O titular de uma conta morreu? Eis como ter acesso e como movimentá-la

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Quando alguém morre, o Estado não tem direito, pelo menos no imediato, a ficar com uma parte ou a todo o dinheiro dessa pessoa que esteja depositado no banco.

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Ainda… o logótipo. As ‘trocas’, as polémicas (e versão antiga premiada)

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Muito antes da campanha para as eleições Legislativas, Luís Montenegro tinha-se comprometido a deixar de utilizar o símbolo institucional do Governo de Costa, que gerou polémica por ter simplificado a imagem.

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Aprovada na especialidade proposta do PS que elimina portagens nas ex-SCUT

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Os deputados da Comissão de Economia, Obras Públicas e Habitação aprovaram hoje o projeto dos socialistas que elimina as portagens nas ex-SCUT, durante a votação na especialidade.

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David Brookshaw, traduziu o Raiz Comovida (a semente e a seiva), de Cristóvão de Aguiar.

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David Brookshaw, tradutor de Raul Brandão, Mia Couto, Pepetela, entre outros, conseguiu traduzir o Raiz Comovida (a semente e a seiva), de Cristóvão de Aguiar.
Será em breve editado nos EUA.
Boas notícias no 28.° aniversário do meu Santo António.
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Álvaro Lima

Felicidades para a divulgação de raiz comovida. Cristóvão de Aguiar merece pelo grande escrito

Horas extraordinárias, bolsas e aposentados. Vem aí ‘reforma’ na Educação

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Ministro da Presidência e ministro da Educação surgiram na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do Conselho de Ministros. Foram anunciadas medidas para a Saúde, Seca, mas o grande destaque vai para a Educação.

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CONVITE “Lady Bobs, o seu irmão e eu”

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Subject:

Fwd: CONVITE “Lady Bobs, o seu irmão e eu”

From:

Livraria L <livraria@letraslavadas.pt>

Date:

11/06/2024, 12:51 pm

To:

undisclosed-recipients:;

BCC:

drchryschrystello@gmail.com

 

Caros autores,
boa tarde.

Esperemos que se encontrem bem.
Em anexo segue convite para o lançamento do livro supracitado, que decorrerá no próximo sábado, dia 15 de junho, na Livraria Letras Lavadas.
Contamos com a vossa presença e com o vosso apoio na divulgação.

Com os melhores cumprimentos,
Patrícia Carreiro
Diretora de Loja
Telef.: +351 964 089 918 + 351 296 283 113 (Chamada para a rede móvel e fixa nacional) – Email: livraria@letraslavadas.pt

 

CONVITE_SA~O MIGUEL.jpg

 

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O que significa “Google”? – ZAP Notícias

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26 anos depois, o mundo está agora a descobrir o significado das letras que formam uma palavra que leem todos os dias — e está pasmado. Praticamente todos os dias a grande maioria das pessoas pesquisa na Internet com recurso a um motor de pesquisa que usam para tudo. Mais famoso do que a própria gigante tecnológica Google é capaz de ser a expressão “vai ver ao Google” (ou ‘Google it”, em inglês), que usamos sempre que queremos que alguém confirme alguma informação. E esse nem era o nome original do conhecido motor de busca, estarão agora os internautas a

Source: O que significa “Google”? – ZAP Notícias

Santa Casa deve dinheiro à maior organização criminosa do Brasil – ZAP Notícias

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Dívida para com o Primeiro Comando da Capital (PCC) resultará de uma operação em São Paulo, mas não consta no relatório da auditoria forense que deitou abaixo a provedora Ana Jorge. A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) fez negócios com a maior ‘máfia’ brasileira, a quem ficou a dever dinheiro, revelou, numa reunião de novembro, um gestor da MCE, a empresa de jogo comprada pela Santa Casa no Rio de Janeiro A conclusão é de uma investigação do jornal Expresso com a revista brasileira Piauí. De acordo com a investigação conjunta e com a informação passada ao Ministério

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“Muito inovador”. O Cartão de Cidadão mudou e serve para (quase) tudo

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A nova geração do Cartão de Cidadão, com fotografia maior e que dispensa a utilização de leitor de cartões, abrindo novas formas de utilização como o uso de título de transporte, está disponível a partir de hoje.

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Zéka Soares Implosões

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Peixe do meu quintal Zéka Soares

 

Implosões

 

O plebiscito europeu de 9 de junho último, trouxe mais avisos de que algo muito sério está acontecendo com as democracias globalmente estabelecidas.

