Há uma praia portuguesa entre as mais dececionantes do mundo

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A Praia de Waikiki, no Havai, foi a vencedora da lista geral. Já a Praia da Falésia, no Algarve, ficou no top 3 das queixas da sobrelotação. Uma pesquisa da empresa de software e segurança Cloudwards analisou as avaliações do TripAdvisor de 200 das praias mais populares do mundo e criou um top 100 das praias mais dececionantes do planeta. Utilizando palavras-chave relacionadas com sujidade, sobrelotação, longas filas e ruído, a Cloudwards calculou uma “Pontuação de Reclamação” de 0 a 100. A Praia de Waikiki pode ser um dos trechos de areia mais fotografados do Havai, mas foi também o

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Fogos? Governo promete “passos” para cumprir plano de prevenção a 30 anos

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O Governo apontou hoje o Plano de Intervenção na Floresta para os próximos 30 anos, ainda por aprovar, como forma de prevenir incêndios com as dimensões dos que se têm registado, nomeadamente na Peneda-Gerês.

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Há um sítio do mundo onde podemos estar um dia atrás e um dia à frente ao mesmo tempo – ZAP Notícias

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Em Taveuni, nas Ilhas Fiji, podemos estar, geograficamente, num dia atrás e num dia à frente, ao mesmo tempo. No entanto, em termos práticos, o fuso horário é sempre o mesmo. A Linha Internacional de Data (LID) é uma linha imaginária na superfície da Terra que, ao ser cruzada, marca a mudança de data no planeta. Graças à sua “magia”, é possível estar um dia atrás e um dia à frente ao mesmo tempo. Ou seja, se atravessarmos com um pé esta linha de oeste para leste, atrasamos um dia no calendário. Pelo contrário, se a atravessarmos o outro pé

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Ministra mentiu: há zero queixas contra mães a amamentar. Casos de abuso só de empresas – ZAP Notícias

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CITE e ACT confirmam que não há registo de abusos por parte das mães, depois de a ministra do Trabalho ter garantido que o Governo “tem conhecimento de muitas práticas” desses abusos sem dados para o sustentar. Há exatamente zero registos de abusos por parte de mães trabalhadoras no uso da dispensa para amamentação, confirma a presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) ao Correio da Manhã. A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) confirmou o mesmo: no uso da dispensa para amamentação, não registou nenhum abuso por parte de mães trabalhadoras nos últimos

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Movimento de cidadãos de Ponta Delgada quer centro de reabilitação fora da zona habitacional – Rádio Atlântida

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O grupo de cidadãos Santa Clara Vida Nova defendeu hoje […]

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Capitão da GNR era cabecilha de rede de tráfico de cocaína – Portugal – Correio da Manhã

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Polícia Judiciária deteve dois suspeitos e apreendeu 1400 quilos de droga avaliada em 30 milhões de euros que chegaram a Leixões em contentores com peles de animais.

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Ilhas com recreios invisíveis

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Ilhas com recreios invisíveis
Nas nove ilhas que compõem os Açores, perdidas no meio do Atlântico, há escolas onde o recreio parece ser um conceito teórico, uma ideia bonita nos planos curriculares, mas inexistente no chão da realidade. Num país europeu, em pleno século XXI, é quase cínico admitir que ainda existam estabelecimentos de ensino onde as crianças não têm acesso a um simples escorrega, a um baloiço funcional ou a um espaço minimamente estruturado para brincar com segurança. Mas é o que acontece. E não numa ou duas escolas, mas em várias.
Num território que se orgulha de políticas públicas voltadas para a infância, de programas de promoção da atividade física e de campanhas contra o sedentarismo, é profundamente contraditório que o recreio continue a ser, em muitas escolas açorianas, um espaço de cimento nu, quando não de terra batida. A ironia não escapa: as crianças ouvem falar da importância do movimento e da brincadeira para a saúde, mas quando saem para o intervalo encontram um vazio onde deveriam existir equipamentos lúdicos.
Claro que a insularidade é sempre o argumento de reserva. Mas, curiosamente, tudo isso parece não ser impedimento quando se trata de outras prioridades. O problema, no fundo, é de escala política. Somos um país pequeno, com recursos finitos, sim. Mas também somos um país que gosta de proclamar que nenhuma criança deve ficar para trás. Talvez esteja na hora de verificar se essa máxima também se aplica aos recreios escolares.
A investigação científica é clara: brincar é essencial. Não é um luxo, nem uma actividade secundária. É durante o recreio que se desenvolvem competências motoras, emocionais e sociais. É no jogo espontâneo que a criança aprende a negociar, a cooperar e a lidar com frustrações. A Organização Mundial da Saúde, a UNICEF e inúmeros estudos académicos sublinham a importância do espaço exterior no contexto escolar. E, no entanto, há alunos nos Açores cujo recreio consiste em andar à volta de um pátio murado, sem uma única estrutura que estimule a criatividade ou o movimento.
Este abandono silencioso dos espaços de recreio revela uma falha de visão política. E é aqui que a assertividade se impõe: investir em escorregas, baloiços e pavimentos seguros não é uma questão estética ou de cosmética educativa. É uma exigência mínima de dignidade pedagógica. Um governo regional que aloca verbas a obras emblemáticas e a eventos culturais de grande visibilidade mediática, mas que deixa ao abandono os equipamentos de recreio escolar, revela prioridades distorcidas.
Trata-se, em última instância, de decidir que tipo de infância queremos promover nas ilhas. Uma infância contida, confinada ao cimento, ou uma infância plena, com liberdade para correr, cair, levantar-se e crescer. Não se pede nada de extraordinário. Apenas o mínimo. Um baloiço que não enferruje ao segundo dia. Um escorrega que não ameace partir-se ao meio. Um espaço onde brincar seja tão natural como aprender a ler.
Porque, num país pequeno, o que não podemos permitir é pensar em pequeno. Especialmente quando se trata dos mais novos.

