Rabo de Peixe não é McDonald’s, é sardinha assada – Expresso

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Os autores da série cometeram um erro gravíssimo. Numa altura em que se exige recorrentemente às séries que “problematizem”, “desconstruam” e “reflitam criticamente”, Rabo de Peixe optou pelo ignóbil propósito de entreter. Esta decisão teve, obviamente, graves e merecidas consequências. Houve quem optasse por perder um fim-de-semana para ver a série e, com a solicitude com que um cão pisteiro procura cocaína, procurar defeitos

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Mau tempo provoca 24 ocorrências todas na ilha de São Miguel – Jornal Açores 9

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O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) informou hoje, que foram registadas mais 13 ocorrências. Desde a madrugada desta terça-feira (06/06/2023) até ao momento foram contabilizadas, no total, 24 ocorrências, todas na ilha de São Miguel, nos concelhos de Ponta Delgada, Lagoa, Vila Franca do Campo e Povoação. As situações reportadas […]

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Chuva ultrapassou nível de aviso vermelho. Escolas do Funchal fecham e aeroporto em contingência – Observador

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A precipitação na Madeira, por causa da depressão Oscar, está acima das previsões iniciais. O mau tempo levou o governo regional a suspender as aulas esta terça-feira em todas as escolas da ilha.

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Presidente timorense vai reunir-se com Xanana Gusmão para discutir novo Governo

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Presidente timorense vai reunir-se com Xanana Gusmão para discutir novo Governo
Díli, 06 jun 2023 (Lusa) – O Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, confirmou que vai reunir-se na quarta-feira com o presidente do partido vencedor das legislativas de 21 de maio, Xanana Gusmão, para discutir o novo Governo.
“Amanhã vou encontrar-me com o presidente do CNRT [Congresso Nacional da Reconstrução Timorense] seguido do presidente do PD [Partido Democrático] para discutir a formação do novo Governo, do nono Governo”, disse Ramos-Horta, num discurso no Palácio Presidencial.
O encontro com Xanana Gusmão, que será o próximo primeiro-ministro, e com os responsáveis do PD, é um dos primeiros passos no processo de formação da nova maioria parlamentar que sustentará o próximo Governo.
O cenário mais provável é o de uma aliança entre o CNRT e o PD, numa maioria de 37 deputados, tendo os dois partidos começado já negociações para esse processo.
Os líderes das bancadas do parlamento nacional deverão hoje definir a data de tomada de posse dos novos 65 deputados eleitos, podendo dias depois concluir-se a tomada de posse do executivo, que deverá incluir membros do CNRT e do PD.
Ramos-Horta falava perante várias individualidades timorenses e representantes do corpo diplomático, numa conferência sobre as eleições legislativas de 21 de maio e as suas implicações na política doméstica e interna do país.
No encontro, o chefe de Estado defendeu a necessidade de acelerar o processo, tendo em conta os compromissos internacionais, como o cumprimento do roteiro de adesão de Timor-Leste à Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), e os objetivos nacionais de desenvolvimento.
O chefe de Estado defendeu ainda que o novo executivo dê continuidade a projetos de importância iniciados pelo atual executivo, como o cabo de fibra ótica submarino ou as obras no aeroporto da capital, Díli.
No seu discurso, Ramos-Horta disse que espera que o novo Governo seja pragmático em algumas das suas políticas, nomeadamente no combate à “totalmente inaceitável insegurança alimentar” que ainda existe, 20 anos depois da restauração da independência.
Aspeto que considerou “urgente e prioritário”, uma questão “moral imperiosa”, mas que é também um “investimento no futuro”, nas novas gerações.
Mais esforços na educação e na saúde nacional são outras prioridades, disse.
Ramos-Horta disse que gostaria que houvesse uma suficiente maioria de apoio ao Governo no Parlamento Nacional para que possa “aprovar uma lei que permita governar, nos próximos anos, com ordens executivas em alguns assuntos prioritários”.
“Tudo o relacionado com o nosso processo de adesão à ASEAN, que seja feito pelo Conselho de Ministros. Enviam para mim e eu assino para acelerar. Se não fizermos isso, vai ser muito difícil implementar o roteiro”, considerou.
O chefe de Estado pediu ainda ao futuro Governo que “não despeça gente a torto e a direito” e que se esforce para abraçar todos, mesmo os derrotados nas eleições.
“É uma pena neste país que quando um novo Governo entra, até os pobres empregados de limpeza que não pertencem ao partido político certo são despedidos. Imagine-se nos níveis mais altos”, afirmou.
Sobre a transição geracional, Ramos-Horta recordou que muitos dos que ainda se continuam a referir como “nova geração”, já não são tão jovens: “alguns dos que se dizem jovens até já são avós”.
O chefe de Estado mostrou-se ainda confiante que o pragmatismo predomine nas negociações entre Timor-Leste e a Austrália para fechar o acordo sobre a exploração dos poços de Greater Sunrise.
“Já se demorou demasiado tempo. Temos que chegar a acordo sobre o desenvolvimento. Há 10 anos os australianos diziam que trazer o gasoduto para Timor não era viável, agora dizem que já é, mas o problema é o custo. Se for esse o problema, podemos mobilizar recursos”, disse.
ASP // SB
Lusa/Fim
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tomada de posse do novo governo Timor

