quando a mentira viral ataca a Escola Pública

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AncientCrocMigration Saltwatercrocodiles

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May be an image of swimming
AncientCrocMigration
Saltwatercrocodilesaren’tjustguardiansoftheriver.. they’rehighlyevolvedoceantravellers.
Moderntracking shows theycanswimhundredsofkilometres, ride tideslikeconveyorbelts, and cross open seawithoutbreaking a sweat.
Andhere’sthewildpart.. thisbehaviourisn’tnew.
CrocodileshavelikelybeendispersingbetweenNorthernAustralia, Timor Leste, IndonesiaandPNG for thousandsofyears.
Lowersealevelsduringthelast Ice Age madecrossingseveneasier, andgeneticevidence shows thesepopulationshavebeenmixing for a verylongtime.
Built for theocean, theseancientmariners are Kings ofthe Timor andArafuraSeas
A specialthankyou to mygoodfriendandSaltwaterCrocodile Expert David @solar_whisper for thephotos. You’re a bloodylegend mate.

obs nos anos que lá vivi 1973-75 nunca vi monstros destes…

parabéns DIANA ZIMBRON E LUSÍ GAIVÃO

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Subject:

parabéns

From:

“drchryschrystello@gmail.com” <drchryschrystello@gmail.com>

Date:

30/11/2025, 11:01

To:

Luis Gaivao <l4mgaivao@gmail.com>, Diana Zimbron <ZimbronDiana@hotmail.com>

 

hoje temos dois associados a celebrarem as outonálias natalícias e daqui envio em nome coletivo os meus parabéns

Diana Zimbron
santa maria 39º em 2024
1.LUÍS MASCARENHAS GAIVÃO - UNIVERSIDADE DE COIMBRA, PORTUGAL PRESENCIAL1.LUÍS MASCARENHAS GAIVÃO - UNIVERSIDADE DE COIMBRA, PORTUGAL PRESENCIAL
2016 Montalegre 2011 vila do porto

como belmiro de azevedo ficou rico

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reproduzi idêntico texto no livro ChrónicAçores vol 5 numa crónica de 2006

10.2. BANQUEIROS 7 março 2006 crónica 14

 
Sempre escrevi que os portugueses só eram bons a trabalhar no estrangeiro, diziam que é por não terem condições cá. Hoje acabo de ouvir que mais de 80% dos empresários têm menos que o 9º ano de escolaridade e mais de 70% dos trabalhadores pouco mais do que a antiga quarta classe. Nem comento, pois nem todos tiveram a sorte do Belmiro de Azevedo que aparentemente se locupletou com o que pode e à sua guarda, pertença do banqueiro Pinto de Magalhães. Não me admira que fosse um dos 500 mais ricos do mundo. Se eu tivesse tido um empurrão inicial daqueles quem sabe onde estaria? Abro um aparte sobre a fortuna inicial do Belmiro:
Como o Belmiro começou a enriquecer…nadava nas águas da UDP…
Quando, em 14 de março de 1975, o governo de Vasco Gonçalves nacionalizou a banca com o apoio de todos os partidos que nele participavam (PS, PPD e PCP), todo o património dos bancos passou a propriedade pública.
O Banco Pinto de Magalhães (BPM) detinha a SONAE, a única produtora de termolaminados, material muito usado na indústria de móveis e como revestimento na construção civil. Dada a sua posição monopolista, a SONAE constituía a verdadeira tesouraria do BPM, pois as encomendas eram pagas a pronto e, por vezes, entregues 60, 90 e até 180 dias depois.
Belmiro de Azevedo trabalhava lá como agente técnico (agora engenheiro técnico) e, nessa altura, vogava nas águas da UDP. Em plenário, pôs os trabalhadores em greve com a reclamação de a propriedade da empresa reverter a favor destes.
A União dos Sindicatos do Porto e a Comissão Sindical do BPM (ainda não havia CT na banca) procuraram intervir junto dos trabalhadores alertando-os para a situação política delicada e a necessidade de garantir o fornecimento dos termolaminados às atividades produtoras.
Eram recebidas por Belmiro que se intitulava “chefe da comissão de trabalhadores”, mas a greve só parou mais de uma semana depois quando o governo tomou a decisão de distribuir as ações da SONAE aos trabalhadores proporcionalmente à antiguidade de cada um.
É fácil imaginar o panorama. A bolsa estava encerrada e o pessoal da SONAE detinha uns papéis que, de tão feios, não serviam sequer para forrar as paredes de casa.
Meses depois, aparece um salvador na figura do chefe da CT que se dispõe a trocar por dinheiro aqueles horrorosos papéis. Assim se torna Belmiro de Azevedo dono da SONAE.
E leva a mesma técnica de tesouraria para a rede de supermercados Continente depois criada onde recebe a pronto e paga a 90, 120 e 180 dias.
Há meia dúzia de anos, no edifício da Alfândega do Porto, tive oportunidade de intervir num daqueles debates promovidos pelo Rui Rio com antigos primeiros-ministros e fiz este relato. Vasco Gonçalves não tinha ideia desta decisão do seu governo, mas não a refutou, claro. Com o salão pleno de gente e de jornalistas, nenhum órgão da comunicação social noticiou a minha intervenção. Este relato foi feito por colegas do então BPM, entre eles um membro da comissão sindical (Manuel Pires Duque) que por várias vezes se deslocou à SONAE para falar aos trabalhadores. Enviei-o para os jornais e, salvo o extinto “Tal & Qual”, nenhum o publicou.
Gaspar Martins, bancário reformado, ex-deputado