These jobs will thrive – but others may vanish – as AI transforms Australia’s workforce

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AI could put a rocket under Australia’s economy, but there’s no guarantee this growth will include everyone.

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exames nacionais, o falhanço da educação

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As notas dos exames nacionais baixaram.
E não foi pouco.
Português e Matemática, as disciplinas estruturantes, os pilares do percurso académico, mostraram sinais claros de alarme.
Mas… será mesmo surpresa?
Quem anda no terreno, quem ensina desde o início, quem conhece o pulsar das salas do 1.º ciclo, já adivinhava.
Perguntem aos professores do 1.º ciclo.
A resposta está lá.
Está no tempo que falta.
Na pressão para “dar matéria”.
No currículo extenso, cada vez mais desfasado da maturidade e das reais capacidades das crianças.
Na ausência de tempo para parar, rever, consolidar.
Na obsessão pelo imediato e pelo resultado, esquecendo que sem alicerces bem lançados, nenhum edifício se aguenta.
Longe vai o tempo em que havia espaço para ensinar com profundidade, para repetir sem culpa, para respeitar o ritmo de cada criança.
Havia mais tempo.
Mais sentido pedagógico.
E sim, havia também mais educação, mais responsabilidade, mais respeito, dentro e fora da sala de aula.
Hoje, muitos dos conteúdos exigidos no 1.º ciclo são desajustados.
Muito desajustados!
Uma criança de 6 anos, é uma criança de 6 anos e não de 10!
Espera-se que crianças de 6, 7 ou 8 anos pensem e resolvam como pequenos adultos.
Ao mesmo tempo, banalizam-se os verdadeiros pilares, a leitura fluente, o cálculo mental, a compreensão, o pensamento lógico.
A pressa para “chegar ao fim” rouba-nos o essencial, que é ensinar bem.
Além disso, a “ausência “ quase total de reprovações no 1.º ano, está na BASE deste grande problema!
Entenderam, Senhores?
E quando digo reprovar, é mesmo reprovar, não é fazer de conta que se reprova….Em que a criança reprova, mas acompanha a turma, cujos alunos transitaram todos de ano…
Pois, só podemos estar a BRINCAR com isto!
Depois…
Depois, quando os resultados nacionais mostram o reflexo desta lógica apressada e mal planeada, finge-se espanto.
Apontam-se dedos a tudo, menos ao que verdadeiramente importa.
O 1.º ciclo é o alicerce da escola, minha gente!
É aí que se constrói a base de tudo o que virá depois.
E uma base instável não aguenta o peso dos anos.
Se continuarmos a empurrar para a frente sem olhar para trás, não estaremos só na cauda da Europa.
Estaremos a comprometer o futuro de gerações inteiras.
É tempo de escutar quem sabe.
De dar voz aos professores do 1.º ciclo.
De reequilibrar o currículo.
De valorizar o tempo de ensinar.
Porque sem isso, não há milagre educativo que resista.
Nem rankings, nem planos de recuperação, nem exames que salvem o que nunca foi verdadeiramente construído.
É que…
Quando a base falha, o edifício racha!
Bom dia!

Em 2021 entrevistei o João Pedro Porto, meu aluno na Domingos Rebelo

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A entrevista “João Pedro Porto a fundo, na raiz do humano” foi publicada na Revista Desassossego: https://revistas.usp.br/desassossego/issue/view/11543
Fiquei muito feliz com este reconhecimento!
Susana Antunes
Associate Professor of Portuguese
University of Wisconsin-Milwaukee

MEO Monte Verde faz história nos Açores com uma edição centrada em tecnologia, cultura e inclusão

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O maior festival de verão dos Açores está de volta para mais uma edição memorável.

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Escritor cabo-verdiano Daniel Medina recebe Prémio Literário Guerra Junqueira Lusofonia 2023  – Balai

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O escritor cabo-verdiano Daniel Medina recebeu ontem, dia 6, em Lisboa (Portugal) o Prémio Literário Guerra Junqueira Lusofonia 2023, em reconhecimento à sua contribuição significativa para a cultura e literatura de língua portuguesa.

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