camões em havana

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Estátua de Camões em Havana.

Em pleno centro histórico de Havana, em Cuba, acaba de ser inaugurada uma estátua alusiva ao poeta português Luís de Camões.

http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/ligacoes/legislacao-e-efemerides-lista/estatua-de-camoes-em-havana

Observatório da Língua Portuguesa's photo.
Observatório da Língua Portuguesa's photo.
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espólio de ADRIANO MOREIRA em Bragança graças à AICL

FALTOU SÓ DIZER QUE FOI NA SEQUÊNCIA DO COLÓQUIO DA LUSOFONIA QUE O LEVOU A BRAGANÇA no já longínquo ano de 2008 (e seguintes lá em Bragança e aqui nos Açores) que ele fez a oferta como se pode ler no nosso historial na página 8) historial coloquios

 

Viaje com os livros!
 
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Leia Adriano Moreira – Biblioteca em Bragança
Adriano Moreira - Biblioteca em Bragança
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 618
Editor: Câmara Municipal de Bragança
ISBN: 9789898344076
Sinopse
Este catálogo tem uma razão: agradecer e homenagear o Professor Adriano Moreira pela generosa e desinteressada oferta da sua Biblioteca ao Município de Bragança, melhor dito, às gentes que neste concelho nasceram, vivem, trabalham ou estudam.
Ao seu empenho em legar tão importante, rico e, em algumas áreas do conhecimento, raro acervo documental, correspondeu a Câmara Municipal, tendo, para o efeito,consignado adequadas e funcionais instalações na Biblioteca Municipal, de modo a que essas preciosidades possam estar à disposição de todos quantos as queiram consultar, ler ou tão simplesmente apreciar. Esse espaço denomina-se Biblioteca Adriano Moreira.
Este catálogo, que contempla o conjunto das obras oferecidas – «Monografias», «Publicações Periódicas» e «Catálogos» -, teve em atenção vários e importantes princípios.
Assim:
-Todas as obras estão classificadas de acordo com o sistema dos grandes grupos da CDU – Classificação Decimal Universal;
– Dentro de cada grupo, estão ordenadas por ordem alfabética de autor, ou por título, no caso das «Publicações Periódicas» e -Catálogos»;
– Dentro de cada autor, estão ordenadas por ordem alfabética de título;
– No referente às «Monografias» em vários volumes, estes estão ordenados de acordo com a data da sua publicação;
– As «Publicações Periódicas» estão seriadas conforme a data de edição e respectivo número.
Pretende-se tão somente facilitar a sua consulta.

Armando Fernandes

“culturas lusófonas”
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CONCLUSÕES E AGRADECIMENTOS DO 21º COLÓQUIO

conclusões e agradecimentos 21º colóquio – moinhos 2014

 

1.    agradecimentos

Em uma palavra bem longa direi que o 21º colóquio celebrando 40 anos de liberdade de expressão e a nossa homenagem a 9 ilhas, 9 escritoras se resume a retumbante sucesso em todas as áreas, face aos meios disponíveis e apoios escassos conseguidos.

Primeiro, o sortilégio do local deste encontro onde ao som do marulhar das ondas se ouviram mais de três dezenas e meia de comunicações de elevado teor cientifico e enorme interesse para o público-alvo.

Segundo, pelo cumprimento assaz rigoroso de um programa demasiado intenso e exigente que quase não nos permitiu pausas para absorvermos o conteúdo de cada sessão.

Terceiro, salientemos a multitude de eventos culturais que enriqueceram este 21º colóquio para além da presença de mais de uma dúzia de escritores e autores de literatura de matriz açórica.

Tivemos cinco intensas sessões de poesia, 5 apresentações literárias, uma exposição de pintura de José Nuno da Câmara Pereira, uma belíssima mostra de artesanato local (Porto Formoso), um documentário sobre a Viagem Autonómica dos Açores, um passeio cultural que incluiu uma visita ao Chá de Porto Formoso onde assistimos a uma entronização de confrades; a deposição de uma coroa de flores no obelisco local a honrar os caídos na Batalha da Ladeira da Velha, heróis esquecidos das guerras liberais; e uma curta viagem pela Ribeira Grande.

