos vivos, num total de 30. Neste grupo as medalhas foram de Mérito de Segunda e Terceira Classes.

Os representantes da República de Cuba e da Federação Russa, foram condecorados com a Medalha de Mérito Militar do Primeiro Grau.

O governador do Cuando Cubango, Pedro Mutindi, destacou a concretização do 23 de Março na SADC como Dia de Libertação da África Austral.

O presidente do Fórum dos Combatentes da Batalha do Cuito Cuanavale, António Valeriano, também condecorado, realçou o facto de a batalha ter alterado a geo-política da África Austral.

A efeméride tem na base o fim da Batalha do Cuito Cuanavale, que decorreu entre Outubro de 1987 e Março de 1988, uma das mais duras da guerra que o país enfrentou. A data é feriado regional na Comunidade para Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Jornal de Angola

Na foto: Várias personalidades receberam medalhas de mérito | Imagem de Santos Pedro | Edições Novembro

Moçambique | Balanço mais recente do Idai sem portugueses entre as vítimas mortais

Posted: 25 Mar 2019 12:38 AM PDT

Vítimas mortais aumentam para 446 em Moçambique

O ministro dos Negócios Estrangeiros português afirmou hoje que não há portugueses entre as vítimas mortais constantes no último balanço relativo ao ciclone Idai, acrescentando que o número de cidadãos nacionais por localizar “é inferior a dez”.

“A boa notícia é que continuamos sem nenhum registo de portugueses entre as vítimas, que infelizmente, como sabem, são na ordem das centenas, registadas e confirmadas oficialmente”, disse Augusto Santos Silva à imprensa na Base Aérea de Figo Maduro, em Lisboa, antes da chegada do avião que trazia sete portugueses que residiam em Moçambique e que pediram o seu repatriamento.

O ministro dos Negócios Estrangeiros referiu que até agora não foram registadas vítimas mortais portuguesas em Moçambique ou no Zimbabué, “onde também onde também há uma comunidade portuguesa significativa”.

Segundo o balanço mais recente, a passagem do ciclone Idai por Moçambique, Maláui e Zimbabué provocou a morte a pelo menos 761 pessoas, 446 das quais em Moçambique.

Augusto Santos Silva referiu que o número de portugueses por localizar, que “tem vindo sistematicamente a diminuir”, é, atualmente, “inferior a dez”.

O chefe da diplomacia portuguesa sublinhou que as autoridades portuguesas irão continuar a trabalhar para localizar “todos aqueles cujos familiares, amigos e colegas identificaram como carecendo de ser contactados”.

Os sete portugueses que pediram auxílio ao Estado e que hoje aterraram em Portugal constituem “todos aqueles que quiseram ser repatriados”, mas o responsável das relações externas assegurou que o Governo vai continuar a trabalhar no apoio às populações.

“Nós vamos ter necessidade de apoiar as populações, agora para evitar epidemias, para proceder a apoio médico e sanitário, e depois, numa fase seguinte, tratar-se-á de ajudar, também, na reconstrução”, disse.

Os sete portugueses, que chegaram à Base Aérea de Figo Maduro pouco depois das 01:00, foram recebidos pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e por equipas do Instituto Nacional de Emergência Médica de Portugal (INEM) e da Segurança Social.

De Portugal já chegaram a Moçambique dois aviões C130 e um avião comercial alugado. Ao todo chegaram seis toneladas de recursos, entre alimentos, redes mosquiteiras e material de higiene.

Na Beira, vindos de Portugal, já estão bombeiros, elementos da GNR, do Serviço Nacional de Proteção Civil, do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), das Forças Armadas e da EDP.

No início da próxima semana chegará à Beira o secretário de Estado da Proteção Civil.

O ciclone afetou pelo menos 2,8 milhões de pessoas nos três países africanos e a área submersa em Moçambique é de cerca de 1.300 quilómetrosquadrados, segundo estimativas de organizações internacionais.

A cidade da Beira, no centro litoral de Moçambique, foi uma das mais afetadas pelo ciclone, na noite de 14 de março.

Lusa | em Notícias ao Minuto | Foto: Siphiwe Sibeko/Reuters

Moçambique | Tragédia anunciada, Idaí?

Posted: 25 Mar 2019 12:13 AM PDT

@Verdade | Editorial

Nunca se está preparado para um Ciclone de categoria 4. A medida que as telecomunicações são restabelecidas é possível ver o terror enfrentado por meio milhão de pessoas na noite e madrugada de quinta e sexta-feira passadas, difícil de descrever em palavras é o assobiar do vento forte que arrancou todos os tectos, partiu vidros, deitou abaixo árvores, postes de energia, telecomunicações… arrasou com a cidade da Beira.

