poema do dia chrys c

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563. quando morrer (lomba da maia) 4 dezº 2012

 

quando eu morrer

não declare nada

que eu não tivesse dito

não elogie nem critique

 

quando eu morrer

não vá ao meu velório

nem mande flores

escreva uma frase lapidar

e publique-a

 

quando eu morrer

faça uma festa

leia um poema meu

beba um bom champanhe francês

fume um cubano

seja politicamente incorreto

como eu seria

 

quando eu morrer

sem ver luz ao fim do túnel

vou esquecer muitas coisas

mas pedirei à minha mulher

que me construa novo taj mahal

 

retrato do país

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Um texto já antigo mas a ler!
Só em Portugal: Miguel Sousa Tavares
Um texto simplesmente genial!
Vale a pena perder um bocado do vosso tempo para ler este texto que ilustra bem o nosso país.
“Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa.
Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
– É sempre assim, esta auto-estrada? – Assim, como? – Deserta, magnífica, sem trânsito?
– É, é sempre assim.
– Todos os dias?
– Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
– Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
– Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
– E têm mais auto-estradas destas?
– Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. – respondi, rindo-me.
– E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
– Porque assim não pagam portagem.
– E porque são quase todos espanhóis?
– Vêm trazer-nos comida.
– Mas vocês não têm agricultura?
– Não: a Europa paga-nos para não ter.
– E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
– Mas para os espanhóis é?
– Pelos vistos…
– Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
– Mas porque não investem antes no comboio?
– Investimos, mas não resultou.
– Não resultou, como?
– Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
– Mas porquê?
– Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não ‘pendula’; e, quando ‘pendula’, enjoa de morte.
– Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de ‘modernidade’ foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
– E gastaram nisso uma fortuna?
– Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos…
– Estás a brincar comigo!
– Não, estou a falar a sério!
– E o que fizeram a esses incompetentes?
– Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa.. . e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
– Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
– Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
– Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
– Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
– Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
– Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
– Isso mesmo.
– E como entra em Lisboa?
– Por uma nova ponte que vão fazer.
– Uma ponte ferroviária?
– E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
– Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
– Pois é.
– E, então?
– Então, nada. São os especialistas que decidiram assim. Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
– E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta…
– Não, não vai ter.
– Não vai? Então, vai ser uma ruína!
– Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico!
– A exploração é que vai ser uma ruína – aliás, já admitida pelo Governo – porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
– E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
– Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
– E vocês não despedem o Governo?
– Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo…
– Que país o vosso!
– Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
– Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
– O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
– A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
– Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
– É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade. Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
– E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
– O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
– Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
– É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
– Não me pareceu nada…
– Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000.
– O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
– Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
– Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
– E tu acreditas nisso?
– Eu acredito em tudo e não acredito em nada.
– Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
– Um lago enorme! Extraordinário!
– Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
– Ena! Deve produzir energia para meio país!
– Praticamente zero.
– A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
– A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
– Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar.. ou nem isso?
– Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
– Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
– Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor. Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
– Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
– Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
– Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento.. E suspirou:
– Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal!
– Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!…”
Só em Portugal!!
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lusíadas edição crítica

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Ando para aqui cismado há que tempos com a publicação da «edição crítica» de Os Lusíadas, que não foi anunciada/saudada/festejada em lado NENHUM. Isso mesmo, a tão aguardada, a tão indispensável «edição crítica» foi publicada pela Prof. Doutora Rita Marnoto em Genebra e não foi capa do JL, não teve lançamento na BNP, não teve notícia ABSOLUTAMENTE NENHUMA. Por ela ser da “província”? Por não ser de Estudos Portugueses? Por ser mulher? Incompreensível…
A evidência está aqui, podem descarregar os dois volumes:
E ajudem a espalhar “por toda a parte” esta notícia, se os camonistas encartados da “Capital” a não assinalam, como devido e merecido é. Parabéns, cara Rita Marnoto.

