Sismo de 5.2 a Este do Grupo Oriental dos Açores.

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‼️Sismo de 5.2 a Este do Grupo Oriental dos Açores.
Foi registado pelas 17h41 (16h41 nos Açores) um sismo de magnitude 5.2 a cerca de 150km a Este do Grupo Oriental dos Açores.
Este sismo poderá ter sido sentido pela população.

As Novas Lendas das Sete Cidades

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Gostaria de vos ver, meus amigos, neste dia tão especial. Se estiverem por S. Miguel, venham mostrar o vosso carinho.
May be an image of ‎text that says "‎産 AS A LENDAS DAS ASETE SE CIDADES NOVASLENDAS DAS SETE CIDADES Autores: Ana Isabel AnaIsabelD'Arruda D'Arruda Carolina CarolinaCordeiro Cordeiro Diana Zimbron Pedro Paulo Câmara llustrador: Rui Paiva למאהה Coordenação e organização: Pedro PauloCâmara Paulo Câmara‎"‎
Ana Isabel D’Arruda, Carolina Cordeiro, Diana Zimbron, Pedro Paulo Câmara e Rui Paiva, apresentam uma nova obra que conjuga palavra e imagem. As Novas Lendas das Sete Cidades é um livro infanto-juvenil, profusamente ilustrado, para miúdos e graúdos, que apresenta 7 novas lendas das Sete Cidades, a partir de referências espaciais sobejamente conhecidas. Autores e ilustrador entraram na Gruta do Pastor, passaram pela Casa Grande e pelo Jardim de Baixo; embrenharam-se Península adentro e descansaram na Baía do Silêncio. Subiram até à Lagoa de Santiago e, do cimo das terras, vislumbraram a Caldeira do Alferes. Ao longe, o miradouro da Grota do Inferno impunha-se, como sempre o faz, imponente.

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Músico açoriano conquista palcos e prémios internacionais – Açoriano Oriental

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Da tradição do folclore à música erudita contemporânea, Gualter Silva, compositor açoriano, afirma-se nos palcos internacionais com obras premiadas e uma linguagem musical profundamente enraizada na paisagem sonora das ilhas.

Source: Músico açoriano conquista palcos e prémios internacionais – Açoriano Oriental

Equipamento de monitorização “temporariamente avariado” em 22 barcos de pesca – jornalacores9.pt

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Vinte e duas embarcações de pesca dos Açores estão com o Equipamento de Monitorização Contínua (EMC), também conhecido como “caixa azul”, “temporariamente avariado”, informou hoje o Governo Regional. Em resposta a um requerimento do grupo parlamentar do PS, o secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, adianta que “são 22 as embarcações de […]

Source: Equipamento de monitorização “temporariamente avariado” em 22 barcos de pesca – jornalacores9.pt

Sindicato dos pilotos avisa que operação de verão da SATA vai continuar condicionada por falta de aparelhos – RTP Açores

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…em manutenção na Alemanha.

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Governo dos Açores cria plataforma digital para simplificar candidaturas a apoios culturais – jornalacores9.pt

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apoios.cultura.azores.gov.pt

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solidão e casamento

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602. solidão e casamento 1.8.2025

esta e as anteriores chronicaçores estão em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

 

Um homem de Tóquio casou-se oficialmente com um holograma de IA chamado Hatsune Miku. Com mais de 4.000 «casamentos tecnológicos» semelhantes no Japão, os especialistas afirmam que isto reflete a tendência crescente da ficcionalidade, ou seja, laços emocionais reais com seres virtuais. Isto já não é ficção científica.

Mas faz-nos pensar que mundo estamos a construir? Houve mais 4 mil casos destes, significando o desajustamento entre seres vivos e a sociedade que os rodeia ao ponto de preferirem uniões virtuais a uniões reais. Significa ainda o enorme peso que a solidão começa a ter e a fuga para este tipo de conúbio ou para outros como o casamento com os animais de estimação…

A noção é tão alienígena que nem consigo imaginar todas as suas implicações no quotidiano destas pessoas, na sua vida social, profissional, etc., mas isso refletir-se-á na demografia futura, na regeneração da espécie, na própria evolução do Homo Sapiens Sapiens.