Que o nosso país é um dos mais vulneráveis do globo aos eventos extremos da natureza não é novidade, milhões de dólares têm sido gastos em estudos e consultorias para provar o que o povo sente todos os dias: o clima mudou. Planos para prevenção e mitigação, redução, de acção, quinquenal não faltam. O que não tem havido é dinheiro para tornar realidade o slogan do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC): “Mais vale prevenir que remediar”!

À parte da liderança política dos últimos anos o INGC está dotado de profissionais capacitados e experientes, assim como o são muitos dos executivos que representam as diferentes instituições do Estado no Centro Nacional Operativo de Emergência, o drama é que funciona sem fundos ao longo do ano para acções de prevenção e quando a época chuvosa o Governo não tem disponibilizado o dinheiro necessário para remediar. Desde 2015 que só têm sido desembolsado cerca de 20 por cento das necessidades inscritas no Plano de Contingência, um instrumento obrigatório à luz da Lei 15/2014.

Daí resultam situações caricatas que culminam com a morte de pessoas. Durante 3 dias o INGC não conseguiu comunicar e coordenar as suas acções porque, tal como o povo, dependia das telecomunicações normais, a instituição não tem um único telefone satélite ou um kit completo de comunicações alternativas em caso de apagão, como aconteceu. Os drones, propagandeados como uma solução para encontrar vítimas, afinal não voam com mau tempo e não tem grande autonomia de voo, não passam de brinquedos.

Além disso a comunicação voltou a falhar com os países vizinhos, tal como em 2015 o Malawi não alertou para a onda que inundou e acelerou o rio Licungo, o Zimbabwe não preveniu sobre o transbordar da sua barragem o que precipitou as cheias no Búzi e Púnguè.

Contudo o IDAI terá sido, dos 16 ciclones tropicais que fustigaram Moçambique desde 1980, aquele que mais foi alertado ao povo. Os beirenses admitem hoje que menosprezaram os avisos, embora a maioria não tivesse meios para sair da cidade e procurar refúgio longe dos locais onde o impacto era mais do que esperado.

Não há dúvida que o momento é de ainda resgatar os cidadãos situados e prestar assistência aos sobreviventes porém com Nação temos de reflectir e rever as prioridades. O dinheiro nunca chega para tirar o povo das casas precárias que se danificam na menor intempérie mas existe sempre para a vida faustosa dos dirigentes e auto proclamados libertadores da pátria.

Idaí? É preciso reconstruir e investir numa Beira resiliente, mas que desde sempre foi preterida pelo partido que governa Moçambique desde a independência, afinal é conotada como o centro da oposição!

Moçambique | “Beira foi completamente arrasada pelas Mudanças Climáticas” – Graça Machel

Posted: 25 Mar 2019 12:13 AM PDT

“Beira é a primeira cidade na história do mundo que foi completamente arrasada pelas Mudanças Climáticas” diz Graça Machel

Graça Machel declarou sobre o impacto do Ciclone IDAI: “eu tenho a maior dor para dizer que é o meu país e o meio povo que vai ficar na história como tendo sido a primeira cidade a ser devastada completamente pelas Mudanças Climáticas”. A 1ª primeira-dama de Moçambique desafiou o mundo a preparar-se “para pedidos de assistência de grande escala e de uma sofisticação e complexidade de como é que se reorganiza uma cidade que ficou totalmente arrasada, nunca aconteceu, aconteceu aqui”.

Falando com jornalistas em Maputo após visitar as províncias fustigadas desde o passado dia 14 pelo Ciclone tropical IDAI, Graça Machel não tem dúvidas que o que aconteceu no Centro de Moçambique, são as Mudanças Climáticas. “Dizia-se que os pobres são aqueles que vão pagar o maior preço, eu tenho a maior dor para dizer que é o meu país é o meio povo que vai ficar na história como tendo sido a primeira cidade a ser devastada completamente pelas Mudanças Climáticas”.

“Daqui a algumas semanas o mundo tem que se preparar para números muito maiores, para pedidos de assistência de grande escala e de uma sofisticação e complexidade de como é que se reorganiza uma cidade que ficou totalmente arrasada, nunca aconteceu, aconteceu aqui. Os mundo já viu as Caraíbas com ilhas mas uma cidade como a Beira ficar completamente arrasada esta é a primeira experiência”, alertou a activista social.

A viúva do Presidente Samora desafiou ao mundo: “Todas as experiências de reconstrução pós Mudanças Climáticas vão ter de se por a prova aqui neste país e naquela zona do nosso país”.

Mas antes da reconstrução Graça Machel apelou as autoridades nacionais e internacionais envolvidas: “A operação de busca e salvamento ainda não está completada, todos nós podemos imaginar o que significa estares pendurado em cima de um tecto ou de uma árvore, as pessoas começam a cair de exaustão por causa de todas as coisas que podemos imaginar”, lamentando que “devemos-nos sentir profundamente preocupados disso não se ter conseguido fazer em tempo relativamente curto”.

