nova ponte (campismo do Nordeste)

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Foi publicado ontem um despacho do Secretário do Ambiente e Alterações Climáticas no Jornal Oficial a “reconhecer como acção de relevante interesse público a intervenção relativa à execução de uma via alternativa entre a freguesia de Lomba da Fazenda e a vila do Nordeste, em São Miguel, tendo em conta que a mesma não pode ser realizada em áreas não integradas na Reserva Ecológica.” O objectivo desta via alternativa “é promover a segurança pública, bem como uma nova acessibilidade a infra-estruturas fundamentais para o desenvolvimento do concelho do Nordeste”. A intervenção proposta no projecto da via alternativa é considerada “de extrema importância no socorro às populações em situações de catástrofe e reveste-se de carácter urgente, atendendo à necessidade de mitigar efeitos negativos na segurança de pessoas e bens”. Para além disso, refere-se no despacho, “a vulnerabilidade da Estrada Regional, na zona da Ribeira do Guilherme, sujeita à ocorrência de movimentos de vertentes, muito frequentes aquando da ocorrência de maior pluviosidade, inviabilizam, por muitas vezes, o tráfego automóvel, nomeadamente de veículos de socorro”. Assim, a actual Estrada Regional “está sujeita a sérios constrangimentos no que respeita à segurança, sendo que, por constituir a única via de ligação automóvel de acesso à sede do concelho – Vila do Nordeste – onde estão sedeados os meios de socorro, torna-se imprescindível criar uma via alternativa que possa ser utilizada pelos meios de socorro e protecção civil, sempre que a Estrada Regional se encontre intransitável, o que acontece com alguma frequência devido às condições dos terrenos confinantes”. A intervenção visa o alargamento de dois caminhos existentes, a Norte e a Sul da Ribeira dos Moinhos também conhecida por Ribeira do Guilherme e a construção de uma ponte viária com cerca de 25 metros de vão sobre a citada ribeira. A via tem uma extensão de cerca de 930 metros com um perfil transversal de cinco metros de faixa e 0.50 metros de valeta. Esta via servirá de alternativa à Estrada Regional em caso de catástrofe. Pretende-se com construção desta nova obra realizar o atravessamento viário da ribeira em questão, onde actualmente existe uma ponte pedonal existente junto ao parque de campismo do Nordeste. A escolha da localização desta nova travessia teve em consideração, a topografia local, a compatibilização entre as vias existentes a Sul e a Norte da ribeira e as construções existentes na envolvência. A nova obra localiza-se imediatamente a montante da ponte pedonal existente. Esta será demolida para a construção da nova ponte. Na escolha das soluções a adoptar foram considerados todos os condicionalismos existentes, em particular os inerentes à implantação geral das obras e sua utilização. Nas secções seguintes indicam-se os principais condicionamentos considerados no projecto, descreve-se a solução adoptada para o traçado e para as estruturas, indicam-se as acções e combinações de dimensionamento, os materiais a empregar, os critérios aplicados para a verificação da segurança, o terreno de fundação, bem como, o tipo de fundações adoptadas e os regulamentos e as normas utilizadas.
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Comerciantes são obrigados a aceitar pagamentos em dinheiro vivo? – Polígrafo

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Vários leitores do Polígrafo questionam sobre se os comerciantes podem recusar pagamentos através de dinheiro vivo, obrigando à utilização de cartões bancários. Afinal quais são as regras em vigor?

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40 Carros Cujos Gastos de Manutenção Consomem Todo o Orçamento dos Motoristas

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A manutenção de automóveis raramente sai barato. Os motoristas muitas vezes gastam bastante para manter seu carro ou caminhonete. Mas alguns veículos custam muito mais para manter do que outros. Os que vêm à mente em primeiro lugar são os veículos alemães e até mesmo muitos carros modernos. À medida que os veículos se tornam […]

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Fotografia de “cemitério” de carros elétricos na China é autêntica? – Polígrafo

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“Um imenso cemitério de automóveis, todos idênticos e imundos, abandonados aos milhares num estacionamento, como símbolo de mais uma bolha de consumo que explode deixando um rastro de desperdício e poluição”, lê-se numa das publicações amplamente partilhadas nas redes sociais. As imagens são autênticas?

