Ruína grega ‘famosa’ afinal era falsa – Cultura – Correio da Manhã

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Turistas chegaram a pagar 40 euros para visitar uma suposta construção histórica com milhares de anos que, afinal foi construída no século XXI e propositadamente envelhecida para parecer uma ruína grega.

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Hackers divulgam dados de 70 mil agentes marroquinos. “Migração é plano” – Notícias ao Minuto

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Um grupo de hackers publicou nomes, números de identificação nacional e outros dados sensíveis alegadamente de milhares de agentes dos serviços de espionagem interna e da polícia de Marrocos. Detalhou, além disso, que “a migração de marroquinos para a Europa, começando pela Espanha, é um plano oficial marroquino”.

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Vila Boa de Quires,

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CONHECI ESTA FACHADA EM 1962 com o tio arquiteto Luís Almeida D’Eça e impressionou-me até hoje. No photo description available.

E quando se fala em portas, para mim é inevitável falar das Obras do Fidalgo, também conhecidas como a casa inacabada de Vila Boa de Quires, são constituídas quase apenas pela fachada principal de um edifício do século XVIII. Em ruínas, com grande profusão de detalhes decorativos, é considerada uma das mais extensas e imponentes fachadas barrocas da arquitetura portuguesa. Os motivos para a não conclusão deste edifício permanecem ainda envoltos em mistério…
Mais fotografias em:
e

SONS DO DIA E DE SEMPRE

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Muitas vezes eu chorei as lágrimas de chuva do “Ne me quitte pas” Jacques Brel (https://www.youtube.com/watch?v=oR_SZR_tmxM) com a Nini, mais adepta do “Avec le temps” Léo Ferré (https://www.youtube.com/watch?v=jB2QFS1osSs) , duas das nossas favoritas românticas que nos acompanharam ao longo de quase 30 anos. Há dias, como agora em que me apetece voltar a ouvi-las e a imaginar que ela esta aqui, ou na sala ao lado, pois sei que os sons nos unem ainda mais. As lágrimas de chuva dos países onde já não chove.

Ne Me Quitte Pas Jacques Brel

 

Não Me Deixe Ne Me Quitte Pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Devemos esquecer Il faut oublier

Tudo pode ser esquecido Tout peut s’oublier

Que já tenha passado Qui s’enfuit déjà

Esquecer o tempo Oublier le temps

Dos mal-entendidos Des malentendus

E o tempo perdido Et le temps perdu

Tentando saber como À savoir comment

Esquecer as horas Oublier ces heures

Que as vezes matavam Qui tuaient parfois

Com golpes de porquê À coups de pourquoi

O coração da felicidade Le coeur du bonheur

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Eu te oferecerei Moi, je t’offrirai

Pérolas de chuva Des perles de pluie

Vindas de países Venues de pays

Onde não chove Où il ne pleut pas

Eu vou cavar a terra Je creuserai la terre

Até após a minha morte Jusqu’après ma mort

Para cobrir o seu corpo Pour couvrir ton corps

De ouro e de luzes D’or et de lumière

Eu farei um reino Je ferai un domaine

Onde o amor será rei Où l’amour sera roi

Onde o amor será lei Où l’amour sera loi

Onde você será rainha Où tu seras reine

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Eu inventarei Je t’inventerai

Palavras sem sentido Des mots insensés

Que você compreenderá Que tu comprendras

Eu te falarei Je te parlerai

Sobre os amantes De ces amants-là

Que viram duas vezes Qui ont vu deux fois

Seus corações se incendiarem Leurs cœurs s’embraser

Eu te contarei Je te raconterai

A história deste rei L’histoire de ce roi

Morto por não poder Mort de n’avoir pas

Te conhecer Pu te rencontrer

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Muitas vezes vimos On a vu souvent

Renascer o fogo Rejaillir le feu

Do vulcão antigo De l’ancien volcan

Que pensávamos estar velho demais Qu’on croyait trop vieux

Dizem que existem Il est, paraît-il

Terras ardidas Des terres brûlées

Onde nasce mais trigo Donnant plus de blé

Do que num melhor abril Qu’un meilleur avril

E quando vem a noite Et quand vient le soir

Para que o céu flameja Pour qu’un ciel flamboie

Não é que o vermelho e o negro Le rouge et le noir

Não se casam Ne s’épousent-ils pas?

