Aeroporto da Horta: a política do entretenimento – Tribuna das Ilhas

A expetativa criada de forma propositada com a inscrição de uma referência ao aeroporto da Horta no Orçamento do Estado para 2019 está a esfumar-se. Começa a generalizar-se a ideia de que os faialenses foram, mais uma vez, enganados, com um artigo de redação estranha para enganar as pessoas em ano eleitoral.

Source: Aeroporto da Horta: a política do entretenimento – Tribuna das Ilhas

BRASIL SAI ÀS RUAS EM DEFESA DA AMAZÓNIA

BRASIL SAI ÀS RUAS EM DEFESA DA AMAZÓNIA
MANIFESTAÇÕES PROGRAMADAS UM POUCO POR TODO O PAÍS

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Paula Lavigne, líder do movimento de artistas que teve a iniciativa das manifestações no país e no mundo, diz ao DN que “o oxigénio que a direita respira é o mesmo que a esquerda respira”. Partido de Marina Silva quer impeachment do ministro do Ambiente.

Antes de queimar a floresta, Bolsonaro já queimou o filme do Brasil

BOLSONARO QUEIMOU O FILME DO BRASIL
Fatos já não importam no debate da Amazônia; Brasil se torna um pária mundial

Fatos já não adiantam mais. Quer-se ouvir a voz de Jair Bolsonaro, os que odeiam e os que amam. Já pouco importa saber as causas e os motivos dos incêndios e dos desmatamentos horrendos de meados deste ano na Amazônia.

Antes mesmo de incendiar a floresta, o presidente já queimou o filme do Brasil, dado o comportamento demente de seu governo de extrema-direita. Ao longo desta semana, Bolsonaro se tornou um sucesso mundial de falta de estima, de desprezo ou de raiva.

Em poucos meses, em especial nas últimas semanas derrubou duas décadas de melhorias na imagem internacional do Brasil no que diz respeito ao ambiente.

Era um progresso baseado em fatos como diminuição do ritmo de desmatamento, leis de proteção, adesão de parte das empresas rurais às razões ambientais, políticas socioeconômicas e diplomacia inteligente. Há decerto promessa de devastação de todos esses avanços. O desmatamento da razão e das instituições já começava, assim como há incentivo ao espírito de destruição desde a campanha eleitoral.

Mas Bolsonaro adiantou-se à ruína que alardeia ou prega, com suas palavras de profeta do apocalipse da razão.

Líderes políticos europeus, de organizações internacionais, de ONGs com grande sucesso de público e tuítes em massa, pelo mundo inteiro espalhavam o slogan “nossa casa está queimando”. Nossa casa, o planeta, a Amazônia. Desde gente e instituições sérias até pessoas ingênuas ou desinformadas que se ocupam da floresta como uma espécie de panda vegetal atacavam o autodenominado Nero das matas.

Os indícios de problemas sérios na Amazônia tornaram-se escândalo mundial porque Bolsonaro é um presidente que “prende e arrebenta” os fatos e o debate racional, porque causa ultraje, multiplica as crises.

Não se sabe por ora o tamanho da ruína político-diplomática que vai causar, na prática, mas já contribui para formar ou fortalecer coalizões que podem prejudicar os interesses brasileiros.

Protecionistas, ambientalistas, apenas gente adepta da democracia ou de relações civilizadas nas relações internacionais podem fazer uma frente comum.

A liderança centrista de Alemanha e França não vai desprezar o impacto político de Bolsonaro sobre os partidos “verdes”, que crescem em seus países. A reação ao acordo de Mercosul e União Europeia ganha reforço. O peso de um país tresloucado e selvagem em fóruns internacionais tende a diminuir.

Veja a repercussão das queimadas da Amazônia na mídia internacional

Os meios de comunicação alemães mais importantes chegam a pedir sanções contra o Brasil, que corre o risco de se tornar um pária mundial porque assim se comporta seu governo.

O presidente torna-se um pária moral e intelectual em grandes partes do mundo civilizado porque é um sucesso no que se propõe a fazer. Isto é, deprezar dados, “especialistas e estudiosos”, instituições, acordos políticos e debates racionais; insultar países amigos; caluniar “isentões” e “esquerda”, em suma todos aqueles que não aderem ao líder, tal como acaba de fazer com ONGs ambientais, governadores do Norte e países amigos.

A crise diplomática apenas acirra o espírito de combate e o desprezo desvairado pelo pragmatismo mínimo. Seu governo acusa de conspiração “esquerdista” a mesma União Europeia que acaba de assinar um acordo com o Mercosul. Nada faz o menor sentido.

