CONVITE — CANTANDO POESIA AÇORIANA (

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EUCÍSIA: Arqueólogos descobrem sóis com seis mil anos gravados em rocha em Alfândega da Fé | PÚBLICO

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Incisões “soliformes” vêm juntar-se a ferraduras já descobertas anteriormente. Trata-se de um “calendário solar”, diz arqueóloga da Universidade do Minho, que fará parte de um santuário religioso.

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CANÇÕES COM POEMAS açorianos

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CANÇÔES COM POEMAS DE:

Antero de Quental, Natália Correia, Norberto Ávila, Urbano Bettencourt, Eduíno de Jesus, Eduardo Bettencourt Pinto, António Teves, Chrys Chrystello, Cecília Meireles, Renata Botelho e Brites Araújo

Bois espalham pânico em cortejo etnográfico nos Açores. Eis as imagens – Notícias ao Minuto

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As Grandes Festas do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores, ficaram marcadas por um incidente com dois dos bois que participavam no cortejo etnográfico. Os animais assustaram-se e saíram disparados do desfile. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

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que triste ideia esta….Feira Quinhentista da Ribeira Grande regressa entre 8 e 12 de julho dedicada ao domínio espanhol nos Açores – jornalacores9.pt

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A Feira Quinhentista da Ribeira Grande regressa entre 8 e 12 de julho ao centro histórico da cidade, tendo este ano como tema “Açores sob o domínio espanhol”, numa edição que aposta na recriação histórica e na dinamização económica do concelho. A edição de 2026 foi apresentada hoje pela Câmara Municipal da Ribeira Grande, que […]

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O que o PSD quer mudar na “lei das burcas” do Chega – ZAP Notícias

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Proposta do PSD não “proíbe”, mas sim “estabelece regras a observar pelos cidadãos em espaços públicos, por razões de segurança”. Mantém a proibição de ocultação do rosto, mas acrescenta acessórios. O PSD quer introduzir alterações ao projeto do Chega conhecido como “lei das burcas”, retirando logo no título desse diploma a “proibição de ocultação do rosto” e, em alternativa, salientando questões de “segurança em espaços públicos”. A proposta de substituição apresentada pelo PSD ao projeto do Chega vai ser discutida e, em princípio, votada, na quarta-feira, em sede de Comissão de Assuntos Constitucionais. Em outubro passado, o projeto do Chega

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O Erário da Indignidade: Quando a Cultura se mede a cêntimos e vidas

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O Erário da Indignidade: Quando a Cultura se mede a cêntimos e vidas
O ruído dos salões oficiais e a coreografia patética do Poder têm uma eficácia notável na ocultação da miséria que geram. Sob o verniz da dita “modernização administrativa” e da “uniformização de critérios”, o Ministério da Cultura e o atual Governo decidiram que o mérito artístico e a dignidade humana são variáveis descartáveis na folha de cálculo do Orçamento. A matemática da burocracia é fria, mas os seus efeitos são de uma violência e crueza absolutas.
​Recentemente, mais de uma centena de velhos criadores e agentes culturais foram confrontados com a amputação arbitrária dos seus parcos subsídios de subsistência, concedidos na aurora deste século pelo Fundo de Fomento Cultural. Sob o pretexto kafkiano de alinhar os apoios históricos com os “novos critérios da Segurança Social”, o Estado retirou a componente relativa ao mérito cultural, uns míseros e vitais 222€, restando a estes homens e mulheres uma esmola de carestia. O Estado português decidiu, com a canetada burocrática de quem nunca conheceu a escassez, que o mérito de uma vida dedicada à arte caduca ao fim de vinte e seis anos.
​A gravidade da situação atingiu hoje o seu zénite trágico. O Guilherme, um dos visados por esta purga tecnocrática, tentou pôr termo à vida em sinal de protesto. Encontra-se hospitalizado. O seu gesto, de um desespero absoluto, não é apenas um grito de socorro,é o espelho estilhaçado de um País que empurra os seus intelectuais e artistas mais vulneráveis para a valeta da indigência económica e do esquecimento. Quando um criador escolhe o próprio sacrifício físico como última forma de protesto contra a opressão de um Ministério, a tutela perde qualquer legitimidade moral para pronunciar a palavra “Cultura”.
​A atual Ministra da Cultura e o Executivo a que pertence parecem confundir a gestão do património humano e artístico com a contabilidade de uma mercearia de província. Invoca-se a “igualação segundo os mesmos princípios” para justificar o nivelamento por baixo, esmagando o direito adquirido, a segurança jurídica e a proteção da confiança. A igualdade de que nos falam é a igualdade do deserto: a uniformização na miséria. É de um cinismo atroz que, enquanto se multiplicam os discursos ocos sobre a importância das indústrias criativas e da inclusão social em sumptuosos palcos institucionais, se assine discretamente a sentença de morte financeira de cidadãos idosos, doentes e dependentes de terceiros.
​A Cultura não é um adorno estatístico nem um mero indicador macroeconómico para exibir em Bruxelas, é a memória viva e a dignidade de um povo. Retirar o reconhecimento do mérito a quem deu a vida à criação, sobretudo no momento da sua maior debilidade clínica e social, é um ato abjeto de profunda cobardia institucional. É a subversão total do Estado de Direito Democrático, transformado num Leviatã contabilístico que devora os seus próprios filhos.
​O sangue do Guilherme está agora nas mãos dos que desenharam e validaram estes despachos cegos. Não há retórica de comício ou comunicado de imprensa que possa branquear esta ignomínia. O Governo e a sua Ministra têm duas opções imediatas: ou revogam de imediato esta deliberação infame, repondo a justiça devida a esta centena de compatriotas, ou assumem definitivamente que a sua tutela não é a da Cultura, mas sim a da barbárie administrativa.
​Pela minha parte, perante a cobardia que assiste a este desmoronamento moral e legal, garanto que a indiferença não vencerá. Não assistirei impávida ao naufrágio destes criadores. Usarei de todos os meios legais, sem tréguas nem concessões, para repor a legalidade e esmagar esta atuação arbitrária, cega e profundamente desumana. A justiça que a política nega será arrancada nos tribunais.

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Opinião: Alexandra Manes | Mais enriços, menos Cultura – jornalacores9.pt

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Mais de 40% dos projetos que se candidataram ao RJAAC não receberam qualquer resposta positiva. Não posso, em consciência escrever que não receberam apoios, porque aquele regime não é suposto dar apoio, é suposto investir na Cultura, com “c” maiúsculo. A atual diretora regional deve conhecê-lo bem, porquanto integrou várias estruturas que no passado beneficiaram […]

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Eduardo Bettencourt Pinto My first photography book

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A Cultura do paga e não bufes | O Cidadão

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Desde pequeninos que nos bancos da escola nos ensinaram que saber ler e escrever era o mais importante da vida. No ensino secundário diziam-nos que a escrita e o livro eram Cultura. Na Universidade de Letras achavam que devíamos começar a escrever um livro. Na verdade, o mundo da leitura, felizmente, enraizou-se na maioria das […]

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Agentes culturais dos Açores pedem centralidade para políticas na área da Cultura – jornalacores9.pt

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Os agentes culturais dos Açores apelaram hoje à centralidade das políticas na área da Cultura a nível regional e nacional e alertaram para a importância da educação e da profissionalização do setor. Na terceira edição do Fórum Cultura, evento organizado pelo Governo da República que aconteceu em Ponta Delgada, os agentes culturais lembraram a relevância […]

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