morto vivo? Idoso vivo é dado como morto pelo Estado há mais de 60 anos – Sociedade – Correio da Manhã

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Antigo combatente queixa-se da falta de respostas. Um erro no tempo do Ultramar estará na origem do impasse burocrático. Situação não lhe permite ter acesso ao apoio de transporte de doente.

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Só Israel reconhece a Somalilândia. Porquê?

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Declarou independência há mais de 30 anos, mas só agora foi reconhecida como um Estado: por Israel. Somalilândia está em território valioso e tem uma história cheia de sangue — mas também é tida como um exemplo de democracia na região disputada do Corno de África. Território semidesértico, aproximadamente do tamanho da Nicarágua, a Somalilândia declarou a sua independência em 1991. Mais de 34 anos após essa turbulenta declaração, ainda  não tinha sido reconhecida como Estado por nenhuma outra nação — até agora. Tudo mudou na sexta-feira, quando Israel se tornou o primeiro país a reconhecê-la formalmente como um país

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500 pessoas em 2000 m², “ouro” a nadar à volta. Como se vive na disputada ilha Migingo

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Migingo tem menos de um terço do tamanho do relvado do Benfica ou do FC Porto. O palco é grande o suficiente para a “guerra mais pequena de África”. Algures no Lago Vitória, sobre águas do Quénia e perto da fronteira com o Uganda, quase como uma pedrinha pousada por um gigante, está um pequeno rochedo. De longe, a ilha nem parece uma formação geológica, muito por culpa do aço barato que a cobre, de uma ponta a outra. Numa das ilhas mais densamente povoadas do mundo e um dos locais mais densamente povoados do planeta, há bares, hotéis, uma

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Benim: Abortada tentativa de golpe de Estado

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O Governo do Benim anunciou ter abortado uma tentativa de golpe de Estado anunciado esta manhã no país, segundo o ministro do Interior num vídeo publicado na rede social Facebook. Pelo menos 14 militares foram detidos.

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“Golpe” ou “tentativa desesperada” na Guiné-Bissau? Tudo o que se sabe

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Um grupo de militares anunciou na quarta-feira ter tomado o poder na Guiné-Bissau e deposto o presidente, antecipando-se à divulgação dos resultados das eleições gerais de 23 de novembro. O general Horta Inta-A foi hoje empossado presidente de transição. Mas como é que tudo se passou? Confira.

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mais um….Militares tomam “controlo total” da Guiné-Bissau. Presidente, deposto, denuncia golpe de Estado – ZAP Notícias

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“Todas as fronteiras fechadas”. Umaro Sissoco Embaló terá sido detido e ouviram-se tiros em Bissau. Três dias depois das eleições, dois candidatos à presidência do país reivindicam vitória. Oposição desmente golpe de Estado. O Presidente da Guiné-Bissau diz ter sido alvo de um golpe de Estado e que foi detido por militares esta quarta-feira, por volta do meio-dia, altura em que se começaram a ouvir tiros de armas ligeiras e de guerra no centro da capital Bissau, inclusive à porta do palácio presidencial. O tiroteio terá durado cerca de meia hora. COMEÇOU O CAOS NA GUINÉ-BISSAU Tiroteio com armas ligeiras

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Coronel que liderou golpe em Madagáscar vai assumir presidência

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O líder do golpe de Estado militar em Madagáscar, o coronel Michael Randrianirina, afirmou hoje que vai assumir, nos próximos dias, “o cargo de Presidente”, um dia após o Tribunal Constitucional lhe ter pedido que o fizesse.

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miséria africana e emigração