Artur Arêde

【A CAUSA DAS COISAS】
AS HISTÓRIAS QUE A HISTÓRIA NOS VAI RECORDANDO!!!
29NOVEMBRO2017
Faz hoje anos que morreu o sindicalista com ligações à UDP, hoje BE , BELMIRO DE AZEVEDO que poucos conhecem a origem da sua fortuna .
O texto abaixo relata de como um simples agente técnico no Banco Pinto de Magalhães se torna um dos homens mais ricos de Portugal.
A maioria das pessoas pensa que a fortuna de Belmiro de Azevedo veio de heranças ou coisa no género.
Segundo o relato, Belmiro de Azevedo foi militante da UDP (União Democrática Popular) e era uma espécie de coordenador da CT (comissão de trabalhadores) que controlava o banco.
Foi assim que muitos espertalhões no calor do verão quente de 74/75 se tornaram donos e senhores de muitas empresas sem mexerem uma palha e enquanto os trabalhadores andavam na luta nas ruas a defender o seus direitos, os mesmos manobravam na sombra e por isso é que o 25 de Abril que foi uma esperança para o povo e para os trabalhadores deu no que deu e chegamos ao último reduto dos tesos.
Como o Belmiro começou a enriquecer…
…Nadava nas águas da UDP…
Quando, em 14 de Março de 1975, o governo de Vasco Gonçalves nacionalizou a banca com o apoio de todos os partidos que nele participavam (PS, PPD e PCP), todo o património dos bancos passou a propriedade pública. O Banco Pinto de Magalhães (BPM) detinha a SONAE, a única produtora de termolaminados, material muito usado na indústria de móveis e como revestimento na construção civil. Dada a sua posição monopolista, a SONAE constituía a verdadeira tesouraria do BPM, pois as encomendas eram pagas a pronto e, por vezes, entregues 60, 90 e até 180 dias depois. Belmiro de Azevedo trabalhava lá como agente técnico (agora engenheiro técnico) e, nessa altura, vogava nas águas da UDP. Em plenário, pôs os trabalhadores em greve com a reclamação de a propriedade da empresa reverter a favor destes. A União dos Sindicatos do Porto e a Comissão Sindical do BPM (ainda não havia CTs na banca) procuraram intervir junto dos trabalhadores alertando-os para a situação política delicada e para a necessidade de se garantir o fornecimento dos termolaminados às actividades produtoras. Eram recebidas por Belmiro que se intitulava “chefe da comissão de trabalhadores”, mas a greve só parou mais de uma semana depois quando o governo tomou a decisão de distribuir as acções da SONAE aos trabalhadores proporcionalmente à antiguidade de cada um.
É fácil imaginar o panorama. A bolsa estava encerrada e o pessoal da SONAE detinha uns papéis que, de tão feios, não serviam sequer para forrar as paredes de casa… Meses depois, aparece um salvador na figura do chefe da CT que se dispõe a trocar por dinheiro aqueles horrorosos papéis.
Assim se torna Belmiro de Azevedo dono da SONAE. E leva a mesma técnica de tesouraria para a rede de supermercados Continente depois criada onde recebe a pronto e paga a 90, 120 e 180 dias…
Há meia dúzia de anos, no edifício da Alfândega do Porto, tive oportunidade de intervir num daqueles debates promovidos pelo Rui Rio com antigos primeiros-ministros e fiz este relato. Vasco Gonçalves não tinha ideia desta decisão do seu governo, mas não a refutou, claro. Com o salão pleno de gente e de jornalistas, nenhum órgão da comunicação social noticiou a minha intervenção.
Este relato foi feito por colegas do então BPM, a Gaspar Martins, bancário reformado, ex-deputado, entre eles um membro da comissão sindical (Manuel Pires Duque) que por várias vezes se deslocou na altura à SONAE para falar aos trabalhadores.

o ponto final e as ofensas da geração por chrys c

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  1. o ponto final e as ofensas da geração 1.12.2025

Pontos finais podem incomodar a Geração Z, alertam linguistas.