“Moçambique vai continuar a precisar de assistência internacional por muito mais tempo, e não estou a falar de reconstrução”

Com experiência acumulada de décadas a lidar com a assistência humanitária às zonas rurais a antiga primeira-dama chamou atenção para o facto de estarem a ser constituídos diversos centros de acolhimento para se facilitar a distribuição de assistência, “mas isso quer dizer que nós vamos precisar por muito tempo de meios aéreos, porque não há estradas que permitam levar em grandes quantidades para todos os centro de acomodação e fazemos apelo ao mundo para saber que os meios aéreos que estão a ser usados para salvamento vão ser necessários para continuar por mais tempo para fazer a distribuição da assistência de todo o tipo”.

“Esta é uma emergência nunca vista na nossa história, nós todos estamos perplexos e não temos toda a experiência de gerir a complexidade desta emergência” disse a mamã Machel reiterando o apelo “Queremos solicitar que as pessoas estejam connosco por muito tempo, e não aquilo que muitas vezes nas primeiras semanas, um mês depois a atenção começa a virar para outro lado, Moçambique vai continuar a precisar de assistência internacional por muito mais tempo, e não estou a falar de reconstrução, estou a falar do período exclusivamente de assistência”.

“Muito acima de 3 milhões de pessoas que estão afectadas, e todo o apoio ainda é insuficiente”

A activista ressalvou que embora seja “verdade a Beira é a primeira cidade na história do mundo, que eu saiba, que foi completamente arrasada. É preciso lembrar-nos que são muitos outros distritos que estão afectados, os números que o Governo teve de apresentar numa primeira fase estão muito abaixo daquilo que são as pessoas afectadas, há necessidade de aumentar a dimensão e os números de assistência que nós precisamos”.

“Há pessoas que estão em Dondo, em Nhamatanda, no Búzi, que atravessaram para zonas de Chimoio, o Sul da Zambézia, são muitos distritos afectados. Nós temos, eu posso arriscar, muito acima de 3 milhões de pessoas que estão afectadas, e todo o apoio ainda é insuficiente”, concluiu Graça Machel.

Viviam nas províncias de Sofala e Manica, de acordo com o Censo de 2017, mais de 4,2 milhões de cidadãos moçambicanos. O Instituto Nacional de Gestão de Calamidades indicou neste domingo a existência de 446 óbitos e reviu para 518.323 o número de pessoas afectadas directamente pelo Ciclone IDAI que deixou 2.184 inundadas e 56.480 parcial ou totalmente destruídas. Existem 434 escolas afectadas colocando sem estudar mais de 90 mil alunos. Unidades sanitárias são 45 danificadas, 19 delas só na cidade da Beira.

Um Relatório do INGC de 2012 constatou que “Como resultado das mudanças climáticas, a exposição ao risco de calamidades naturais em Moçambique aumentará significativamente ao longo dos próximos 20 anos e mais além”, dentre os vários impactos descritos o documento antecipava que: “As regiões centrais serão as mais afectadas por ciclones mais intensos e pela subida do nível do mar” e indicou que a “Beira é a cidade mais vulnerável seguida, alternadamente, de locais, vilas e cidades nomedadmente Tofu, Pemba, praia de Xai-Xai, Maputo, Ponta d’Ouro e Vilanculos”.

Adérito Caldeira | @Verdade

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XXXI COLÓQUIO DA LUSOFONIA

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Source: XXXI COLÓQUIO DA LUSOFONIA

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Expresso | Alunos do profissional vão poder entrar na universidade sem exames

Novo regime de acesso deve ser experimentado já no próximo ano. Caberá às instituições definirem os critérios de seleção

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Sindicatos de professores dos Açores divergem sobre texto de recuperação do tempo de serviço | Educação | PÚBLICO

A proposta do Governo Regional prevê a recuperação integral do tempo de serviço congelado nos Açores durante seis anos, com efeitos a partir de 1 de Setembro de 2019.

