Will The Real Supreme Leader Please Stand Up?

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Will The Real Supreme Leader Please Stand Up? (If He Can)

Mojtaba Khamenei, the supreme leader of the Islamic Republic of Iran, is still nowhere to be found.
He vanished when his father and predecessor as supreme leader, Grand Ayatollah Ali Khamenei, was assassinated in a U.S.-Israeli strike back in February, and has remained “out of office” ever since. Neither Mojtaba’s inauguration as supreme leader, nor even his father’s state funeral, were enough to pry him from the shadows even for a moment.
Take all reports at face value, and you’ll find a Khamenei Jr. that is disfigured and legless, but lightly injured. In Iran, and also in Moscow. Powerless, and still running the country from behind the scenes. Dead, and alive. A real Schrödingerian treat.
Either way, his absence continues to complicate Tehran’s efforts to govern and negotiate a ceasefire with the White House…or does it?
Maybe the Islamic Republic doesn’t need a supreme leader. Not a real one, anyway.

 

Palavras de lótus #14 Palavras de Lotus Dora Gago e Anabela Freitas – Rádio Freguesia de Belém

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Palavras de Lótus, um programa do Centro Científico e Cultural de Macau apresentado por Ana Cristina Alves

Source: Palavras de lótus #14 Palavras de Lotus Dora Gago e Anabela Freitas – Rádio Freguesia de Belém

MACAU Rodrigo Leal de Carvalho Título: Requiem por Irina Ostrakoff

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As Russas da Rua da Palha
Quando Macau ainda era uma cidade de sombras longas e segredos curtos, havia uma rua — a Rua da Palha — onde o futuro se escondia atrás de portas estreitas e escadas que rangiam como velhas confidências. Quem subia para as ruínas de S. Paulo passava por ali, talvez distraído, talvez curioso, mas sempre com a sensação de que aquela artéria antiga guardava mais do que mercearias, casas velhas e o cheiro doce do incenso.
Foi ali que, durante alguns anos, viveram mulheres que a cidade chamava “russas”. Tinham bolas de cristal, liam destinos, falavam baixo, moviam-se como quem atravessa um palco invisível. Para os macaenses, eram figuras saídas de um romance: ex princesas imperiais, herdeiras de fortunas esmagadas pela cavalaria vermelha, sobreviventes de palácios incendiados nas estepes.
Mas a verdade — como sempre em Macau — era mais complexa, mais humana e mais trágica.
Não eram russas. Eram ciganas da Hungria e da Roménia, mulheres de olhos escuros e passos leves, que tinham atravessado a Europa como quem atravessa um sonho mau. A Revolução de 1917 empurrou-as para leste, para as lonjuras da Sibéria Oriental, onde o frio não perdoa e a História não explica.
Harbin foi o primeiro porto de abrigo. Cidade de exilados, de aristocratas arruinados, de músicos que tocavam para esquecer, de comerciantes improvisados, de refugiados que viviam entre o passado e o que sobrava do futuro. Ali ficaram algum tempo, mas Harbin era apenas uma pausa — nunca destino.
Com a vitória da China Popular, a diáspora deslocou-se de novo, como poeira soprada por ventos ideológicos. E assim chegaram a Macau, esse último refúgio onde tudo o que é improvável encontra lugar.
Instalaram-se nas casas velhas da Rua da Palha, misturaram-se com a população macaense, os filhos estudaram nas escolas portuguesas, adquiriram a nacionalidade portuguesa. Com o tempo, tornaram-se parte da cidade — tão invisíveis como qualquer outra história que Macau engole sem ruído.
As escadas eram o verdadeiro teatro. Subiam-se devagar, porque cada degrau parecia protestar contra o peso do destino. Lá em cima, num quarto escuro, as videntes recebiam quem procurava respostas: marinheiros, mulheres aflitas, comerciantes indecisos, curiosos que queriam apenas ver como era o futuro antes de o viver.
A bola de cristal brilhava como um pequeno sol doméstico. As mãos das videntes moviam-se com a lentidão ritual de quem sabe que o tempo é uma invenção frágil. E as histórias que contavam — sobre amores perdidos, viagens adiadas, presságios de fortuna — eram sempre ditas com uma voz que parecia vir de muito longe, talvez das planícies da Manchúria, talvez das margens do Danúbio, talvez de lugar nenhum.
Macau acreditava nelas porque Macau sempre acreditou no improvável.
Entre os poucos que perceberam que aquelas mulheres eram mais do que curiosidades folclóricas, destacou-se Rodrigo Leal de Carvalho, delegado do procurador da República. Ao ler processos judiciais relacionados com membros dessa comunidade, encontrou fragmentos de vidas que vinham das estepes russas, dos rios da Sibéria, das planícies da Manchúria.
E percebeu que estava perante um mundo em extinção.
Dessa descoberta nasceu Réquiem por Irina Ostrakoff — uma obra que não é bem romance, nem bem documento, mas uma elegia por uma Europa que se perdeu nas margens da China. Irina, a protagonista, é o espelho dessas mulheres da Rua da Palha: aristocrata arruinada, sobrevivente de guerras, figura que vive entre o mito e a pobreza, entre a memória da grandeza e a realidade da sobrevivência.
O livro é um lamento. E, como todo o lamento, ilumina o que já não existe.
Um dia, as videntes desapareceram. Não houve anúncio, nem despedida, nem notícia no jornal. Simplesmente deixaram de estar.
As escadas deixaram de ranger. As bolas de cristal apagaram-se. As histórias de heranças perdidas ficaram suspensas no ar, como pó que não encontra chão.
Algumas partiram para as Américas, seguindo a diáspora do pós guerra. Outras ficaram em Macau, diluídas na cidade, invisíveis como tudo o que Macau absorve sem esforço.
A Rua da Palha continuou a ser Rua da Palha. Mas o seu silêncio ficou mais fundo.
Hoje, quem passa por ali ao fim da tarde talvez sinta ainda um eco — um murmúrio vindo de um tempo em que o futuro se lia em bolas de cristal e o passado se escondia atrás de portas estreitas.
Talvez seja apenas imaginação. Ou talvez seja o réquiem de Irina Ostrakoff, que continua a tocar, baixinho, nas paredes antigas da cidade.
Macau, afinal, nunca esquece. Apenas guarda.
Ficha Técnica — Requiem por Irina Ostrakoff
Autor: Rodrigo Leal de Carvalho Título: Requiem por Irina Ostrakoff l Ilustração: José Geral Viana Impressão e acabamento: Tipografia de Coimbra Depósito legal: n.º 39797/15 ISBN: 989-95675-0-4 Data de edição: Outubro de 1994 ISSN: 972-9488-39-2 Editor / Contacto: Rodrigo Leal de Carvalho Rua do Campo, Coimbra (Caixa Postal 152 — Macau, China) Email: booksmacau@gmail.com

