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liberdade de expressão em perigo nos açores

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“UMA MENTIRA TEM SEMPRE PERNA CURTA”
Desde o passado dia 29/08/2023, em que foi difundido na comunicação social, o que “Governo dos Açores quer pagar 40% do salário aos jornalistas regionais que ganhem até 1500€”, foi este o titulo de órgão de comunicação social.
Perante tal afirmação do presidente do GRA (PSD/CDS/PPM) com o apoio parlamentar do IL e do CHEGA, nas redes sociais, caiu o Carmo e Trindade com variadíssimos comentários. Não me manifestei tão feroz como muitos comentários que li, mas manifestei o meu desapontamento se tal viesse acontecer, pois metia e mete em causa a liberdade/condicionada o nosso jornalismo.
Fiz questão de frisar, esperar por alguma comunicado do sindicado dos jornalistas, tento eu ficado estupefacto, quando o Sr. Presidente do GRA, salientou/afirmou que tinha sido acordado com os sindicados dos jornalistas, passo a citar:
“Esta proposta é consensualizada também com o Sindicato dos Jornalistas e com muitos proprietários de órgãos de comunicação social. Foi uma construção de um projeto plural e com a participação dos próprios destinatários”.
Ontem dia 29/08/2023, o Presidente do PS/Açores, Dr. Vasco Cordeiro considerou que, a anunciada intenção do Governo Regional de pagar parte dos salários de jornalistas de órgãos de comunicação social privados dos Açores constitui “uma grotesca, perversa e mal disfarçada tentativa do Governo Regional do PSD, CDS, PPM, com o apoio do CHEGA e do Iniciativa Liberal, de controlar a comunicação social privada dos Açores”.
Perante tais afirmações do Presidente do PS/Açores, o Presidente do GRA (PSD/CDS/PPM) com o apoio de IL e CHEGA, veio afirmar que, as palavras de Presidente do PS/Açores, eram “Não tem outra qualificação que não o disparate. Trata-se de um disparate.”
Hoje dia 31/08/2023, finalmente sai a notícia que muitos certamente estariam ansiosos para saber a verdadeira realidade e assim foi, um comunicado do Sindicado dos Jornalistas, afirmando em cabeçalho “Direção Regional do Sindicado dos Jornalistas discorda de apoio direto a salários”, mais, “Face às notícias dos últimos dias, e às declarações do Presidente do Governo Regional, o Sindicato dos Jornalistas vem esclarecer que foi ouvido no processo de revisão, mas não se revê na formulação adotada, já que o documento que foi divulgado espelha sobretudo as intenções manifestadas pelo patronato.” Deixo aqui o link para que possam ler a noticia na integra e retirarem cada um aas suas ilações.
Perante tal situação, o GRA (PSD/CDS/PPM) com o apoio do IL e CHEGA, uma vez mais, veio demonstrar aos açorianos que, uma falta de coordenação entre ambos, faltar a verdade aos açorianos e pior que isso, não dando qualquer demonstração de futuro para com os açorianos.
Não poderia de forma alguma, demonstrar o repúdio uma vez mais, cumplicidade/falta de verdade dos partidos que suportam este GRA, IL/CHEGA/DEPUTADO INDEPENDENTE, que até então, nem uma palavra sobre o assunto, fazendo querer perante todos os açorianos que, concordam inteiramente com a intenção deste GRA, perante os jornalistas da Região Autónoma dos Açores.
Como inicialmente mencionei, “UMA MENTIRA TEM SEMPRE A PERNA CURTA”, uma vez mais ficou patente e demonstrada perante todos os açorianos, só não vê quem quer.
Este GRA (PSD/CDS/PPM) apoio de IL e CHEGA, não tem quaisquer condições de governação e o garantir um futuro aos Açorianos.
DISSE
JOAQUIM FRAGA
Direção Regional do Sindicato dos Jornalistas discorda de apoio direto a salários – Sindicato dos Jornalistas
JORNALISTAS.EU
Direção Regional do Sindicato dos Jornalistas discorda de apoio direto a salários – Sindicato dos Jornalistas
Direcções Regionais | Geral | Media Direção Regional do Sindicato dos Jornalistas discorda de apoio direto a salários 31 de Agosto, 2023 Por sindicatojornalistas A reflexão sobre os desafios do jornalismo na região é uma preocupação da Direção Regional dos Açores do Sindicato dos Jornal…

conferência sobre inteligência artificial nos açores

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Evento importante. Aqui está uma área que a Universidade dos Açores deveria agarrar com unhas e dentes: a inteligência artificial. Criar nos Açores um centro de competências é estratégico. Precisamos de projectos estruturantes, caso contrário estaremos condenados à subsistência.
ACORIANOORIENTAL.PT
Cientistas reúnem-se nos Açores para debater o futuro da inteligência artificial
https://www.acorianooriental.pt/noticia/cientistas-reunem-se-nos-acores-para-debater-o-futuro-da-inteligencia-artificial-353379
ientistas reúnem-se nos Açores para debater o futuro da inteligência artificial

Cerca de 150 cientistas oriundos de várias partes do mundo vão debater, de 5 a 8 de setembro, na Ilha do Faial, nos Açores, o presente e o futuro da inteligência artificial, revelou fonte da organização.

