Associação de Proteção Ambiental defende debate sobre transportes públicos nos Açores – Jornal Açores 9

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A APPAA – Associação para a Promoção e Proteção Ambiental dos Açores defendeu hoje ser “premente” um debate sobre os transportes públicos terrestres em toda a região, pois o atual sistema está “imutável há dezenas de anos”. “Existe um sistema de transportes públicos imutável há dezenas de anos, que as empresas concessionárias mantêm, cada uma […]

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TIMOR E AS DROGAS

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Presidente timorense quer política de droga que distinga narcóticos e canábis
Díli, 15 set 2022 (Lusa) – O Presidente timorense defendeu hoje novas políticas de droga para Timor-Leste, mais informadas e sem preconceitos do passado, separando o canábis das drogas perigosas, e notando o perigo do consumo do tabaco e da noz betel no país.
“O debate em torno da política de drogas em Timor-Leste precisa de avançar. Tem sido mal informado e depende de preconceitos herdados do passado. Está desfasado da situação em muitos outros países”, afirmou José Ramos-Horta no Parlamento Nacional.
“Ao rever as nossas políticas em matéria de droga, precisamos de diferenciar entre narcóticos e canábis. A canábis já não pode ser agrupada com drogas perigosas, como as metanfetaminas e a heroína”, sustentou.
O chefe de Estado usou o caso de recentes operações policiais que levaram à detenção de alegados traficantes e consumidores de canábis em Timor-Leste para criticar a forma de atuação da polícia e a política da droga.
“Reconsiderar a forma como lidamos com as drogas poderia lançar as bases para soluções alternativas produzidas localmente. A proibição punitiva nega a Timor-Leste muitos benefícios: marijuana medicinal, rendimentos dos agricultores, impostos, produtos de cânhamo, e turismo”, enfatizou.
No que se refere à política de droga, Ramos-Horta deu exemplos de “políticas esclarecedoras” como as de Portugal e as “políticas esclarecidas” de países como a Tailândia e Malásia relativamente ao uso médico da canábis”.
“Na Europa, Austrália e EUA, o uso médico de canábis tem tido um efeito positivo na prevenção do crime, na saúde e na economia. Alguns estados dos EUA dependem agora de impostos provenientes da marijuana medicinal para financiar as suas economias”, referiu.
“Prevê-se que a indústria legal da canábis nos EUA resulte em breve em 128,8 mil milhões de dólares em receitas fiscais e uma estimativa de 1,6 milhões de novos empregos. O Fórum da Ásia Oriental estima que o valor de mercado da canábis medicinal na Tailândia esteja entre 660 milhões e 2,5 mil milhões de dólares americanos até 2024”, enfatizou.
O chefe de Estado insistiu que Timor-Leste “não é uma sociedade livre de drogas”, referindo que “o álcool, o tabaco e a castanha de bétel estão em constante uso e abuso”. “Temos de ser abertos e francos e aceitar que o maior e possivelmente mais perigoso narcótico utilizado atualmente em Timor-Leste é a noz de bétel. Temos de compreender os seus efeitos positivos e negativos”, disse.
O chefe de Estado referiu-se ainda às atuais políticas de medicamentos que, considerou, “estão a ter efeitos negativos sobre o direito das pessoas a cuidados de saúde”, referindo que o acesso a certos analgésicos “tornou-se mais restrito, afetando aqueles que vivem diariamente com dor”.
ASP // PJA
Lusa/Fim
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“Lamentamos muito”: Lar de terceira idade pede desculpa por contratar stripper para entreter idosos

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Um lar de terceira idade que acolhe reformados do exército de Taiwan viu-se forçado a pedir desculpa após ter contratado uma stripper.

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BISNETOS

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History repeats itself…
Queen Victoria reigned for a very long time.
When she died, Her son became Edward VII.
A woman named Alice Keppel was his long-time mistress and confidante.
Queen Elizabeth II reigned for a very long time.
When she died, Her son became Charles III.
Charles III is Edward VII’s Great-Great Grandson.
Camilla is Alice Keppel’s Great Granddaughter.

Timor-Leste: Ramos-Horta defende futuro de parceria com Darwin | e-Global

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O chefe de Estado timorense, José Ramos-Horta, defendeu nesta segunda-feira, 12 de setembro, um futuro de parceria entre o seu país e Darwin, cidade a norte do território australiano. Ambos são concorrentes no projeto do campo de gás de Greater Sunrise, no mar de Timor, mas o governante considera que o melhor para os dois […]

Source: Timor-Leste: Ramos-Horta defende futuro de parceria com Darwin | e-Global

trilho da Lagoa

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Reportagem da SIC, da autoria da jornalista Sara Sousa Oliveira, sobre o Trilho Interpretativo (Recriação Histórica) “Viagem no Tempo do Povoamento à Industrialização”, realizado ontem na Lagoa, uma organização da Câmara Municipal de Lagoa, em parceria com Os Quiridos Associaçao Criativa e Promotora de Eventos Culturais, da vila de Água de Pau, e o apoio da Antena 1 Açores, no âmbito das comemorações dos 500 anos de elevação a vila e sede de concelho da Lagoa e 10 anos de cidade.
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o reino unido