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OS TUGAS COMIDOS POR TODOS

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Os americanos fizeram um filme do Colombo para mostrar a importância da América no mundo…
Hollywood realizou o filme dos piratas das Caraíbas para retratar malucos da Europa que lá andaram a lutar e a degladiar-se…
Os espanhóis produziram um documentário sobre a circum-navegação do mundo por Magalhães atribuíndo o feito ao espanhol Elcano e à superior grandeza do império de Espanha na época dos descobrimentos…
Os malaios realizaram um documentário sobre Enrique de Malaca, o escravo de Magalhães que terá sido o primeiro ser humano a dar a volta ao mundo, e não Magalhães, pelo facto de se aventar que Enrique seria afinal um nativo das ilhas Visayas, o qual desapareceu após a morte de Magalhães justamente aí, e portanto, regressado, após dar a volta ao mundo, fugiu com a sua herança de 10,000 maravedis conforme o testamento de Magalhães que prometia pagar a Enrique uma soma pelos seus préstimos.
Os filipinos acabam de anunciar um filme que vai retratar a invencibilidade e nacionalismo em defender a sua terra dos invasores, fazendo uso simbólico da morte do português Magalhães em 1521 em combate na ilha de Mactan, Cebu às mãos dos nativos, os quais diga-se em face dos factos, estavam em guerra com os rajás locais que se converteram e fizeram pacto de sangue com Magalhães na esperança que o português os livrasse dos maometanos que ali tinham invadido as ilhas dos Rajás anos antes.
E os portugueses? Nada. Zero. Não têm desejo de revelar material para defender o seu legado, e a verdade histórica que representa o nome do português Fernão de Magalhães e a viagem de circum-navegação por ele planeada e capitaneada; hoje os inertes portugueses são comidos por todos os outros povos ao nível da economia, da cultura, do intelecto, não se faz jus ao engenho e ao saber portugueses, à tecnologia e ao conhecimento da época dos portugueses que se fez sempre acompanhar por grandes filósofos, pensadores, génios, sábios, com espírito de missão, que levou o Padroado ao Oriente, e proporcionou o ensino, os valores, o progresso a pessoas de mundos isolados e distantes durante a época das descobertas, sendo que alguns dos povos educados pelos portugueses hoje esfaqueiam pelas costas quem os ensinou a falar, a escrever, e a pensar, porque era algo fundamental que não existia, mas cujos benefícios os intelectuais da esquerda recusam aceitar, e por isso o tuga é um “invasor vilão” que os ignorantes anti-Portugal crucificam para consolo geral, impedindo o povo global de constatar que o português Magalhães é afinal uma lenda viva que continua a mudar o mundo tal foi o impacto.
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NÓMADAS DIGITAIS ABANDONAM LISBOA

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« (…) Os nómadas digitais chegaram à conclusão de que Lisboa é uma cidade demasiado cara. Pelo menos, é o que afirma Gonçalo Hall, criador da Digital Nomad Association, uma benemérita instituição de caridade para nómadas digitais desfavorecidos (acredito eu). “O aumento do custo de vida e excesso de turistas em Lisboa levou ao grande aumento dos preços e a cidade deixou de ser um destino atrativo para os nómadas”, suspira Gonçalo.
A julgar pelas prioridades políticas que conduziram a esta situação, é provável que já esteja em marcha um programa de habitação social para nómadas digitais. Um condomínio de luxo a preços acessíveis no meio de Chelas chamado Marvillage, ou assim.
Portanto, depois de uma década em que se inviabilizou que os locais habitassem a cidade para abrir espaço para os entusiastas de chinelos com meias e os bebedores de matcha latte, são eles que se vão embora. Não é que nos estejam a ensinar nada. Nós começámos a fugir de Lisboa antes de fugir de Lisboa ser fixe. Por outro lado, batemos no fundo. Uma coisa é os portugueses pobres emigrarem em busca de uma vida melhor; outra é os imigrantes ricos emigrarem em busca de uma vida melhor.
Mais humilhante ainda é ler as críticas dos nómadas digitais a Lisboa, disponíveis neste site da especialidade. Segundo alguns desalentados, Lisboa “está cheia de turistas” e “quase não se vê portugueses”, que “têm pouco dinheiro”. Tem “casas muito caras”, para além de ser afetada por um “sol muito forte”. Mais, “não há muitas mulheres” e “a única coisa vantajosa é a ausência de impostos”. Foi isto que decidimos ser quando escolhemos o caminho da economia de serviços com baixos salários: o destino favorito das Karens.
Um nómada digital queixar-se dos preços em Lisboa é como um golden retriever queixar-se de que o carro de família está cheio de areia. Certo, haverá outros responsáveis, mas tudo indica que sejas tu o principal culpado. No fundo, o gentrificador foi gentrificado — por isso, decidiu ir gentrificar para outro lado.
Note-se que os nómadas não estão a abandonar o país em massa, simplesmente Lisboa está demasiado cara até para eles. Segundo o tal Nomadlist, a moda agora é a Ericeira. Quando a Ericeira ficar demasiado cara, gentrifica-se a Charneca da Caparica. Quando a Charneca da Caparica ficar demasiado cara, gentrifica-se o Samouco. Primeiro, foram os bairros. Agora, cidades. Só se tomarão medidas quando for impossível arrendar um estúdio por menos de 1800 euros em Rabo de Peixe. (…)»
EXPRESSO.PT
Nómadas digi-tchau, até à próxima
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Folha com 27 linhas rende 61,5 mil euros a Capitão Ferreira

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O texto de cinco parágrafos foi enviado por Capitão Ferreira à equipa de negociação dos contratos de manutenção dos helicópteros ainda antes de o ex-Secretário de Estado ter assinado o contrato com a DGRDN.

Source: Folha com 27 linhas rende 61,5 mil euros a Capitão Ferreira