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Mulher desmaia após receber 140 chicotadas por relações sexuais fora do casamento e consumo de álcool na Indonésia – Mundo – Correio da Manhã

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Aceh é a única região do país onde vigora a lei islâmica. Vários crimes são puníveis em público com chicotadas.

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O português que (não) se fala em Macau – PONTO FINAL

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O português é uma língua oficial em Macau. Será uma língua desvalorizada? Perante o uso crescente de ferramentas de tradução automática (e de resultados, muitas vezes, pouco satisfatórios), o PONTO FINAL tentou perceber qual é o estado actual – e o futuro – da língua portuguesa e dos tradutores bilingues em Macau. João Veloso, linguista […]

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China e EUA “tensos e paranoicos” por causa do valioso micropaís Palau

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Taiwan no centro da discórdia. “Não importa o que façamos, Palau vai ser o centro de qualquer atividade militar por causa da nossa localização”, alerta o presidente. O ar que paira sobre as águas cristalinas de Palau cheira a sal e fruta-pão. Em manhãs calmas em Koror, centro comercial do arquipélago, o ronco dos motores das embarcações de mergulho ecoa pela baía. Há alguns anos, essas embarcações transportavam turistas, muitos, vindos da China, atraídos pelas lagoas e cavernas calcárias de Palau. Os hotéis estavam cheios, os restaurantes movimentados e os pescadores mal conseguiam dar resposta à procura. Mas esse cenário

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Como a China está a treinar uma “marinha-sombra” para uma possível invasão a Taiwan

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Escala e detalhe das movimentações observadas têm vindo a fazer crescer preocupações em Taiwan e entre analistas norte-americanos, que veem nestas operações uma aceleração nos preparativos chineses para um possível ataque à ilha que Pequim considera território seu

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‘Casino-satélite’ com mais de mil trabalhadores fecha portas em Macau

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A concessionária de jogo em Macau SJM Resorts anunciou hoje que o casino-satélite Ponte 16, com mais de mil funcionários, irá encerrar em 28 de novembro, após a empresa desistir da compra da propriedade.

