The worst places on Earth for your flight to declare an emergency – AOL

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A trip to the Azores can be just the ticket – though this does tend to hinge on it being your planned destination. That wasn’t the case for the 222 passengers aboard SWISS LX9, whose flight from Chicago to Zurich last week had to make an emergency landing on Terceira, one of the Azores islands, after a chemical smell was reported onboard.

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A QUEBRA DO TURISMO NOS AÇORES

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Esta gente ainda não percebeu que a causa principal da queda do turismo nos Açores, se deve à sua ganancia aos preços pornograficos que praticam???Esta gente ainda não percebeu que a causa principal da queda do turismo nos Açores, se deve à sua ganancia aos preços pornograficos que praticam???May be an image of newsagent and text

ÁGUAS IMPRÓPRIAS A BANHOS

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Anabela CB AlmeidaAlém do verão ter sido uma grande treta, ainda vem o mal das águas contaminadas e cheirando a esgoto, em várias partes da ilha. Hoje foi a vez de São Vicente Ferreira. Um sol abrasador, mar lindo e calmissimo, mas… interdito a banhos. É de loucos!
A continuar assim, a terra das vacas felizes será um destino com placa obrigatória nos aeroportos de origem ” Vacinação contra gastroenterites é aconselhável! “
CHRYS DIZ: ontem foi Porto Pim pela terceira vez…antes tinham sido as piscnas da Ribeira Grande os Mosteiros em S Miguel…caga-se muito na silhas, não sei se gente ou vacas…é uma cagança pegada

Antena 1 Açores – Já na próxima semana, em setembro,… | Facebook

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Já na próxima semana, em setembro, centenas de residentes nos Açores que viajaram nos últimos meses sem conseguir obter o reembolso podem perder de vez o dinheiro a que têm direito:…

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Inês Sá · A (des)igualdade de um direito

