tentativa de homicidio em pleno dia em ponta delgada

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Homem de 35 anos esfaqueado junto à Igreja do Senhor Santo Cristo dos Milagres
Ontem, pelas 12h30, um homem de 35 anos foi esfaqueado na Rua Dr. Gil Mont’Alverne Sequeira, mesmo em frente ao portão de acesso à roda do Senhor Santo Cristo dos Milagres. O autor do crime ainda não foi identificado, e o caso está a ser investigado pela Polícia de Segurança Pública (PSP).
De acordo com as informações da PSP, a vítima sofreu um golpe no tronco com uma arma branca, que se presume ser uma navalha. Após o ataque, o suspeito abandonou o local e até à hora de encerrarmos a edição não tinha sido identificado.
A vítima foi imediatamente conduzida ao Hospital CUF e, segundo a PSP, apresenta um estado clínico estável e, portanto, já não corre risco de vida.
A investigação do caso está agora sob responsabilidade da PSP, que irá proceder à audição de eventuais testemunhas para encontrar o autor do crime e esclarecer as circunstâncias que envolveram a briga.
De acordo com algumas testemunhas presentes no local, o episódio terá ocorrido entre dois indivíduos – vítima e suspeito – em situação de sem-abrigo. Admite-se a hipótese de o desacato esteja relacionado com questões de consumo e venda de drogas sintéticas. Contudo, a PSP ainda não estava ontem em condições de confirmar estes dados, pois “eventuais testemunhas terão de ser ouvidas e só depois é que podemos perceber se terá sido uma disputa entre pessoas em situação de sem-abrigo”, declarou o porta-voz da PSP.
O incidente gerou grande preocupação entre os transeuntes, sobretudo por ter ocorrido em plena luz do dia numa rua bastante movimentada por locais e turistas; e pela proximidade da Igreja do Senhor Santo Cristo dos Milagres, considerada o local de culto mais importante da cidade de Ponta Delgada.
A PSP continuava ontem as diligências para identificar o autor do crime e esclarecer todos os contornos do sucedido. CA
https://correiodosacores.pt/2024/08/20/homem-de-35-anos-esfaqueado-junto-a-igreja-do-senhor-santo-cristo-dos-milagres/
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Filipa Marques

A polícia não é responsável por nenhum acto dos cidadãos. Não pode haver um agente por habitante. Se fosse polícia faria o mínimo possível. Eles defendem, prendem, levam horas a preencher papéis e os juízes soltam-nos. Ainda têm o problema de sofrer represálias.
  • 5 minutes ago
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Rita Santos acusa cônsul de Portugal de ter “agenda própria”

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A conselheira das comunidades portuguesas criticou ainda o consulado por não emitir visto para chineses e não portugueses de Macau que pretendem estudar em Portugal.

Source: Rita Santos acusa cônsul de Portugal de ter “agenda própria”

PDL TROTINETES SEM SEGURO

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Henrique’s post

A respeito das trotinetes e bicicletas eléctricas enviei hoje ao Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada o seguinte email:
Boa tarde,
Venho por este meio solicitar a Vexas, que autorizaram a empresa de bicicletas e trotinetes eléctricas no Concelho de Ponta Delgada, a divulgarem aos vossos Munícipes, em caso de acidente, e atendendo a que quem as conduz, não tem qualquer tipo de seguro, quem é responsável pelo pagamento dos estragos físicos e materiais causados por estas.
Com os melhores cumprimentos,
Henrique Schanderl
h.schanderl@sapo.pt
Telf: 918784177
Enviado do meu iPhone

Antonio Manuel Macedo Silva

Hum…..vais dar stress ao “feitor”. Ainda levas uma ameaça de processo!!!!
  • 4 hours ago
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Pierre Sousa Lima

Antonio Manuel Macedo Silva cuidado. Ainda ameaça-te novamente com um processo 😉
  • 2 hours ago
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Manuel Botelho

