Aposta da Administração Interna nas TIC abrange eleições e também tem IA – Telecomunicações – SAPO Tek

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A atualização do SIRESP e da rede 112, a aquisição e operacionalização de bodycams para as forças de segurança e a modernização do sistema eleitoral vão concentrar os investimentos do MAI em tecnologia. A inteligência artificial vai ser usada nos serviços de emergência, proteção civil incluída.

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Os recados de Ernest Moniz (José Gabriel Ávila)

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RANKING DAS ESCOLAS

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Eunice Brito

Como Miguel castelo diz:
“A respeito do ranking das escolas, conhecendo o país, as suas manhas e habilidades, conhecendo de trás para frente as manias e apetites dos grupos influentes que sempre trataram o vulgo com desdém e desde 1820 centuriaram cada metro quadrado, não sejamos ingénuos. É o mínimo que se pode pedir a tanta arrogância e apartheid. Há quem insista em promover os filhos do povo a copeiros, padeiros, caixeiros e empregados de mesa, vedando-lhes o caminho a lugares e posições que as “famílias” tomam como seus. Enquanto persistir esta horripilante prática, os portugueses continuarão a emigrar. Há uma faceta muito obscura nesta sociedade.”
José AB Duarte

Com tanta gente a lutar pela dignidade da escola pública e, a escola privada apenas movida a dinheiro, fantástico … o desvalor de todo um suposto coletivo. Claro que, e de propósito, muitos, mas muitos outros atores estão ausentes da imagem. Sobretudo faltam os professores que, se não cumprirem alguns objetivos, são dispensados, digamos assim. Porque os outros estão sempre garantidos.

Eleitores vão poder votar em qualquer lado sem precisar de se inscrever – ZAP Notícias

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Vai ser chegar, ver e votar. Uma nova aplicação informática vai permitir o voto em qualquer mesa, nacional ou do estrangeiro. As eleições europeias de 2024 foram agendadas para dia 9 de junho, e vão assinalar um passo importante no sentido da sustentabilidade e da comodidade, em Portugal. O at

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CORVO

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Com uma área total de 17,2 Km ² e cerca de 430 habitantes, o Corvo é a mais pequena e a menos populosa ilha do arquipélago dos Açores.
Terá sido descoberta com a das Flores em 1452 por Diogo de Teive, aquando do regresso da sua segunda viagem de exploração à Terra Nova. O seu povoamento não foi fácil, tendo sido feitas várias tentativas sem sucesso.
Só em 1548, quando o Capitão do Donatário das Flores e Corvo, Gonçalo de Sousa, enviou escravos da sua confiança, como agricultores e criadores de gado é que se iniciou o povoamento definitivo.
A 20 de Junho de 1832 o príncipe regente D. Pedro IV, elevou a paróquia de Nossa Senhora dos Milagres, a categoria de vila e sede de município.
O Corvo está hoje de

parabéns

pela passagem do seu 191º aniversário de elevação do município a vila.

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Fernando A. Pimentel

Obrigado por aceitarem a minha publicação.
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inteligência artificial

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Artificial intelligence has hacked the operating system of human civilisation, argues Yuval Noah Harari in a guest essay. Read why the philosopher and historian believes a halt must be put to deploying AI tools in the public sphere
By Invitation | Storytelling computers will change the course of human history