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A (des)igualdade de um direito
Há coisas que, para quem vive nos Açores, não deveriam precisar de ser explicadas. Uma delas é que viajar para o continente não é, muitas vezes, uma escolha. E muito menos um luxo.
Talvez por isso me incomode tanto aquilo a que estamos a assistir.
As novas regras do Subsídio Social de Mobilidade trouxeram dificuldades acrescidas aos açorianos. À complexidade de uma plataforma que está longe de ser simples para todos, junta-se um problema que considero ainda mais grave: a obrigação de pagar antecipadamente a totalidade da passagem, por vezes centenas ou mesmo milhares de euros, para só depois recuperar parte desse valor.
E não consigo deixar de pensar numa pergunta muito simples: quantas famílias açorianas têm capacidade financeira para adiantar esse dinheiro?
Os preços atualmente praticados nas ligações entre os Açores e o continente atingem, em determinadas datas e ligações, valores de 500, 600 ou 700 euros por pessoa. Valores desta dimensão não podem ser encarados como uma realidade normal para quem depende do transporte aéreo para vencer a distância que o separa do resto do país. Muito menos numa Região onde o avião não é apenas uma forma de viajar. É, demasiadas vezes, a única.
E quando falamos de mobilidade não estamos a falar apenas de férias.
Estamos a falar de saúde. De açorianos que precisam de se deslocar ao continente para consultas, exames, cirurgias, tratamentos ou especialidades que não existem na Região. Pessoas que já carregam a preocupação de uma doença e que não deveriam ter de carregar também a angústia de perceber se têm dinheiro suficiente para comprar uma passagem de avião.
Não é aceitável que alguém tenha de fazer contas à sua conta bancária antes de poder cuidar da sua saúde ou acompanhar um familiar que necessita de tratamento.
E custa-me igualmente pensar no que acontecerá já nas próximas semanas.
Setembro aproxima-se e centenas de jovens açorianos vão sair das suas ilhas para ingressarem no ensino superior. Para muitos será a primeira vez que deixam verdadeiramente a sua casa, a família e tudo aquilo que conhecem.
Quem é pai ou mãe sabe o que representa esse momento. A vontade de acompanhar um filho, ajudá-lo a instalar-se, conhecer o quarto ou a casa onde vai viver, perceber se fica bem e dar aquele último abraço antes de regressar aos Açores, não é um capricho. É um momento importante na vida de uma família.
Mas este ano muitos pais poderão não conseguir fazê-lo.
Às propinas juntam-se cauções, rendas, alimentação, transportes, materiais e todas as despesas de começar uma vida longe de casa. Acrescentar a tudo isto passagens aéreas de centenas de euros por pessoa, pode significar simplesmente não ir.
E haverá pais que ficarão nos Açores enquanto os filhos partem sozinhos. Não porque não queiram acompanhá-los. Não porque aquele momento seja menos importante. Mas simplesmente porque não conseguem adiantar mais algumas centenas ou milhares de euros.
É esta realidade que não podemos aceitar.
Porque o verdadeiro problema não está apenas na plataforma, nos procedimentos administrativos ou no tempo que demora o reembolso. Está num modelo que exige que o cidadão tenha primeiro capacidade financeira para só depois poder beneficiar de um mecanismo criado precisamente para garantir a igualdade na mobilidade.
Um direito fundamental não pode depender da capacidade de o financiar antecipadamente. Se para exercer o direito à mobilidade um açoriano tem primeiro de ter centenas ou milhares de euros disponíveis e só depois pode esperar recuperar parte desse valor, estamos inevitavelmente a separar as pessoas entre aquelas que podem e aquelas que não podem.
Quem tem dinheiro, viaja e espera pelo reembolso. Quem não tem, fica.
Dito assim, na sua forma mais crua, percebemos como isto é profundamente injusto.
Viver nos Açores é uma escolha que fazemos com orgulho. Gostamos das nossas ilhas, queremos construir aqui a nossa vida e queremos que os nossos filhos possam fazer o mesmo se assim o desejarem. Mas amar a nossa terra, não pode significar, ou seja, aceitar resignadamente que a geografia nos transforme em cidadãos com menos oportunidades.
No continente, uma família pode procurar alternativas: carro, autocarro ou comboio. Nós temos um oceano pelo meio. Do Faial não existe uma estrada para Lisboa.
E é precisamente por isso que o Subsídio Social de Mobilidade nunca deve ser encarado como uma benesse. Não é um favor que fazem aos açorianos. É um instrumento para compensar uma desigualdade que nasce do território e da nossa condição insular, garantindo que viver numa ilha não significa ter menos oportunidades ou menos direitos.
Podemos discutir plataformas, procedimentos, reembolsos e até mudar o nome do mecanismo quantas vezes quisermos. Mas há uma pergunta à qual temos de responder:
Estamos verdadeiramente a garantir que todos os açorianos podem sair e regressar à sua terra, independentemente do dinheiro que têm na conta?
Se a resposta for não, então alguma coisa está profundamente errada.
A mobilidade não pode depender da sorte. Não pode ser um luxo. E não pode transformar-se num privilégio reservado a quem consegue pagar primeiro e esperar depois.
É um direito.
E os direitos só são verdadeiramente direitos quando chegam a todos!

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REUNIÃO, MARTINICA, GUADALUPE

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Best places to visit in ReunionReunion Maps & Facts - World AtlasMap of Reunion. Reunion map | Vidiani.com | Maps of all countries in one place

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Guadalupe - Portal Contemporâneo da América Latina e Caribe

Guadeloupe Maps & Facts - World Atlas

 

DEPOIS DE FICAR SÓ, DESCOBRI GRAÇAS A VÁRIAS SÉRIES DO ‘STAR CRIME,’ ESTES 3 LUGARES QUE NUNCA FUI VISITAR E AGORA NÃO +POSSO, NEM TENHO SAÚDE INFELIZMENTE, MAS ERAM SÍTIOS BELOS PARA IR E REVIVER OS LOCAIS DAS SÉRIES (SÃO INÚMERAS)

sata aliás SA(N)TA PACIÊNCIA!

