RESERVE O SEU LUGAR NO BUNKER

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Um Bunker Gigante que pode sobreviver ao “fim do mundo” !!!
Por fora, o bunker parece nada mais do que uma porta imensa e enigmática embutida na paisagem. No entanto, o interior conta uma história completamente diferente (veja nos comentários) …
E ninguém está mais preparado para o fim do mundo do que o ex-empreiteiro Larry Hall.
Hall está genuinamente preparado para qualquer eventualidade, já que é o visionário por trás do “Survival Condo” – um abrigo subterrâneo projetado para suportar um evento apocalíptico.
(Veja outras imagens nos comentários).
Tentar escapar de um asteroide exterminador de planetas ou, finalmente, sucumbir ao aumento do nível do mar, Hall poderá passar seus dias em luxo no Kansas. Isso, é claro, supondo que o apocalipse ocorra durante sua vida, o que só podemos esperar que não aconteça.
Escondido atrás de portas de aço de oito toneladas, encontra-se um impressionante abrigo subterrâneo de 15 andares, que abriga uma piscina, parede de escalada, fliperama e cinema para entretenimento dos residentes. Além disso, possui uma ala médica, armazenamento de alimentos e quartos para garantir o bem-estar e o conforto deles.
Parece um lugar que ninguém gostaria de deixar, mas o bunker também é equipado com equipamentos de camuflagem, armas de fogo e capacetes, caso os ocupantes precisem enfrentar os desafios do mundo exterior que levaram ao declínio da humanidade.
Hall transformou um silo de mísseis Atlas no extraordinário bunker. Devido ao aumento do interesse durante a pandemia de COVID-19, ele agora está desenvolvendo várias outras estruturas nos Estados Unidos, Europa e Ásia.
O site do Survival Condo afirma que os bunkers, localizados dentro dos silos construídos pelo Corpo de Engenheiros do Exército, foram “projetados para sobreviver a um ataque nuclear direto”. A parte superior do silo possui paredes de concreto endurecidas com epóxi de quase 3 metros de espessura, e a estrutura em forma de cúpula que cobre o topo do silo pode suportar ventos superiores a 800 km/h. Segundo o site, até 75 pessoas que residem nos silos poderiam sobreviver dentro por mais de cinco anos, enquanto apreciam as comodidades “ultramodernas” oferecidas.
Hall destaca as inúmeras vantagens do bunker, afirmando: “Este projeto tem os benefícios de permitir que os membros possuam um pedaço da história, o fascínio de uma base de mísseis, a proteção de um bunker endurecido nuclearmente e os recursos de um condomínio de luxo”.
É possível adquirir um lugar em um dos silos. No entanto, a capacidade de resistir ao fim do mundo tem um custo significativo – variando de R$ 7,38 milhões a R$ 22,14 milhões, para ser exato.
Grupo: Divulgação de fatos e conhecimentos: ciências e afins.
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Virgínia L Sampaio

Já fiquei com falta de ar só de imaginar
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IRS A FAVOR DA AICL:

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IRS A FAVOR DA AICL:

Como usar o IRS para ajudar a comunidade, sem pagar mais por isso

4 min de leitura

É muito fácil apoiar instituições de solidariedade, como a AICL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA, usando a opção de consignação do IRS e assim contribuir para um mundo melhor.


Publicado em 12-Abr-2023


 