profissionais de saúde em timor

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Timor-Leste introduz novos critérios para controlo de profissionais de saúde estrangeiros
Díli, 20 jun 2023 (Lusa) – O Governo timorense alterou os requisitos para registo de profissionais de saúde estrangeiros, incluindo em alguns casos a exigência de reciprocidade aos seus países de origem, no que considera ser um esforço de controlo do exercício da profissão.
A mudança foi introduzida nas alterações aprovadas em dezembro ao decreto-lei sobre o exercício das profissões de saúde, que introduz, entre outros aspetos, o novo requisito de reciprocidade a qualquer profissional de saúde que queira trabalhar em Timor-Leste.
Em concreto, a alteração refere que o registo para exercício autónomo da profissão é emitido “ao profissional estrangeiro que está inscrito ou registado no país de origem ou de proveniência, como profissional habilitado a exercer a profissão, cujo exercício é requerido, desde que exista reciprocidade de tratamento do país de origem do interessado em relação a nacionais da República Democrática de Timor-Leste”.
Atualmente Timor-Leste não tem qualquer acordo de reciprocidade nesta matéria, dadas as carências locais na formação de profissionais e o facto de que ainda nem sequer foram criadas as respetivas ordens profissionais.
Fontes oficiais do Ministério da Saúde, da Presidência do Conselho de Ministros e do gabinete do primeiro-ministro confirmaram à Lusa que a exigência de reciprocidade não estava incluída na versão inicial do diploma, explicando que faz parte de mecanismos reforçados de “controlo e salvaguarda”.
A questão da reciprocidade, um princípio do direito internacional, foi incluída em sede de reunião técnica entre os vários departamentos governamentais, confirmaram as várias fontes ouvidas pela Lusa.
No entanto, as fontes oficiais da PCM e do gabinete do PM explicaram à Lusa que mais do que introduzir obstáculos ao registo, as mudanças pretendem, entre outros aspetos, responder ao “pequeno descontrolo na atividade médica” no país.
O próprio preambulo do diploma, recordam, explica que pode haver restrições em profissões, com as da área da saúde, “que por razões de tutela do interesse público que prosseguem, devem estar sujeitas a um controlo quanto ao acesso, ao seu exercício, a normas técnicas e deontológicas próprias, bem como sujeitas a um regime disciplinar autónomo”.
Entre as novidades, notam, o novo procedimento distingue entre o registo provisório e o registo autónomo da profissão, obrigando a um estágio e exame no caso do primeiro e à entrega de documentação comprovativa de formação e experiência, no segundo.
“Podem ser dispensados da realização de estágio profissional e/ou da realização do exame, aqueles a quem seja reconhecida experiência profissional relevante demonstrativa do nível de conhecimentos teórico-práticos que o habilite ao exercício autónomo da profissão”, refere um dos novos artigos introduzidos no diploma.
Até aqui, notam as fontes ouvidas pela Lusa, bastava qualquer pessoa de qualquer país apresentar um título de médico para ser reconhecido como médico, “mesmo que esse título tivesse sido obtido em países onde nem sequer são cumpridos os padrões mínimos exigidos em Timor-Leste” para exercer a profissão.
“Na prática não sabemos se médicos estrangeiros preenchem todas as condições necessárias. Introduzir este processo administrativo interno de reconhecimento do profissional de saúde permite maior controlo”, disse uma das fontes ouvidas pela Lusa.
Na prática, enfatizam, mais do que a nacionalidade do profissional de saúde está em causa a ‘nacionalidade’ do título obtido, sendo que o novo regime, por exemplo, representa também a mais recente evolução no prazo de validade dos registos como profissionais em Timor-Leste.
Na versão inicial do diploma, que data de 2004, o registo dos profissionais era indefinido o que, por exemplo, poderia não permitir detetar eventuais casos de profissionais que fossem alvo de ações disciplinares, aplicadas já depois do registo em Timor-Leste nos países onde os títulos são emitidos.
O diploma determina, na sua mais recente versão, que “o registo do profissional de saúde tem a validade de cinco anos para profissionais de saúde, cujo título seja atribuído pela entidade nacional legalmente competente para o efeito e de um ano nas restantes situações”.
As provisões da nova versão do diploma, notam ainda, antecipam que as novas regras se apliquem a novos registos e que os que já estejam registados à data da entrada do diploma, 01 de janeiro, tenham apenas que cumprir os critérios de renovação de registo.
ASP // JMC
Lusa/Fim
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Nuno Costa Santos. Leitura simplesmente imperdível! Como Um Marinheiro Eu Partirei Uma viagem com Jacques Brel