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Não vou mais chorar Je ne vais plus pleurer

Não vou mais falar Je ne vais plus parler

Me esconderei aqui Je me cacherai là

Para te contemplar À te regarder

Dançar e sorrir Danser et sourire

E para te ouvir Et à t’écouter

Cantar e depois rir Chanter et puis rire

Deixe que eu me torne Laisse-moi devenir

A sombra da sua sombra L’ombre de ton ombre

A sombra da sua mão L’ombre de ta main

A sombra do seu cão L’ombre de ton chien

Mas Mais

Não me deixe Ne me quitte pas

Não me deixe Ne me quitte pas

Avec le temps” Léo Ferré

 

Com o Passar do Tempo

Avec le temps

Com o passar do tempo

Avec le temps

Com o passar do tempo tudo vai embora

Avec le temps, va, tout s’en va

Esquecemos o rosto e esquecemos a voz

On oublie le visage et l’on oublie la voix

O coração, quando deixa de bater, não vale a pena

Le cœur, quand ça bat plus, c’est pas la peine d’aller

Procurar mais longe, é preciso deixar andar, e está muito bem

Chercher plus loin, faut laisser faire et c’est très bien

Com o passar do tempo

Avec le temps

Com o passar do tempo tudo vai embora

Avec le temps, va, tout s’en va

Aquela que adorávamos, que procurávamos à chuva

L’autre qu’on adorait, qu’on cherchait sous la pluie

Aquela que decifrávamos num passar dos olhos

L’autre qu’on devinait au détour d’un regard

Entre as palavras, nas entrelinhas e sob a sombra

Entre les mots, entre les lignes et sous le fard

De um juramento maquiado que parte para ir dormir

D’un serment maquillé qui s’en va faire sa nuit

Com o tempo, tudo desaparece

Avec le temps tout s’évanouit

Com o passar do tempo

Avec le temps

Com o passar do tempo tudo vai embora

Avec le temps, va, tout s’en va

Mesmo as recordações mais ternas adquirem uma feição estranha

Même les plus chouettes souv’nirs ça t’as une de ces gueules

Na galeria que eu remexo nos raios da morte

A la gal’rie j’farfouille dans les rayons d’la mort

Sábado à noite, quando a ternura parte sozinha

Le samedi soir quand la tendresse s’en va toute seule

Com o passar do tempo

Avec le temps

Com o passar do tempo tudo vai embora

Avec le temps, va, tout s’en va

Aquela em que acreditávamos, por um frio, um nada

L’autre à qui l’on croyait pour un rhume, pour un rien

Aquela a quem dávamos vento e joias

L’autre à qui l’on donnait du vent et des bijoux

Por quem teríamos vendido a alma por cêntimos

Pour qui l’on eût vendu son âme pour quelques sous

Frente a quem nos arrastávamos, como se arrastam os cães

Devant quoi l’on s’traînait comme traînent les chiens

Conforme o tempo passa, tudo fica bem

Avec le temps, va, tout va bien

Com o passar do tempo

Avec le temps

Com o passar do tempo tudo vai embora

Avec le temps, va, tout s’en va

Esquecemos as paixões e esquecemos as vozes

On oublie les passions et l’on oublie les voix

Que vos sussurravam palavras de gente pobre

Qui vous disaient tout bas les mots des pauvres gens

Não venhas tarde, e sobretudo, não apanhes frio

Ne rentre pas trop tard, surtout ne prends pas froid

Com o passar do tempo

Avec le temps

Com o passar do tempo tudo vai embora

Avec le temps, va, tout s’en va

E sentimo-nos esmagados, qual cavalo exausto

Et l’on se sent blanchi comme un cheval fourbu

E sentimo-nos gelados numa cama de acaso

Et l’on se sent glacé dans un lit de hasard

E sentimo-nos sós, talvez, mas, mas confortáveis

Et l’on se sent tout seul peut-être mais peinard

E sentimo-nos enganados pelos anos perdidos

Et l’on se sent floué par les années perdues

Então, realmente

Alors vraiment

Com o tempo

Avec le temps

Deixamos de amar

On n’aime plus

Nos últimos tempos descobrimos a ZAZ (https://www.youtube.com/watch?v=0xpbtkv2C3U&list=RD0xpbtkv2C3U&start_radio=1) e o maior êxito era “Je veux” (https://www.youtube.com/watch?v=0TFNGRYMz1U) e “Qué vendrá” (https://www.youtube.com/watch?v=6THHrPyZQuQ) que cantarolávamos no carro pois fazia parte das mais de 600 músicas que temos na “pen” que mal se liga o carro começa logo a tocar…

Menina de 12 anos ia casar para saldar dívida dos pais. PSP salvou-a – Notícias ao Minuto

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve uma mulher de 45 anos, no aeroporto de Lisboa, que é suspeito do crime de tráfico de pessoas. A suspeita estava acompanhada de uma menor de 12 anos que terá sido entregue pelos progenitores para ser transportada para França, onde se iria casar para liquidar uma dívida familiar.

Source: Menina de 12 anos ia casar para saldar dívida dos pais. PSP salvou-a – Notícias ao Minuto