Um agradecimento sentido muito especial à Brites Araújo que nos permitiu celebrar o 25 de abril com nomes como os de Zeca Medeiros, Aníbal Raposo, Vânia Dilac, Maninho e outros. Reitero aqui os meus agradecimentos ao Governo Regional pela generosa oferta sem custos da magnifica tenda onde realizamos todas as sessões, aos nossos anfitriões José Soares e Manuela Pereira por nos terem facilitado o local onde decorreu este colóquio; à SATA (que, pela primeira vez em 8 anos de colóquios nos Açores) nos permitiu ter aqui autores, que – de outro modo – não estariam e nos recheou as sacas de lembranças; aos incansáveis Emanuel Furtado e Rogério Aguiar da Junta de Freguesia de Porto Formoso que ao longo destes meses de preparação foram resolvendo os problemas e exigências, ao BES Açores que nos ofereceu as capas do colóquio; à Direção Regional de Turismo pelas lembranças aos presentes; à EBI da Maia que nos disponibilizou os professores aqui presentes encarregues da sonoplastia e do espetáculo do 25 de abril, ao Instituto Politécnico da Guarda aqui representado pela Diretora da Escola Superior de Turismo e Hotelaria Dra. Anabela sardo pelos recursos informáticos e gráficos visíveis na vídeo homenagem 9 ilhas 9 escritoras, ao Conservatório Regional de Ponta Delgada nas pessoas da nossa associada Ana Paula Andrade e Raquel Machado pelos dois recitais; ao compositor Rafael Carvalho pelo seu recital de Viola da Terra que abriu o colóquio; aos músicos e intérpretes como Zeca Medeiros, Vânia Dilac, Aníbal Raposo, Maninho, entre outros, pela sua disponibilidade em acederem a estar connosco num memorável 25 de abril; e à Câmara Municipal da Ribeira Grande nas pessoas do seu Presidente Alexandre Gaudêncio e seu assessor Miguel Andrade, pelo apoio logístico na área dos transportes e impressão de programas e certificados.

Um agradecimento especial ao nosso técnico de serviço João Chrystello pela sua incansável dedicação ao longo de mais de 5 anos de colóquios, ao sonoplasta Pedro Teixeira, aos membros do Secretariado José Soares, ministro sem pasta, às ministras dos transportes Perpétua Santos Silva e Anabela Sardo, ao Tiago Anacleto-Matias e Rolf Kemmler pela cobertura fotográfica, ao nosso webmaster António Andina na Galiza que com o João Chrystello planearam a gravação de todo o colóquio e a sua transmissão em “live streaming” diretamente para todo o mundo. Por fim agradeço à Helena Chrystello que malgrado os seus problemas de saúde conseguiu montar toda máquina invisível do secretariado e aos nossos patronos queridos Bechara e Malaca Casteleiro pelo seu incansável apoio e incentivo; agradeço ainda aos autores e autoras que acederam a estar presentes sem grandes apoios da nossa parte ao contrário de outros anos e assim engrandeceram esta edição dos colóquios e que homenageamos nas novas sacas da AICL celebrando 25 dos 50 autores que estiveram connosco até hoje. Aos restantes que connosco partilharam a riqueza destes três dias o nosso muito obrigado, pois sem eles não haveria colóquios a perpetuar.

Foi o primeiro encontro cientifico realizado numa praia, preenchido por várias manifestações culturais em inúmeras áreas do conhecimento, privilegiando sempre a literatura, a açorianidade, a tradução, sem descurara arte, a história, a música e a cultura em geral. Foi um encontro memorável e agradeço a todos os que o tornaram possível.

 

2.   Conclusões

2.1.Iremos dar seguimento aos projetos de musicar autores e poetas açorianos quer em versão clássica pela Ana Paula Andrade, quer pelo grupo de professores da EBI Maia em versão pop como tivemos ocasião de apreciar.

2.2.Iremos dar início à compilação e recolha para o Cancioneiro da Maia como anunciado no 19º colóquio com a Helena Chrystello e Lucília Roxo

2.3.Um novo projeto surgiu deste evento que é o da didatização de textos açorianos pela Helena Chrystello, Lucília Roxo e Graça Castanho e destinados aos alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino

2.4.A tradução para esloveno de um conto infantojuvenil (LUNA) de Susana Teles Margarido pela nossa associada eslovena Barbara Juršič.

2.5.Os nossos associados tradutores irão lentamente prosseguir na sua tarefa de ir traduzindo excertos de autores açorianos

2.6.Iremos prosseguir com a publicação trimestral dos nossos Cadernos de Estudos Açorianos

2.7.Estamos em condições de anunciar aqui e agora os próximos colóquios:

a) 22º em Vila Real/UTAD (Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro) de 29 set.º a 1 out.º

b)23º no Instituto Politécnico de Setúbal na Páscoa de 2015

c) 24º em outubro de 2015 na Vila do Porto na ilha de Santa Maria ou na Graciosa.

 

Com os melhores cumprimentos

30-04-2014

J. CHRYS CHRYSTELLO,

Presidente da Direção [AICL, Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia]

R. da Igreja 6, Lomba da Maia 9625-115, S. Miguel, Açores, Portugal,

  1. : (+351) 296446940, (+351) 91 9287816/ 91 1000 465/

Faxe:+(00) 181 5301 3682 / (00) 1 630 563 1902,

Correio eletrónico: [email protected]

Blogue: http://lusofonias.net/aiclblog

Portal: www.lusofonias.net

Facebook: https://www.facebook.com/groups/AICL.Coloquios.Lusofonia/

XXI Colóquio (abril 2014)

http://www.lusofonias.net/xxi-coloquio.html /ou/  http://lusofonia2006.com.sapo.pt———————–

Assembleia Geral: MALACA CASTELEIRO, ANABELA MIMOSO, ANA PAULA ANDRADE, CONCHA ROUSIA

Conselho Fiscal: FRANCISCO MADRUGA, LUCIANO PEREIRA, HELENA ANACLETO-MATIAS, ANABELA SARDO

Direção: CHRYS CHRYSTELLO, HELENA CHRYSTELLO, TIAGO ANACLETO-MATIAS, JOSÉ SOARES

A nossa divisa é “NÃO PROMETEMOS, FAZEMOS “

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que se lixem os reformados por osvaldo cabral

 

Os reformados que se lixem!