Cientistas reúnem-se nos Açores para debater o futuro da inteligência artificial
Autor: Lusa

 

“É com grande orgulho que vejo a ilha onde nasci transformar-se num epicentro do debate interdisciplinar sobre o futuro da inteligência artificial, área à qual tenho dedicado a minha investigação”, afirma Nuno Moniz, professor na Universidade de Notre Dame (Indiana, EUA) e responsável pelo evento.

Esta conferência portuguesa sobre inteligência artificial, que vai na sua 22.ª edição, é organizada pela APPIA (Associação Portuguesa Para a Inteligência Artificial) e incluiu 17 diferentes painéis de discussão de temas, que vão da ética e da responsabilidade no desenvolvimento da inteligência artificial até à sua aplicação nas artes e na criatividade.

“O potencial da inteligência artificial é imenso e é precisamente a sua aplicação, nas mais diversas áreas, que poderá trazer importantes inovações, com o potencial de ajudar a resolver problemas urgentes da sociedade, como, por exemplo, a sustentabilidade dos nossos mares”, refere o jovem investigador faialense, radicado nos Estados Unidos da América.

Os cientistas que vão participar neste encontro pretendem analisar a utilização da inteligência artificial em novas áreas de atividade, como a medicina, o direito, a agricultura, as pescas, o turismo, a investigação marinha, a energia e os transportes, bem como noutros domínios da vida coletiva.

“Tendo em conta o impacto que a inteligência artificial tem e continuará a ter na vida das pessoas, a organização da conferência incluiu no programa uma sessão pública, aberta a toda a sociedade”, refere a mesma fonte, adiantando que a sessão irá decorrer na quarta-feira, dia 06 de setembro, pelas 19:00, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, na cidade da Horta.

Também Gui Menezes, diretor do Instituto de investigação OKEANOS, ligado à Universidade dos Açores, e que também integra a organização da conferência, corrobora esta ideia, realçando que o estudo dos oceanos “exige, cada vez mais, uma abordagem multidisciplinar”.

“A complexidade dos fenómenos naturais e dos impactos antropogénicos crescentes, a evolução tecnológica e o aumento da monitorização e sensorização dos oceanos, exigem a utilização de ferramentas analíticas, de armazenamento e processamento de dados cada vez mais sofisticados e isto coloca-nos imensos desafios”, explica Gui Menezes.

Esta é a segunda vez que o arquipélago dos Açores acolhe a conferência portuguesa sobre inteligência artificial, depois de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, ter acolhido também uma edição anterior deste evento, que ocorreu há precisamente 10 anos.

O evento tem o apoio do Governo Regional, da Assembleia Legislativa dos Açores, da Câmara Municipal da Horta e da Fundação Para a Ciência e Tecnologia.

 

REGIONAL

partidarismo doentio Cláudia Cardoso demitida (pelo bom trabalho feito???)V

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asco Medeiros Rosa 6 hours ago · Durante uma boa série de anos, tive na directora Claudia Cardoso da Biblioteca Pública de Angra uma pessoa atenta e disponível para acolher iniciativas, e em especial para as comemorações do centenário de Pedro da Silveira a sua acção foi realmente admirável e ao longo dum percurso que não foi breve. É por isso com grande pena pessoal — e perplexidade —que a vejo demitida dum cargo que exercia tão bem e certamente com bastante gosto e prazer seu. Ainda no domingo, em Angra, precisamente, tive ocasião de elogiar publicamente o seu trabalho directivo e de lhe lançar um desafio importante, representando um esforço para a sua equipa. E agora isto! «Ninguém merece»… Na foto, quando me convidou para falar sobre Raul Brandão e os Açores. Urbano Bettencourt Vasco, tens toda a razão.

V

Têm a palavra o Presidente do Governo Regional, sobre liberdade e independência
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Cesso amanhã funções como Diretora da Biblioteca de Angra. Foram 7 anos de intenso trabalho e dedicação que transformaram a face da instituição, também ela fisicamente renovada. Foram muitos momentos de concretização de sonhos e de projetos, muitos deles apelidados, pelos velhos do Restelo como de impossível realização ou de excessiva ousadia. Certo é que, do bafiento ambiente da Biblioteca pouco restou, o arejamento alargou-se a diversas faixas etárias, e a biblioteca tornou-se uma casa para todos. Foi possível aliar o tratamento documental com décadas de atraso à divulgação do seu vasto e importante acervo. Realizaram-se centenas de atividades, com públicos diversos. O trabalho fala por si e é publicamente reconhecido. Sei, por experiência de vida, que ninguém é insubstituível e desejo que a Biblioteca mantenha o dinamismo e a vitalidade que a caracterizaram nos últimos anos. É aceitável que os governantes queiram mudar os dirigentes, mas devem cumprir a lei e, sobretudo, a dignidade e o respeito que as pessoas, independentemente das suas opções políticas, merecem. Lamento que tal não se tenha verificado. Finalmente, agradeço à minha equipa, aos artistas, aos formadores, aos escritores e a todos os parceiros que angariámos ao longo dos últimos anos e que comigo colaboraram. Muitas vezes de forma desinteressada. Tenho a firme convicção de ter dado o meu melhor, com honestidade e comprometimento, em nome do acesso à cultura e ao conhecimento. Creio tê-lo conseguido. A todos esses obrigado.

