Calamidade “é slogan”. E casas de emigrantes? “Deviam ter um seguro”

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O Ministro da Economia e da Coesão territorial, Manuel Castro Almeida, disse que o decreto-lei que abrirá a porta a apoios deverá estar em vigor na próxima semana e admitiu que há quem fique de fora de certas medidas, nomeadamente os emigrantes.

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Historian Claims Shipwreck is Not Columbus’s

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In stunning rebuttal to the supposed finding of the Santa Maria by treasure hunter Barry Clifford, historian Manuel Rosa goes into great detail in

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Morreu Eduardo Serra, diretor de fotografia português nomeado para Óscares – Renascença

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Eduardo Serra era o mais internacional dos diretores portugueses de fotografia. Trabalhou em filmes como “Rapariga com Brinco de Pérola” e “As Asas do Amor”.

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sigam o exemplo sueco se querem o meu voto

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Na Suecia “Os deputados andam de transportes públicos, dormem em apartamentos de serviço de 18 metros quadrados quando precisam de ir à capital e lavam a roupa no parlamento.
E o primeiro-ministro lava e passa a sua roupa e trata das limpezas domésticas nos intervalos da governação.
É esta a vida dos políticos na Suécia, país onde o último grande escândalo político está relacionado com a compra de duas viagens de comboio e um pacote de amendoins por um deputado, e onde uma vice primeira-ministra já perdeu o cargo por ter comprado um chocolate com um cartão de crédito do governo.”
“Somos cidadãos comuns”, diz à BBC News Brasil o deputado Per-Arne Håkansson, do partido Social-Democrata, em seu gabinete no Parlamento sueco. Não há sentido em conceder privilégios especiais a parlamentares, uma vez que nossa tarefa é representar os cidadãos e conhecer a realidade em que as pessoas vivem.
Também pode-se dizer que é um privilégio em si representar os cidadãos, uma vez que temos a oportunidade de influenciar os rumos do país”, acrescenta Håkansson.”
“Em países como Noruega e Suécia, carro oficial para políticos é exceção”
“Há cidades cujos prefeitos vão para o gabinete e voltam para casa de bicicleta. Como Londres e Amsterdã. Existem políticos que compartilham o mesmo veículo ou utilizam o deles no dia a dia. A exemplo dos noruegueses e suecos. “
2 dezembro 2018 frases soltas do juiz sueco Göran Lambertz
“Não almoço à custa do dinheiro do contribuinte”
“Não posso compreender um ser humano que tenta obter privilégios com o dinheiro público” ” Luxo pago com o dinheiro do contribuinte é imoral e antiético”
(In net)

Estamos a perder a nossa terra e nem todos se apercebem…

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Maldito turismo!
Eu era um defensor do turismo nos Açores, mas com o que estão a fazer na nossa terra em nome do turismo só posso dizer: maldito turismo!
O Governo Regional e as Câmaras Municipais – como as de Ponta Delgada e da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel – aprovam continuadamente projectos monstruosos de hotéis, de apartamentos turísticos e afins por todos os lados, mesmo onde nunca deveria ser, prejudicando a harmonia das localidades, a beleza das paisagens, o ambiente e os recursos locais. Uma irresponsabilidade total!
O turismo tanto vem como vai. Os exemplos são vários no mundo. Quando o turismo desaparecer ou diminuir nas ilhas açorianas, à procura de destinos mais baratos e mais bem preservados, os hotéis, apartamentos turísticos e afins servirão então para lares de terceira idade, que muita falta fazem.
Existem os PDM, o Plano Regional de Ordenamento Turístico e o Plano de Marketing Turístico, mas de nada servem, porque o Governo Regional e as Câmaras Municipais de um modo geral autorizam tudo o que querem e cedem aos interesses. Os Açores mereciam melhor sorte!

Luiz Fagundes Duarte

Primeiro, destroem São Miguel. Depois, uma a uma, as restantes… E lá nos vem à cabeça a fábula da galinha dos ovos de oiro…
Quem vier por fim, que feche a porta. Ou não será necessário fechá-la, porque já não haverá nada de valor para roubar.

Anonymous participant

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Estamos a perder a nossa terra e nem todos se apercebem…
É estranho viver num lugar onde crescemos e, de repente, sentirmos que já não há espaço para nós.
Os Açores estão a mudar e nem sempre para melhor.

O turismo cresceu, há mais movimento, mais divulgação das ilhas. Mas também há um sentimento cada vez mais presente: o de que estamos a ser deixados para trás.
Hoje, encontrar casa para arrendar a preços justos tornou-se quase impossível. Um T1 por 800, 900 ou até 1000 euros. E se tivermos um animal? Nem vale a pena tentar. Comprar casa então, é um sonho fora de alcance com os salários que temos.
Ao mesmo tempo, quem vem de fora compra propriedades, transforma-as em alojamento local, e os próprios açorianos vão sendo empurrados para os cantos do mercado — ou para fora das suas ilhas.
E o problema não é só a habitação. Até aquilo que sempre foi nosso está a ficar inacessível.

O Ilhéu de Vila Franca fechado. A Poça da Dona Beija a 14 e 16 euros por pessoa. Um simples banho termal virou luxo.

E a Lagoa do Fogo? Cheia de lixo. Promovemos o paraíso lá fora, mas cá dentro falta cuidado, respeito e gestão.
Pior ainda, há cada vez mais pessoas — formadas, licenciadas, com vontade de trabalhar que não conseguem encontrar emprego digno aqui.

O que é que sobra? Emigrar.

E é isso que muitos vão acabar por fazer. Porque viver nos Açores, para os próprios açorianos, está a tornar-se insustentável.
Este desabafo não é contra o turismo. É contra a falta de equilíbrio.

Porque os Açores não são só um destino bonito no mapa.

São a casa de muita gente — e essa casa está a fugir-nos das mãos.
 

May be an image of 6 people, crater and mountain