ARTE EM FOTOGRAFIA

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2 h
A ARTE EM E ATRAVÉS DE FOTOGRAFIA.
Esta Fotografia dá uma cartografia artística do Centro, do Coração, da nossa Cidade de Ponta Delgada (S. Miguel/Açores).
Uma Fotografia do amigo Domingos Sousa Correia.
Esta Fotografia é uma autêntica Obra de Arte. Merece um Troféu de elevada distinção, pela sua Qualidade e Beleza, Única e Singular. Pela sua integridade, naturalidade e beleza, pela Luz, que dá a ver, em claridade noturna, o branco dos edifícios. E no chão vemos uma luz cor de fogo. Ponta Delgada é uma Cidade de Azul, – Céu e Mar -, é uma Cidade de Luz, de dia e de noite. Esta Obra de Arte é um Poema Monumental. A partir de um ponto do alto da Câmara de Ponta Delgada (suponho), a Fotografia projeta-se – e projeta – e capta todos os monumentos históricos, de relevo imenso, de Valor (I)material Histórico, Cultural , Paisagístico, de manifesta importância laica e Religiosa, desde logo a majestática e imponente Torre da Matriz (da Igreja de S. Sebastião), com o seu Relógio de Marca Universal, (Católico e Católica significa universal). Na Torre da Igreja são visíveis os Sinos. Sinos, que são da família semântica de Signo, Sinal e Sina. Anunciam a Vida, a Morte, a Festa, a Solenidade. Da minha casa ouço os sinos de S. José, do Convento da Esperança, do Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres e, a norte, os sinos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
Os Sinos também dão Horas, que se expressam visivelmente no Relógio. Falam do Cronos e do Logos, da Razão, do Sentido,
Desde menino que me fascinava – e fascina – ouvir os sinos a tocar na minha amada Terra Natal, a Freguesia dos Ginetes, o Torrão que me viu Nascer, naquele Dia, naquela Hora. (Ginetes, do Concelho de Ponta Delgada). Gosto muito da nossa Cidade de Ponta Delgada. As Portas da Cidade são Símbolo de Entrada e Saída, de Permanências, de passeios e movimento, de passagens, motivos de contemplação. E as Arcadas nos Edifícios da nossa Cidade curvam-se e, seguras, em pilares de pedra lavrada falam de um Tempo que foi, que é e será, de um Tempo Uno e Diverso. Os Sinos da nossa Cidade têm de tocar mais vezes e mais alto. Ouvir as melodias dos sons. Durante a minha Formação, até ao Doutoramento, (já não para a Agregação, que é da exclusiva responsabilidade do próprio) ia muitas vezes a Braga, à Universidade do Minho. Braga, a “Cidade dos Arcebispos”. E lá tocam os sinos da Catedral e das muitas Igrejas. Os sinos marcam presença forte na Cidade de Braga. Já isso não acontece na Cidade do Porto, de Lisboa, em Évora, um pouco mais, e em muitas outras cidades do Pais, da Região e do Estrangeiro que estão no meu “Curriculum Vitae”. Cidades que fazem parte da minha Vida, do meu Ser. No Belo Jardim, Único, de Braga, tenho fotografias com a minha Esposa. Tudo tem um sentido, humano, religioso e Canónico. O que o Altar Sagrado sela é Eterno. O Verdadeiro Amor é Eterno, como canta Roberto Carlos, que canta, como poucos, o Amor. E Viver é Amar, e não há vida sem Amor e Dor. A Dor até conserva o Amor.
É preciso cantar e celebrar, ainda e sempre, Ponta Delgada, Cidade e Concelho. Memórias vivas de um passado que foi mas ficou. Tudo passa, só a luz permanece. Somos feitos de luz. Somos luz, que promana, e emana, do Criador. De Deus.
Ponta Delgada, S. Miguel/Açores, 17 de abril de 2023, às 15:04, Hora dos Açores,
Autoria de Emanuel Oliveira Medeiros
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A ARTE EM E ATRAVÉS DE FOTOGRAFIA.
Esta Fotografia dá uma cartografia artística do Centro, do Coração, da nossa Cidade de Ponta Delgada (S. Miguel/Açores).
Uma Fotografia do amigo Domingos Sousa Correia.
Esta Fotografia é uma autêntica Obra de Arte. Merece um Troféu de elevada distinção, pela sua Qualidade e Beleza, Única e Singular. Pela sua integridade, naturalidade e beleza, pela Luz, que dá a ver, em claridade noturna, o branco dos edifícios. E no chão vemos uma luz cor de fogo. Ponta Delgada é uma Cidade de Azul, – Céu e Mar -, é uma Cidade de Luz, de dia e de noite. Esta Obra de Arte é um Poema Monumental. A partir de um ponto do alto da Câmara de Ponta Delgada (suponho), a Fotografia projeta-se – e projeta – e capta todos os monumentos históricos, de relevo imenso, de Valor (I)material Histórico, Cultural , Paisagístico, de manifesta importância laica e Religiosa, desde logo a majestática e imponente Torre da Matriz (da Igreja de S. Sebastião), com o seu Relógio de Marca Universal, (Católico e Católica significa universal). Na Torre da Igreja são visíveis os Sinos. Sinos, que são da família semântica de Signo, Sinal e Sina. Anunciam a Vida, a Morte, a Festa, a Solenidade. Da minha casa ouço os sinos de S. José, do Convento da Esperança, do Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres e, a norte, os sinos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
Os Sinos também dão Horas, que se expressam visivelmente no Relógio. Falam do Cronos e do Logos, da Razão, do Sentido,
Desde menino que me fascinava – e fascina – ouvir os sinos a tocar na minha amada Terra Natal, a Freguesia dos Ginetes, o Torrão que me viu Nascer, naquele Dia, naquela Hora. (Ginetes, do Concelho de Ponta Delgada). Gosto muito da nossa Cidade de Ponta Delgada. As Portas da Cidade são Símbolo de Entrada e Saída, de Permanências, de passeios e movimento, de passagens, motivos de contemplação. E as Arcadas nos Edifícios da nossa Cidade curvam-se e, seguras, em pilares de pedra lavrada falam de um Tempo que foi, que é e será, de um Tempo Uno e Diverso. Os Sinos da nossa Cidade têm de tocar mais vezes e mais alto. Ouvir as melodias dos sons. Durante a minha Formação, até ao Doutoramento, (já não para a Agregação, que é da exclusiva responsabilidade do próprio) ia muitas vezes a Braga, à Universidade do Minho. Braga, a “Cidade dos Arcebispos”. E lá tocam os sinos da Catedral e das muitas Igrejas. Os sinos marcam presença forte na Cidade de Braga. Já isso não acontece na Cidade do Porto, de Lisboa, em Évora, um pouco mais, e em muitas outras cidades do Pais, da Região e do Estrangeiro que estão no meu “Curriculum Vitae”. Cidades que fazem parte da minha Vida, do meu Ser. No Belo Jardim, Único, de Braga, tenho fotografias com a minha Esposa. Tudo tem um sentido, humano, religioso e Canónico. O que o Altar Sagrado sela é Eterno. O Verdadeiro Amor é Eterno, como canta Roberto Carlos, que canta, como poucos, o Amor. E Viver é Amar, e não há vida sem Amor e Dor. A Dor até conserva o Amor.
É preciso cantar e celebrar, ainda e sempre, Ponta Delgada, Cidade e Concelho. Memórias vivas de um passado que foi mas ficou. Tudo passa, só a luz permanece. Somos feitos de luz. Somos luz, que promana, e emana, do Criador. De Deus.
Ponta Delgada, S. Miguel/Açores, 17 de abril de 2023, às 15:04, Hora dos Açores,
Autoria de Emanuel Oliveira Medeiros

