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Francisco Nuno Ramos shared a link.

estive lá 1996
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estive lá 1996
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inicialmente publicada em 2000 a obra Crónicas Austraias revela uma porção do que tem sido o genocídio aborígena
a obra cujo excerto fica aqui, está em https://www.lusofonias.net/arquivos/429/OBRAS-DO-AUTOR/1007/CRONICAS-AUSTRAIS-1978-1998-4%C2%AA-ed-2015.pdf
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Acender um fósforo é, hoje, um quebra cabeças para muita gente… ![]()

These two 17-year-old guys attempted to use old-school phone… And it’s as hilarious as you think! 😂😂
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Muito interessante. Muito mesmo!

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A Estátua Equestre da Ilha do Corvo.
Já passava de meados do século quinze, quando os marinheiros portugueses, que iam rumo a ocidente à procura de mais terras, depararam, por fim, com um pequeno ilhéu negro, no meio do mar. Era a mais pequena ilha dos Açores que encontravam e, aproximando-se pelo lado do noroeste, viram, inesperadamente, no cume de um penhasco, que parecia servir de marco aos navegantes, o vulto de um homem grande de pedra, montado num cavalo sem sela.
Era uma estátua profética, construída não se sabe por quem, e representava um homem, coberto com uma espécie de manto, com a cabeça descoberta. As faces do rosto e outras partes estavam sumidas, cavadas e quase gastas do muito tempo que ali tinha estado. Sobre as crinas do cavalo, que tinha uma perna dobrada a outra levantada, estava colocada a mão esquerda do homem, enquanto que o braço direito estava estendido e com os dedos da mão encolhidos. Só o indicador continuava aberto e apontava para o poente ou noroeste, para as regiões onde o sol se oculta, a grande terra dos bacalhaus, as Indias de Castela ou o Brasil, terras que ainda não tinham sido descobertas.
A estátua assentava sobre uma laje também de pedra, na qual estavam escritas algumas palavras, que, embora muito gastas da antiguidade e do rocio do mar, ainda deixavam ler: “Jesus, avante!”. Era uma incitação aos descobridores portugueses para que avançassem e expandissem a fé cristã para o ocidente. Os nossos marinheiros seguiram o conselho, viajaram para ocidente e descobriram muitas terras onde semearam a fé em Jesus.
Hoje a estátua já não se encontra lá porque, no tempo de D. Manuel, veio do reino um homem, mandado pelo rei, para a apear e levar. Descuidando-se, a estátua quebrou-se em pedaços, dos quais alguns foram levados ao rei. Mas ainda, na parte noroeste da ilha, encontramos o promontório onde se levantou a estátua equestre e, mais abaixo, o marco que deu o primeiro nome à ilha — ilha do Marco.
A esta estátua se devem as descobertas para o ocidente, porque, com aquele dedo apontado, anunciou a existência de outros mundos e bastou que os navegadores compreendessem e interpretassem essa escultura em pedra para avançarem em direcção às Américas.

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Thank you very much, Rotary, for the distinction “Paul Harris Fellow”. Muito obrigado pela distinção, fiquei muito feliz e honrado. A distinção certamente eleva a minha responsabilidade na sociedade.




◾️ RECONHECIMENTO MÉRITO PROFISSIONAL RC PORTO ◾️
“A Educação é mais do que instrução”, foi um dos reptos deixados pelo Eng. José António Salcedo, que fora homenageado na segunda-feira passada no evento de Reconhecimento ao Mérito Profissional do Rotary Club do Porto.
O Governador do nosso Distrito Joaquim Branco marcou presença no evento o que muito honrou todos os presentes, nesta cerimónia que reuniu mais de 80 participantes.
Face ao Curriculum profissional e pessoal do nosso homenageado, foi-lhe atribuído a distinção máxima em Rotary: o Título Paul Harris.
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Porto Formoso.Rua da Eira.
Perguntei aos habitantes mais antigos onde ficava e ninguém me soube informar. Percorri a rua toda e deparei-me com um Celeiro e a Eira no meio fiquei encantado. Passou alguns lavradores nas suas carrinhas e um disse-me aquelas estaiações era um quartel de tropa da II Guerra Mundial. Curioso as ultimas recordações é que ficaram pois a guerra foi há 75 anos? O Celeiro já tem dois ou trés séculos? É pena porque está quase em ruínas. Tem uma passagem de um lado para o outro e tem as marcas de rilheiras das muitas carroças que passou por ali no teto tem barrotes ainda feitos á enchó. A estrutura tem edifícios na envolvência do terreno. O que vi no momento que todo Trigo ia para a Eira e era armazenado por um preço e vendido por outro? E quando chegava á época das sementeiras iam lá comprar? Era bom saber em que época que deixou de guardar Trigo e Milho? Tem interesse de colocar uma lápide do Batalhão que ali esteve de 1939 a 1945?. A estrutura tem pelo menos duas histórias. Assim vai o nosso Patrimônio