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*** REINO UNIDO ***
O Reino Unido é uma união política de quatro “países constituintes”: Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales.
O governo é regido por um sistema parlamentar, cuja sede está localizada na cidade de Londres, a capital, e por uma monarquia constitucional que tem o rei Carlos III como chefe de Estado. As dependências da Coroa das Ilhas do Canal (ou Ilhas Anglo-Normandas) e a Ilha de Man (formalmente possessões da Coroa), não fazem parte do Reino Unido, mas formam uma confederação com ele.
O país tem 14 territórios ultramarinos (*), todos remanescentes do Império Britânico, que no seu auge possuía quase um quarto da superfície da Terra, fazendo desse o maior império da história.
Como resultado da era imperial, a influência britânica no mundo pode ser vista no idioma, na cultura e nos sistemas judiciários de muitas de suas antigas colónias, como o Canadá, a Austrália, a Índia e os Estados Unidos.
O rei Carlos III permanece como o chefe da Comunidade das Nações (Commonwealth) e chefe de Estado de cada uma das monarquias.
(*) Os catorze Territórios Britânicos Ultramarinos do Reino Unido, são: Anguila; Bermudas; Território Antártico Britânico; Território Britânico do Oceano Índico; Ilhas Virgens Britânicas; Ilhas Caimão; Ilhas Malvinas; Gibraltar; Montserrat; Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha; Ilhas Turcas e Caicos; Ilhas Pitcairn; Geórgia do Sul e Ilhas Sandwich do Sul; e as Áreas de Base Soberanas em Chipre.
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crise inflacionista josé gabriel ávila

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Cron. Rádio Atlântida – Crise inflacionista
Estávamos bem longe de pensar – todos nós, incluindo organismos internacionais – que a guerra na Ucrânia iria prolongar-se tanto tempo e que os seus efeitos provocariam uma crise inflacionista que estamos a sofrer, também por causa das sanções.
Quem ganha com este conflito europeu? A indústria do armamento, as empresas fornecedoras de energia e de produtos petrolíferos. Quem sofre com a guerra? O país atacado, os familiares das vítimas, os que lutam no campo de batalha, quem vive do seu trabalho e não têm outros proventos, os idosos, os carenciados, os povos famintos, etc, etc… E poderia continuar o rosário doloroso e infindável de consequências que se traduzem sempre em morte, pobreza e mais guerra.
Perante este cenário de crise, a quem compete acudir? Ao Estado, à sociedade, à solidariedade humana, repartindo bens, sobretudo os que mais têm.
Esta é a receita que muitos governos estão a tomar, cientes de que o bem-comum deve traduzir-se em gestos efetivos, revertendo aos contribuintes, sobretudo aos que mais precisam o excesso de impostos cobrados devido à subida dos produtos.
ENTRE NÓS, o Governo Açoriano já veio dizer que, para já, não contem com a devolução de impostos. Posição contrária – e muito bem! – tem o presidente do Município da Ribeira Grande.
Gaudêncio afirma que “A [sua] preocupação é ajudar as famílias, com medidas concretas
que visam apoiar, em primeiro lugar, aqueles que mais precisam”. Uma dessas medidas é a criação de um Fundo de Emergência Social, para atuar de imediato, apoiando despesas básicas como água, eletricidade, gás ou alimentação. No próximo ano, no concelho nortenho, haverá a redução da taxa do IRS cobrado pela autarquia aos contribuintes.
Existindo uma associação de municípios de São Miguel e também dos Açores, por que não decidiram as autarquias ações conjuntas? O problema não atinge todas as ilhas?
Neste concelho maior (Ponta Delgada) e noutros por esses Açores abaixo, a indiferença face às dificuldades de tantas famílias e à pobreza é assustadora e olha-se, infelizmente, para os mais carenciados como um peso social ou casos de preguiça que importa denunciar e combater.
A estratégia de muitos autarcas parece ser adormecer o povo com festas brancas e multicolores para esconder as assimetrias sociais cada vez mais evidentes.
Vivemos tempos em que o estado, a região, os órgãos de poder local e outras instituições sócio-religiosas devem preocupar-se com as condições de vida de mais de um quarto da população açoriana e até da classe média, para evitar tempos de penúria, como os já vividos há décadas, que abriram a porta à emigração.
As instituições servem para responder aos problemas e não para instalar e perpetuar no poder os responsáveis quaisquer que eles sejam.
Os políticos e os governantes não são donos da democracia. Por isso, devem repensar e rever, constantemente, procedimentos e tomar atitudes que visem o bem-comum. É essa a sua única missão.
Indigna-me saber que o orçamento do Parlamento Açoriano para o próximo ano aumentou substancialmente e que nenhuma força política se dignou propor em plenário medidas que visem fazer face à presente crise financeira das famílias mais débeis.
Se os governantes, deputados e autarcas não se preocupam em discutir e resolver os problemas que, em tempos de grande dificuldade, mais afetam os cidadãos, para nada servem.
A democracia é um sistema dinâmico e, ao contrário do que se julga, o povo não dorme e sabe analisar quem está a seu lado e resolve as suas dificuldades.
José Gabriel Avila
10 set 2022
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Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu

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《Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
A culpabilização colectiva por actos de uma ditadura em que os portugueses não foram tidos nem achados só serve para desculpabilizar os verdadeiros culpados.
José Pacheco Pereira
10 de Setembro de 2022
O pedido de desculpas de António Costa aos moçambicanos pelo massacre de Wiriamu pareceu-me bem no sentido geral do acto, não na sua forma. Wiriamu foi um crime de guerra que nunca deve ser esquecido nem subestimado, pelo qual a justiça devia ter funcionado punindo os culpados e reparando as vítimas. Como isso nunca foi feito, devia sê-lo mesmo hoje, porque esses crimes não prescrevem. Acresce que a memória inscrita na história escolar e mediática não pode tratar a Guerra Colonial como um acontecimento secundário na nossa história recente, mas sim um momento particularmente cruel da nossa história, num país que se gaba vezes de mais de ter «brandos costumes».》
Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
PUBLICO.PT
Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
A culpabilização colectiva por actos de uma ditadura em que os portugueses não foram tidos nem achados só serve para desculpabilizar os verdadeiros culpados.
Rosa Horta Carrascalao and 3 others
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