O melhor é esperar sentado.
  • 4 hours ago
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Jorge Pereira da Silva

Não acredito que venha a resposta 😪 vão-te encaminhar para a Bolt.
  • 4 hours ago
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Luisa Câmara

Jorge Pereira da Silva não o podem fazer a Câmara e obrigada a responder.
  • 3 hours ago
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Luisa Câmara

Jorge Pereira da Silva pode demorar por má fé mas eu não penso morrer já.
  • 3 hours ago
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Jose Vieira Medeiros

Espera sentado amigo
  • 4 hours ago
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Pedro Santos

Pode esperar sentado pela resposta!
  • 4 hours ago
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Rosa Lima Barreto

Boa, subscrevo na integra. Tem que haver regras tal como qq viatura. Ainda ontem me deparei com uma situação chata e muito perigosa. Podem andar por todo o lado sem restrições. É uma anarquia total.
  • 4 hours ago
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Luna Telles Ribeiro

No dia de um acidente…. Como é?
  • 3 hours ago
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Luna Telles Ribeiro replied
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about an hour ago
Luisa Câmara

Muito bem eu vou ao balcão da Câmara para pedir o custo desta brincadeira e o regulamento.
  • 3 hours ago
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Luis Monteiro

Nos Açores, após a miserável incapacidade para dar a conhecer o sistema da carta por pontos, cujo desconhecimento generalizado em muito contribui para os desastrosos números da sinistralidade rodoviária, assiste-se à repetição do mesmo desinteresse em levar a efeito, com o devido planeamento, uma campanha sobre os procedimentos associados a circulação das trotinetes. É preguiça sim senhor!!!
  • 3 hours ago
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Henrique Schanderl replied
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2 hours ago
Faty Feijó

Certíssimo! Ando com muito receio nas ruas é um perigo constante.
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Ana Maria Tavares Carreiro

Eu ando com bengala e se for necessário faço uso dela . Nos países mais civilizados estão a acabar com elas mas este presidentezinho só trabalha para os turistas!!!
  • 2 hours ago
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Francisco Eduardo Sousa Ferreira

Ora muito bem, ótima questão….!!! Veremos se alguém te responde caro amigo.😉👍
  • 2 hours ago
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António Martins

Essas bicicletas e tratinetes deviam ser obrigatório o seguro és não sobra para nós
  • about an hour ago
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Trabalhadores remotos estão a ser apanhados a (não) mexer o rato

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É o jogo do gato e (literalmente) do rato. O teletrabalho, que se popularizou durante a pandemia de covid-19 e se manteve após o seu fim, abriu as portas a todo o tipo de dispositivos e softwares que simulam os movimentos do rato ou do teclado. As empresas estão a aprender a usar tecnologias que os apanham. Um pouco por todo o mundo, trabalhadores remotos estão a usar tecnologias “mouse-mover” para fingir que estão a trabalhar. Agora, alguns destes trabalhadores estão a ser apanhados — e despedidos. Esse foi o caso da Wells Fargo — que apanhou recentemente mais de

Source: Trabalhadores remotos estão a ser apanhados a (não) mexer o rato

vai começar a minha semana de terror…recordo anos passados

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480 ALERGIA A FESTAS, AGO 2022

Os politicamente corretos vão mesmo crucificar-me hoje. Tenho uma enorme alergia a festas da padroeira da freguesia, a meu favor os cães da vizinha, os de casa e dezenas de outros nas vizinhanças, e os pássaros que nessa semana debandam atordoados pelas incessantes roqueiras e foguetes tonitruantes que a desoras entre as 07 e as 03 da madrugada soam nos ares.

Tal como a música encanada ou não que surge na maioria das ruas, como os bares e tascas improvisadas que nascem como cogumelos, e leva as pessoas a encostarem-se aos berros, gritos e em alegadas conversas (bêbadas, muitas vezes) até altas horas, sob a sacada das minhas janelas ou sentadas nos degraus do patamar de casa.

