It’s Time for a World without Gender

I absolutely refuse to take into account the “gender” that any society may attribute to any one person, lest any political ideology. I refuse because gender considerations do not affect the way in which I relate to anyone. I actually consider “gender identity” to be a manifestation of human stupidity, plain and simple. One more diversionary strategy to divide and manipulate people.

It is time to get rid of the gender binary. It is time to start treating people according to th

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GABRIELA E JORGE AMADO

«Nacib sacudiu a mão sem achar o que dizer: – Bem… Até outra. Boa sorte. Virou as costas, ia saindo, ouviu a voz atrás dele, arrastada e quente: – Que moço bonito! Parou. Não se lembrava de ninguém achá-lo bonito, à excepção da velha Zoraia, sua mãe, nos dias de infância. Foi quase um choque.»

-1:24

Filme promocional sobre os Açores ganha prémio de melhor campanha publicitária – Jornal Açores 9

A Azores Getaways foi distinguida, no passado dia 12 de outubro, com o prémio de Melhor Campanha Publicitária no Festival

https://youtu.be/I4-5mykmNmc

Source: Filme promocional sobre os Açores ganha prémio de melhor campanha publicitária – Jornal Açores 9

aos ricos perdoam milhões, aos pobres tiram-lhes tudo

Inês Sá is feeling irritated.

“De uma dívida judicialmente reconhecida de 70,8 milhões de euros, a rede de clínicas terá apenas de pagar 27 milhões ao longo de dez anos. O resto são perdões de dívida.”

Enquanto isso, há milhares de contribuintes portugueses a ficarem sem as suas casas, pelo facto de não conseguirem pagar as suas prestações ao banco, consequência de uma situação de desemprego inesperado, trabalho precário, ou tantas outras possíveis fragilidades, que afetam diariamente a vida de qualquer um de nós.
Desigualdades destas, são, no meu entender, COMPLETAMENTE INADMISSIVEIS.! Não há explicação possível para tamanha injustiça!

E se 1640 tivesse saído ao contrário?

 

 

https://www.publico.pt/2019/10/16/mundo/opiniao/1640-saido-contrario-1890158?fbclid=IwAR1Ty3OKr5CKaQWBKq5g6Ewvg0-J-iBjMnnuOnKrfBlXk4sPZ-tZID9V9Hs

« (…) É bem conhecido que em finais de 1640 a monarquia hispânica teve de tomar uma decisão complicada: segurar Portugal ou segurar a Catalunha. (…) Ainda que Portugal tivesse grandes territórios ultramarinos, de grande valor para a monarquia, a Catalunha fazia fronteira com a França, e a aliança entre catalães e Luís XIII era um foco de grande apreensão.” Ou seja, com Portugal a Espanha poderia perder um reino e metade de um império; mas com a Catalunha arriscava-se a uma invasão francesa e a perder-se a si mesma. Claro que Madrid não desejava perder nem Portugal nem Catalunha — a Guerra da Restauração duraria mais 28 anos, até 1668 — mas naquele ano de 1640 foi preciso ter uma só prioridade, a Catalunha, e essa folga foi a suficiente para Portugal hoje poder olhar a situação catalã com uma certa sobranceria.

(…)
É fácil projetarmo-nos num tempo imaginado e termos a convicção de que estaríamos inevitavelmente no papel que daqui vemos como certo. Nenhum de nós se imagina do lado dos repressores em cada momento da história. Esquecemo-nos que em cada momento os repressores estão convencidos de que são eles as vítimas. Por isso não é fácil imaginar onde estaríamos cada um de nós, se 1640 tivesse saído de outra forma e hoje Portugal fosse uma mera autonomia de Espanha. Talvez imaginemos todos que seríamos orgulhosos independentistas (por mim, era o que eu gostaria de ser). Mas o mais certo é que fôssemos uma sociedade dividida e polarizada, como é hoje a Catalunha.

Numa sociedade dividida e polarizada, todos cometem erros, mas a apreciação do que é um erro é ela própria dividida e polarizada. Do meu ponto de vista, há um erro grave de cada lado neste processo que leva estas nove pessoas à prisão. Do lado catalão, a realização do referendo é do meu ponto de vista legítima — não pode ser ilegal pedir opinião à população —, mas a eficácia do mesmo deveria ter sido suspensa para possibilitar a abertura de um período de diálogo com o governo espanhol, tão demorada quanto necessário, em vez de levar a uma declaração unilateral de independência apressada e improvisada, aliás, exigida principalmente por aqueles que não foram parar à cadeia, incluindo Puidgemont, que a assinou e passou para o exílio. Do lado de Madrid, o erro foi o facto de se ter judicializado aquilo que só poderia ter uma solução política — e esperemos que o recurso para o Tribunal Europeu de Direitos Humanos permita talvez moderar os impulsos punitivos deste processo.

Mas os dois erros não são vistos da mesma forma lá onde importa. Um dos agora condenados, o ex-conselheiro de Relações Exteriores (e meu bom amigo) Raül Romeva, disse-me uma vez como via as coisas. Cito de memória: “Eles vão tentar vergar-nos, arruinar-nos e talvez até prender-nos, mas com isso acabarão por ter de enfrentar uma nova geração de independentistas bem mais inflexível do que nós.” Foi isso que esta sentença ofereceu agora à Catalunha e a Espanha.

Podemos lamentar, compreender ou não, antipatizar ou não. Mas imaginemos que 1640 tinha saído ao contrário e rapidamente nos aperceberemos de uma coisa: pode demorar, mas isto só se resolve de duas formas: ou com a independência catalã, ou com a Espanha a aceitar reinventar-se de outra forma. Como está, não dá.»

[Rui Tavares, “Público”, 16/10]

PUBLICO.PT
Pode demorar, mas isto só se resolve de duas formas: ou com a independência catalã, ou com a Espanha a aceitar reinventar-se de outra forma. Como está, não dá.

O português em Timor-Leste e a homenagem a Evanildo Bechara e a Malaca Casteleiro – Ciberdúvidas da Língua Portuguesa

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