sou contra touradas

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Não andava para aí um toureiro qualquer, ou coisa que o valha, a dizer que espetar uma bandarilha num touro é assim mais ou menos como espetar-lhes um alfinete? Veja-se de perto o “alfinete” e leia-se o que diz um veterinário sobre essa coisa que envergonha o diabo e que dá pelo nome de Tourada.
“O touro vive uns 4 anos na campina habituado à companhia de outros da mesma espécie em espaço largo e com razoáveis condições. Terá já passado por momentos violentos de ferra, de tentas É escolhido para a lide numa tourada. Com ou sem sedação, apartam-no violentamente, com muito uso do bastão eléctrico, para uma manga e enfiam-no numa caixa apertada onde mal se pode mexer. A ansiedade provocada pelo aperto cresce em tremenda claustrofobia ao passar da liberdade e tranquilidade da campina para o “caixote” onde fica confinado, violentamente afastado da companhia importante dos outros bovinos a que o ligam laços emotivos. A seguir cresce o pânico do transporte. Depois a espera, com pouco ou nenhum alimento e bebida. Talvez sendo injectado, a ponta dos cornos será cortada, provavelmente, até ao extremo vivo e muito enervado, ficando extrema e dolorosamente sensível ao contacto. Para não sangrar, cauteriza-se a sangue frio. (Há touros que não resistem a esta operação e morrem de acidente cardiovascular provocado pelo sofrimento). Sofre outras acções destinadas a fatigá-lo, debilitá-lo, retirar-lhe capacidade para a lide. Mais tarde, a condução ao curro escuro da praça de touros. É empurrado a seguir para a arena (beco sem saída) suportando logo o enorme alarido da multidão e da música ruidosa (para se sobrepor ao seus berros), o que ainda mais o assusta, a visão ficando ofuscada pela luz do sol. Depois a provocação, o engano, o cravar das bandarilhas/arpões, que o ferem e magoam terrivelmente, através da pele, e não só, pois frequentemente também aponevroses, alguns músculos, tendões, vértebras, espáduas e, por vezes, até pleura e pulmão são atingidos, quando erroneamente cravado entre costelas. Tudo isto o faz sangrar e sofrer, o enfurece, magoa, deprime e esgota. Cavaleiros ou bandarilheiros massacram-no. Depois, exausto, fisica e psicologicamente, segue-se a (ou as pegas) pelos forcados, A seguir é retirado com as “chocas”. É amarrado e imobilizado por cordas em volta dos cornos. Brutalmente, tal como foram cravados, os ferros são agora retirados sem anestesia, arrancados ou por corte do couro.
No final de tudo isto, o animal é metido no transporte, esgotado, ferido e febril, em acidose metabólica horrível que o maldispõe e intoxica, até que a morte, habitualmente só alguns dias mais tarde, o liberte de tanto sofrimento. Frequentemente fica, até esse momento, encerrado em veículos de transporte num espaço exíguo, sabe-se lá com ou sem alimento e água e submetido a elevadas temperaturas.
E ninguém, independente, pode controlar isso.
PERCURSO DO CAVALO EXPLORADO NO TOUREIO!
O cavalo sofre esgotamento e terrível tensão psicológica ao ser usado como veículo, sendo dominado, incitado e lançado pelo cavaleiro e obrigado a enfrentar o touro, quando a sua atitude natural seria a de fuga e de pôr-se a uma distância segura.
À força de treino, de esporas que o magoam e ferem, de ferros na boca e da barbela – corrente de metal à volta da mandíbula, que o magoam e o subjugam, o cavalo arrisca morte por síncope/paragem cardíaca, ferimentos mais ou menos graves e, até, a morte na arena por ser atingido pelo touro.
