cidadãos salvam projeto de garajau nas sete cidades

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bv

Grupo de cidadãos salva projeto de recuperacao de Garajau comum nas Sete Cidades abandonado pela DRA
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Se nao fazem resolvemos nos.
Depois o abandono do projeto de recuperacao de Garajau comum na Lagoa das Sete Cidades por parte da Direcção Regional do Ambiente um grupo de cidadãos decidi intervir e recuparar a ultima Ilha de nidificacao mesma antes o seu afundamente e o regresso das aves no inicio do Abril. Um accao necessário mas acima de tudo divertido.

A 800 metros de altitude fica o miradouro da ponte suspensa que esta encantar os turistas

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Através do Miradouro de Fafião pode-se desfrutar da grandeza das serras e vales do Gerês. A vista é deslumbrante, mas para os temerosos das alturas é uma aventura desafiante chegar ao outro penedo, pelo meio da ponte, com os pés a beijar o abismo.

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“Não há lugar para eles”. Carta pede saída de bispos que encobriram abusos

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Os subscritores da carta exigem uma resposta efetiva. José Manuel Pureza é um deles. No texto, pede-se que os bispos que encobriram casos de abusos sexuais abandonem funções.

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Daniel Sampaio garante que há bispos que encobriram casos de abuso sexual

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O psiquiatra que fez parte da comissão independente acredita que a Igreja sabe mais do que disse até agora. Critica também a falta de apoio às vítimas e não tem dúvidas de que houve uma tentativa para desvalorizar o trabalho da comissão.

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marinha em doca seca

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May be an image of text that says "F471 NOTÍCIA SIC PROBLEMAS NA ARMADA NAVIO QUE IA RENDER O MONDEGO AVARIOU À PARTIDA"

 

  • Natalina Soeiro

    Não há nada que funcione.
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  • Maria Marcos

    Alguém nos acuda…
    🤮🤮🤮🤮🤮🤮
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  • Luís Nobre

    Sucata é a pedra de toque do xuxalismo
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  • Belinha Viana

    Mas nesta corveta o sr almirante não fala!!!!!
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  • Pézita Cordeiro

    Deus não dorme… 😀
  • Carlos Gomes

    Inspeção ao navio Mondego conclui que missão era “realizável em segurança”
    “A missão era de curta duração, não muito distante da costa, e com a abertura suficiente para ser abortado ao critério do comando do navio”, defendeu Gouveia e Melo.
    (…)…

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  • Artur Gil

    Isto não é um país….
  • Manuela Costa

    Já não sei se rie ou chore 🙄🤦‍♀️
  • Mario Pestana

    O xuxalismo dá cabo de tudo, até a marinha não escapa
  • Arlindo Marques Farinha

    O sr. Costa, que raio fez a este pais?
  • Jorge Ferreira Ferreira

    Ele tá acima de tudo , não julguem antes de analisarem as situações, ninguém é ninguém para julgar ninguém, só 1 sabe
  • Jorge Meira

    Se calhar foi a cola 😂😂😂 !!!

TAP – Prémios e indemnizações. Um esclarecimento necessário – Notícias Online

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Face à infelizmente já esperada e intensa campanha de contra-informação e de manipulação em curso, visando convencer-nos de que nos devemos preparar para pagar milhões de euros a Christine Ourmières-Widener, e eventualmente a Alexandra Reis, importa esclarecer o seguinte: 1 – Quanto à CEO, não se trata de um qualquer “despedimento” (visto ela não ser…

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″Obediência não é cega″ e ″o tempo do chicote″ acabou. Sargentos e praças defendem militares do navio Mondego

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No Fórum TSF, a Associação Nacional de Sargentos e a Associação de Praças da Armada defendem que há limites para a disciplina.