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Em tempo de Literatura (Ficção e História), esta semana na minha página “Leituras do Atlântico” este belo livro de Nuno Costa Santos. Leitura simplesmente imperdível!
Como Um Marinheiro Eu Partirei
Uma viagem com Jacques Brel
Lê-se com sabor a um gin do Peter Café Sport “entre bandeiras e mensagens de todo o mundo”. Nuno Costa Santos, que conheço de outros livros e de outras, muitas outras, tarefas literárias, por esses Açores abaixo e por esse país fora, aqui surge-me como autor de um dos mais belos livros que li nos últimos tempos. Romance a duas vozes, num encadeamento fascinante de tempo e de personagens, este “Como um marinheiro eu partirei” é muito mais que “uma viagem com Jacques Brel”. É um monumento de memórias que firmam o universalismo de um artista e nos fazem mergulhar em mistérios de vida nos seus múltiplos palcos de encontros e desencontros, ilusões e frustrações, fugas e chegadas, mas sempre com uma cortina de açorianidade que Nuno Costa Santos derrama no leitor e que nos penetra como quem ouve a música ou lê os poemas de Brel.
Recordo-me de, neste “Atlântico Expresso”, há duas décadas ou mais, termos tido durante muito tempo uma rubrica semanal intitulada, “Espelho a Dois”… O mesmo tema visto por duas pessoas distintas. E foi deste “Espelho a Dois” que me lembrei muitas vezes, em diversas passagens deste belo livro, apenas centena e meia de páginas, com chancela Penguim Random House(Grupo Editorial).
Porque em todo este livro há Brel na biografia e na ficção, há Horta real, mística e mítica, de iates, luzes e sombras, angras e varadouros, nomes ressuscitados, diálogos inesperados e almas desnudadas. A de Brel e a de Nuno Costa Santos.
Cada capítulo é um quadro que nos transporta às mais recônditas angústias e questões. Recordo aqui aquele “Diálogo com o Vulcão”, ou o “Brevíssimo interlúdio sobre o medo”: Maravilhoso quando escreve: “um insone é uma ilha que não desliga as luzes à noite. Que tem sempre um farol aceso, um farol que não se apaga, por mais que o faroleiro mereça descanso. O farol faz incidir a luz sobre o medo. O medo de ser um marinheiro que não aceita a dor de ter partido”… E como cabe bem aqui a frase-chave, emblemática e mítica deste romance: “Um homem fuma um cigarro à proa de um iate, concentrado no som do mar e ocorre-lhe uma imagem como um salto de cachalote”.
Formidável a forma como nos explica os meandros deste livro. Sérgio Paixão, (a quem dedica esta soberba obra literária)… e o desvendar de tantos pormenores sobre Brel… E sobre a Horta para onde viajou, durante a investigação… “Conheci o Sérgio. O seu modo simples, directo, fraterno de ser, O seu olhar luzente sempre à beira da comoção”…
E depois, depois quedei-me na forma cheia de ternura como nos conta a História do Peter Café Sport, o mágico “território de amparo e camaradagem entre nacionalidades”… e de como de Azevedo ele passou a Peter, por arte e graça de um oficial inglês do RMS Lusitânia II, da Royal Navy”
A mim, como leitor, Nuno Costa Santos marca-me na surpresa e na grandeza das comparações e extrapolações, mesmo nas mais contrastantes situações (pag 45): “Olha para cima, e perante a beleza do céu, chega-lhe a memória de Deus.
O Deus que foi matando ao longo dos anos à medida que foi crescendo a sua revolta contra o “idealismo beato” da sua juventude.
O Deus da caridade que liquidou em debates nocturnos, depois dos espectáculos com o patrocínio de Jojo.
O Deus que o deixou no bueiro durante as suas sucessivas audições falhadas feitas no inverno de 1953-1954”.