As intermitentes crises por entre os políticos de todos os quadrantes, contaminam a confiança dos cidadãos e cidadãs em sistemas que produzem cada vez mais políticos mentirosos, ambiciosos, individualistas e gananciosos.

Com o desenvolvimento, nos últimos vinte anos, das comunicações globais entre todos os cidadãos, o mundo transformou-se numa aldeia, mas os líderes políticos menosprezaram essa fantástica arma democrática. A intercomunicação ativa e instantânea, provocou abertura e intercâmbio de toda a espécie de ideias, confrontos opiniosos e, principalmente, um caudal de informação de tudo para todos. As enciclopédias e os dicionários saltaram para as ruas, tomados pelos povos, ávidos e abertos a toda essa nova era de saber repentino.

Foi tão aliciante, que logo algumas mentes se prontificaram a usar essa tecnologia a seu favor. Usando o cansaço das massas perante os desaires e escândalos dos sistemas liberais e democráticos, prometendo redenção, com novas forças políticas a reinventarem a velha roda…

E na mentira bela e bem vestida, com a prosaica conversa cheia de vocábulos rebuscados nos erros alheios, usam o discurso ardiloso e a retórica oca, mas que sabem ser a mais prometedora. Sim, prometem tudo e mais alguma coisa, para apanhar os incautos, os mais desprevenidos, mas também os revoltados contra a sistémica corrupção das virtudes republicanas.

A tolerância democrática, tem permitido que os abusos alastrem o campo dos argumentos dessas extremas.

Alguém que tenha obstáculos económicos para comprar uns óculos, ou um veterano de guerra com dificuldades de audição, porque os tímpanos foram arruinados na guerra colonial, não há forma desburocratizada de obter com ajuda ou comparticipação das entidades governamentais. Mas alguém que queira mudar de sexo, tem direito imediato a consultas psiquiátricas em Lisboa, com viagem e estadia paga, antes e depois da operação. A própria intervenção cirúrgica é feita através do SNS, portanto à custa do erário público e o custo total desta mudança de sexo, está entre os 80 e os 120 mil euros. Mas, segundo os entendidos, são mudanças apenas estéticas e não tem qualquer função procriadora.

Que alguém se sinta bem num qualquer estado de género e mal por ter nascido do avesso, estará no seu legítimo direito. O problema são todos os outros que se sentem discriminados por não serem ajudados.

Os idosos, que depois de uma vida de trabalho, vivendo apenas de escassa pensão, têm problemas para uma saúde bocal, dentaduras de jeito ou ainda aparelhos auditivos com mais qualidade. Trata-se de uma melhoria da qualidade de vida justa e legítima.

O desprezo dado aos ex-combatentes das colónias ou ainda a todo o veterano de guerra. As míseras participações do ministério da defesa a todos aqueles que deram o melhor de si para a madrasta nação. E no entanto, todos os capitães d’abril, que igualmente prestaram serviço nas colónias, foram promovidos ao generalato.

Mas o pranto democrático vai ser interrompido nas próximas semanas, durante o desenrolar do EUROPEU24. Aqui, todos os países e diáspora da lusofonia, vão estar concentrados no milagre do futebol, com alguns comentadores a pensar que já ganhamos antes mesmo da bola rolar.

No país da complacência frustrada, da condescendência apregoada e da indulgência monástica, é agora o tempo da política se aliar ao futebol. Tal como César – Pão e Circo, para entreter o povo por algum tempo. Depois…, depois logo se vê!!!

 

jose.soares@peixedomeuquintal.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Assumir que as armas passam pelos Açores é a única opção lógica e coerente” – Açoriano Oriental

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Maren Mantovani, coordenadora de Relações Internacionais do movimento Stop the Wall, Movimento Palestiniano Anti-Apartheid

Source: “Assumir que as armas passam pelos Açores é a única opção lógica e coerente” – Açoriano Oriental

massificação do turismo mesmo que o neguem

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May be an image of slow loris and text that says 'entrevista Correio อร τες, de Junho de 2024 Eduarda Pimenta, Presidente da Junta de Freguesia das Furas Moradores das Furnas queixam-se do aumento do trânsito, de falta de estacionamentoe elevado número de pessoas a circular pela freguesia ee'

A realidade, está a quilómetros de distância dos nossos governantes que, afirmam, à boca cheia de que não temos massificação de turismo!
A falta de planeamento e de vigilância, para um turismo sustentável, vai levar-nos à destruição da nossa “galinha dos ovos de ouro”!
Triste!!
Sonia Nicolau

Em toda a ilha, e em particular em zonas de grande afluência, era urgente criar ordenamento no território para a circulação de veiculos e pessoas. Espaços de estacionamento à entrada e saidas de freguesias, para estimular a circulação em modo suave em detrimento de carros. Os turistas agradecem e reconhem a necessidadd de organizar e disciplinar. E os residentes terão melhor qusludade. É toda outra mentalidade.