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Eles trabalham na maior lixeira de África Ocidental enquanto sonham chegar à Europa
(…) Stefano Paikos visitou Mbeubeuss, a maior lixeira a céu aberto de África Ocidental, e trouxe o retrato de quem trabalha arduamente em prol de um sonho: o de chegar à Europa. Em exposição em Braga.
(…)
[Ana Marques Maia, “Público”, 10/10/2025]
………………
A maioria das pessoas que trabalha em Mbeubeuss não é de Dakar, mas vem do norte do Senegal ou de países vizinhos, como Guiné-Bissau, Mali ou Mauritânia. Elas deixam as suas casas por vários motivos: secas prolongadas, desespero económico, instabilidade política
Para muitos migrantes provenientes de países africanos, a jornada em direcção à Europa não começa num barco, a cruzar perigosamente o Mediterrâneo, mas sim muito antes.
“Por vezes, começa em lugares como Mbeubeuss, a maior lixeira a céu aberto de África Ocidental, que fica nos arredores de Dacar, no Senegal”, diz ao P3, em entrevista, o fotógrafo grego Stefanos Paikos, o autor do projecto Reaching for Dusk, que se encontra em exposição ao longo da parte pedonal da Avenida da Liberdade, em Braga.
“O debate político [em torno da migração] foca-se geralmente nas causas – a guerra, a pobreza, as alterações climáticas – e deixa de fora uma questão essencial: como é que as pessoas financiam a sua jornada [até à Europa]?”
Mbeubeuss é, nas palavras do fotógrafo, um “desastre ambiental” e ocupa, sensivelmente, uma área semelhante à do Parque das Nações, em Lisboa. Transformou-se, ao longo dos anos, num “sistema frágil e informal de trabalho e sobrevivência”, lê-se no artigo redigido por Paikos, que esteve no Senegal em Dezembro de 2024 e Março de 2025.
“Milhares de pessoas, homens, mulheres e crianças, vivem e trabalham em Mbeubeuss sob condições extremamente precárias. Recolhem metal, garrafas de vidro, cabos, e queimam plástico para dele extrair materiais reutilizáveis – sem utilizar material de protecção e rodeado de fumo tóxico e fagulhas afiadas.”
Quem lá trabalha, senegaleses e imigrantes de países vizinhos, ganha entre quatro e nove euros por dia, dependendo da qualidade e quantidade dos materiais que recolhe; muitos demoram anos a juntar o valor de que precisam porque os valores pagos aos trabalhadores são bastante baixos.
Por cada quilo de cobre ou metal indiferenciado, cada trabalhador recebe quase quatro euros; por alumínio, recebe pouco mais de 50 cêntimos e o valor decresce progressivamente: as latas são pagas a 0,27 euros por quilo e os plásticos e o vidro a 0,11 euros.
“O objectivo de quase todas as pessoas com quem falei é juntar dinheiro para chegar à Europa”, refere Stefanos Paikos. “Cerca de três mil pessoas trabalham ali, competindo pelos artigos mais rentáveis. É um ambiente que facilmente se torna agressivo.”
Ami Ndiaye trabalha em Mbeubeuss, tem 26 anos e é natural de Kaolack, região que fica a 190 quilómetros a sudeste de Dacar. “Ela é a pessoa mais forte que conheci lá”, recorda o fotógrafo. Ela e o seu filho Babacar de dois anos vivem muito perto de Mbeubeuss.
Ami trabalha longas horas na lixeira apenas com um objectivo em mente: o de pisar solo europeu. “No início quer ir sozinha, encontrar trabalho, e mais tarde quer trazer também o filho”, refere o grego. No último dia que Stefanos e Ami passaram juntos, “ela chegou com um vestido longo amarelo e um lenço azul na cabeça”, recorda o fotógrafo.
“Quando o vento pressionou o tecido contra o seu corpo, ficou claro: Ami está grávida. Tudo o que ela suporta, o trabalho árduo naquele lugar e criar o seu filho, ela faz enquanto carrega outra criança no ventre.”
A maioria dos que trabalham em Mbeubeuss são de outras paragens, de dentro ou de fora do Senegal. “Muitos vêm de países como Guiné-Bissau, Mali ou Mauritânia.
Deixam as suas casas por uma grande variedade de razões: secas prolongadas, desespero económico, instabilidade política.” Neste contexto, a Mbeusseus é sempre uma paragem, nunca o destino final. Quem chega, raramente o faz sozinho.
“Amigos, familiares, vizinhos já abriram caminho para a sua chegada”, lê-se no artigo que acompanha o projecto. “Através de redes informais, espalha-se a palavra de que pelo menos ali é possível ganhar um pouco de dinheiro. Para muitos, é a única oportunidade de dar continuidade à sua jornada em direcção a norte.”
Demba Baldé nasceu em Gabu, na Guiné-Bissau, há 25 anos e chegou a Dacar há dois, depois da morte do pai. Trabalha em Mbeubeuss diariamente por quatro a cinco euros por dia para poder enviar para casa uma parte porque a mãe está gravemente doente.
“A família não consegue suportar os custos do tratamento médico dela e é difícil encontrar trabalho na Guiné, é difícil construir uma vida melhor.”
Demba tem uma rotina “monótona, mas perigosa”, descreve Paikos. “É comum haver disputas violentas por achados valiosos em Mbeubeuss.” O guineense tem no braço uma cicatriz que resultou de uma facada desferida por outro trabalhador. “
“O seu objectivo é chegar a Portugal porque consegue falar a língua e acredita que isso facilitará na sua busca de emprego. Disse-me que se houver racismo, se as pessoas não gostarem de mim lá, eu não me irei importar porque é a única chance que tenho de ter uma vida melhor.” Até Março de 2025, altura em que o fotógrafo tirou o seu retrato em Mbeubeuss, Demba ainda não tinha conseguido a quantia necessária para seguir viagem.
“Todo este fluxo migratório tem, no fundo, uma só raiz: a Europa e o seu passado”, observa o grego. “A instabilidade que existe em muitos países africanos, os conflitos que lá existem, são, não raramente, uma herança da colonização europeia — que, mesmo no presente, se mantém por via económica. As pessoas que sofrem com esses problemas, em África, querem ir para a Europa para procurar uma vida melhor, mas agora os países europeus não as querem.”
O grego sentiu nos migrantes uma desesperança esmagadora. “Muitos acham que não têm hipótese alguma de mudar algo nos seus países por acreditarem que esses estão, ainda que de forma não declarada, sob domínio externo.”
O projecto Reaching for Dusk está dividido em vários capítulos – um realizado na Grécia, outro na Tunísia e outro na Turquia –, todos dedicados ao tema da migração. “Acredito que, no futuro, me irei debruçar cada vez mais sobre os problemas que os países europeus levaram até aos países onde se verificam esses êxodos em massa.”
Ana Marques Maia, “Público”, 10/10/2025]