Como a ecologia ainda não medra por estas bandas na manhã seguinte o chão fica atulhado de copos de plástico, beatas de cigarro e outros detritos que, eventualmente, o pessoal da junta irá limpar, quando acabarem de limpar as ruas dos detritos de folhas e flores que sobraram da procissão.

Este ano a comissão organizadora ressabiada pelos dois anos de pandemia resolveu alargar de 6 para 10 dias as libações celebratórias, convidado grupos musicais para dois dias antes do habitual, mas a população que ainda trabalha durante a semana não parece ter aderido. Outra novidade foi a trasladação da imagem da Senhora do Rosário para a Capela e desta para a Igreja ter sido feita numa carrinha de vaqueiro e não aos ombros dos acólitos, um progresso tecnológico que demorou a chegar, e do qual ignoro ter sido um sucesso ou não.

Desde há séculos que a tradição de pintar as casas se mantém. Este ano os pintores não tinham mãos a medir e eu que até pinto a casa quando precisa e não quando é festa, vi-me e desejei-me para arranjar “mestres” disponíveis dois meses antes do evento.

Houve menos barulho duma forma geral, sem a discoteca improvisada na Rua do Rosário a debitar tecno bass até às três da manhã, o que os meus ouvidos agradecem e mais ainda o coração que palpita acelerado com esses ritmos.

O bar tasquinha em frente a casa não causou grande transtorno mas os seus frequentadores de ambos os sexos devem ter problemas auditivos pois ao virem cá para fora fumar e falar, faziam-no aos berros noite adentro adiando, injustamente, o meu sono de justo. Mas vá lá, foi um sacrifício por uma causa justa que esta gente nem é muito de futebóis, não vai a Fátima que é caro, as procissões de romeiros foram suspensas e só lhes resta a festa anual para se libertarem das grilhetas do quotidiano.

Para isso se aperaltam novas e velhas em seus vestidos, saias curtas e decotes generosos, maquilhadas como se na ida às missas fossem a um concurso de misses. A grande diferença doutras eras é que não se apalavram namoros ou casamentos como dantes, e a estatística diz que em cada dez casamentos sete dão lugar a divórcio e em curto prazo.

Mudam-se os tempos mas os emigrantes continuam a voltar para reviver eras passadas que já não reconhecem nestes dias que correm. Um casal deles, emigrado nas Américas há 60 anos até me pediram para lhes tirar uma foto quando eu gravava os tapetes de flores da procissão e foram contando a sua vida e o orgulho de serem nativos daqui.

Ninguém se deu conta da crise que aí está para durar e encarecer mais a vida exceto o dono das vacas que pediu (como só ele sabe) preço mais alto para o leite. Concordo plenamente, desde que todos sejam compensados pela carestia desta inflação que nos vai fazer emagrecer as poupanças que não temos, os aumentos que não tivemos e a subida especulativa de todos os bens. Mas quando a crise apertar pode ser que as coisas mudem já que as mentalidades, essas parecem imutáveis.

ou esta outra crónica

AGORA QUE AS FESTAS SE FORAM 13.9.2022

Estamos numa crise que se agudizará neste outono e inverno, mas a maioria das autarquias (salvou-se a da Ribeira Grande, S Miguel) gastou o que tinha e não tinha nas habituais festas brancas, azuis, arcos-íris, filarmónicas, animação de noite e de dia, cantantes e demais artistas, a quem sinceramente espero tenham pago cachet, que os anos da pandemia foram de míngua.