Em Portugal esse matrimónio não seria legal nem legalizado, por enquanto, mas pode ser apenas uma questão de tempo ou de oportunismo de algum partido quando surgirem propostas nesse sentido. Com a baixa taxa de natalidade do país seria o golpe de misericórdia e enfrentaria a oposição da Igreja, dos setores mais à direita do espetro político, dos legisladores. Não espero durar tanto até que este exemplo do Japão se torne realidade em Portugal pois já não tenho elasticidade mental para aceitar estas coisas.

ESCRAVATURA

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Há 44 anos, referindo-se a uma coleira metálica usada por um escravo no século XVIII, José Saramago, numa hipérbole de indignação, considerou que ela valia tanto como toda a cidade de Lisboa. Valerá o cemitério de escravos encontrado na zona da antiga gafaria tanto como toda a cidade de Lagos? Valerá a memória da escravatura tanto ou mais do que a dos Descobrimentos? Essas foram as perguntas que me levaram a escrever, no Observador, o artigo que aqui transcrevo:
“Terminei o meu último artigo (“Lagos de Descobertas”) com a promessa de que voltaria ao assunto das prioridades e da importância relativa da escravatura e das navegações de descobrimento dos portugueses. É claro que para um historiador ambas são importantes, tudo dependendo dos seus interesses e das investigações que tem em curso. Mas como é — ou deveria ser — para os políticos, autarcas incluídos, e para o cidadão comum? Escravatura ou Descobrimentos? Deverá ser dado à escravatura um lugar de destaque nas memórias da nossa sociedade, no ensino nas nossas escolas básicas e secundárias, e no nosso espaço público, incluindo na monumentalidade? Deverá ser-lhe dado um destaque tão grande que ultrapasse e ofusque o que tem sido habitualmente dado não apenas aos Descobrimentos, mas também aos vultos ou às realizações, heroísmos e grandezas daqueles que a linguagem do século XIX designava por “os nossos maiores”?
Os woke tendem a considerar que sim, isto é, que o foco posto na escravatura deve ser tanto ou mais luminoso e intenso do que é posto nos Descobrimentos e nos seus obreiros, e, pior do que isso, determinam ou concluem que a escravatura tinge, macula, de forma indelével e sem remissão, todo o grande acontecimento a que chamamos expansão ultramarina e colonial dos portugueses (e de outros europeus). E porque é que consideram isso? Basicamente por duas razões: em primeiro lugar pela dor e a injustiça que a escravatura transatlântica implicou, e que é absolutamente inegável; em segundo lugar, pela hiper-emotividade de muitas almas sensíveis que a observam e a julgam a partir já não das circunstâncias e práticas do tempo, mas sim das comodidades, das igualdades e das declarações dos direitos humanos do presente. Se a primeira motivação é compreensível, a segunda, isto é, o presentismo e a emotividade, é totalmente inadequada. Trata-se, aliás, frequentemente, de uma emotividade telescópica que é maior do que a revelada face a muitas injustiças do presente e do que a que foi sentida pelos que, no século XIX, em terra e no mar, combateram contra a escravatura e lhe puseram termo, o que mede bem a dimensão do disparate.
Esse disparate é muito visível na ideologia woke. Os exemplos são às centenas, mas recorro aqui ao último de que tive conhecimento. Há dias, sendo entrevistado no Expresso, o realizador Manuel Pureza, após ter elogiado um livro de Grada Kilomba, considerando-o “uma bíblia para quem quer desmontar as construções da língua e passar a dizer pessoas escravizadas em vez de escravos”, assumiu que gostaria que se ensinasse essa terminologia às crianças e manifestou o desejo de que se transmitisse não só a elas, mas a todos nós “que a (nossa) História não foram Descobrimentos, foi outra coisa”. O entrevistador, Bernardo Mendonça, intervindo, então, e querendo ajudar à festa, lançou para o ar a palavra de ordem de um artista brasileiro — “não foi Descobrimentos, foi matança” — e Manuel Pureza concordou com ela.
Matança, pergunto eu? A sério? Matança como, por exemplo, as conquistas de Gengis Khan, de Tamerlão ou da extensa lista de abomináveis matadores de que o passado está feito? O nível de desconhecimento que as pessoas têm de uma coisa que se chama história comparada nunca deixa de me surpreender. Não vou tentar contrariar as firmes convicções do realizador Manuel Pureza, que poderá informar-se por si só, se quiser. Aqui quero apenas sublinhar que este senhor, como muitos outros da sua corrente ideológica, pretende que seja dito às pessoas e ensinado nas nossas escolas que os Descobrimentos foram uma matança.