De acordo com especialistas em linguística, os jovens muitas vezes se sentem intimidados pelo uso de pontos finais nas comunicações nas redes sociais. Essa pontuação é frequentemente interpretada como um sinal de raiva, principalmente entre adolescentes e jovens na faixa dos 20 anos, conhecidos como Geração Z, que estão mais acostumados a enviar mensagens curtas sem o uso de pontos finais. Além disso, um estudo realizado na Universidade de Binghamton, em Nova Iorque, indicou que indivíduos que concluem as suas mensagens com pontos finais podem ser percebidos como insinceros. Agora, especialistas em linguagem estão a tentar descobrir por que os adolescentes veem um texto pontuado corretamente como um sinal de que alguém está irritado.

A discussão recomeçou quando a escritora Rhiannon Cosslett tuitou: “Pessoas mais velhas – vocês percebem que terminar uma frase com um ponto final soa um pouco abrupto e hostil para os jovens em um e-mail / chat? Estou genuinamente curiosa.” Muitos utilizadores do Twitter acharam isso difícil de acreditar, e uma pessoa chegou a acusá-la de ser excessivamente sensível, apesar de ela própria usar ponto final.

A escritora de romances policiais Sophie Hannah respondeu: «Acabei de perguntar ao meu filho de 16 anos – aparentemente isso é verdade. Se ele recebesse uma mensagem com pontos finais no final das frases, pensaria que o remetente era “estranho, malvado ou muito direto”». Especialistas explicam que os jovens que estão acostumados a se comunicar eletronicamente muitas vezes preferem dividir os seus pensamentos enviando cada um como uma mensagem separada, em vez de usar um ponto final. Eles reservam os pontos finais para indicar aborrecimento ou irritação.

Alguns argumentam que usar ponto final em mensagens de texto é desnecessário, pois o simples envio da mensagem já indica sua conclusão.

De acordo com o The Telegraph, a linguista Dra. Lauren Fonteyn, da Universidade de Leiden, na Holanda, tuitou: “Se você enviar uma mensagem de texto sem ponto final, já fica óbvio que você concluiu a mensagem.” Adicionar esse marcador extra para indicar conclusão pode levá-los a interpretá-lo como uma entonação descendente ou tom negativo. Owen McArdle, linguista da Universidade de Cambridge, disse ao jornal: “Não estou totalmente convencido sobre e-mails. Suponho que dependa do grau de formalidade. Mas, na minha experiência, os pontos finais são uma exceção e não a regra nas mensagens instantâneas [dos jovens], e têm uma nova função de indicar um tom de voz abrupto ou irritado.”

A possível mudança no significado do ponto final na comunicação online tem sido um tema de debate entre linguistas há muitos anos.

O professor David Crystal, renomado especialista em linguística, sugere que o uso do ponto final está passando por uma revisão significativa. Em seu livro “Making a Point”, ele propõe que o sinal de pontuação agora funciona como um “marcador de emoção”, sinalizando ao destinatário que o remetente está chateado ou irritado. Crystal escreve: «Veja a internet ou qualquer troca de mensagens instantâneas — qualquer coisa que seja um diálogo rápido. As pessoas simplesmente não colocam pontos finais, a menos que queiram enfatizar algo. O ponto final agora está a ser usado nessas circunstâncias como um marcador de emoção.»

Em 2015, um estudo da Universidade de Binghamton, em Nova Iorque, sugeriu que indivíduos que concluem as suas mensagens com pontos finais são considerados insinceros.

Andam tantos loucos cá fora e os hospitais psiquiátricos vazios! Por enquanto a maior parte desta insanidades ainda não chegou à Ibéria e demorará ainda mais a chegar a este arquipélago, mas é difícil igualar tanta incongruência. Estava a pensar em 3 pontos para enfatizar mas posso ofender mais alguém.