A real de Portugal: Universidade do Minho acoberta português que deu soco em brasileira

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Conselho disciplinar da universidade suspende português agressor e, depois, suspende a suspensão. Brasileira está indignada com a impunidade.

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3-NAVIOS-HOJE-EM-PONTA-DELGADA.pdf

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A RECLUSÃO DO TRONO

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Faleceu um grande timorense. Partiu o Dr. Paulo Pires

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Faleceu um grande timorense. Partiu o Dr. Paulo Pires. Curvo-me perante a sua memória. Que descanse em Paz. Sentidos pêsames à família e a quem lhe é próximo.
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EMIGREM PARA O BOTSUANA

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Kojo Pocu

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Welcome to Botswana 🇧🇼
In Botswana, citizens get free land, free healthcare and free education.
University students receive $154 in allowances monthly.
It has low debt.
It has Africa’s best Police service.
It is an upper-middle-income country.
It has Africa’s highest credit rating.
It is one of the safest countries in Africa.
Citizens have visa-free access or visa-on-arrival status to 87 countries including the UK.
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Eugénio Lisboa – mais um amigo que se vai – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

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… ainda a morte de Eugénio Lisboa – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

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NADA MUDOU, SÓ PIORA

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texto de 2009 bem atual… 66. CRÓNICA 66 O ROMANO SÉRGIO GALBA E OS PORTUGUESES: MUITOS SÃO OS CULPADOS POUCOS VÃO PRESOS. 28 junho 09
Há dias ouvi um comediante português dizer algo muito acertado: muitos são os cul-pados, mas nem todos vão presos. Com efeito e na sequência do que a Bíblia nos diz “Por-que muitos são chamados, mas poucos escolhidos” [Mt 22: 14], a lei portuguesa não dis-crimina quem vai preso, mas o pragmatismo da sociedade portuguesa assim o obriga.
Vejamos, se todos os culpados fossem presos, Portugal ficava sem políticos, sem deputados, sem presidentes da câmara, sem vereadores, sem ministros, sem secretá-rios de estado, sem diretores gerais, sem inspetores, e por aí diante. Isto para não fa-larmos de prender os indiciados em crimes ou meramente arguidos… Ora convenha-mos que a Assembleia da República, o atual Parlamento português, pode funcionar poucos dias, mas vai dando ocupação a 230 deputados e seus assessores. Não se imagina aquele órgão de soberania vazio, por estarem todos arguidos, detidos preven-tivamente ou a cumprirem pena pelos inúmeros crimes de que obviamente deveriam ser acusados.
O país pararia se a justiça fosse cega como deveria ser e prendesse todos os cul-pados. Aliás, crê-se que seria difícil isso acontecer, pois Portugal teria de pedir ajuda aos países vizinhos para poder encontrar celas disponíveis para tanta gente. À medida que fossem presos os representantes do povo iriam, na boa tradição inquisitorial por-tuguesa, incriminar os seus constituintes que os corromperam, e teríamos um efeito bo-la de neve. Assim, à medida que iam presos, os representantes da nação, também iria com eles a turbamulta dos que neles votaram. O país depois de parar ficaria deserto. Estamos crentes de que finalmente seria então possível governar este jardim à beira-mar plantado. Isto enquanto não nasce um líder capaz. Não precisa ser sobrenatural-mente dotado, basta ser alguém que ponha o interesse nacional à frente do interesse próprio ou partidário.

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Género musical funaná classificado como Património Cultural Imaterial de Cabo Verde – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

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livro “A abelha e o potro”, da autora Maria Banzeruk.

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Subject:

Lançamento do livro “A abelha o potro”, de Maria Banzeruk, na Livraria Letras Lavadas

From:

Livraria L <livraria@letraslavadas.pt>

Date:

11/04/2024, 09:47

To:

undisclosed-recipients:;

BCC:

drchryschrystello@gmail.com

 

Caros autores,

bom dia.
Espero que estejam bem.
Venho por este meio informar que no próximo sábado, dia 13 de abril, pelas 15h00, será apresentado na livraria Letras Lavadas o livro “A abelha e o potro”, da autora Maria Banzeruk. A autora é ucraniana e reside em São Miguel há dois anos. A apresentação estará a cargo de Ana Paula Andrade.
Em anexo seguem os convites do evento, em português e inglês.
Aguardamos a vossa presença e agradecemos a vossa colaboração na divulgação deste evento.

Com os melhores cumprimentos,
Patrícia Carreiro
Diretora de Loja
Telef.: +351 964 089 918 + 351 296 283 113 (Chamada para a rede móvel e fixa nacional) – Email: livraria@letraslavadas.pt

 

Convite A Abelha e o Potro_PT.jpg

 

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ANÍBAL PIRES E O 25 de abril

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Terça-feira, 16 de abril, pelas 20h30, no Museu Municipal das Lajes das Flores haverá palestra sobre os 50 anos do 25 de Abril, apresentação do livro de poesia “Destroços à Deriva” de Aníbal Pires, momento musical, declamação de poemas e Porto de Honra. Aparece!
Vera Santos

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os velhos por Galopim de Carvalho