É claro que uma entrevista é pouco para avaliar alguém, mas não é de excluir que Manuel Pureza seja um emotivo — muitos woke são-no —, que põe o que tem que ver com a escravatura, a conquista militar, o colonialismo, fora dos seus respectivos contextos e de qualquer proporcionalidade razoável. Mas nessa sua eventual posição Manuel Pureza tem muitos antecessores. Já há décadas que encontramos no nosso país aquilo que, nesta área e para além da emotividade, caracteriza o wokismo: a desmesura, a desproporção. Em 1981, por exemplo, referindo-se a uma coleira imposta a um escravo, coleira que estava no agora chamado Museu Nacional de Arqueologia, em Belém, e sobre a qual já escrevi, disse José Saramago o seguinte no seu livro Viagem a Portugal: “(a coleira) andou no pescoço dum homem (um escravo preto), chupou-lhe o suor, e talvez algum sangue, de chibata que devia ir ao lombo e errou o caminho”. A coleira é “a prova de um grande crime”. Por isso “se é preciso dar-lhe um preço, vale milhões e milhões de contos, tanto como os Jerónimos aqui ao lado, a Torre de Belém, o palácio do presidente, os coches por junto e atacado, provavelmente toda a cidade de Lisboa”.
Este exagero visa explicitar a indignação, a execração perante a escravidão dos negros, e tem obviamente uma carga e uma mensagem moral. Trata-se de um discurso hiperbólico que fica muito bem numa página de literatura, na mensagem de um pregador ou de um activista, mas as sociedades humanas não se regem nem se governam segundo essa bitola emotiva e moralizante, e a História também não. Isto quer dizer que, em bom rigor, no mundo real, a coleira do escravo não tem tanta importância como, por exemplo, Lisboa. Aliás, nem sequer no estrito campo das emoções o tem, pois há e havia em Lisboa, milhares de dramas equivalentes ou ainda mais impressionantes. E não é preciso saber muita História para estar ciente disso, ou pelo menos para o intuir. Uma vez que estamos no campo da literatura bastará lembrar a toda a gente que leu esse extraordinário romance de Victor Hugo que é Notre-Dame de Paris, o que podiam ser as desgraças, os abusos e as injustiças numa cidade europeia no século XV, aproximadamente na época em que as primeiras levas de escravos africanos chegavam a Lagos.
Saramago fez uma hipérbole para fins morais. O problema é que os woke tomam essas coisas à letra, pois na sua marcada ignorância supõem que a avaliação moral, sobretudo se for de condenação, deve prevalecer e lançar o seu manto julgador e justiceiro sobre a História. Mas não é assim e é por isso que para o cidadão português comum o cemitério com restos mortais de africanos trazidos para Portugal no século XV, em Lagos, não deve ter a mesma importância nem relevância que têm os Descobrimentos. Aliás, abra-se aqui um parêntesis para dizer que a esquerda woke é especialista em fazer uma gritaria em torno de pouca coisa. Much ado about nothing, como dizia William Shakespeare. Em torno do cemitério de Lagos há todo um estardalhaço montado, fazem-se filmes, escrevem-se artigos, estruturam-se projectos de investigação. Constou, até, que o Presidente da República terá sugerido a Lídia Jorge que, no seu discurso do dia 10 de Junho, abordasse esse assunto. Mas, pergunto eu, desvendou-se algum segredo, algo que ninguém sabia ou que os portugueses andassem há séculos a esconder? Nada disso. A chegada de escravos africanos a Lagos, e a sua vida nessa terra, está narrada em assinalável detalhe nos capítulos XXIII a XXVI da Crónica de Guiné, uma obra do século XV cujo manuscrito, encontrado em 1837, em Paris, e, depois, publicado, está desde essa época ao alcance de quem queira lê-la.
Ao contrário do que se diz ou tenta fazer crer, não há verdades maliciosamente escondidas nem coisas varridas para debaixo do tapete da nossa memória colectiva. A escravatura de gente africana foi parte integrante da expansão ultramarina dos portugueses. É incontestável que foi uma parte violenta, sombria, injusta, muitas vezes cruel, da expansão ultramarina dos povos europeus, na qual Portugal teve um iniludível papel, sendo politicamente responsável pelo transporte transatlântico de 4,5 milhões de escravos negros — e não de 6 milhões como a esquerda woke e os seus académicos querem fazer-nos crer. Dito isto é importante perceber e sublinhar que a escravatura é uma parte e não o todo da expansão ultramarina e que ela não resume nem simboliza essa expansão. As coisas têm a dimensão e a importância relativa que têm. Nem mais nem menos. Entre 1963 e 1971 o historiador Vitorino Magalhães Godinho publicou Os Descobrimentos e a Economia Mundial, uma grande obra historiográfica, uma daquelas que, nos actuais tempos das teses de doutoramento feitas à pressão ou pela porta do cavalo, já não se escrevem. A escravatura foi um capítulo dessa sua grande obra. Um capítulo num total de vinte e sete. Conceda-se que, de então para cá, a investigação histórica sobre a escravatura fez grandes avanços e não custa admitir que, se republicasse agora a sua obra-prima, Magalhães Godinho triplicaria ou quadruplicaria a atenção e a saliência dadas à escravatura. Dedicar-lhe-ia quatro capítulos, suponhamos, e vinte e seis a outros aspectos da história económica dos Descobrimentos. É essa a dimensão e a proporção que devemos dar à escravatura no painel das nossas memórias sobre os séculos XV a XIX, e é bom que não percamos isso de vista porque os emotivos, tanto em Lagos como em qualquer outra parte, estarão sempre, a reboque das suas emoções e dos seus exageros, a puxar-nos muito para fora de pé.”
observador.pt
Os emotivos (em Lagos ou em qualquer outra parte)
 