 

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O digital no ensino: uma fábrica de cretinos

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Quarenta e duas plataformas digitais, eis o que os professores têm de dominar para, nos diferentes estabelecimentos de ensino, serem considerados “professores de excelência”. Sumários eletrónicos, portarias, horários, reuniões com colegas e com direções, com pais e com alunos, tudo passa pelo ecrã. Temos o GIAE, o SIGAE/ IGA; ele há o site da DGE, o Extranet e o IAVE; ele é o MEGA (manuais escolares) e o portal dos Recursos Humanos; temos o DGEST/Recorra e o DocGest; não faltam o SIIESTE (edifícios escolares) e o SISE (Segurança Social); e para assuntos relacionados com o acompanhamento psicológico dos alunos, vamos ao Psicólogos POCH e para matricular os estudantes vamos ao Portal das Matrículas; para compras públicas o VORTAL e, se ainda se lembram de bibliotecas, temos o SIRBE… Enfim, a lista é longa, o tempo para ensinar, de facto, é pouco.

Source: O digital no ensino: uma fábrica de cretinos

colonialismo, uma voz dissonante, felizmente

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Um anti-CES sueco
Chama-se Henrik Jönsson, é correspondente do jornal sueco Dagens Nyheter na América Latina, mora no Rio de Janeiro há já duas décadas e é autor de vários livros sobre o Brasil e o espaço da Portugalidade. É um fervoroso lusófilo e encarrega-se de dar luta sem quartel à massa de ignorantes que ao longo das últimas décadas se têm especializado em criminalizar o mundo que o português construiu. Fá-lo com desembaraço e investe em viagens, estabelecendo-se durante largas temporadas nas ilhas atlânticas (Cabo-Verde, São Tomé), em Moçambique, no antigo Estado da Índia, em Macau e Timor. Não sente qualquer inibição em dizer e escrever o que vê e sente sempre que vive durante meses imerso entro os povos da Portugalidade. Num tempo de trevas em que parte da Universidade enlouqueceu e outra parte se remete para o silêncio cobarde, Henrik Jönsson faz a diferença.

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ECLIPSE EM TIMOR

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Eclipse total de quinta-feira chama “amantes da sombra” de todo o mundo a Timor-Leste
António Sampaio, da Agência Lusa
Díli, 17 abr 2023 (Lusa) – Deborah Carter e Stephen O’Meara viajaram especialmente de Barcelona, onde vivem, para presenciar na próxima quinta-feira, na ponta leste de Timor-Leste, um eclipse total, fenómeno que, dizem, é uma experiência “espiritual” e mágica.
O casal apresenta-se como ‘umbraphiles’, termo em inglês que literalmente significa “amante da sombra” e que designa os que ‘perseguem eclipses’ pelo mundo: cada um já viu doze, em pontos tão diferentes como o Círculo Ártico, a Zâmbia, ou as Ilhas Cook.
“Vou onde os eclipses aconteçam, seja onde for. O primeiro eclipse total que vi foi em 2011, na Zâmbia. Não tinha ideia do que seria, mas quando aconteceu comecei a chorar. Nunca tinha sentido nada assim”, conta à Lusa Deborah Carter, que aterrou hoje em Díli.
“Foi algo espiritual para mim. Só de pensar até fico com arrepios. Naquele dia jurei que iria ver todos os eclipses totais que pudesse. E ao mesmo tempo ter uma oportunidade de visitar um país novo”, explica.
O eclipse solar híbrido de quinta-feira, o fenómeno mais raro do tipo, será visível numa zona remota da Austrália, no mar, na Papua Nova Guiné e na zona leste de Timor-Leste, a opção que o casal acabou por escolher.
“Quando dissemos aos amigos que vínhamos a Timor-Leste, alguns tiveram que o ir procurar no mapa. Nem sabiam onde era. Por isso também é bom vir aqui, apoiar a economia local, conhecer novas pessoas, novas experiências e sentir o impacto de mais um eclipse total”, reforça Stephen O’Meara.
Ambos dizem que é difícil explicar o sentimento no momento em que se presencia um eclipse total, comparando-o a um momento “bíblico”, a um momento em que se “olha para o olho de Deus” ou se está “em contacto com o todo, com o universo”.
