Governo da República vai assumir 85% da recuperação dos estragos do furacão Lorenzo

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Uma excelente notícia! Alguns dirão que é uma ajuda de António Costa à campanha do PS/Açores do próximo ano (regionais 2020). Não sou ingénuo ao ponto de negar a evidência. Mas a mim o que me interessa é a defesa dos interesses dos Açores. Falta saber de que forma chegará esse apoio e se o mesmo se concretizará. O que é avisado é fazer as contas e a avaliação definitiva no final do processo. Para já, cumpre registar que o apoio anunciado é bastante significativo. Tudo isto é muito diferente do célebre “que se lixem as eleições”.

Bilinguismo: os benefícios de se aprender dois idiomas na infância de forma integrada e simultânea – Casa Saudável

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Bilinguismo: os benefícios de se aprender dois idiomas na infância de forma integrada e simultânea

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magma vivo

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OS CHINESES DE TIMOR

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“About 4,000 Chinese migrants live in the country today, running 300 to 400 businesses”

SCMP.COM
Chinese migration to the mainly Catholic territory, then a Portuguese colony, began in the 16th century, and they were better accepted there than in neighbouring Dutch East Indies. About 4,000 Chinese migrants live in the country today.

VASCO BENSAÚDE: O HOMEM QUE UM DIA TEVE MAIS CRÉDITO QUE PORTUGAL ~ Um Olhar Povoacense

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MORTE DE EX-MINISTRO TIMORENSE

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RTP.PT
O ex-ministro da Defesa timorense Cirilo Cristóvão morreu no domingo, com 53 anos, num hospital de Bali, Indonésia, onde estava internado na sequência de um derrame cerebral, indicaram fontes familiares.

PEDRO DA SILVEIRA: À MARGEM DE UMA BIOGRAFIA DE RIMBAUD

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PEDRO DA SILVEIRA:

À MARGEM DE UMA
BIOGRAFIA DE RIMBAUD

Saído de Batávia fugido, desertor procurado
do exército colonial holandês,
Jean-Nicolas Arthur Rimbaud, de vinte
e dois anos de idade e francês de nação,
que não sei se viajou como passageiro
ou (pagando assim a passagem) matalote engajado
do clíper inglês que aceitou trazê-lo para a Europa
e que fez, passado o Índico, escalas no Cabo
e Santa Helena e a Ascensão e o Faial,
onde aportou em não achei que dia
do começo de Outubro de 1876;
Jean-Nicolas Arthur Rimbaud, já dito,
vagabundo, poeta (ainda?),
não escreveu que se conheça
tão-pouco uma carta à família em que conte
como era a Horta naquele tempo.
E também, infelizmente, nenhum dos três
jornais que havia na pequena cidade ship-chandler
deu notícia de que ele a visitava (ou visitara)
nem de modo indirecto denunciou a sua passagem por lá,
por exemplo relatando alguma desordem
na Rua Velha ou na Rua do Mar.
Se bem que acolhendo as musas, os jornais da Horta
normalmente evitavam (quanto possível)
trazer nomes de criaturas como as Paciências,
a Cordeira, as Blicas, a Aparquinha, a Madraça, –
criaturas afinal tão filhas de Deus como o poeta Rimbaud,
que, calem-se ou digam-no hipotéticas inéditas crónicas,
foi a casa de alguma delas,
sabedor decerto do preço em boa conta
dos seus rimiformes predicados.

(«Fui ao mar buscar laranjas». Angra: IAC, 2019)

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