 

A troika está de saída, mas os cortes permanecem na cabeça dos governantes portugueses.

Desta vez, a troco de uma falada reforma da Segurança Social, pretende-se cortar ainda mais nos rendimentos dos reformados e pensionistas.

Se há reforma a fazer, então que seja alvo de um amplo debate, envolvendo toda a sociedade, e não apenas no silêncio dos gabinetes políticos.

As duas últimas reformas do sistema resultaram no acerto com os parceiros sociais e algum consenso geral, pelo que esta agora não pode ser levada a cabo ao arrepio da sociedade e com uma espantosa leviandade argumentativa.

Não basta dizer que temos um sistema de pensões que não é sustentável. É preciso explicar e prová-lo.

É verdade que, nos últimos anos, se verificou uma quebra contributiva (menos 400 milhões entre 2010 e 2012), mas isso deve-se a diversos factores conjunturais, nomeadamente a subida do desemprego (subsídio de desemprego aumentou 480 milhões).

Mexer no sistema de pensões é uma opção que pode ter consequências sociais catastróficas. Como alguém já alertou, a pensão de reforma é uma espécie de “contrato de confiança” entre o Estado e os cidadãos, pelo que defraudar as expectativas dos trabalhadores e famílias só pode constituir uma traição aos valores de compromisso do Estado.

Custa a perceber como é que este governo é tão lesto a cortar nas reformas, mas já não é a mesma coisa no que toca às rendas excessivas das muitas parcerias público-privadas que deram cabo deste país.

Um dos argumentos que o governo invoca para mexer no sistema de reformas tem a ver com o envelhecimento da população.

É verdade que há cada vez mais idosos e menos nascimentos, mas isto não tem alterado o número da população activa.

Raquel Varela, especialista nesta área, que coordenou o estudo “A segurança social é sustentável. Trabalho, Estado e Segurança Social em Portugal” (Bertrand, 2013), já demonstrou que “mesmo havendo um grande aumento de inactivos face aos activos, um aumento ligeiro da produtividade dos activos com relações laborais protegidas suportaria ainda mais idosos reformados”.

Trata-se de uma questão pertinente, que os políticos não abordam, porquanto desmonta por completo a tese da insustentabilidade do sistema.

Como explica a especialista, hoje cada trabalhador português é 5,37 vezes mais produtivo do que em 1961, um aumento de quase 430%.

“Este é o ganho de produtividade alcançado em cinco décadas. Se o sitema era e foi sustentável com produtividade mais baixa, por que não o seria hoje?”, pergunta Raquel Varela.

Sabendo-se que a população activa no nosso país ronda os 5,5 milhões, enquanto que o número de reformados é de 2,5 milhões (mais de 2 trabalhadores por cada reformado), como é que o sistema não tem sustentabilidade?

O problema, claro, está na redução da massa salarial (e no “colossal” aumento de impostos), seguindo a tese da malfadada troika e fazendo com que a mão de obra atinja valores de autêntica exploração humana, fragilizando o sistema contributivo (10% dos trabalhadores não conseguem descontar para a segurança social).

Então qual é a solução?

Mais do que óbvia: diminuir drasticamente o desemprego e criar postos de trabalho com um nível remuneratório justo, para que todos possam descontar equilibradamente para o sistema de pensões.

O problema deste governo é que dá mais atenção aos gestores do que aos trabalhadores.

A vergonha é de tal alcance, que só a Caixa Geral de Depósitos, sustentada pelos contribuintes, paga a cerca de duas dezenas de ex-administradores qualquer coisa como 2 milhões de euros, por ano, em reformas.

Mais escandaloso: alguns deles, que passaram por lá pouco tempo, depois de sairem, estão agora à frente de outros bancos da concorrência, acumulando reforma, salário e outras alcavalas.

Não custa nada obrigar os idosos reformados a apertarem o cinto.

Os fracos são sempre as primeiras vítimas de quem se subjuga à vontade dos mais fortes.

E enquanto neste país não se mexer nos poderosos e na podridão do sistema, o elo mais fraco continuará a pagar o grosso da factura.

Mesmo que lhe acenem, todas as semanas, com um Audi de luxo…

 

Pico da Pedra, Abril 2014

Osvaldo Cabral

 

(Correio dos Açores; Diário Insular; Multimedia RTP-A; Portuguese Times (EUA); Lusopress Montreal)

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