Sem querer revelar nada do conteúdo deste livro – esta tarefa pertence e é dom sagrado do leitor – atrevo-me a dizer que aquele capítulo “O concerto” – (pgs 127-133) com aquele recorte do saudoso “o Telégrafo” ‘Jacques Brell está na Horta’, é das coisas mais comoventes que li nos últimos tempos…
Nuno Costa Santos encarna de forma soberba aqueles momentos reais do concerto em pleno Peter – “está ali um tipo que é capaz de ser um momento histórico para o Peter..”
E Brel – era 1974 – fugido dos palcos, pediu uma viola e cantou…
A forma como esta cena é descrita no romance, só ela já vale a leitura deste “Como um Marinheiro Eu Partirei”.
Nuno Costa Santos não precisa de qualquer apresentação. E muito menos de adjectivação no seu já longo e profícuo trabalho e eu seria a última pessoa capaz de o fazer, por me faltar voz e autoridade. Mas deixo aqui, o breve apontamento biográfico que acompanha esta edição: “É escritor e argumentista. Tem trabalhado em vários géneros. Autor de livros como “Céu Nublado com Boas Abertas” (romance) “Trabalhos e Paixões de Fernando Assis Pacheco” (biografia), “A Mais Absurda das Religiões” (crónica) e de peças de teatro como “Mundo Distante”, “I Don´t Belong Here” e “Em Mudanças”.
No audiovisual, fez parte da equipa de programas como “ Zapping”, “Os Contemporâneos”, “Mal Amanhados — Os Novos Corsários das Ilhas”, a que aqui fizemos referência em “Leituras do Atlântico”.
A personagem melancómico que criou e protagoniza, teve diversas consagrações — do livro à rádio.
Assina colaborações em diferentes jornais e revistas e integra o painel do programa Novo Normal.
É dos fundadores da produtora Alga Viva, com sede nos Açores, dirige a revista literária Grotta e o Encontro Arquipélago de Escritores e também dirigiu a revista transeatlântico, da Companhia das Ilhas, da Ilha do Pico.
Em vários títulos e espaços culturais, este “Como um Marinheiro Eu partirei” tem recebido as mais entusiásticas críticas, mas tenho a certeza que o juízo que cada leitor dele possa fazer será a melhor referência e a mais desejada para o seu autor.
Creio que aquilo que Telmo Nunes, outro dos nossos escritores de mérito, escreveu no “Diário dos Açores” do passado dia 8 de Junho, sintetiza bem aquilo que sinto sobre esta obra: “Este é um livro de exceção, que merece ser amplamente lido pelas mais variadas geografias, mas particularmente nos Açores e pelos açorianos, já que é narrado um bom naco da sua história que, possivelmente, será desconhecido da maior parte das pessoas. Ademais, representa uma viagem emocionante que resulta de uma forma de estar e de “viver perigosamente”. É preciso ir ler, “é preciso ir ver”.
Desabafei com Nuno Costa Santos a minha falta de coragem para escrever sobre este livro… E perguntei-lhe: Que diria Jacques Brel se o lesse?
Ganhei coragem para escrever, mas a pergunta continua aqui: “Que diria Brel?”… Sem resposta, mas com este grande abraço para Nuno Costa Santos, grato por mais este belo marco literário!
Santos Narciso
Foto: Luís Monte, na apresentação do livro em Ponta Delgada
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Paula Cabral

Identifico-me inteiramente com a sua leitura, Sr. Santos Narciso, e ainda estou a começar a ler. É uma obra em que, na “sinestesia” entre vozes, também podemos encontrar a nossa. Soberba apresentação de um livro também soberbo! Abraço.
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Escritor e jornalista Altino do Tojal homenageado em Braga – O Vilaverdense⁤

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O autor da colectânea de contos “Os Putos”, Altino do Tojal (1939-2018), vai ser alvo de uma conferência de homenagem na próxima quinta-feira, dia 22, às 18h00, na Biblioteca Pública de Braga (BPB)…

Source: Escritor e jornalista Altino do Tojal homenageado em Braga – O Vilaverdense⁤