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“No Oriente, nomeadamente na China e no Japão, os velhos são considerados fontes de experiência e de saber e, como tal, escutados com atenção e respeito e tratados com a deferência que lhes é devida. Via de regra, numa qualquer reunião familiar ou de amigos, a presença de um velho é salientada com palavras e gestos de simpatia. Fruto de uma cultura e de uma educação milenares, essas sociedades, referenciam, glorificam e cuidam bem dos seus velhos. Os japoneses têm, por tradição, ouvir os seus velhos antes de tomarem decisões suficientemente importantes, à semelhança do que acontece em muitas sociedades indígenas, em África e nas Américas.”
E entre nós??
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TODOS ENVELHECEMOS
Velho, sem mais rodeios, é, na realidade, o que eu sou. Eufemisticamente, tratam-nos, a mim e aos que vivemos esta última etapa da vida, por idosos ou seja, aqueles que têm muita idade ou muitos anos vividos. Sem apelo nem agravo, todos envelhecemos. Como em tudo no Universo que conhecemos, das estrelas aos planetas, das rochas aos seres vivos, o tempo faz os seus estragos. Quando olho para o espelho vejo um rosto que não conheço, que não condiz com o que vejo quando olho para dentro de mim.
Se é certo que o futuro dos velhos é minguado e a encurtar, veloz, a cada dia que passa, o seu passado é extenso e repleto de experiências e aprendizagens vividas e presenciadas. Os velhos, a quem o cérebro vai resistindo à erosão do tempo, nos quais me julgo incluído, são valiosos arquivos de conhecimentos que se perdem com o seu desaparecimento. E quando falo de conhecimento, falo de toda a espécie de sabedoria, seja ela qual for, da mais simples e rudimentar à mais complexa e erudita.
No Oriente, nomeadamente na China e no Japão, os velhos são considerados fontes de experiência e de saber e, como tal, escutados com atenção e respeito e tratados com a deferência que lhes é devida. Via de regra, numa qualquer reunião familiar ou de amigos, a presença de um velho é salientada com palavras e gestos de simpatia. Fruto de uma cultura e de uma educação milenares, essas sociedades, referenciam, glorificam e cuidam bem dos seus velhos. Os japoneses têm, por tradição, ouvir os seus velhos antes de tomarem decisões suficientemente importantes, à semelhança do que acontece em muitas sociedades indígenas, em África e nas Américas.
No que concerne a minha experiência pessoal, constato que em Portugal não se aproveita a sabedoria e a experiência dos velhos que, em muitos casos, é considerável e teria imensa utilidade se fosse inteligentemente aproveitada.
Jubilei-me aos 70 anos, cheio de energia e experiência. Consegui, após requerimentos dirigidos ao Primeiro-ministro de então, permanecer, por mais dois anos, na Direcção do Museu Nacional de História Natural, da Universidade de Lisboa, findos os quais, sem apelo nem agravo, fui “posto na prateleira”, como gosto de dizer. Na realidade, o Estado dá-nos uma pensão (e, neste aspecto, considero-me um privilegiado, relativamente à grande maioria dos meus concidadãos) e concede a cada um de nós o direito de fazermos o que melhor entendermos nas 24 horas dos dias de vida que nos restam. Dias de vida que o Serviço Nacional de Saúde, honra lhe seja feita, tem vindo a prolongar, num país cheio de dificuldades, mas em que a esperança média de vida dos portugueses, ultimamente estimada, era de cerca de 80 anos para os homens e 83 para as mulheres.
Via de regra, na Universidade ou onde quer que seja, um qualquer dirigente, chame-se-lhe director, presidente ou outro nome qualquer, que se aposente, é arrumado numa prateleira como um objecto de estimação. Nunca mais ninguém o chama para ajudar a resolver um problema, dar um parecer, um aconselhamento, uma colaboração. ´como que da parte dos que os substituíram nos que foram os seus locais de trabalho, haja um “isto agora é nosso”, “nós é que sabemos”, “nós, agora, é que mandamos”. Diga-se que vivemos uma cultura moderna que endeusa tudo o que é novo (ou aparenta sê-lo) e fomenta a necessidade de renovação.
Esta é uma advertência que aqui deixo aos actuais dirigentes, lembrando que, também como nós, os velhos, irão ser esquecidos e postos de lado pelos que ajudaram a crescer.
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Maria Antónia Fraga

Extraordinário depoimento do ilustre Sr. Professor Galopim de Carvalho.
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o nosso associado Moises Lemos Martins apresenta Brandos costumes

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Brandos Costumes,
filme de Alberto Seixas Santos, 1975
Amanhã, 11 de abril, às 21h30, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, apresento, com Maria João Madeira, o filme Brandos Costumes, de Alberto Seixas Santos.
Com estreia em 1975, o filme integra o ciclo de cinema “Outras Revoluções”, que tem a curadoria de Edmundo Cordeiro.
O argumento do filme está escrito a três mãos, a do realizador Alberto Seixas Santos, e as dos poetas Luísa Neto Jorge e Nuno Júdice.
No entender do crítico de cinema João Lopes, o filme tem como objetivo “dizer um nome, evocar uma imagem e pô-los — nome e imagem — em cena: S-A-L-A-Z-A-R.”
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Após acusações e 9 meses depois, Marcelo divulga condecoração de Spínola

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Presidente da República condecorou 219 militares que participaram no 25 de Abril entre fevereiro de 2021 e julho de 2023.

Source: Após acusações e 9 meses depois, Marcelo divulga condecoração de Spínola

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6sata /MAIS-PASSAGEIROS-NOS-ACORES.pdf

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Publicado em aviação + turismo Mar transportes sea~PESCA descobertas colonialismo lazer viagens | Comentários fechados em 6sata /MAIS-PASSAGEIROS-NOS-ACORES.pdf