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A SATA não se atrasa, só tem um conceito muito próprio de tempo. Um voo marcado para as oito não significa necessariamente que o avião saia às oito. Significa que, algures no processo administrativo, alguém manifestou a esperança de que isso pudesse acontecer. Às nove ainda é um voo. Às dez já é apenas uma possibilidade. Ao meio-dia é uma corrente filosófica para nos fazer refletir.
O mesmo princípio pode ser aplicado ao atendimento telefónico. Existe um número de apoio ao cliente, o que revela desde logo um apurado sentido de humor. Ligamos e uma voz muito educada informa-nos de que a nossa chamada é muito importante. É comovente. Sobretudo porque poucas vezes alguém nos fez sentir tão importantes durante tanto tempo sem querer falar connosco.
Ao fim de vinte minutos, ainda queremos resolver o problema. Aos quarenta, já só queremos que atendam. Ao fim de uma hora desenvolvemos uma relação emocional com a música de espera na tentativa de nos acalmar. Aos noventa minutos começamos a preocupar-nos genuinamente com a pessoa que deveria estar do outro lado. Estará bem? Terá ido almoçar? Como tudo na SATA, também estará atrasada?
Já nos aeroportos açorianos, entretanto, os painéis informativos desenvolveram uma relação estável com a palavra “atrasado”. Já não é propriamente informação. É decoração. Quase património imaterial da humanidade. Um passageiro experiente nem pergunta a que horas parte. Pergunta apenas qual é a informação mais recente, com a mesma humildade de quem consulta a previsão meteorológica.
Depois existe o buraco. O famoso buraco da SATA. Um fenómeno de tal dimensão que talvez já devesse constar dos mapas do arquipélago. Temos nove ilhas, vários ilhéus e uma cratera financeira onde, ao longo dos anos, desapareceram milhões, administrações, planos de reestruturação, promessas, justificações e uma quantidade impressionante de paciência.
Periodicamente aparece alguém com uma pá e anuncia que agora é que vai ser. Escava-se mais um bocadinho, fazem-se reuniões, apresentam-se números, muda-se qualquer coisa de sítio e conclui-se que afinal o buraco continua lá. Às vezes até parece maior! É uma escavação arqueológica extraordinária: cava-se há anos e ninguém descobre qualquer coisa que preste. Até a solução continua atrasada!
Talvez estejamos simplesmente a olhar para a SATA da forma errada… Não é uma companhia aérea. É uma experiência existencial. Ensina paciência, desapego, gestão da frustração e, sobretudo, a não criar expectativas excessivas em relação ao futuro.
Compramos uma passagem para chegar a um destino, mas a probabilidade de nunca sairmos do mesmo lugar é grande e, até essa, chega atrasada.
Catarina Valadão

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China testa conceito de asa voadora para mais de 800 passageiros – ZAP Notícias

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Uma equipa de cientistas chineses apresentou um modelo de avião de passageiros em forma de asa voadora com mais de 800 lugares. O projeto poderá tornar-se o maior avião de passageiros alguma vez criado. Ao contrário dos aviões convencionais, construídos com uma fuselagem tubular, asas e cauda, uma asa voadora não tem uma fuselagem diferenciada. Toda a aeronave funciona, na prática, como uma única grande superfície de sustentação. O conceito já é usado em aviões como o bombardeiro furtivo B-2 Spirit da Força Aérea dos EUA. A proposta do Centro de Investigação e Desenvolvimento de Aerodinâmica da China (CARDC) é

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aeroporto do pico horário das finanças?

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Aeroporto do Pico. Voos atrasados. O habitual. Voo da noite das 20h40, adiado para as 22h. Há pouco, nem o voo tinha saído e já o bar fechava portas. Passageiros sem ter nada para matar a sede – ar condicionado é desligado às 19h. Quem cuida do bem estar dos passageiros? A sata aeroportos, certamente não. A semana passada,disse-me uma funcionária do APico passageiros dormiram na aerogare. Bar fechado. Horário feito ao jeito de quem o explora. Passageiros pedem comida aos guichês, mas em vão.
Turismo assim, com uma aerogare de terceiro mundo, estamos conversados. Não brinquem com os passageiros. Merecem respeito e respostas mínimas às necessidades básicas. Assim não.
PS. Já agora, que é feito da anunciada ampliação – há um ano -do parque de estacionamento? Berta Cabral prometeu, mas não cumpriu. Ainda…

Relatório preliminar revela o que partiu janela durante voo da Ryanair em que homem foi sugado

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Homem de 61 anos foi parcialmente sugado em pleno voo

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Aquaparque acolhe Noites de Verão até 12 de setembro – Açoriano Oriental

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

Source: Aquaparque acolhe Noites de Verão até 12 de setembro – Açoriano Oriental

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