A DESCOBERTA DOS AÇORES

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O Vórtice Telúrico da Lagoa das Furnas
Parte IV
Continuando com a temática sobre o Vórtice Telúrico da Lagoa das Furnas, a História da Ordem do Templo e geo-telurismo.
É provável que, a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Jerusálem já conhecessem os arquipélago dos Açores e Madeira, antes da data do povoamento oficial destas ilhas e que, segundo os historiadores foi 1427. No caso da ilha da Madeira foi 1418.
A ilha do Arcanjo, funcionou durante algum tempo, como uma pequena colónia secreta perdida no meio do Atlântico e onde os Templários podiam levar a cabo as suas actividades secretas longe dos olhares indiscretos do Papado e da Corte portuguesa. Aportaram aqui à ilha do Arcanjo, 3 grupos de Cavaleiros que, outrora já tinham ouvido falar sobre os Açores, através do ciclo de lendas do monge irlândes São Brandão, nascido no condado de Kerry em 484 que, segundo algumas lendas, descobriu uma ilha vulcânica paradisíaca e luxuriante no meio do Atlântico e a cerca de 15 dias de viagem apartir do sul da Irlanda.
Alguns historiadores defendem a teoria de que, essa viagem teve como destino as ilhas Faroé. Mas, pessoalmente, discordo, uma vez que, navegando com bom tempo, partindo do sul da Irlanda até aos Açores, a viagem demora cerca de 15 dias. Além disso, a lenda refere que, o monge de Kerry encontrou uma ilha com vegetação luxuriante e onde havia várias nascentes de águas termais, algumas delas quentes devido ao vulcanismo.
A ilha de S. Brandão está presente em quase todos os mapas medievais, ocupando no Atlântico Norte posições que variam desde o Brasil, as Antílias, a Terra Nova, os Açores e as Canárias. A épica viagem acima mencionada, terá durado cerca de 7 anos, durante a qual foram visitados diversos lugares e encontradas as mais estranhas criaturas, entre as quais, uma baleia tão grande que, foi confundida com uma ilha e sobre a qual o monge irlandês acendeu uma fogueira. Esta façanha é referida nas Navigatio Sancti Brendani e a ilha mítica também é conhecida como Ilhas Afortunadas, ou Ilha dos Bem-Aventurados.
Segundo a lenda, S. Brandão partiu das proximidades de Ardfert, Irlanda com um grupo de 60 monges da abadia de Shanakeel, em busca do jardim do Éden, também conhecido com a Ilha das Delícias, ou o Paraíso.
Queria aqui referir que, algumas lendas populares antigas dos Açores e dos Guanches das Canárias, também fazem referência à ilha de S. Brandão, sendo esta uma ilha encantada e invisível que só é avistada muito raramente no mar, de 100 em 100 anos.
Fernão de Noronha identificou o Brasil como a ilha de S. Brandão, mas a real localização da mesma, ainda divide fortemente investigadores e historiadores. E é causa de várias teorias, especulação e controvérsia.
Não nos podemos esquecer que, Sir John Chandos, o Condestável da Aquitânia, era um nobre cavaleiro escocês e pode ter tido contacto com as lendas de S. Brandão.
Acredito que, foi esta lenda irlandesa, que inspirou o nosso imortal Luís Vaz de Camões, a escrever o Canto X dos Lusíadas, sobre as Ilhas dos Amores, ou Ilhas dos Bem-Aventurados.
Os Templários viajaram de Jerusálem para os Açores apartir do porto de La Rochelle, França e Sir John Chandos, também conhecido por Mossen do Canto, visitou os Açores antes de 1380.
Recordo-me de ter lido, num dos artigos do professor, historiador e ocultista Vitor Manuel Adrião que, há um manuscrito guardado na biblioteca dum mosteiro do norte de Espanha, que faz referência aos arquipélagos dos Açores e Madeira antes de 1380, portanto, antes da data do povoamento oficial destas ilhas atlânticas.
Provavelmente, a Coroa de Espanha teve conhecimento de ilhas perdidas no Atlântico, antes dos portugueses terem cá chegado a estas paragens e que eram conhecidas como ” Capraria”, os Ilhéus das Cabras, por aqui haver muito gado selvagem. Facto este, referido pelo dr Gaspar Fructuoso na sua obra Saudades da Terra.