Bolsonaro arrastou a imagem do Brasil para este seu torvelinho inflamado de desrazão odienta. Nossa casa, o país inteiro, está queimando por sua causa.

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Fatos já não importam no debate da Amazônia; Brasil se torna um pária mundial

Bolsonaro ganha combustível e aposta no nacionalismo para mascarar negligência

AMAZÓNIA EM CHAMAS
BOLSONARO ISOLA BRASIL NA CENA INTERNACIONAL

Bolsonaro ganha combustível e aposta no nacionalismo para mascarar negligência

Depois de instalar uma política de negligência no meio ambiente, Jair Bolsonaro redobrou a aposta no discurso da soberania nacional. A denúncia de interesses estrangeiros sobre a Amazônia carrega uma dose de lógica, mas serve principalmente para mascarar o desmonte dos órgãos de fiscalização e uma retórica que estimula o desmatamento.

A pressão internacional sobre o Brasil se alastrou com velocidade proporcional às provocações de Bolsonaro. Quando o país perdeu os milhões do Fundo Amazônia, ele deu de ombros e mandou Angela Merkel pegar o dinheiro para reflorestar a Alemanha. “Lá está precisando muito mais do que aqui”, disse.

O presidente gostou de bancar o valentão. Depois, criticou também a Noruega e reforçou suas acusações contra ONGs que atuam na região.

Disposto a explorar a ameaça estrangeira, Bolsonaro ganhou um presente nesta quinta-feira (22). O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que as queimadas na Amazônia eram uma “crise internacional” e convocou uma discussão de emergência sobre o assunto no G7, grupo de países desenvolvidos.

O francês deu combustível aditivado à plataforma nacionalista de Bolsonaro. Usou um pronome possessivo em primeira pessoa (“nossa casa está queimando”) e, de quebra, ainda publicou uma foto antiga, que ajudou o brasileiro a reforçar suas queixas de manipulação de informações sobre a devastação.

Bolsonaro respondeu que Macron reproduzia uma “mentalidade colonialista” ao chamar outros países para discutirem o assunto. “O governo brasileiro segue aberto ao diálogo, com base em dados objetivos e no respeito mútuo”, afirmou. Nada disso foi marca do presidente até aqui. Ele preferiu questionar estatísticas oficiais e insultou seus pares.

O Brasil percebeu que, por trás do discurso dos europeus, há ameaças de punições econômicas. A questão na Amazônia vai acelerar o reposicionamento do país no mundo. Bolsonaro, até aqui, preferiu o isolamento e o alinhamento único com os EUA.

Bruno Boghossian
Jornalista, foi repórter da Sucursal de Brasília. É mestre em ciência política pela Universidade Columbia (EUA).

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Bolsonaro ganha combustível e aposta no nacionalismo para mascarar negligência

NASA ATUALIZA FOGOS AMAZÓNICOS

AMAZÓNIA EM CHAMAS – NASA CONFIRMA
FOCOS DE INCÊNDIO VISAM PROVOCAR DESMATAMENTO
Cientista da agência americana diz que cenário semelhante foi visto de 2002 a 2004, quando desmate era superior a 20 mil km quadrados por ano

Rafael Garcia
SÃO PAULO
Pesquisadores da Nasa que monitoram focos de queimada no planeta afirmam que seus dados sobre o Brasil estão consistentes com o aumento abrupto que o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais) vem reportando nas últimas semanas.

“Vimos sinais de que o desmatamento está aumentando neste momento”, diz Douglas Morton, chefe do Laboratório de Ciências Biosféricas do Centro Goddard de Voo Espacial da Nasa, em Maryland, nos Estados Unidos.

Segundo o pesquisador, é possível correlacionar os principais focos de calor detectados pelos satélites Terra e Aqua da Nasa ao corte raso de floresta na região, e não a outros tipos de atividade que implicam queimadas sem desmatamento, como limpeza de pastos, preparo de plantios ou queima de bagaços.

Focos de incêndio e fumaça em Rondônia em 16 de agosto de 2019 – Dados de satélite do EOSDIS, programa de observação terrestre da NASA

“Dez dias atrás, olhei as imagens dos nosso sensores dos satélites em órbita e eles mostravam claramente os focos de calor separados, com colunas de fumaça enormes saindo daquelas áreas da fronteira agrícola, como Novo Progresso, a região da Terra do Meio, no Pará, e o sudeste do estado do Amazonas”, afirma Morton à Folha.