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Tomada de posse de novos deputados timorenses a 22 de junho
Díli, 06 jun 2023 (Lusa) – Os líderes das bancadas do parlamento nacional timorense deliberaram hoje marcar para 22 de junho a tomada de posse dos seus sucessores, eleitos no mês passado, confirmaram fontes parlamentares.
As fontes parlamentares explicaram à Lusa que a decisão foi tomada numa reunião de mais de duas horas e meia dos líderes das bancadas, onde os representantes dos partidos da maioria chegaram a defender a realização da tomada de posse mais tarde.
Duarte Nunes, chefe da bancada do CNRT, confirmou que a decisão de 22 de junho foi a possível, explicando que as bancadas da atual maioria cessante chegaram a insistir numa tomada de posse muito mais tarde, em setembro.
“Foi a decisão tomada na reunião dos líderes. Para nós é uma data aceitável e melhor do que arrastar até setembro”, disse.
O regimento do parlamento determina que os novos deputados eleitos devem tomar posse até ao máximo 15 dias depois do acórdão do Tribunal de Recurso de validação dos resultados eleitorais.
Esse acórdão tem data de 05 de junho, mas apenas foi publicado no Jornal da República hoje, sendo que 15 dias a contar de hoje se cumprem a 21 de maio.
A data acordada hoje é dez dias mais tarde do que o Presidente da República, José Ramos-Horta, tinha solicitado ao presidente do Parlamento, Aniceto Guterres Lopes, durante a reunião de ambos, hoje, no Palácio Presidencial.
ASP // PJA
Lusa/Fim
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«Vossa mercê» – vossemecê – vosmecê – você – Controvérsias – Ciberdúvidas da Língua Portuguesa

