era uma música temática anti-vietname que muito me marcou

Views: 1

Recommended post
Country Joe And The Fish >>>>>> Veterans Vietnam Song
A.A.C. Audio // I have improved the sharpness and colors to good quality
If you want to follow my public videos, press the follow button
🎸https: //www.facebook.com/VladoSimunovicRock 🔊
Country Joe became known among the young protestors of the Woodstock Generation
And among the veterans of the Vietnam conflict. _ Genre : Country
================================================
The History of Woostock
☮☮☮☮☮
“Woodstock Generation”
☮Have fun – have a good time – Enjoy it☮
0:52 / 3:26
All reactions:

15K

596
7.2K
Like

 

Comment
Share

ídolos da adolescência

Views: 0

2 Ronnies

Follow
Recommended post
Sandie Shaw, originally Sandra Ann Goodrich, was born and brought up in Dagenham, then in Essex. She attended Robert Clack Technical School in Becontree Heath, Dagenham. On leaving school, she worked at the nearby Ford Dagenham factory, and did some part-time modelling before coming second as a singer in a local talent contest. As a prize, she appeared at a charity concert in London, where her potential was spotted by singer Adam Faith. He introduced her to his manager, Eve Taylor, who won her a contract with Pye Records in 1964 and gave her the stage name of ‘Sandie Shaw’.
Her first single, ‘As Long As You’re Happy’, proved unsuccessful but the follow-up, an excellent reading of Burt Bacharach and Hal David’s ‘(There’s) Always Something There To Remind Me’ reached number 1 in the UK. A striking performer, known for her imposing height, model looks and bare feet, Shaw’s star shone for the next three years with a series of hits, mainly composed by her songwriter/producer Chris Andrews. His style, specialising in abrupt, jerky, oom-pah rhythms and plaintive ballads, served Sandie well, especially on the calypso-inspired ‘Long Live Love’, which provided her second UK number 1 in 1965. By the following year, Shaw’s chart placings were slipping and the indomitable Taylor was keen to influence her towards cabaret. Chosen to represent Britain in the 1967 Eurovision Song Contest, Shaw emerged triumphant with the Bill Martin/ Phil Coulter -composed ‘Puppet On A String’, which gave her a third UK number 1. After one further Martin/Coulter hit, ‘Tonight In Tokyo’, she returned to Andrews with only limited success. By 1969 she was back on the novelty trail with Peter Callender’s translation of the French ‘Monsieur Dupont’.
May be an image of 1 person and text
All reactions:

You and 1.7K others

117
100
Like

Comment
Share

Ex-Presidente Donald Trump condenado por 34 crimes no caso Stormy Daniels – Observador

Views: 1

Trump torna-se no primeiro ex-Presidente dos EUA condenado em tribunal. Estava acusado de 34 crimes relacionados com pagamento a atriz porno para não prejudicar campanha presidencial.

Source: Ex-Presidente Donald Trump condenado por 34 crimes no caso Stormy Daniels – Observador

UMA MÃO CHEIA DE AÇORIANIDADE GAÚCHA

Views: 0

May be an image of 1 person and text that says 'CÉLIA SILVA JACHEMET À REDESCOBERTA DAS RAIZES RELAÇÕES ENTRE OS AÇORES E A DIÁSPORA (RIO GRANDE DO SUL, 1976-2016)'

 

Foi uma honra escrever o prefácio deste novo livro 🇧🇷

“UMA MÃO CHEIA DE AÇORIANIDADE GAÚCHA


1.
A tese de doutorado de Célia Silva Jachemet, agora consubstanciada nesta obra À Redescoberta das Raízes, tem tanto de meritório quanto de pioneiro.
Não consta que as relações entre os Açores e o Rio Grande do Sul no período de 1976 a 2016 já tenham sido assim devidamente estudadas, menos ainda ao mais alto nível académico.
E, no entanto, trata-se de um período marcante e determinante para o relacionamento da Região Autónoma dos Açores com a diáspora açoriana.
Está de parabéns a autora. Não só por acrescentar atualidade a uma cumplicidade cultural açoriano-gaúcha de 270 anos, mas também por fazê-lo de forma interessante e proveitosa.
Célia Silva Jachemet tem, ela própria, uma relação ancestral e uma ligação atual às ilhas açorianas, que visita regularmente desde 1988 por interesse académico ou dever institucional, seja como antiga diretora da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Gravataí, promovendo a criação da Sala Açoriana Vitorino Nemésio, seja enquanto cofundadora e antecessora presidente da própria Casa dos Açores do Estado do Rio Grande do Sul.
Portanto, escreve aqui com a razão e o coração.