“Só quando se vê é se que é capaz de responder a essa pergunta. Não há nada que se possa ver na vida como isto, com estar no caminho da totalidade. E aqui teremos 1,17 minutos para olhar para o olho de Deus”, refere O’Meara.
“É impossível explicar, a sensação, o impacto. Quando a lua surge, tapa totalmente o sol e podemos olhar para os filamentos do círculo, como se fossem dedos a sair deste círculo negro. Nesse momento breve, sentimo-nos parte do todo. Um círculo negro com asas de luz. É absolutamente belo, a coisa mais bela que se pode experienciar”, acrescenta Carter O casal parte quarta-feira para a zona de Com, a leste de Baucau, uma das regiões onde se espera das maiores concentrações de especialistas, curiosos e visitantes de vários pontos do mundo, além de muitos residentes em Timor-Leste.
Dois deles, um astrónomo russo e a sua companheira, que chegaram no domingo, também propositadamente para o fenómeno, partiram hoje para a zona, explicando à Lusa que antes de começarem a investigar sobre o eclipse nunca tinha ouvido falar de Timor-Leste.
“Timor-Leste tem que agradecer ao sol e à lua pela promoção. Há muitas pessoas que só por causa do eclipse é que descobriram que Timor-Leste existia”, explicou à Lusa Semyon Zhmailov, 27 anos, astrónomo e que chegou a Díli no domingo.
Zhmailov e a companheira Daria Velikoselskaia, 27 anos e programadora, são apenas dois de vários astrónomos, cientistas, investigadores e curiosos que optaram por Timor-Leste para acompanhar o fenómeno raro, que vai ser igualmente visível numa região remota da Austrália e na Papua Nova Guiné.
“Obviamente viemos para o eclipse, mas também queremos conhecer Timor-Leste e a Indonésia. Estamos numa viagem de um mês. Não sabia sequer que Timor-Leste existia”, recordou.
“E um eclipse deste tipo é um dos eventos mais bonitos que podemos ver no céu. É um momento especial. Por isso quisemos vir”, referiu Um evento especial que quase coincide com o aniversário de Daria Velikoselskaia, que faz anos a 19 de abril.
“Por isso é muito bom poder vir também”, refere, explicando que no domingo “havia pessoas com muitos cientistas” e incluindo vários “com camisolas com coisas de astronomia”.
Semyon Zhmailov começou a investigar a questão do eclipse, e a planear a viagem, há dois anos e considerou que seria mais fácil vir até Timor-Leste do que aos países vizinhos.
“Li muito sobre a história de Timor-Leste para nos prepararmos. E vamos também à Indonésia”, explica, pouco tempo antes de embarcar na microlet, o pequeno autocarro, que vai levar o casal à zona de Baucau e Com, no leste do país.
Zhmailov explica que este é um evento raro e que será o primeiro eclipse que vai acompanhar, recordando que desde criança que está interessado no espaço.
“Desde criança que me interessei pelas estrelas e pelo espaço. E por isso tornei-me um astrónomo. Estudei astronomia e sou engenheiro. E agora participo no fabrico de naves espaciais”, referiu, explicando que trabalha desde o desenvolvimento do desenho, à sua construção e, depois à análise dos dados recolhidos.
O maior projeto em que já trabalhou foi um espetrómetro que faz parte do projeto ExoMars, um programa de astrobiologia da Agência Espacial Europeia (AEE), em que a Rússia também participa, e que foi suspenso no ano passado devido à guerra na Ucrânia.
“O equipamento que ajudei a desenvolver é um espetrómetro que vai estar no Rover”, disse. “Vai ser usado para estudar a atmosfera de Marte, a sua composição química, temperatura e outros dados”.
Ao longo das últimas semanas o interesse em torno ao fenómeno aumentou significativamente, com várias iniciativas das autoridades para marcar o momento, incluindo com sessões informativas, mas igualmente para alertar para os riscos para a vista.
Repetidas recomendações para que a população evite olhar para o sol – inclusive com óculos que nas últimas semanas têm sido vendidos para o evento – têm sido partilhadas na media timorense e nas redes sociais.
O Ministério da Educação, Juventude e Desporto anunciou já que as escolas estarão encerradas no dia 20 de abril.
ASP // PJA
Lusa/Fim
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Mulher terá vivido com cadáver do pai durante 15 anos