OPINIÃO!
É difícil, senão impossível, acreditar que toureiros e cavaleiros tauromáquicos amem touros e cavalos, quando os submetem a violência, risco, sofrimento.
O mesmo se aplica aos aficionados, que aceitam isso
Questiono-me. porque se continua a permitir uma actividade que assenta na violência e no sofrimento público de animais, legalizado e autorizado por lei e até apreciado, aplaudido e glorificado por alguns?
Numa verdadeira democracia não deveria ser permitida nem legalizada a tortura de animais.
PERGUNTA FUNDAMENTAL!
E senhoras e senhores Deputad@s da Assembleia da República de Portugal o que acham e como vão votar? Pela abolição ou pela manutenção desta terrível violência contra seres sencientes (como os humanos) e indefesos e inocentes.
RECOMENDAÇÃO PARA TOMADA DE CONHECIMENTO!
Recomendo aqui uma tomada de conhecimento da científica DECLARAÇÃO DE CAMBRIDGE SOBRE A CONSCIÊNCIA EM ANIMAIS HUMANOS E NÂO HUMANOS de 7 de Julho de 2012 editada por Philip Low.
E mais dados científicos:
Os animais humanos e não humanos são seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é agradável, perigoso e agressivo e doloroso.
Estes seres experimentam sensações, emoções e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga, sem as quais, não poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor são condições essenciais de sobrevivência.
Afirmar-se que, nalguma situação não medicada, algum animal possa não sentir medo e dor se for ameaçado ou ferido, é testemunho da maior ignorância, ou intenção de negar uma verdade vital, falácia para tentar ocultar a crueldade da tauromaquia.
A ciência revela que o esquema anatómico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.
As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento. O senso comum apreende isso e a ciência confirma-o.
Depois desta explicação, imaginem o sofrimento horrível que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao “calvário” de uma tourada.
CONCLUSÃO:
Seres humanos (tauromáquicos) não devem provocar a outros seres de sensibilidade semelhante (touros e cavalos), sofrimentos a que os próprios agressores (tauromáquicos) não aceitariam ser submetidos.
Porque é a desgraçada vítima dos chamados humanos, “corrido” e torturado?
Para diversão de aficionados, para o alimentar de egos e vaidades, para negociatas de tauromáquicos e no prosseguimento de uma cruel e obsoleta tradição.
É mais do que justo e chegado o tempo da abolição, o que só peca por tardar!!!
As importantes verbas que são atribuídas no apoio à tauromaquia e as isenções que lhe são oferecidas, seriam com justiça e utilidade, preferencialmente, utilizadas para mitigar imensas necessidades!
A tauromaquia é uma vergonha nacional.”
Vasco Reis,
Médico veterinário aposentado
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CONVITE — CANTANDO POESIA AÇORIANA (

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EUCÍSIA: Arqueólogos descobrem sóis com seis mil anos gravados em rocha em Alfândega da Fé | PÚBLICO

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Incisões “soliformes” vêm juntar-se a ferraduras já descobertas anteriormente. Trata-se de um “calendário solar”, diz arqueóloga da Universidade do Minho, que fará parte de um santuário religioso.

Source: Arqueólogos descobrem sóis com seis mil anos gravados em rocha em Alfândega da Fé | PÚBLICO