Source: Sindicatos de professores dos Açores divergem sobre texto de recuperação do tempo de serviço | Educação | PÚBLICO

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Calheta de Pêro de Teive: ouçam o arquitecto Kol de Carvalho e deixem-se de mentiras

Calheta de Pêro de Teive: ouçam o arquitecto Kol de Carvalho e deixem-se de mentiras

O conhecido arquitecto Kol de Carvalho, em declarações a um jornal de Ponta Delgada, desmonta hoje, com as suas inegável competência e notável lucidez, a grande mentira que é a chamada requalificação da Calheta de Pêro de Teive, patrocinada e promovida pelo Governo Regional dos Açores do PS e pela Câmara Municipal de Ponta Delgada do PSD, unidos em estranha aliança numa matéria de enorme relevância para a cidade.
Depois de afirmar, nomeadamente, que os “critérios económicos” sobrepõem-se aos “critérios urbanos”, verdade indesmentível, Kol de Carvalho pede um entendimento entre o Governo Regional e a Câmara Municipal, para que ““construam uma coisa capaz” no espaço conquistado ao mar na Calheta.
Sobre os projectos que têm surgido para o local, Kol de Carvalho mostra óbvias reservas. “Todo o processo da Calheta vem num crescendo. Os primeiros projetos ainda deixavam espaço livre. Os últimos já não deixam espaço livre nenhum, embora se diga que se põem umas plantas, é muito difícil alguma planta crescer em cima de um estacionamento”, afirmou, que é o que existe abaixo do nível da Rua Engenheiro José Cordeiro, ou seja, um parque de estacionamento subterrâneo.
O Governo Regional e a Câmara Municipal têm dito sempre que vão ser demolidas as galerias inacabadas, que vai ser construído um hotel e que vai ficar uma praça de “grandes dimensões”, com espaços verdes para usufruto da população. O arquitecto vem confirmar que tudo isso não corresponde à verdade, quanto à alegada praça e aos alegados espaços verdes, ao realçar que não haverá “espaço livre nenhum” e, mesmo que coloquem lá “umas plantas”, não vão crescer em cima de uma placa de cimento.
Kol de Carvalho, cuja honestidade técnica e intelectual todos reconhecem, diz também: “O último projeto que vimos vai continuar a entaipar a Calheta, dada a volumetria brutal que vai fazer com que aquela que é chamada a quarta travessa da Calheta seja um beco horrível”. A “volumetria brutal” em causa é a do monstruoso hotel que está previsto para um local que é público mas que está concessionado a privados, o que nunca devia ter acontecido, porque a Calheta é da população.
Considera que a solução deveria passar pela construção “de um estacionamento enterrado que viesse dotar aquela zona de estacionamento e depois era fazer a tal praça pública que poderia ter um quiosque ou outro, mas que não entaipasse a Calheta”. Portanto, a Calheta livre de mamarrachos, como os poderes públicos têm dito, também é mentira, porque o hotel a construir será outro mamarracho, de grandes dimensões.
Depois de fazer uma pormenorizada cronologia deste processo, o arquitecto lembra que passaram-se vinte anos desde o aterro da baía da Calheta de Pêro de Teive e todo o espaço circundante continua por concluir.
Gostaria de saber o que têm a dizer sobre as oportunas e lúcidas declarações do arquitecto Kol de Carvalho a Assembleia Legislativa dos Açores, o Governo Regional, a Assembleia Municipal de Ponta Delgada e a Câmara Municipal, que são as instituições com competência e capacidade legais para decidirem numa matéria como a da Calheta. Em nome do interesse colectivo, unam-se e coloquem os Açores acima dos milhões, acabando com a mentira prevista para a Calheta.
A única solução correcta, digna e verdadeira é demolir as galerias comerciais inacabadas e transformar o espaço numa praça, sem mais hotéis ou interesses privados à mistura. A ideia de um jardim público não resultaria em cima de uma placa de cimento, como alerta o arquitecto.
Muito obrigado, senhor arquitecto Kol de Carvalho, pela sua brilhante intervenção, numa terra em que parece que há muita gente a “dormir”…

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quantos em Portugal usam este cartão?

James O'Phelan
James O’Phelan, B.S. Psychology & Marketing, East Stroudsburg University

I bartended for years in some of the swankiest bars around and I’ve seen rich people.

Screw your Amex centurion card for amateurs, to hell with your Chase Sapphire preferred.

Those cards are for peasants and fops!

The grand daddy of the the grand daddy is the JP Morgan Palladium Card.

The card itself is made of 1oz of pure Palladium with the JP Morgan in 24 karat gold.

The card itself is worth about $1000 in precious metals.

You can’t apply for this card.

You can’t beg for this card.

They don’t give a damn about your perfect credit score.

They send you this card when you have $25 million or more in JP Morgan’s private investment bank.

They call it “The card for the 1% of the 1%.”

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Is Ancient DNA Research Revealing New Truths — or Falling Into Old Traps? – The New York Times

Geneticists have begun using old bones to make sweeping claims about the distant past. But their revisions to the human story are making some scholars of prehistory uneasy.

Source: Is Ancient DNA Research Revealing New Truths — or Falling Into Old Traps? – The New York Times

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antecipado fecho inscrições Graciosa 32º colóquio

a todos se informa que devido ao excesso de inscrições se antecipou o prazo de inscrições de oradores de 1 de julho para 1 de maio

detalhes em http://coloquios.lusofonias.net/XXXII/

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