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Após alerta dos vizinhos devido ao mau cheiro intenso, os bombeiros encontraram no apartamento de um prédio em Linda-a-Velha dois cadáveres em elevado estado de decomposição. Polícia Judiciária investiga o caso.

Source: Mulher terá vivido com cadáver do pai durante 15 anos

morreu um poeta

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Maria Jorgete Teixeira is feeling sad.

Morreu o poeta Joaquim Pessoa.
Morreu um amigo.
CAVALO DE PALAVRAS
Cavalo de palavras quem me agarra
quem aparta de mim esta saudade?
Quem fez da minha voz uma guitarra
tocada pelos dedos da verdade?
Cavalo de palavras quem me dera
poder erguer a voz. Calar o pranto.
Trazer no meu poema a primavera
por dentro de uma flor de verde espanto.
Cavalo de palavras meu amigo
meu soneto da mágoa mais acesa
pelas praias do sangue vou contigo
percorrer esta língua portuguesa
procurando o lugar que é o abrigo
das enormes gaivotas da tristeza.
*
in AMOR COMBATE.
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Anália Gomes

Oh… estava doente?
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Fernando Fitas

Anália Gomes Estava. Há um tempo. Aliás, já não esteve presente na cerimónia de entrega do Prémio de que é patrono, realizada em Outubro.
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