2.
As relações históricas entre o Arquipélago dos Açores e o Rio Grande do Sul remontam à presença açoriana em terras gaúchas a partir de 1752 e institucionalizam-se com a criação constitucional da Região Autónoma dos Açores em 1976.
Sob a orientação política dos seus sucessivos presidentes – João Bosco Soares Mota Amaral (1976-1995), Alberto Romão Madruga da Costa (1995-1996), Carlos Manuel Martins do Vale César (1996-2012), Vasco Ilídio Alves Cordeiro (2012-2020) e José Manuel Cabral Dias Bolieiro (2020-2024) – o Governo dos Açores desenvolve uma relação oficial com as comunidades açorianas e açordescendentes da América em geral, do Brasil em especial, e, neste caso, do Estado do Rio Grande do Sul, através de duas diferentes e consecutivas unidades orgânicas, o Gabinete de Emigração e Apoio às Comunidades Açorianas e a Direção Regional das Comunidades, com seis dirigentes em quase meio século:
• Duarte Manuel Bettencourt Mendes, diretor do antigo Gabinete de Emigração e Apoio às Comunidades Açorianas, de 1976 a 1996;
• Alzira Maria Serpa Silva, diretora do mesmo Gabinete, de 1996 a 1998, e primeira Diretora Regional das Comunidades, de maio de 1998 a janeiro de 2009;
• Rita Nazaré Soares Bettencourt Faria Machado Dias, Diretora Regional das Comunidades, de janeiro de 2009 a setembro de 2010;
• Maria da Graça Borges Castanho, Diretora Regional das Comunidades, de outubro de 2010 a novembro de 2012;
• Paulo César Câmara Teves, Diretor Regional das Comunidades, de novembro de 2012 a dezembro de 2020;
• José Maria de Medeiros Andrade, Diretor Regional das Comunidades, de dezembro de 2020 a fevereiro de 2024.

3.
A mútua aproximação entre a Região Autónoma dos Açores e o Estado do Rio Grande do Sul concretiza-se, por um lado, no âmbito académico e, por outro, no plano institucional.
No âmbito académico, essencialmente, através da participação em congressos.
Primeiro, com os Congressos das Comunidades Açorianas, promovidos pelo Governo dos Açores: o primeiro em 1978, nas cidades açorianas de Angra do Heroísmo, Horta e Ponta Delgada; o segundo em 1986, na ilha Terceira; o terceiro em 1991, também na Terceira; o quarto em 1995, na ilha do Faial.
Depois, com os Congressos Internacionais das Festas do Divino Espírito Santo: o primeiro em 1999, em Florianópolis, promovido pelo Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina; o segundo em 2006, em Porto Alegre, organizado pela Casa dos Açores do Estado do Rio Grande do Sul; mas também o terceiro em 2008, em Ponta Delgada, Açores; o quarto em 2010, em São José, Califórnia; o quinto em 2012, em Angra do Heroísmo, Açores; o sexto em 2014, em Winnipeg, Canadá; e o sétimo em 2016, em Alenquer, no continente português.
Acresce ainda, por exemplo, o ciclo de palestras “Raízes Açorianas no Brasil”, que decorre nas Casas dos Açores de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio de Janeiro durante o ano de 2003.
No plano institucional, especialmente, através da instalação das Salas Açorianas e, sobretudo, da criação da Casa dos Açores do Estado do Rio Grande do Sul.
Primeiro, em 1991, com as Salas Açorianas de Capão da Canoa, General Câmara, Gravataí, Mostardas e Osório; em 1992, com as Salas Açorianas de Rio Pardo, Santo Antônio da Patrulha, Taquari, Tramandaí, Triunfo, Viamão e Porto Alegre; em 2002, com as Salas Açorianas de Rio Grande, Piratini, Venâncio Aires, Ilha da Pintada e Balneário Pinhal; todas impulsionadas pelo Instituto Cultural Português, equipadas pelo Governo dos Açores e acolhidas pelas respetivas prefeituras municipais.
Depois, em 2003, com a criação da Casa dos Açores do Estado do Rio Grande do Sul (CAERGS), consequência natural da “Associação Amigos dos Açores” de Gravataí (2000), sucessivamente presidida por Régis Albino Marques Gomes (2003-2015), Célia Silva Jachemet (2015-2018), Carla Marques Gomes (2018-2021) e Viviane Peixoto Hunter (2021-2024), como sendo a quinta instituída em terras brasileiras: depois de Rio de Janeiro (1952), São Paulo (1980), Bahia (1980) e Santa Catarina (1999) e antes de Maranhão (2019) e Espírito Santo (2022).
Acresce a participação da CAERGS no Conselho Mundial das Casas dos Açores, congregando 17 congéneres de Portugal, Brasil, Estados Unidos da América, Canadá, Uruguai e Bermuda, que realiza uma reunião presencial da sua assembleia geral anual na cidade de Gravataí em 2007.

