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imagens que ainda me chocam hoje

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This photograph remains the hardest for me to look at, among the tens of thousands of war photographs I have ever seen. It shows the worst and the best sides of human nature in a single image.

Ukraine around 1942.

Australian commando Leonard Sifleet (1916–1943) shortly before his execution by Japanese officer Yasuno Chikao. Aitape, Papua New Guinea, around 1943. Sifleet, an Australian commando (Special Unit M), was captured on Aitape, an island off the coast of Papua New Guinea, after his team was ambushed by local Papuan soldiers loyal to the Japanese.

They were handed over to the Japanese, tortured, taken to the beach, blindfolded, and executed on the orders of Japanese Admiral Michiaki Kamada. Chikao ordered a soldier to photograph the act. According to various sources, Chikao died before the war ended, while others claim he was convicted of war crimes and sentenced to death, but spent less than ten years in prison after the war.

Leonard Sifleet with his girlfriend Clarice Lane in 1941

Sobe para 157 o número de mortos em deslizamento de terras no Nepal – Mundo – Correio da Manhã

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Várias aldeias, estradas e projetos hidroelétricos ficaram destruídos. A maioria dos desaparecidos são turistas.

Source: Sobe para 157 o número de mortos em deslizamento de terras no Nepal – Mundo – Correio da Manhã

Will The Real Supreme Leader Please Stand Up?

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Will The Real Supreme Leader Please Stand Up? (If He Can)

Mojtaba Khamenei, the supreme leader of the Islamic Republic of Iran, is still nowhere to be found.
He vanished when his father and predecessor as supreme leader, Grand Ayatollah Ali Khamenei, was assassinated in a U.S.-Israeli strike back in February, and has remained “out of office” ever since. Neither Mojtaba’s inauguration as supreme leader, nor even his father’s state funeral, were enough to pry him from the shadows even for a moment.
Take all reports at face value, and you’ll find a Khamenei Jr. that is disfigured and legless, but lightly injured. In Iran, and also in Moscow. Powerless, and still running the country from behind the scenes. Dead, and alive. A real Schrödingerian treat.
Either way, his absence continues to complicate Tehran’s efforts to govern and negotiate a ceasefire with the White House…or does it?
Maybe the Islamic Republic doesn’t need a supreme leader. Not a real one, anyway.

 

Palavras de lótus #14 Palavras de Lotus Dora Gago e Anabela Freitas – Rádio Freguesia de Belém

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Palavras de Lótus, um programa do Centro Científico e Cultural de Macau apresentado por Ana Cristina Alves

Source: Palavras de lótus #14 Palavras de Lotus Dora Gago e Anabela Freitas – Rádio Freguesia de Belém