 

 

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Bebê adulta gasta mais de R$ 1.300 em fraldas por mês e dorme no próprio berço

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Em uma comunidade online, Paigey, de 25 anos, é bancada pelos fãs e produz conteúdo online para ajudar outras pessoas que tenham o mesmo estilo de vida que o dela.

Source: Bebê adulta gasta mais de R$ 1.300 em fraldas por mês e dorme no próprio berço

AINDA A SATA E AS CONTAS

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Boa tarde!
Acabei de ler o artigo do jornalista Osvaldo José Vieira Cabral, intitulado “Um Filme de Terror chamado SATA” que me trouxe à memória algumas lembranças que passo a partilhar.
Em junho de 1998, foi atribuído à SATA-INTERNACIONAL o certificado de operador aéreo.
Em 31 de Dezembro de 1998 uma passagem Ponta Delgada/Lisboa/Ponta Delgada, custava 43 mil escudos.
A 1 de Janeiro de 1999, data do primeiro voo da SATA-Internacional no tráfego territorial, passou a custar 31 mil escudos. Menos 27,91%.
Por esta altura a SATA-Internacional revelou-se como um instrumento fundamental na mobilidade dos açorianos e, apesar dos problemas conhecidos, assim se mantém até hoje.
A 31 de outubro de 2007, infelizmente para todos nós, data da saída do Sr. Eng. Cansado da presidência da empresa, esta tinha 43 milhões de euros de tesouraria, 22 milhões de euros de provisões e 32,7 milhões de euros de capitais próprios positivos.
Todos os pagamentos estavam em dia e apenas existia uma dívida residual, ainda relacionada com os restos a pagar relativos aos ATP’ s.
Em 2007 os resultados consolidadas foram positivos e da ordem dos 5 milhões de euros.
Os subsídios à exploração correspondiam a 4,8 milhões de euros para a SATA- AIR-AÇORES e 6,7 milhões de euros para a SATA-Internacional. Quanto são hoje?
Como é possível que 2022 tenha correspondido ao maior ano de sempre, de passageiros e receitas, e o resultado do exercício tenha sido negativo? Claro que os resultados financeiros teriam de ser negativos, mas apenas estes.
Como se pode constatar, há muito para explicar, relativamente ao que se passou a partir de 31 de Outubro de 2007. Todavia, veja-se o resultado operacional 2022 e, fica claro que também há muito para explicar no presente. Afinal, a tão propalada “alteração de paradigma” continua sem ocorrer.
E, talvez não seja assim tão difícil; focalização absoluta na otimização das rotas, sem amigos no negócio.
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Estaleiro renovado na Figueira da Foz quer cumprir contratos com Timor-Leste