miséria em Timor

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Se outros calam, cantemos nós.
( Trovante)
Há dois anos tive oportunidade de visitar o meu país e percorri-a de um lado a outro. Falei com as pessoas e tive oportunidade de ler nos seus olhos aquilo que não podiam dizer de viva voz. Impera a miséria extrema nas populações das montanhas bem como nas periferias da capital. Levam porrada da polícia por venderem os seus produtos na praça pública. Impossível esconder. Os ricos do petróleo e da política vivem numa bolha como se tudo estivesse bem. O mal só existe na cabeça dos que nada sabem sobre o país. Faço ficção mas a realidade excede a imaginação. Sei que é preciso dar tempo ao tempo para que tudo encontre o seu lugar. Há gente honesta, honrada e séria que procura dar outro rumo ao país. Só que já lá vão duas décadas e brevemente o petróleo seca e é o fim da fábula do kadoras. E quem lá está parece estar agarrado ao poder daqui não saio e ninguém me tira e a distribuir benesses e dinheiro como se tudo aquilo viesse do seu quintal.
NILTON GUSMÃO
O homem mais rico de Timor. Nestes últimos vinte anos Timor produziu mais ricos do que riqueza como disse o meu amigo Mia Couto sobre o drama dos países pobres. Tem um ar confiante e próspero numa terra onde a maioria da população vive debaixo do limiar da pobreza. Não há água potável e não existe saneamento básico e onde o negócio da água engarrafada é uma mina de ouro. Não sei como em tão pouco tempo enriqueceu. Certamente que não foi a virar frangos ao lado do tio durante estes últimos anos da independência do jovem país.