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Abandoned Macao Hotel Reveals Dozens of Luxury Cars Left Behind After 2016 Shutdown

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A closed Macao hotel hides a surprising fleet of abandoned Rolls-Royces, limousines and shuttles, untouched since the property was shuttered in 2016.

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O AGACHAR ASIÁTICO

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Explainer: What is the Asian Squat?
It’s a common enough sight in Asia, but whether one can perform the so-called ‘Asian squat’ depends on physical condition, not ethnicity.
Before chairs were invented, many humans completed everyday tasks, such as eating, working, and resting, by sitting on the ground – or squatting.
The latter was an essential part of daily life or ordinary mobility.
Even today, squatting remains a natural and effortless posture for children.
But with age and sedentary lifestyles – and as muscles tighten from long periods spent sitting in chairs – the movement gradually becomes elusive for many people.
In recent years, the posture – often called the “Asian squat” – has regained attention.
You may have seen it on the streets, at bus stops, or outside restaurants: feet flat on the ground, knees bent, hips lowered close to the ankles.
For some, it’s a symbol of physical flexibility; others believe practicing it brings health benefits.
Yet in places like Hong Kong and Macau, some view it as socially inappropriate.
Why is it called the Asian squat?
The term’s exact origin is unclear, a short 2002 film by Daniel Hsia titled How to Do the Asian Squat popularised the name.
The film explains the key difference between the Asian squat and the Western squat: in the latter, the heels don’t touch the ground.
By 2015, BuzzFeed published an article and video titled Can You Do the Asian Squat?, which gained over 3.5 million views on YouTube.
The video sparked widespread discussion, focusing on whether only Asians could perform this movement, and helped spread the term even further.
Interestingly, the Asian squat is sometimes called the “Chinese squat,” likely due to cultural associations.
Interviewees in the video mention squat toilets in China and elderly people resting in a squatting position – everyday scenes that reflect this posture’s cultural roots.
But is it really something only Asians can do?
The answer is: it’s not about ethnicity.
The key to the Asian squat is keeping the heels flat on the ground.
According to a physical therapist interviewed by Taiwan’s CommonHealth magazine, three conditions are needed to perform it well: flexible hips, knees, and ankle joints; strong back and leg muscles; and a mobile Achilles tendon with a relatively small waistline.
So why do people think Westerners can’t do it? Some believe it’s due to long-term habits, such as sitting in chairs and using seated toilets.
A Japanese study also found that some individuals naturally have a limited ability to bend the foot toward the shin, which can make Asian squatting difficult.
Children, on the other hand, squat easily because newborns have a passive ankle dorsiflexion angle of about 60 degrees, which drops to around 20 degrees in adulthood.
This means we’re born with the flexibility to squat, but as we grow, our body proportions change, limbs lengthen, and we use the movement less – leading to its gradual decline.
Is the Asian squat good for your body?
Fitness coach Roger Frampton, in his TED Talk Why Sitting Down Destroys You, argues that squatting is a natural resting position that helps maintain joint health, while prolonged sitting harms the spine and causes back pain.
Physical therapist Bahram Jam also notes that squatting moves the ankles, knees, hips, and back through their full range of flexion, stimulating joints and cartilage and supporting long-term health.
According to a report by BBC Chinese, practicing the Asian squat can improve digestion, strengthen leg muscles, aid weight loss, and even help prevent diabetes.
Controversy over the Asian squat as an unseemly gesture
Although squatting offers various health benefits, it has sparked cultural controversy. In Hong Kong, tensions have arisen between locals and mainland Chinese tourists over this posture.
Some Hongkongers view it as indecorous, while many mainlanders see squatting simply as a way to rest.
Interestingly, a local government in Sichuan, China once publicly declared that eating while squatting was “uncivilised.”
Officials were dispatched to inspect public areas, and individuals found eating in a squatting position were subject to fines, as part of an effort to correct what was deemed an undesirable habit.

Part of bridge collapses in China months after opening |(ALGUÉM VAI SER CONDENADO À MORTE.. Haystack News

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ABC News’ Britt Clennett reports on the bridge, which police say they closed one day before the partial collapse.

Source: Part of bridge collapses in China months after opening | Haystack News