Portugal, o país onde funcionários públicos podem levar 100 anos até ao topo da carreira e a economia paralela movimenta 50 mil milhões – CNN Portugal

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A rubrica Perplexidades do Jornal Nacional, analisou vários cenários para que um funcionário público consiga chegar ao topo da carreira. Há casos em que demoraria mais de 100 anos para tal acontecer. Isto, ao mesmo tempo, que o Estado perde 7,5 mil milhões de euros em impostos, com uma economia paralela que movimenta cerca de 50 mil milhões de euros.

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morreu um dos maiores portugueses de sempre

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O PORTUGAL DOS HOMENS DIGNOS ESTÁ DE LUTO
– Paz à sua alma.
– Esperemos que haja a coragem de pelo menos 1 dia de luto nacional
Morreu o empresário Rui Nabeiro
NOTICIASAOMINUTO.COM
Morreu o empresário Rui Nabeiro
Almoço de Domingo por José Luis Peixoto

“Uma das características mais fortes de Rui Nabeiro é a sua generosidade”, José Luís Peixoto

3ª edição. Primeiro lugar no top de vendas desde que foi publicado. Direitos vendidos para @companhiadasletras (Brasil) e @penguinrandomhouse (países de língua castelhana). O Almoço de Domingo é um dos romances mais bem sucedidos de José Luís Peixoto. É sobre o empresário Rui Nabeiro. Sobre as memórias de um homem de 90 anos, que tem como uma das características mais fortes a generosidade
É sobre um homem rico, “muito diferente dos ricos mais comuns no Alentejo e, já agora, também no resto do país”, como nos descreve José Luís Peixoto, um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. Foi uma ótima junção. No Almoço de Domingo.

 

O comendador Rui Nabeiro propôs-lhe a escrita das suas memórias – que acabou por ser um romance biográfico.
Como recebeu este convite?

No exato momento em que foi feito, deixou-me muito surpreendido. Posteriormente, começou a fazer-me muito sentido, por sermos os dois do Alentejo, por termos mais algumas coisas em comum, como uma grande dedicação à nossa terra. Ainda assim, vi logo o grande potencial que estava presente nessa possibilidade. Rui Nabeiro nasceu em 1931 e, como se sabe, tem uma história muitíssimo preenchida. Ter a oportunidade de conhecê-la a partir da sua própria boca, com os detalhes que a sua memória guarda foi algo que, logo nesse momento, me pareceu ser um grande privilégio e uma extraordinária oportunidade de escrita.

Como foi preparar este livro? Como e com que regularidade comunicavam? Tinham uma lista de temas definidos ou seguiam ao sabor das memórias? E a oportunidade de partilhar de um património de alguém que tem uma história que se confunde com a do país?

Comecei a preparar este livro em setembro de 2019. Numa primeira fase, li vários materiais que encontrei sobre Rui Nabeiro. Ao longo dos anos, deu muitas entrevistas longas, foram feitos múltiplos trabalhos jornalísticos. Essa matéria foi muito importante para definir algumas ideias essenciais sobre os contornos da sua vida. Depois, quando nos começámos a encontrar, tentei sempre que conversássemos sobre aqueles assuntos, cujas respostas só ele me poderia dar. Foram momentos em que viajámos nas suas lembranças, muito precisas quase sempre. Aos poucos, com a convivência, fomos ganhando confiança para entrar em temas pessoais que, em grande medida, me pareciam fundamentais para contar a história deste homem. Como se sabe, houve um período em que tivemos de interromper os encontros ao vivo, esse foi o período mais rigoroso da quarentena. Nessa época, chegámos a ter um encontro virtual, à distância, mas não era a mesma coisa. Então, interrompi o trabalho neste livro, tendo-o retomado um par de meses depois. Para mim, foi muito impactante ouvir estas memórias de Rui Nabeiro. De certa forma, transformaram-se também em memórias minhas.

“Ainda hoje, Rui Nabeiro não gosta de ser tratado por ‘rico’”. O José Luís Peixoto fala dos mitos que existem em torno do Comendador e que este livro pode ajudar a desmistificar.
Mais algum bom exemplo?

São várias as histórias que se contam. A maioria delas, mesmo que não sejam literais, têm um fundo de verdade, surgem de características que, de facto, Rui Nabeiro cultiva e que o fazem ser diferente. Ao escrever este romance, uma das minhas principais intenções era dar conta da sua dimensão humana. Nesse sentido, todo o ser humano é contrário a mitos. Por um lado, é claro que Rui Nabeiro é um rico muito diferente dos ricos mais comuns no Alentejo e, já agora, também no resto do país. Por outro, as suas histórias do contrabando, para dar apenas um exemplo, são lendárias, embora falem de um tempo bem real.

“Temos todos de pensar uns nos outros”, Comendador Rui Nabeiro. Que “lições” aprendeu (e podemos todos aprender) com este Homem de 90 anos?
Que histórias mais o surpreenderam?