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Estaleiro renovado na Figueira da Foz quer cumprir contratos com Timor-Leste
Por José Luís Sousa (texto) e Paulo Novais (fotos), da agência Lusa
Figueira da Foz, Coimbra, 02 mai 2023 (Lusa) – Na margem sul do rio Mondego junto à Figueira da Foz, no renovado estaleiro naval da AtlanticEagle Shipbuilding, foi retomada a construção do ‘ferry’ encomendado por Timor-Leste, cujo contrato a administração garantiu que irá cumprir.
Chega-se àquela zona historicamente ligada à construção naval por uma estrada em mau estado, rodeada por edifícios devolutos ou destruídos, onde os mais de seis hectares dos antigos Estaleiros Navais do Mondego, fundados em 1944, são hoje um “oásis” de desenvolvimento, passados que estão os tempos de dificuldades, com o determinante apoio de uma sociedade detida a 100% por capitais públicos timorenses, que adquiriu 95% da empresa.
A expressão “oásis” foi declarada à reportagem da agência Lusa pelo diretor financeiro da empresa, Duarte Sousa, representante do sócio maioritário, que, em conjunto com Bruno Costa, sócio minoritário, administrador responsável pela área operacional – e quarta geração de uma família sempre ligada à construção naval – lidera hoje a recuperação do estaleiro.
Ao fundo, ancorado a um pontão no Mondego e de frente para o porto comercial da Figueira da Foz, flutua o ‘ferry’ Haksolok, encomendado em 2014 pelo governo timorense – e cuja gestão passou, depois, para a Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno (RAEOA) – para fazer a ligação marítima entre o enclave de Oecusse, no oeste do país, a ilha de Ataúro e Díli, a capital de Timor-Leste.
O navio, cuja construção esteve parada cinco anos (desde 2018, por dificuldades financeiras e dívidas a credores, a que se juntaram os estragos no estaleiro provocados pelo furacão Leslie, que levou a empresa a um Processo Especial de Revitalização, aprovado em tribunal em 2020), ameaçava tornar-se um ícone, no mau sentido, do ocaso da construção naval na Figueira da Foz.
Ao invés, a embarcação de 73 metros de comprimento e 12 de largura, projetada para poder transportar quase 400 passageiros e 26 veículos ligeiros, tem hoje, visíveis, operários afadigados no seu interior, aparentemente em sintonia com a administração na determinação do cumprimento dos prazos estabelecidos para a sua conclusão.
“O sucesso deste navio é fundamental para o sucesso do estaleiro. Vai ser entregue e vamos cumprir com a nova adenda ao contrato que foi já assinada e estamos a cumprir com os prazos. Mas, obviamente, vai ser um marco fundamental a entrega do navio, para demonstrarmos a nossa capacidade e afastarmos esta nuvem”, disse à agência Lusa Bruno Costa.
Por outro lado, o diretor operacional da AtlanticEagle Shipbuilding observou que o Haksolok, “embora tenha estado parado, continua com a mesma qualidade de sempre, porque uma coisa de que se orgulha o estaleiro é da qualidade de construção”.
Segundo Bruno Costa, entidades externas ao estaleiro e com competência na matéria garantiram que o navio “está extremamente bem conservado”, face aos anos que esteve atracado e com os trabalhos parados.
“Nesse aspeto, estamos tranquilos”, acrescentou, explicando que após o retomar do projeto foram feitos diversos testes à embarcação – navegabilidade, estabilidade ou aos equipamentos já instalados, entre outras provas – com resultados “muito positivos”.
Duarte Sousa, por seu turno, garantiu que a entrada de Timor-Leste no capital da AtlanticEagle Shipbuilding não sucedeu apenas para terminar a construção do ‘ferry’, tratando-se de um investimento “de longo prazo”, que, se passa pela construção e reparação naval, já ‘pisca o olho’, também, aos anunciados investimentos ao largo da Figueira da Foz em eólicas ‘offshore’, seja na eventual construção de infraestruturas, como de embarcações de apoio e manutenção das mesmas.
“O Estado de Timor, o sócio [maioritário] não faria este investimento que está a fazer aqui se fosse para terminar única e exclusivamente este navio”, asseverou o diretor financeiro, uma afirmação corroborada pelo diretor operacional.
“O que temos planeado, acordado, é um investimento de longo prazo, não é para acabar o ‘ferry’ e ir embora, é um investimento para rentabilizar o dinheiro que está a ser aqui posto [por Timor-Leste”, vincou Bruno Costa.
Uma visita ao espaço ocupado pelos estaleiros confirma estas afirmações, desde logo pelos edifícios renovados – com coberturas novas, várias das quais foram destruídas pelo Leslie – pintados a branco com apontamentos em azul, mas também novas valências, como um refeitório devidamente equipado, uma sala de formação onde já funcionam cursos em parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional ou instalações para armadores que ali se desloquem, entre outras.
Duarte Sousa observou que se há 18 meses, um ano e meio, o estaleiro estava “como que abandonado”, neste momento, garante 35 a 40 postos de trabalho diretos, muitos de operários especializados, uns oriundos dos antigos estaleiros navais de São Jacinto, outros que transitaram dos Estaleiros Navais do Mondego e ainda quatro operários timorenses, em funções ainda de aprendizagem, número que a administração pretende ver aumentado.
Bruno Costa, a esse propósito, destacou a presença dos cidadãos de Timor-Leste – que, aquando da visita da Lusa, estavam a colaborar na manutenção de uma embarcação – mas também a perseverança dos seus colaboradores “que não desistiram” dos projetos da AtlanticEagle Shipbuilding.
Já o desenhador João Mendes faz ‘parte da mobília’ do estaleiro da Figueira da Foz, onde entrou em 1990, há 33 anos: “Continua a ser bom estar cá, temos mudado de administração, mas o trabalho é sempre entusiasmante e hoje não é diferente do que era há 30 anos”, argumentou.
Sobre o momento atual do estaleiro, João Mendes disse que as instalações “foram todas remodeladas e bem, estão melhor do que alguma vez estiveram”, e que o ambiente “é ótimo” e os trabalhadores “estão todos com esperança e vontade” de ver o projeto singrar.
“Só tenho sentimentos positivos, neste momento. Na altura que vim para cá, vim por opção e gosto. Mantenho o gosto”, observou.
A AtlanticEagle Shipbuilding foi fundada por Carlos Costa, profundo conhecedor do setor da construção naval, tendo ficado com a concessão do estaleiro da Figueira da Foz em 2012. Quatro anos depois, em 2016, Carlos Costa faleceu, prematuramente, aos 59 anos. Ao sair das instalações oficinais, acompanhado da reportagem da Lusa, o filho, Bruno Costa, olhou para o céu e exclamou: “O orgulho que ele, lá em cima, deve estar a sentir”.
JLS // SSS
Lusa/Fim
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NÃO LEVEM A BÍBLIA A PEITO