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o elogio caído em desuso

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Embora atrasado, o artigo no CA de hoje.
O elogio caído em desuso
Há semanas, fui a uma grande loja de P. Delgada, onde se vende eletrodomésticos e outros utensílios. Ia à procura de um aparelho e acabei por trazer dois, sendo que o segundo também precisava, embora não fosse tão urgente. No entanto, o jovem funcionário que me atendeu foi tão prestável e, facilitando tanto o ato de compra, com conselhos muito úteis e honestos, que acabei mesmo comprando os dois artigos. Fiquei de tal modo satisfeita que, num gesto de agradecimento, quis registar a minha satisfação pela solicitude e simpatia do atendimento no livro de elogios.
O livro estava em branco. Os restantes funcionários, estranhando o que para eles era insólito, até se puseram à minha volta, incrédulos e a brincar com a situação:
– A senhora tem mesmo a certeza de que quer elogiar esse rapaz?!
Ora, vem esta introdução a propósito de ilustrar a ideia de que somos muito lestos a reclamar, mas pouco propensos a elogiar.
Na verdade, o meu elogio teve a intenção de incentivar as qualidades que presenciei naquele jovem, já que, demasiadas vezes, encontramos pessoas pouco qualificadas no atendimento ao público nesta ilha. Ora porque demonstram antipatia, ora porque não têm a mínima noção do que estão a fazer. Estou a lembrar-me do caso da funcionária de uma loja que, ao meu pedido de uma capa específica para o telemóvel, respondeu que não havia. Depois de uma vista de olhos pelo expositor da loja, apontei que havia uma universal, exatamente com as características que queria:
– Ó menina, mas há aqui uma universal…
Resposta imediata da empregada:
– A senhora também não perguntou!
Uma situação semelhante já me tinha acontecido num restaurante na nossa cidade.
Parece que os políticos portugueses atuais fizeram estágio no mesmo agrupamento, pois a resposta dada fez escola!
Retomando o tópico do incentivo ao elogio, é talvez um “defeito” de profissão. Como professora, sei que é a melhor forma de dar segurança e motivação a um aluno que não as demonstra. Se está errado, devo mostrar de forma pedagógica, argumentando e justificando o lado correto da questão com racionalidade e ponderação, porque só assim se pode trocar pontos de vista diferentes com legitimidade.
Eis que chego ao ponto que quero demonstrar – pedagogicamente!
Por que razão há cada vez mais rudeza no confronto de opiniões? Por que motivo há tanta falta de sentido construtivo ( pedagógico), cada vez mais intolerância e incitação ao insulto?
Discordar é nobre quando se oferece argumentos atendíveis e justificações válidas. É próprio das sociedades evoluídas o sentido crítico genuíno e assertivo. Quando o propósito é destruir ou julgar com interesses mal resolvidos, então é deveras primário e descabido.
Foi o que vimos nestes últimos dias, nas redes sociais, na expressão de reações à série ” Rabo de Peixe”, que estreou na plataforma Netflix na passada semana.
Entre, felizmente, mais elogios do que depreciações, lemos críticas sem fundamento, no entanto, lamentáveis por virem justamente de açorianos, que entenderam ter faltado a pronúncia micaelense e autores açorianos na série.
Ora, depreciar por motivos tão irrelevantes à escala global é persistir na insularidade também na forma de pensar. O que interessa a pronúncia para um espectador que vê a série – de ficção – na Polónia? Qual é a relevância da origem do elenco, desde que seja bom? Seria relevante para alguém que as tintas com que Domingos Rebelo pintou os “Emigrantes” fossem ou não produzidas nos Açores?
É uma produção de excelência nacional, realizada pelo açoriano Augusto Fraga, feita nos Açores! Alcançou, até agora, o top das mais vistas em 33 países. É tão somente admirável e motivo de orgulho para os açorianos! Parabéns a todos os que a tornaram possível! Que seja estímulo para mais produções de qualidade realizadas nos Açores. Só estranhei que gente tão acérrima aos nossos costumes não fizesse notar aquilo que a série retrata de mais evidente: o destino a que estão condenados os jovens desta terra eternamente pobre – e isto não é ficção.
Para além das reações à série, a semana passada também ficou marcada pelo dia dos Açores, celebrada na segunda-feira de Pentecostes.
No que toca à ação do “filme” do Governo Regional dos Açores, gostava de lembrar que aí, sim, é relevante olhar cá para dentro. É, de resto, o seu propósito de existir. Pedir uma exceção para os Açores e para a Madeira, por parte dos respectivos governos, na lei dos vistos Gold, que a República vai abolir, é muito mau argumento. Para os enredos imobiliários, deduzo que seja a galinha dos ovos de ouro, mas para o comum dos açorianos, espectadores sem palavra no destino da narrativa em que são protagonistas, é um dos factores que tem contribuído para a inflação do mercado de habitação e de arrendamento na ilha e, portanto, pouco digno de elogio.
Neste caso, é apropriado lembrar ao GRA que governe para os açorianos e não para os estrangeiros.
Era bom que o sonho de partir deixasse de ser a eterna característica identitária das nossas obras de ficção e o álcool e a droga a “saída” para os jovens que ficam, como no caso dos protagonistas da série de que se fala.
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Telmo R. Nunes

Segue um enorme elogio, Paula, não apenas pela reflexão que partilhas neste belíssimo artigo, como também pelos vários que tens tornado públicos, e dos quais muito tenho retirado. Parabéns!
Paula Cabral

Telmo R. Nunes, muito obrigada, Telmo! É mesmo um grande elogio! Beijinhos.

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