Creio que o exemplo de Rui Nabeiro é muito marcante e deixa-nos a todos a refletir sobre o nosso papel na sociedade, de que forma contribuímos para o coletivo a que pertencemos. Uma das características reconhecidamente mais fortes de Rui Nabeiro é a sua generosidade. Pela minha parte, sinto que há uma imensa sabedoria nessa generosidade. Acredito que os 90 anos que cumpriu recentemente contribuem bastante para essa visão do mundo, essa clareza no discernimento que faz daquilo que é importante. Ainda assim, pelo que li e pelo que apreendi da oportunidade que tive de privar com ele, tenho a sensação de que sempre teve essas qualidades. No fundo, parece-me, esse é o grande segredo da sua vitalidade, distingue de forma muito objetiva aquilo que considera importante, e é a esses valores que se dedica completamente.

 

Foto: facebook José Luís Peixoto

cidadãos salvam projeto de garajau nas sete cidades

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bv

Grupo de cidadãos salva projeto de recuperacao de Garajau comum nas Sete Cidades abandonado pela DRA
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Se nao fazem resolvemos nos.
Depois o abandono do projeto de recuperacao de Garajau comum na Lagoa das Sete Cidades por parte da Direcção Regional do Ambiente um grupo de cidadãos decidi intervir e recuparar a ultima Ilha de nidificacao mesma antes o seu afundamente e o regresso das aves no inicio do Abril. Um accao necessário mas acima de tudo divertido.

A 800 metros de altitude fica o miradouro da ponte suspensa que esta encantar os turistas

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Através do Miradouro de Fafião pode-se desfrutar da grandeza das serras e vales do Gerês. A vista é deslumbrante, mas para os temerosos das alturas é uma aventura desafiante chegar ao outro penedo, pelo meio da ponte, com os pés a beijar o abismo.

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“Não há lugar para eles”. Carta pede saída de bispos que encobriram abusos

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Os subscritores da carta exigem uma resposta efetiva. José Manuel Pureza é um deles. No texto, pede-se que os bispos que encobriram casos de abusos sexuais abandonem funções.

Source: “Não há lugar para eles”. Carta pede saída de bispos que encobriram abusos

Daniel Sampaio garante que há bispos que encobriram casos de abuso sexual

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O psiquiatra que fez parte da comissão independente acredita que a Igreja sabe mais do que disse até agora. Critica também a falta de apoio às vítimas e não tem dúvidas de que houve uma tentativa para desvalorizar o trabalho da comissão.

Source: Daniel Sampaio garante que há bispos que encobriram casos de abuso sexual

marinha em doca seca

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May be an image of text that says "F471 NOTÍCIA SIC PROBLEMAS NA ARMADA NAVIO QUE IA RENDER O MONDEGO AVARIOU À PARTIDA"

 

  • Natalina Soeiro

    Não há nada que funcione.
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    • 1 h
  • Maria Marcos

    Alguém nos acuda…
    🤮🤮🤮🤮🤮🤮
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  • Luís Nobre

    Sucata é a pedra de toque do xuxalismo
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  • Belinha Viana

    Mas nesta corveta o sr almirante não fala!!!!!
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  • Pézita Cordeiro

    Deus não dorme… 😀
  • Carlos Gomes

    Inspeção ao navio Mondego conclui que missão era “realizável em segurança”
    “A missão era de curta duração, não muito distante da costa, e com a abertura suficiente para ser abortado ao critério do comando do navio”, defendeu Gouveia e Melo.
    (…)…

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  • Artur Gil

    Isto não é um país….
  • Manuela Costa

    Já não sei se rie ou chore 🙄🤦‍♀️
  • Mario Pestana

    O xuxalismo dá cabo de tudo, até a marinha não escapa
  • Arlindo Marques Farinha

    O sr. Costa, que raio fez a este pais?
  • Jorge Ferreira Ferreira

    Ele tá acima de tudo , não julguem antes de analisarem as situações, ninguém é ninguém para julgar ninguém, só 1 sabe
  • Jorge Meira

    Se calhar foi a cola 😂😂😂 !!!

TAP – Prémios e indemnizações. Um esclarecimento necessário – Notícias Online

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Face à infelizmente já esperada e intensa campanha de contra-informação e de manipulação em curso, visando convencer-nos de que nos devemos preparar para pagar milhões de euros a Christine Ourmières-Widener, e eventualmente a Alexandra Reis, importa esclarecer o seguinte: 1 – Quanto à CEO, não se trata de um qualquer “despedimento” (visto ela não ser…

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″Obediência não é cega″ e ″o tempo do chicote″ acabou. Sargentos e praças defendem militares do navio Mondego

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No Fórum TSF, a Associação Nacional de Sargentos e a Associação de Praças da Armada defendem que há limites para a disciplina.

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um convidado da aicl em brasilia

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Um excelente debate com Simone Pinto e Nicolas Bhr ,moderado por Vanessa Carneiro . A pianista Ana Ferreira traduziu o meu livro em música e tocou a marrabenta.
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Teve lugar no auditório do Centro Cultural Português em Brasília, no dia 14 de março, o lançamento do livro de Álvaro Vasconcelos “Memórias em tempo de amnésia”, seguido de um recital da pianista Ana Ferreira. A Embaixada de Portugal agradece a presença de cerca de 100 pessoas, entre as quais elementos do Corpo Diplomático, da Universidade de Brasília, autoridades locais e comunidades brasileira e portuguesa, nos eventos.