Por isso, a obra Libro Del Conoscimiento datada de 1348 e atribuida a um frade mendicante espanhol, faz referência ás ilhas da Madeira e Porto Santo.
Alguns historiadores defendem que, em 1317 o navegador genovês Emanuel Pizzagno, também conhecido como Manuel Pessanha comandou uma expedição marítima no Atlântico a pedido do rei português D. Afonso IV. Alguns historiadores atribuem a Pizzagno a descoberta dos arquipélagos Açores, Madeira e Canárias, bem como a autoria do Atlas Catalão
É provável que, a Proto-História dos arquipélagos da Macaronésia esteja ligada às lendas sobre a Atlântida de Platão.
Há investigadores que, defendem a teoria de que, alguns membros da Ordem do Templo tiveram conhecimento da existência duma grande ilha-continente que se afundou no Atlântico Norte através de sucessivos cataclismos, à cerca de aproximadamente 12 mil anos. Ainda segundo essa teoria, essas lendas foram preservadas na Europa através dos monges da Ordem Cisterciense e que, tiveram conhecimento do cataclismo da Ilha de Póseidon, através de contactos com os Druidas da Galiza que, perservaram essas histórias ancestrais nas suas lendas, cerimónias religiosas e tradição oral.
As lendas referem que, aquando a destruição da Ilha-Continente, ou Antília, alguns atlantes fugiram para a zona da Serra das Astúrias e Galiza e foi também apartir de lá que, se iniciou a Reconquista Cristã da Península Ibérica apartir do ano 722, data da Batalha de Covadonga.
Há uma inscrição caldaica datada de 2000 A.C., guardada na biblioteca do templo do Palácio da Potala, Tibete que diz o seguinte:-” Quando a estrela Baal caiu no lugar onde hoje só há mar e céu, as Setes Cidades com suas portas de ouro e templos resplandescentes estremeceram como folhas de árvores movidas por forte vendaval e então, línguas de fogo e fumo cairam sobre os palácios. Os gritos de agonia da multidão enchiam os ares. Buscavam refúgio nos seus templos e cidadelas, e então o sábio sacerdote Ra-Mú apresentou-se diante deles e disse:-” Já não tinha previsto tudo isto?!” E Mú replicou:- Morrereis com os vossos escravos e vossas riquezas e das vossas cinzas surgirão novas nações. Se elas se esquecerem que, devem ser grandes, não pelo que adquiriram, mas sim pelo que dão e pelo que são, a mesma sorte trágica as espera.”
As chamas e o fumo abafaram as palavras de Mú. A Terra desfez-se em pedaços e afundou-se com seus habitantes e riquezas nas profundezas do mar.”
Há 2 irmãos navegadores italianos, do século XIV e que, na minha opinião, podem estar relacionados com o “puzzle” do enigma histórico da descoberta dos arquipélagos da Macaronésia. Foram eles dois irmãos navegadores nascidos na Veneza do século XIV:- Nicolo Zeno e António Zeno.
Alguns investigadores defendem a teoria de que, os irmãos Zeno chegaram ao Novo Mundo por volta do ano de 1400 e efecturam algumas viagens exploratórias no Atlântico Norte por volta de 1390.
A família Zeno era parte estabelecida da aristocracia de Veneza e transportaram muitas pessoas e bens entre Veneza e Jerusálem no tempo das Cruzadas.
O herói naval e almirante de Veneza, Carlos Zeno também pertenceu à família destes dois exploradores anteriormente referidos.
Carlo Zeno foi aclamado como herói na batalha de Chioggia contra a República de Génova.
É importante referir que, o mapa do almirante Píri-Reis refere que, os Açores foram descobertos acidentalmente por uma nau genovesa proveniente da Flandres por volta de 1390. Os irmãos Zeno tiveram conhecimento das viagens de outro grande explorador veneziano:- Marco Polo e que, segundo alguns historiadores, poderá ter chegado ao continente americano cerca de 200 anos antes de Cristovão Colombo. Nos mapas de Marco Polo está representada a Ásia, o Estreito de Bering e o Alaska.
A investigadora, escritora e historiadora norte-americana Zena Halpern, passou muitos anos a estudar e investigar os segredos da Ordem do Templo e a hipótese da viagens pré-colombianas para o Novo Mundo.
