A História de Portugal que muito poucos conhecem

A História de Portugal está repleta de segredos e de mitos que importa trazer a público. Fique a conhecer alguns que ninguém conhece!

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Superfície da ilha de La Palma dava sinais de reativação vulcânica desde 2010 | TVI24

O estudo, liderado por José Fernández, confirmou a existência de pequenas deformações na estrutura do vulcão, com mais de dez anos

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a língua maltratada

Deve dizer-se Câmara DE Lagoa ou Câmara DA Lagoa? Junta DE Arrifes, DE Capelas, ou DAS Capelas e DOS Arrifes?…. Eis o meu artigo publicado hoje, no “Correio dos Açores”…. Nunca peço isto a ninguém. Mas se puderem partilhar, ficarei muito grato. Pode ser que, por intermédio de algum dos meus Amigos/as do facebook, chegue junto de quem de direito, ou, pelo menos, dos muitos assessores/as de imprensa que pululam por aí!
Aqui está
DE ou dA?
A moda suplanta a gramática?
Tornou-se moda reduzir um determinativo de lugar à preposição “de”… Assim, temos, em documentos oficiais, A Câmara DELagoa; a Junta de Freguesia DE Arrifes; a Câmara DE Nordeste e a Junta DE Capelas. Isto para citar apenas alguns casos sem sair de São Miguel.
Nada mais errado! E não sei se ainda vamos a tempo de corrigir o erro. Porque nada pior do que a repetição dele para se pensar que assim é que é. Já para não falar de certo snobismo cultural que vai ditando regras ao sabor do momento e na proporção da indiferença com que as questões da Língua são tratadas.
No caso concreto das denominações de países, províncias, cidades, vilas, freguesias ou lugares, há dois aspectos a considerar: uns nomes pedem artigo definido, masculino ou feminino, no singular ou plural, para serem escritos ou pronunciados. Outros são “neutros” ou, como dizia o Professor José de Almeida Pavão, “indefinidos”.
E aqui estão exemplos: Roma, Paris, Londres, Lisboa, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Vila Franca do Campo, Água de Pau,
São Mateus, e tantos outros… Nenhum destes nomes precisa de artigo definido para ser pronunciado ou escrito.
E por isto mesmo se diz, correctamente: Vou A Lisboa, vim DE Roma, estive EMLondres, ou vivo EM Ponta Delgada. Tudo preposições simples sem qualquer contracção com o artigo definido.
Vejamos agora outros exemplos: tudo nomes de países, cidades, vilas, freguesias e lugares que requerem um artigo a defini-las: O Porto, A Ribeira Grande, A Horta, A Lagoa, OS Açores, OS Arrifes, O Nordeste, A Ribeira das Tainhas (por favor sem acento, e todas as placas estão erradas), A Maia e AS Capelas… Só para dar alguns exemplos.
E aqui todos nós dizemos, e bem: vou AO Porto, estive NA Ribeira Grande, já visitei A Horta, gosto de ir À Lagoa, tenho amor AOS Açores, passarei NOS Arrifes, e estarei NO Nordeste.
A ninguém passa pela cabeça dizer que vivi em Horta, ou vou morar em Lagoa, ou mesmo vou nadar no mar de Capelas. Como estas palavras todas pedem o artigo definido, quando preposicionadas, pedem a contracção da preposição com o artigo definido.
Por isso mesmo deve dizer-se a Vila DAS Capelas (contracção da preposição DE, mais o artigo definido do plural AS); Concelho, ou Câmara DA Lagoa, do Nordeste ou DA Ribeira Grande ( contracção da preposição DE, mais o artigo definido, no plural, feminino ou masculino A/O, conforme os casos).
Nunca percebi o porquê da moda que agora se vê em muitos lados, quando se escreve a Câmara DE Nordeste, a cidade DE Lagoa, ou a Junta DE Arrifes.
É natural que este meu alerta venha a cair em saco-roto, até porque me poderão dizer que não sou académico, nem tenho autoridade para opinar sobre a matéria. Mas acho que, em questões destas, basta conhecer o básico de uma gramática e acima de tudo estar atento ao senso comum. Se ninguém diz: eu vou A Arrifes, porquê Junta de Arrifes? Se ninguém diz: estive EM Lagoa, mas sim NA Lagoa, porque cidade DE Lagoa?
Deixo o assunto à consideração de cada um dos responsáveis, com a certeza de que quem tiver coragem de se demarcar de modas para se guiar pela gramática, ganhará pontos. Não dá votos, mas há mais vida para além dos votos!
Santos Narciso
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Talibãs penduraram corpo numa grua na principal praça de Herat

De acordo com a AP, o corpo exposto seria de um homem morto pela polícia, depois de ter sido apanhado a participar num rapto.

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Volcanic Ash: Binter, Iberia Halt Flights to La Palma | Airways Magazine

MIAMI – Canary Island carrier Binter Canarias (NT) canceled all flights to La Palma today while Iberia (IB) canceled its only flight to the island. Binter Canarias said in a statement that the ash cloud produced by the volcano had worsened significantly in the last few hours, forcing it to halt operations to and from…

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O vulcão Cumbre Vieja encontra-se na fase de maior atividade desde que entrou em erupção, no domingo. O aeroporto está inoperacional devido à cinza que cai.
La Palma. Aeroporto está inoperacional devido às cinzas
RTP.PT
La Palma. Aeroporto está inoperacional devido às cinzas
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desvendada a origem dos polinésios