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Portugal e o colonialismo
Penso que as Ciências Sociais e Humanas (CSH) não devem colocar em termos morais a questão colonial. Porque o que se espera de um sociólogo não é aquilo que se espera do líder de uma confissão religiosa, ou do líder político de uma nação, que denunciem a responsabilidade de uma Igreja, ou de um país, em crimes, do presente ou do passado.
Para as CSH, o colonialismo é uma metamorfose da metafísica da unidade, que constituiu o Ocidente, e que apaga toda a diferença. Foi o regime logocêntrico, da tradição greco-latina, e o regime simbólico, da tradição judaico-cristã, que marcaram o movimento da cultura ocidental, concretizando uma longa narrativa de absorção do outro pelo regime do mesmo, ou seja, pela metafísica da unidade.
O que se espera das CSH é, pois, que compreendam e expliquem a lógica que constituiu o Ocidente, e em consequência, que compreendam e expliquem, também, o colonialismo, e não que andem à procura de culpados, nem que promovam atos expiatórios de culpas passadas.
É este o sentido da crónica, que hoje publiquei no Correio do Minho.

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Pessoas que melhoram sua situação financeira e sobem um ou alguns degraus da escada social parecem esquecer rapidamente que há pouco tempo também eram pobres
Source: Por que pobre que deixa de ser pobre gosta de pisar em pobre?
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sinto pesar pela morte desse meu ilustre primo, que é muito odiado aqui nos Açores onde vivo há 15 anos…
Estou a pensar no General de 4 estrelas ALTINO AMADEU PINTO DE MAGALHÃES. Militar de alta patente, por direito próprio, no Uíge, onde foi Governador do então distrito, na Transição de Angola onde foi membro da Junta Governativa de Angola e depois, em Portugal, onde entre outras elevadíssimas funções, foi Governador Militar dos Açores, em 6 de Janeiro de 1975, funções que desempenhou até 29 de Agosto de 1976, acumulando o cargo com a presidência da Junta Regional dos Açores, foi Vice-Chefe do Estado Maior General das Foças Armadas e Diretor do IDN – Instituto de Defesa Nacional. Chegou ao fim da sua caminhada terrena. Faleceu hoje.
O velório terá início amanhã, dia 25 de Janeiro de 2019, na Igreja de São João de Deus, na Praça de Londres, em Lisboa, a partir das 17 horas. A missa de Corpo Presente será realizada no dia 26 (Sábado) às 12H30, na mesma Igreja, seguindo-se o funeral para o cemitério do Alto de S. João, em Lisboa, às 13H30.
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General Altino de Magalhães (Exército) foi governador do distrito do Uíge (Angola) e presidiu à Junta Regional dos Açores.
Morreu esta quinta-feira o general do Exército Altino de Magalhães, em Oeiras. Os seus restos mortais vão estar sexta-feira em câmara ardente na Igreja de São João de Deus, em Lisboa.
O militar, que foi governador do distrito do Uíge (Angola) – cargo que acumulou com o comando da Zona Militar Norte – e presidiu à Junta Regional dos Açores, morreu de causas naturais.
O funeral vai decorrer sábado, no cemitério do Alto de São João, adiantou ao DN a agência funerária Servilusa.
Altino Amadeu Pinto de Magalhães, 96 anos, natural de Ribalonga, Carrazeda de Ansiães (Bragança), e tirou o curso de Infantaria na Escola do Exército, para onde entrara no final dos anos 1930. Mais tarde especializou-se em Transmissões.
O general na reforma, que nos últimos anos residia no Lar do Instituto de Ação Social das Forças Armadas (IASFA) em Oeiras, esteve durante a guerra colonial em Angola, onde foi governador do distrito do Uíge (21972-74).
Apoiante da revolução do 25 de Abril, Altino de Magalhães integrou a Junta Governativa de Angola em 1974. No ano seguinte torna-se governador militar dos Açores e comandante-chefe das Forças Armadas no arquipélago, funções que acumulou com as de presidente da Junta Regional.
Promovido ao posto de general (quatro estrelas) em 1979, Altino de Magalhães assumiu a presidência da Liga dos Combatentes em 1986 – cargo que desempenhou durante 10 anos, período em que foi construído e inaugurado o Monumento aos Combatentes do Ultramar (junto à Torre de Belém).