Escreveu vários livros sobre o Templarismo e a sua possível presença no continente americano, mais especificamente, na ilha de Oak Island, Nova Escócia, Canadá. Ilha essa, onde actualmente, os irmãos Riky e Marty Lagina ccontinuam numa caça ao tesouro à mais de 40 anos.
Segundo antigos mapas e informação que a investigadora teve acesso, os Templários já conheciam o caminho marítimo para a América desde o século XIII. Essas rotas comerciais e marítimas foram mantidas em grande secretismo, para que não houvesse a fuga de europeus refugiados das guerras e perseguições religiosas, rumo ao Novo Mundo.
Contou Fernando Colombo, o filho de Cristovão Colombo, almirante das Espanhas, que noticias duma ilha perdida no Atlântico, chegaram um certo dia à ilha da Madeira, notícias que fizeram nascer em seu pai, desejos de partida e aventura.
Muitas são as lendas referentes aos Açores, relatando a existencia naquele local do Atlantico, duma enorme ilha maravilhosa e encoberta por entre o nevoeiro dos mares. As nove ilhas do arquipélago dos Acores, seriam para muitos e, de acordo com essas lendas ancestrais, os restos de uma esplendorosa civilização que chega a ser ligada com a mistica de Atlântida descrita por Platão nos seus diálogos:-Timeu, Crítias e o Fedon.
Assim como, o filho de Colombo, deixou notícia do modo como soube da existência daquela ilha, também antigas cartas de marear e portulanos anteriores ao descobrimento oficial das ilhas e organizados traziam figurada a oeste da costa portuguesa, no Atlântico Ocidental, uma enorme ilha, a que estava aposta a denominação de Ilha das Sete Cidades, ou Antília. Segundo a tradição corrente, essa ilha era possuidora de riquezas fabulosas, quer de origem natural, quer manufacturadas pelo Homem, que nela havia construido cidades indescritíveis com seus palacios e torres de cristal e ouricalco. Por essa razão e desde o início da aventura, as naus da Descoberta apontaram as proas na sua rota, com a finalidade de trazerem para o Reino algumas de suas riquezas e celebrarem tratados de amizade com os nativos da ilha.
Conta a lenda que, no tempo das invasões de mouros de Tarique, ano de 711, um grupo de sete bispos moçárabes fugiu da Peninsula Ibérica, com todos os cristãos que quiseram acompanha-los. Embarcaram em naus na foz do rio Douro e partiram em busca de paz e seguranca. Após 12 dias de viagem, foram arrastados por enorme tempestade e os viajantes acabaram por dar por si diante de uma ilha deserta e paradisíaca. Estabeleceram-se na ilha e dividiram seu território em sete parcelas, onde cada bispo fundou sua cidade.
Tão bem se acharam que, para evitarem a fuga dos seus habitantes, afundaram os barcos. Dali por diante e cada vez que uma embarcação chegava à ilha, a tripulação era retirada e os barcos destruidos para que, ninguém no mundo exterior soubesse da existência daquela ilha misteriosa.
Diz-se que, as cidades eram enormes e bem delineadas. Os palácios eram feitos de ouro maciço e estavam defendidos por fortificações construídas com blocos cúbicos gigantescos de pedra. A paz em que viviam, possibilitava-lhes o estudo da matematica, geometria, filosofia e resolução de problemas vitais. Diz-se que, as cidades eram enormes, rodeadas de grandes muralhas. Os palácios tinham paredes de ouro e estavam defendidos por forticações construídas com ciclópicos blocos cúbitos de pedra. A paz era total na ilha.
O relato de Fernando Colombo diz-nos que, aqueles navegantes chegados fortuitamente a Antília, trouxeram ao Infante D. Henrique, um punhado de areia da praia, onde um ourives de Lisboa extraiu imenso ouro. E acrescenta que, esses homens fugiram do Reino, aquando a análise da areia e o Infante os mandou embarcar de novo em direção à ilha fabulosa. Mas, a ilha fabulosa nunca mais foi encontrada pelos caminheiros das águas.
Paulo Miranda
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