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O colono roubou a nossa espiritualidade, diz rei do Bailundo

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Portugal “roubou a espiritualidade dos povos africanos”, afirma o rei do Bailundo, que tem entre as suas principais missões o resgate da ancestralidade.

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O colono roubou a nossa espiritualidade, diz rei do Bailundo

Escritor angolano João Melo lança “Será este livro um romance?” na China

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A obra “Será este livro um romance?”, do escritor angolano João Melo, vai ser publicada, em Outubro próximo, na China e em Macau, numa edição conjunta das editoras Lijiang e Macanese, numa colectânea intitulada “Série Países de Língua Portuguesa”. A obra foi publicada originalmente pela editora portuguesa Caminho em 2022. João Melo, premiado autor angolano, […]

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Ilha africana quer ser anexada à Argentina e Brasil pode ajudar nisso

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Em meio à gestão genocida, primeiro-ministro pede auxílio ao Brasil e Argentina para garantir status de estado associado ou província a ilha atacada

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Angola à margem do Acordo Ortográfico  

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Criado há 35 anos (posto em prática no Brasil, Cabo Verde e São Tomé há 19 anos; Portugal, Guiné-Bissau, e Timor-Leste há 14 anos; Moçambique há 7 anos). O Acordo Ortográfico – adiante AO90 – continua a ser epicentro de discussões. Angola será o último Estado membro da comunidade a ratificar o AO90, quando isso acontecer. Apesar de ter feito parte do grupo signatário que, em 16 de Dezembro de 1990, subscreveu o documento, elaborado pela Academia de Ciência de Lisboa e pela Academia Brasileira de Letras, sobre uniformização ortográfica.

Source: Angola à margem do Acordo Ortográfico  

ANGOLA, MORREU A ILHA DOS TIGRES

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n Luanda, Angola.

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Ilha dos Tigres, once a bustling fishing village off the coast of Angola, now stands as an eerie reminder of nature’s unpredictable force. This island, located in the Atlantic Ocean near the Namib Desert, was part of the mainland until the mid-20th century, when shifting sandbanks severed its connection to the continent, transforming it into an isolated island. The village that once thrived here began to decline after the land bridge eroded, cutting off access to fresh water. Without a reliable water source, the residents were forced to abandon their homes in the 1970s. The remnants of the village—its empty buildings, forgotten streets, and disused fishing boats—stand as a ghost town, weathered by time and the harsh coastal environment. In addition to its mysterious and desolate atmosphere, Ilha dos Tigres holds significant historical and geographical importance. Its transformation from a peninsula to an island is a striking illustration of how the natural world can disrupt and reshape human settlements. Today, the island’s deserted landscape draws the attention of historians, geographers, and even adventurers seeking to explore its forgotten past. Despite its abandonment, Ilha dos Tigres is a testament to the ever-changing balance between nature and civilization.
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