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Mistério sobre povoamento de ilhas do Pacífico é desvendado em novo estudo. De Samoa à Ilha de Páscoa, DNA revela a rota do povoamento da Polinésia
25.set.2021 às 6h00
PARIS | AFP
Milhares de quilômetros de oceano separam as populações das Ilhas Marquesas do arquipélago de Páscoa ou do Taiti. Mas todas permanecem conectadas por seus genes, de acordo com um estudo que, graças ao DNA, traça a rota dos ancestrais exploradores do Pacífico Sul.
Arqueólogos e historiadores há muito se perguntam sobre as origens dos habitantes das ilhas da Polinésia, uma enorme extensão marítima que foi uma das últimas áreas habitáveis a ser colonizada pelo homem.
nove grandes estátuas em forma de homem, ao fundo, e três cavalos mais à frente, pastando
Cavalos pastam perto de fileira de moais na costa sul da Ilha de Páscoa – Pedro Carrilho – 13.fev.2012/Folhapress
“É um dos capítulos mais fascinantes da história da colonização humana e quase não há vestígios tangíveis”, explica à AFP Andrés Moreno-Estrada, coautor do estudo publicado na quarta-feira (22) na revista Nature.
Durante suas viagens pela região no final do século 18, o capitão britânico James Cook percebeu as semelhanças entre as línguas faladas pelos povos do arquipélago da Sociedade (onde fica o Taiti) e as das ilhas localizadas a 1.600 quilômetros de distância, as Ilhas Cook.
Esse grupo de línguas –austronésias– vem da distante Taiwan e é a família linguística mais difundida do planeta.
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QUEBRA-CABEÇA INCOMPLETO
As pesquisas linguísticas, junto com as descobertas arqueológicas, permitiram aproximar essas populações dispersas. Mas a história ainda estava incompleta.
“Até agora, nenhum estudo tinha sido capaz de localizar o ponto exato dos primeiros assentamentos polinésios”, segundo Andrés Moreno Estrada, pesquisador do Laboratório Nacional de Genômica para Biodiversidade do México.
A rápida expansão dessas populações enganava os cientistas. E foi apenas quando analisaram o DNA dos habitantes atuais que a equipe de pesquisadores foi capaz de encontrar a peça que faltava no quebra-cabeça.
“O genoma dessas populações insulares guarda a história de seus ancestrais”, descreve Alexander Ioannidis, o outro autor do estudo, que sequenciou o DNA de 430 habitantes de 21 ilhas do Pacífico Sul, amostra nunca antes analisada nesta região do mundo.
“Comparando as pegadas biológicas de uma ilha a outra, podemos ver quando o genoma se dividiu e é possível estimar quando essas populações coexistiram pela última vez”, acrescenta o geneticista da Universidade de Stanford, na Califórnia.
Os resultados das primeiras investigações mostram uma cartografia detalhada dos assentamentos desses pioneiros, que entre os séculos 9 e 13 se moveram do oeste para o leste.
As primeiras migrações teriam partido das Ilhas Samoa, no oeste, na direção sudeste.
Estabeleceram-se em Rarotonga, a maior das Ilhas Cook, por volta de 830 d.C. Os navegadores teriam localizado a ilha de longe graças às colunas de nuvens do relevo vulcânico da ilha.
A migração se dirigiu então para o noroeste, chegando às Ilhas Sociedade por volta de 1050. Mais tarde, em 1110, essas populações pisaram no arquipélago de Tuamotu, formado por várias dezenas de atóis, e pouco povoado atualmente.
Na época, essas ilhotas recém-emergidas das águas apresentavam condições de vida bastante favoráveis, com terras agricultáveis e matas jovens.
GRANDES NAVEGANTES
O arquipélago Tuamotu, parte da Polinésia Francesa (como o Taiti), teria “desempenhado um papel decisivo na colonização do Pacífico Sul”, insiste Alexander Ioannidis.
“Tuamotu é enorme, uma área equivalente à distância entre a Inglaterra e a Grécia. Os primeiros colonizadores deveriam ter uma cultura marítima altamente desenvolvida para poder navegar de ilha em ilha”, diz Ioannidis.
Esse conhecimento técnico teria permitido aos exploradores navegar milhares de quilômetros.
Assim, o estudo revela que Tuamotu é o ponto de partida das migrações posteriores: para o norte, em direção às Ilhas Marquesas, e para o leste, passando por Mangareva (no arquipélago dos Gambier) no século 12, até o extremo leste, as Ilhas de Páscoa.
“Este estudo é um feito genético que nos permite traçar um cenário muito detalhado” dessa epopeia, comemora Florent Détroit, paleoantropólogo do Museu Nacional de História Natural da França.
Nesse caso, como aponta esse cientista francês, as semelhanças genéticas corroboram as descobertas arqueológicas. E o estudo publicado na Nature aponta a hipótese de que as grandes construções megalíticas, como os moais na Ilha de Páscoa, têm uma origem comum em Tuamotu.
Mistério sobre povoamento de ilhas do Pacífico é desvendado em novo estudo
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De Samoa à Ilha de Páscoa, DNA revela a rota do povoamento da Polinésia
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How Qantas’ A380 Pilots Are Coping With Not Flying – Simple Flying

Long-haul Qantas A380 pilots are speaking up about the pressures of being out of the cockpit. According to…

Source: How Qantas’ A380 Pilots Are Coping With Not Flying – Simple Flying

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Tédio – YouTube

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artur novelhe, mudar o mundo

Sábado 2 de Outubro estaremos em Carnota, falando sobre um Novo Paradigma, de Paz e Ajuda Mútua, para uma nova humanidade
May be an image of outdoors, tree and text that says "ARTUR ALONSO NOVELHE MUDAR o MUNDO na procura dum novo paradigma para uma nova Humanidade MANTILLA ARMESTO JOSE POR ACOMPAÑADO Sabado I 11:30 2 de Outubro ARTUR ALONSO NOVELHE Praza da Pedra, Carnota Librería Chorima MUDAR 0 MUNDO"
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