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um convidado da aicl em brasilia

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Um excelente debate com Simone Pinto e Nicolas Bhr ,moderado por Vanessa Carneiro . A pianista Ana Ferreira traduziu o meu livro em música e tocou a marrabenta.
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Teve lugar no auditório do Centro Cultural Português em Brasília, no dia 14 de março, o lançamento do livro de Álvaro Vasconcelos “Memórias em tempo de amnésia”, seguido de um recital da pianista Ana Ferreira. A Embaixada de Portugal agradece a presença de cerca de 100 pessoas, entre as quais elementos do Corpo Diplomático, da Universidade de Brasília, autoridades locais e comunidades brasileira e portuguesa, nos eventos.

crónica de joão severino

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QUE FALEM OS SOLÊNCIOS
Exclusivo (3)
AS TAILANDESAS DE MALLONE
A vida nocturna de Mallone era um rodopio imparável. Como se fosse de dia. O movimento rodoviário era estonteante e os táxis não paravam um minuto. As casas de massagens com tailandesas necessitavam de um licenciamento especial para “importar” as meninas…
– Licenciar as meninas, amigo Frosque?
– Não tenhas dúvidas Mariano! Normalmente existia um intermediário amigo do secretário do governador que levava para assinar a vinda de 30, 50 ou 100 meninas.
– E depois?
– Depois os proprietários das casas de massagem pagavam um dinheirão para que o intermediário agradecesse o licenciamento.
– Mas, isso era uma fortuna que estava em causa.
– Certo! Conforme o número de meninas que eram necessárias, assim era o prémio para a assinatura de licenciar.
– Isso era um maná!
– E sempre foi assim em Mallone.
– E as massagens eram boas?
– Boas eram as meninas, que tinham um número sobre a bata que vestiam e que os clientes escolhiam através de um largo vidro que servia de montra do “material”. As massagens eram de vária ordem. Haviam massagens normais em que alguns clientes tratavam das mazelas na coluna vertebral. Outras massagens serviam apenas para excitar o cliente e conforme o que pagavam eram contemplados com sexo oral ou vaginal.
– O que me dizes é prostituição…
– Sim era o que mais existia em Mallone. Prostituição das mais variadas formas. Não te esqueças que havia um pouco de todo o género com as mulheres locais, na maioria chinesas, depois começaram a chegar russas, moldavas, portuguesas, indonésias… tudo ao gosto do freguês. Em Mallone até tivemos os primeiros travestis que chegaram da Tailândia e que deixaram os “senhores importantes, incluindo um director de jornal, que não largavam os travestis”.
– E não se topava logo que eram homens?
– Nem pensar, eram lindos que se apresentavam mais femininos que muitas mulheres. Quando chegaram passaram a frequentar a discoteca mais frequentada e era ver os para-quedistas a dançar com eles, aliás, os travestis não eram tratados como homens ou mulheres, mas sim como “raparigos”…
– Ah…ah…ah… é pá, só tu é que me fazes rir… isso deve ter sido um gozo diabólico.
– Foi uma fase que perdurou no tempo e um dia até numa piscina de hotel, o gerente deparou-se com um director de Serviços do governo a banhar-se com um “raparigo” e a beijarem-se na boca.
– É pá, que pena de não ter vivido em Mallone onde o que tu me contas devia ter sido um mundo único.
– O pior não era isso.- Então?- Era o abuso que os secretários do governador, directores de Serviços e os que administravam empresas abusavam das suas secretárias ou outras mulheres que chegavam a Mallone para as mais diversas funções, nomeadamente, enfermeiras, advogadas e até arquitectas…
– Bem, realmente uma vez li num jornal que Mallone era um antro de tudo isso e mais alguma coisa.
– Por acaso esse tipo que escreveu tudo o que leste devia estar caladinho, porque recordo-me de ele ter escrito o pior de Mallone e que nunca lá poria os pés. Mais tarde, esse mesmo pilantre foi a Mallone, com todas as mordomias pagas e disse que Mallone era uma maravilha…
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Antonio Lobo

Percebi tudo e vi o que se estava a passar . Mas o Sr não refere os oficiais da polícia e militares que com tanta rata perdiam a cabeça.Um amigo chinês amigo dos Portugueses que um dia me disse em português o que os chineses antigos diziam dos militares em jeito delegar soletrando “ português de Portugal “ …ode bem e paga mal”
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  • Paulo Pantoja Silva

    Não há outra igual, Mallone.
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