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ainda o abate de gamos nas Flores

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https://www.noticiasaominuto.com/pais/2388387/gamos-abatidos-na-ilha-das-flores-para-controlo-populacional-crueldade

 

Ainda sobre o abate dos gamos na ilha das Flores: as explicações dadas pelos responsáveis são um pesadelo! Ainda dei o benefício da dúvida, pensando que a ordem poderia ter sido dada por um qualquer burocrata fora da cadeia de comando, mas foi tudo feito com a conivência de vários organismos! E andamos a pagar o ordenado a gente desta qualidade!
Serão comidos e há quem se regozije do requinte do repasto! Há gente que não sai da Idade Média.
Gamos abatidos na ilha das Flores para controlo populacional. "Crueldade"

NOTICIASAOMINUTO.COM
Gamos abatidos na ilha das Flores para controlo populacional. “Crueldade”
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beijo adiado

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O BEIJO
Passam os séculos e ali permanecem na ilusão de um dia,poderem selar o seu amor eterno com um beijo.
Poios Brancos – Serra da Estrela
José Reis in National Geographic- Portugal
May be an image of Stone Henge

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QUEIXAS DIREITOS HUMANOS EM PORTUGAL

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Portugal alvo de 69 queixas no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em 2022
Lisboa, 30 ago 2023 (Lusa) – Portugal foi alvo de 69 novas queixas no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) em 2022, ano em que transitaram do ano anterior 75 outras queixas contra o Estado português, adiantou hoje o Ministério Público (MP).
Das 69 novas queixas, segundo o relatório síntese da atividade do MP em 2022, a maioria (47) diz respeito à violação de normas de proibição de tortura, tratamentos cruéis e degradantes e direito a um recurso efetivo.
Há ainda queixas por violação do direito a decisões judiciais em tempo razoável, por discriminação, por violação da liberdade de expressão e pelo direito ao respeito pela vida privada e familiar, entre outros.
As 69 novas queixas representam um acréscimo de 53% face às 45 queixas de 2021.
Em 2022 terminaram 63 casos, 37 dos quais por decisão de inadmissibilidade das queixas ou por acórdão que não declarou violada qualquer norma.
“O montante global pago pelo Estado Português a título de compensação por força de violação de normas da Convenção (decorrentes de declaração de violação proferidas em decisão do TEDH, de declarações unilaterais do Estado Português e de acordos celebrados) foi de 368.134,73 euros”, adianta o relatório do MP.
O MP destaca como casos mais relevantes no TEDH em 2022 o caso “Duarte contra Portugal e outros 32 Estados”, no qual seis jovens de nacionalidade portuguesa e residentes em Portugal acusam os 33 países de inação na mitigação e adaptação às alterações climáticas.
No caso, os jovens invocam a violação, “por Portugal e pelos restantes Estados demandados, dos artigos 2.º (direito à vida), 3.º (proibição da tortura e de tratamentos desumanos e degradantes), 8.º (direito ao respeito pela vida privada e familiar) e 14.º (proibição de discriminação), da Convenção, alegando a sua inação ou a sua insuficiente ação no que respeita à tomada de medidas eficazes visando a mitigação das alterações climáticas e a adaptação aos efeitos das mesmas”.
O caso, que já transitou para este ano, durante o qual “está prevista a realização de audiência no Pleno do Tribunal Europeu”, teve início em 2020 e “tomou considerável tempo e dedicação” à equipa do MP em 2022 “considerando a elevada complexidade técnica da matéria em causa”.
No caso de uma condenação pelo TEDH, os Estados ficam obrigados “no prazo de seis meses após o trânsito da decisão”, a apresentar um relatório ou um plano de ação relativo a cada caso, indicando as medidas adotadas ou aquelas que pretende adotar para corrigir a violação da Convenção.
O MP explica que os casos e a supervisão a que ficam sujeitos são dados como encerrados quando o Serviço de Execução de Acórdãos considera que “as medidas apontadas no relatório ou no plano forem consideradas adequadas e suficientes”, havendo lugar a uma supervisão reforçada nos casos em que se exigem ações prolongadas, como alterações legislativas.
“Durante o ano de 2022, foram apresentados nove planos ou relatórios de ação, e foi encerrada a supervisão em dois casos pendentes. Mantêm-se em procedimento de supervisão, aguardando a adoção pelo Estado português de medidas mais estruturais (como alterações legislativas), cerca de 32 casos”, adianta o relatório do MP.
Sobre a supervisão reforçada em Portugal, os casos dizem sobretudo respeito a uma duração excessiva nos processos, sobretudo na justiça administrativa, e a deficientes condições de reclusão, acrescenta o relatório.
IMA/FC // FPA
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