4.
Já depois do horizonte temporal da obra presente (1976-2016), outros passos importantes são dados para estreitar a ponte atlântica entre a Região Autónoma dos Açores e o Estado do Rio Grande do Sul.
Em 2021, concretizando uma deliberação unânime do Parlamento dos Açores, o Governo Regional instala o órgão consultivo “Conselho da Diáspora Açoriana”, com a eleição de 19 conselheiros pelas diferentes comunidades, incluindo cinco representantes dos açorianos e açordescendentes dos estados brasileiros, de entre os quais Régis Marques Gomes, pelo Rio Grande do Sul.
Também em 2021, a Direção Regional das Comunidades institui o “Encontro Açores Brasil”, sublinhando que o Brasil foi o primeiro destino histórico da grande emigração açoriana e que os brasileiros são a maior comunidade estrangeira radicada nos Açores. O primeiro encontro decorre em outubro de 2021, em Ponta Delgada; o segundo em março de 2022, em Angra do Heroísmo; o terceiro em julho de 2022, no Rio de Janeiro; e o quarto em dezembro de 2023, em Florianópolis; com as reiteradas participações da presidente da Casa dos Açores do Estado do Rio Grande do Sul, Viviane Peixoto Hunter, e do conselheiro da diáspora açoriana Régis Marques Gomes.
Em 2022, na abertura das comemorações dos 270 anos do povoamento açoriano do Estado do Rio Grande do Sul e dos 250 anos da fundação açoriana da cidade de Porto Alegre, são lançadas as bases para a futura instalação de uma Loja dos Açores no importante mercado público da capital estadual.
Já em 2023, no encerramento das mesmas comemorações, ficam oficialmente criados os primeiros dez “Centros Culturais Açorianos” nos municípios gaúchos de Alegrete, Arroio Grande, Cachoeira do Sul, Gramado, Jaguarão, Porto Alegre, Santo Antônio da Patrulha, São Gabriel, São José do Norte e Tavares, com a assinatura de protocolos de cooperação entre o Governo dos Açores, a Casa dos Açores do Estado do Rio Grande do Sul e as respetivas prefeituras municipais, acompanhada pela entrega açoriana dos primeiros acervos culturais.
Acresce também o contributo municipal de aproximação transatlântica, designadamente, com o potencial movimento de irmanação oficial de cidades açorianas e gaúchas, já concretizado entre Porto Alegre/Ribeira Grande e Gramado/Angra do Heroísmo e agora alargado para Gravataí/Horta, entre outros processos em curso.

5.
No final deste texto de abertura para um livro que bem merece ser lido e revivido, destaco cinco nomes importantes, de tantos outros possíveis, na relação contemporânea entre os Açores e o Rio Grande do Sul.
Pelo lado açoriano, João Bosco Mota Amaral, o visionário que primeiro percebeu o potencial da diáspora e logo projetou uma ponte política de relação institucional com as nossas comunidades das américas, e Duarte Manuel Bettencourt Mendes, o cabouqueiro que diligentemente lançou as pedras fundamentais para a construção dessa ponte transatlântica.
Pela parte gaúcha, Santa Inèze Domingos Rocha, que assumiu o desafio de coinaugurar essa ponte de dois sentidos enquanto presidente do Instituto Cultural Português, e Régis Albino Marques Gomes, que preservou e projetou o legado açoriano como fundador e presidente de uma Casa dos Açores no extremo sul do Brasil.
Por ambas as margens deste “oceano que nos separa e une”, Célia Silva Jachemet, com a obra que agora publica, relevando o contributo das últimas quatro décadas para o resgate dos primeiros três séculos.
Bem hajam!

José Andrade
Diretor Regional das Comunidades
do XIII Governo da Região Autónoma dos Açores”

See less