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Levítico 20:13 – “Se um homem se deitar com outro homem como se fosse com uma mulher, ambos terão praticado uma abominação; deverão ser condenados à morte; e o seu sangue cairá sobre eles.”
Deuteronômio 20:16-18 – “No entanto, nas cidades dos povos que o Senhor, teu Deus, te dá como herança, não deixarás vivo nenhum ser vivo. Mas, sim, os destruirás completamente: os heteus, os amorreus, os cananeus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus, conforme o Senhor, teu Deus, te ordenou.”
Salmo 137:9 – “Feliz aquele que pegar em teus filhos e os esmagar contra as rochas.”
Mateus 10:34 – “Não pensem que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.”
Ah, não é para levar à letra. Também concordo, nada na bíblia é para levar à letra. Então para que insistem com esta treta?

MAIOS NA GALIZA

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A Galiza festeja os maiôs e faz poemas.

E data quevem de antigo era o começo do verão céltico e romano.
Maiôs e Vilafranca na faixa do leste da Galiza sob Castela-leão
Na Galiza o.colocar a giesta na casa e no carro está bem espalhado e festejam-se os maiôs com muitas variantes
Vivam os maios
Abanhos

TURISMO CHINA

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É assim o turismo na China, um país que nos últimos 55 anos deu um grande salto.
VCG/Getty Images
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Sérgio Ferreira Borges and 8 others

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PSP apanhou em Ponta Delgada os larápios que utilizavam carrinhas roubadas para arrombar lojas e levar máquinas de tabaco – Correio dos Açores

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Source: PSP apanhou em Ponta Delgada os larápios que utilizavam carrinhas roubadas para arrombar lojas e levar máquinas de tabaco – Correio dos Açores

O colecionador de céus que se apaixonou pelos Açores – Açoriano Oriental

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Alberto Plácido é um fotógrafo colecionador de céus, nuvens e mar. Paisagens estas que, nos Açores, se evidenciam pela sua beleza natural

Source: O colecionador de céus que se apaixonou pelos Açores – Açoriano Oriental