“Não existe uma quantidade de combustível suficientemente alta para gerar aquelas colunas de fumaça se aquilo for somente limpeza de pasto, por exemplo.”

Segundo o pesquisador, o padrão de nuvens visto na região é o de “pirocúmulo”, que está associado a fogo ou atividade vulcânica. Morton afirma que na última vez que um cenário assim foi capturado por satélites da Nasa sobre a Amazônia foi nos anos de 2002 a 2004, quando o desmatamento anual estava acima dos 20 mil km² por ano.

Uma nota divulgada pelo site Earth Observatory da Nasa foi extensamente compartilhada em redes sociais por perfis da rede bolsonarista nesta quinta (22), por incluir a informação de que “a atividade total de fogo ao longo da Bacia Amazônica neste ano esteve perto da média em comparação aos últimos 15 anos”.

Fogo na Amazônia

Morton confirma que o texto está correto porque inclui o ano de 2004, que infla a média por ter sido mais que o triplo do desmate anual típico dos últimos sete anos. Não pode ser usado, porém, para negar uma tendência alta de aumento no desmate em 2019. “O ano de 2010, quando uma grande seca se abateu sobre a Amazônia, também contribuiu para os dados de queimadas registrarem um viés de alta.”

“A afirmação [da Nasa] coincide com os dados do Programa Queimadas do Inpe”, diz o coordenador do projeto, Alberto Setzer. “Os dados de focos de queima de vegetação que usamos na geração dos nossos dados –os focos do satélite Aqua– são em princípio exatamente os mesmos que a Nasa usa no monitoramento que fazem para todo planeta. Os valores finais do Inpe são um pouquinho inferiores, pois retiramos o sinal de fontes industriais, como siderúrgicas.”

Segundo ele, o fato de a Nasa afirmar que Mato Grosso e Pará estão abaixo da média para queimadas também não conflita com os dados do Inpe.

“Mato Grosso é o estado com mais focos neste ano; por outro lado, em termos de aumento porcentual, o Pará está muito mais alto”, diz Setzer. “Mato Grosso tem apresentado queda nos últimos anos, embora nada se possa dizer para 2019, uma vez que ainda temos quatro meses pela frente.”

O Programa de Queimadas do Inpe não emitiu relatório sobre a origem das queimadas de 2019, mas está disponibilizando os dados com diversos recortes em seu site.

Em uma nota técnica assinada por quatro cientistas, a ONG Ipam (Instituto de Pesaquisa Ambiental da Amazônia) dá seu parecer sobre os números. “O número de focos de incêndios, para maioria dos estados da região [amazônica], já é [ainda em agosto] o maior dos últimos quatro anos. É um índice impressionante, pois a estiagem deste ano está mais branda do que aquelas observadas nos anteriores”, afirma o grupo, encabeçado pelo pesquisador Divino Silvério.

Os cientistas dizem ver na presença do fogo sinal claro. “As chamas costumam seguir o rastro do desmatamento: quanto mais derrubada, maior o número de focos de calor.”

Como funciona o monitoramento do desmatamento

Segundo o Ipam, não se pode dizer que o Inpe esteja superestimando os dados. No caso do Acre, estado que tem sofrido muito com a qualidade do ar em função das queimadas, o cenário pode estar sento até subestimado. “Uma análise realizada a partir dos alertas de incêndios utilizando multissensores (imagens de satélite Sentinel, Landsat e CBERS) já soma mais de 19 mil hectares em cicatrizes de queimadas no estado.”

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Cientista da agência americana diz que cenário semelhante foi visto de 2002 a 2004, quando desmate era superior a 20 mil km quadrados por ano

Jornadas Parlamentares – CDS-PP destaca Prémio de Mérito para os alunos que ingressam no ensino superior – Tribuna das Ilhas

No âmbito das Jornadas Parlamentares, que decorreram nos dias 20, 21 e 22 de agosto, na ilha do Faial, o CDS-PP visitou a Escola Secundária Manuel de Arriaga (ESMA). A visita teve em vista divulgar melhor o Prémio de Mérito do Governo dos Açores disponível para todos os alunos que ingressem no ensino superior.

Source: Jornadas Parlamentares – CDS-PP destaca Prémio de Mérito para os alunos que ingressam no ensino superior – Tribuna das Ilhas

ou este mundo enlouqueceu de vez ou então estou a mais cá

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blogue do Chrys, notícias de tudo e de nada

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