Dizem todos que foram um sucesso, festas em todas as cidades, vilas e freguesias, foguetes, roqueiras, fogo-de-artifício e artifícios sem fogo, procissões religiosas e festivais pagãos, emigrantes regressados e os nativos ou locais saciados. Enquanto isto a inflação chegou aos 7% nos Açores (aqui demora sempre mais tempo a chegar e irá subir muito mais), as pessoas sem se queixarem, sem se manifestarem contra os brutais aumentos da eletricidade, água, víveres, combustíveis e de todo o generalizado (nem sempre fundado) aumento da carestia da vida, que a guerra tem costas largas. Depois as artimanhas do governo da república, a dar uma esmola que é uma ínfima parte do que a mais recebeu fruto da inflação e da carestia.

Infelizmente, estes “circos” popularuchos servem para opiar mais o povo iletrado, inculto e ignorante que vota nos que melhor o exploram. Um novo tipo de feudalismo e de escravatura

Perpetuam o fosso entre os que “têm” e os que não têm alforria. A massificação da cultura popular” versus a redução abrupta dos orçamentos culturais (artes, teatro, literatura) manterá o mínimo denominador comum de iliteracia. Um povo iletrado não pode ser livre nem preserva a autonomia, permanece subjugado e submisso aos que o espezinham.

Queixam-se todos de que – em ano algum – os parcos apoios a eventos culturais e associações do setor chegaram tão tarde, quando chegaram…pode ser que alguns desistam e para o ano sempre se poupa mais algum. Ou então que emigrem em vez de organizarem conferências, palestras, exposições, colóquios e outras atividades elitistas para meia dúzia de pessoas.

Os senhores nos castelos e os servos da gleba esmifrando as migalhas que lhes atiram das ameias, eternamente gratos, (agora já não há chapéus na mão) a agradecer tanta benesse e caridade. Nem o país, nem as ilhas progredirão, o “status quo” preserva a ordem estabelecida e os bobos da Corte. A crítica mordaz não agrada aos que detêm o poder e são objeto da sátira e da jocosidade de quem vê o mundo numa moldura maior do que as mentes tacanhas. Até nisto a História se repete e poucos foram os que do olvido e da lei da morte se libertaram, numa paráfrase livre do épico Camões. Resta ‑me lavrar o desacordo e sonhar com um mundo melhor, mais justo e equitativo que é exatamente o oposto do que assistimos nas últimas décadas.

Possa eu continuar a contar livremente sonhos e utopias, sinal de que os senhores do mundo ainda não calaram todas as vozes. Aqui não é o Haiti (como dizia o Caetano Veloso) nem a Coreia do Norte e ainda há liberdade de pensar. O meu voto continua sem estar à venda, mesmo só com valor estatístico sem representatividade eleitoral. Controlado, vigiado, escutado, analisado e dissecado vou resistir enquanto puder (i.e. viver) a ser um mero píxel nos ecrãs dos controladores globais que nos programam. Não será pelo medo que viciarão os momentos livres e felizes.

E eu que até sou súbdito da coroa britânica interrogo-me se Portugal é, de facto, um país monárquico ou membro da Commonwealth, pois desde o falecimento da augusta soberana Elizabeth Regina que 90% dos canais noticiosos de TV não dá senão a cobertura de tudo o que se passa na velha Albion. Faltou mostrar as solas dos sapatos do novo Rei ou a cor das cuecas.

Tenho pena dele, começar o primeiro emprego aos 73 anos é duro e temo que cá pensem em alterar a idade da reforma fruto desta sua tomada de posse tão adiantado em anos. Entretanto os poderes que mandam viram-se livres daquela que se deveria ter tornado rainha consorte, Diana de seu nome, aceitando a sua substituição por esta divorciada que ora acompanha Carlos (III ou Carlos I da Austrália). Nem as monarquias são já o que eram e qualquer dia (exceto nas Arábias) passam a espécie em vias de extinção apenas visíveis em zoológicos especiais. Não é que as democracias que eu conheço sejam muito melhores, e há sempre umas ditaduras e uns tiranos ao virar de cada esquina, prontos a satisfazer os populismos de que se alimentam as festas de verão com que comecei esta crónica.