MACAU Rodrigo Leal de Carvalho Título: Requiem por Irina Ostrakoff

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As Russas da Rua da Palha
Quando Macau ainda era uma cidade de sombras longas e segredos curtos, havia uma rua — a Rua da Palha — onde o futuro se escondia atrás de portas estreitas e escadas que rangiam como velhas confidências. Quem subia para as ruínas de S. Paulo passava por ali, talvez distraído, talvez curioso, mas sempre com a sensação de que aquela artéria antiga guardava mais do que mercearias, casas velhas e o cheiro doce do incenso.
Foi ali que, durante alguns anos, viveram mulheres que a cidade chamava “russas”. Tinham bolas de cristal, liam destinos, falavam baixo, moviam-se como quem atravessa um palco invisível. Para os macaenses, eram figuras saídas de um romance: ex princesas imperiais, herdeiras de fortunas esmagadas pela cavalaria vermelha, sobreviventes de palácios incendiados nas estepes.
Mas a verdade — como sempre em Macau — era mais complexa, mais humana e mais trágica.
Não eram russas. Eram ciganas da Hungria e da Roménia, mulheres de olhos escuros e passos leves, que tinham atravessado a Europa como quem atravessa um sonho mau. A Revolução de 1917 empurrou-as para leste, para as lonjuras da Sibéria Oriental, onde o frio não perdoa e a História não explica.
Harbin foi o primeiro porto de abrigo. Cidade de exilados, de aristocratas arruinados, de músicos que tocavam para esquecer, de comerciantes improvisados, de refugiados que viviam entre o passado e o que sobrava do futuro. Ali ficaram algum tempo, mas Harbin era apenas uma pausa — nunca destino.
Com a vitória da China Popular, a diáspora deslocou-se de novo, como poeira soprada por ventos ideológicos. E assim chegaram a Macau, esse último refúgio onde tudo o que é improvável encontra lugar.
Instalaram-se nas casas velhas da Rua da Palha, misturaram-se com a população macaense, os filhos estudaram nas escolas portuguesas, adquiriram a nacionalidade portuguesa. Com o tempo, tornaram-se parte da cidade — tão invisíveis como qualquer outra história que Macau engole sem ruído.
As escadas eram o verdadeiro teatro. Subiam-se devagar, porque cada degrau parecia protestar contra o peso do destino. Lá em cima, num quarto escuro, as videntes recebiam quem procurava respostas: marinheiros, mulheres aflitas, comerciantes indecisos, curiosos que queriam apenas ver como era o futuro antes de o viver.
A bola de cristal brilhava como um pequeno sol doméstico. As mãos das videntes moviam-se com a lentidão ritual de quem sabe que o tempo é uma invenção frágil. E as histórias que contavam — sobre amores perdidos, viagens adiadas, presságios de fortuna — eram sempre ditas com uma voz que parecia vir de muito longe, talvez das planícies da Manchúria, talvez das margens do Danúbio, talvez de lugar nenhum.
Macau acreditava nelas porque Macau sempre acreditou no improvável.
Entre os poucos que perceberam que aquelas mulheres eram mais do que curiosidades folclóricas, destacou-se Rodrigo Leal de Carvalho, delegado do procurador da República. Ao ler processos judiciais relacionados com membros dessa comunidade, encontrou fragmentos de vidas que vinham das estepes russas, dos rios da Sibéria, das planícies da Manchúria.
E percebeu que estava perante um mundo em extinção.
Dessa descoberta nasceu Réquiem por Irina Ostrakoff — uma obra que não é bem romance, nem bem documento, mas uma elegia por uma Europa que se perdeu nas margens da China. Irina, a protagonista, é o espelho dessas mulheres da Rua da Palha: aristocrata arruinada, sobrevivente de guerras, figura que vive entre o mito e a pobreza, entre a memória da grandeza e a realidade da sobrevivência.
O livro é um lamento. E, como todo o lamento, ilumina o que já não existe.
Um dia, as videntes desapareceram. Não houve anúncio, nem despedida, nem notícia no jornal. Simplesmente deixaram de estar.
As escadas deixaram de ranger. As bolas de cristal apagaram-se. As histórias de heranças perdidas ficaram suspensas no ar, como pó que não encontra chão.
Algumas partiram para as Américas, seguindo a diáspora do pós guerra. Outras ficaram em Macau, diluídas na cidade, invisíveis como tudo o que Macau absorve sem esforço.
A Rua da Palha continuou a ser Rua da Palha. Mas o seu silêncio ficou mais fundo.
Hoje, quem passa por ali ao fim da tarde talvez sinta ainda um eco — um murmúrio vindo de um tempo em que o futuro se lia em bolas de cristal e o passado se escondia atrás de portas estreitas.
Talvez seja apenas imaginação. Ou talvez seja o réquiem de Irina Ostrakoff, que continua a tocar, baixinho, nas paredes antigas da cidade.
Macau, afinal, nunca esquece. Apenas guarda.
Ficha Técnica — Requiem por Irina Ostrakoff
Autor: Rodrigo Leal de Carvalho Título: Requiem por Irina Ostrakoff l Ilustração: José Geral Viana Impressão e acabamento: Tipografia de Coimbra Depósito legal: n.º 39797/15 ISBN: 989-95675-0-4 Data de edição: Outubro de 1994 ISSN: 972-9488-39-2 Editor / Contacto: Rodrigo Leal de Carvalho Rua do Campo, Coimbra (Caixa Postal 152 — Macau, China) Email: booksmacau@gmail.com

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Mulher desmaia após receber 140 chicotadas por relações sexuais fora do casamento e consumo de álcool na Indonésia – Mundo – Correio da Manhã

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Aceh é a única região do país onde vigora a lei islâmica. Vários crimes são puníveis em público com chicotadas.

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O português que (não) se fala em Macau – PONTO FINAL

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O português é uma língua oficial em Macau. Será uma língua desvalorizada? Perante o uso crescente de ferramentas de tradução automática (e de resultados, muitas vezes, pouco satisfatórios), o PONTO FINAL tentou perceber qual é o estado actual – e o futuro – da língua portuguesa e dos tradutores bilingues em Macau. João Veloso, linguista […]

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China e EUA “tensos e paranoicos” por causa do valioso micropaís Palau

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Taiwan no centro da discórdia. “Não importa o que façamos, Palau vai ser o centro de qualquer atividade militar por causa da nossa localização”, alerta o presidente. O ar que paira sobre as águas cristalinas de Palau cheira a sal e fruta-pão. Em manhãs calmas em Koror, centro comercial do arquipélago, o ronco dos motores das embarcações de mergulho ecoa pela baía. Há alguns anos, essas embarcações transportavam turistas, muitos, vindos da China, atraídos pelas lagoas e cavernas calcárias de Palau. Os hotéis estavam cheios, os restaurantes movimentados e os pescadores mal conseguiam dar resposta à procura. Mas esse cenário

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Como a China está a treinar uma “marinha-sombra” para uma possível invasão a Taiwan

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Escala e detalhe das movimentações observadas têm vindo a fazer crescer preocupações em Taiwan e entre analistas norte-americanos, que veem nestas operações uma aceleração nos preparativos chineses para um possível ataque à ilha que Pequim considera território seu

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‘Casino-satélite’ com mais de mil trabalhadores fecha portas em Macau

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A concessionária de jogo em Macau SJM Resorts anunciou hoje que o casino-satélite Ponte 16, com mais de mil funcionários, irá encerrar em 28 de novembro, após a empresa desistir da compra da propriedade.

Source: ‘Casino-satélite’ com mais de mil trabalhadores fecha portas em Macau

Abandoned Macao Hotel Reveals Dozens of Luxury Cars Left Behind After 2016 Shutdown

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A closed Macao hotel hides a surprising fleet of abandoned Rolls-Royces, limousines and shuttles, untouched since the property was shuttered in 2016.

Source: Abandoned Macao Hotel Reveals Dozens of Luxury Cars Left Behind After 2016 Shutdown