Uma experiência única: dormir em Ponta Delgada numa casa flutuante – NiT

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O novo alojamento da The Homeboat Company conta com terraço com cama de rede e puffs. No interior tem tudo aquilo de que precisa.

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Earthquake – Magnitude 2.3 – AZORES ISLANDS, PORTUGAL – 2023 March 13, 19:20:47 UTC

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Magnitude: ML 2.3, Region: AZORES ISLANDS, PORTUGAL, Date time: 2023-03-13 19:20:47.0 UTC, Location: 38.69 N ; 28.20 W, Depth: 9 km.

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desperdício de água na ilha Terceira

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A Ribeira da Ponte, na freguesia de São Bartolomeu dos Regatos, é de todas as ribeiras, a que mais água leva até ao mar.
Ilha Terceira

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a nova normalidade

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ROUBADO DO PERFIL DE UMA AMIGA
Não sei de quem é o texto, mas assino por baixo. Estou cansada e choco-me todos os dias com esta nova “normalidade” onde tudo vale. Por isso aplaudo este autor que tem o condão de nos remeter para o tempo em que a vida decorria de forma normal, espontânea, desafiante para todos. Ora leiam:
“Tenho saudades dos tempos em que no Liceu havia ‘burros’, ‘gordos’, ‘caixa de óculos’, ‘sem sal’, ‘pretos’, ‘chineses’, ‘indianos’, ‘artolas’, ‘maricas’, etc. Os ‘burros’ chumbavam, não se tornavam doutores como hoje em dia. Mas a fasquia era definida pelo marrão da turma, não era nivelada por baixo como agora. Somos todos iguais diz-se.
Antes não parecia que fossemos, mas o ‘gordo’ também tinha notas brutais e ninguém sabia como, talvez porque não jogasse à bola, o ‘caixa de óculos’ tinha um sentido de humor inigualável mas não fazia corridas pois tinha medo de cair, o ‘preto’ jogava à bola como ninguém e fazia umas fintas inimagináveis, tinha um físico fora do comum, o ‘chinês’ tinha vindo de outra escola sabia à brava inglês, e tinha histórias que não lembravam a ninguém. Cada um tinha um «defeito», até uma alcunha, mas tinha ou lutava por ter também outras qualidades. Hoje não. Dizem que somos todos iguais. Agora, tudo ou é bullying, ou racismo, ou xenofobia, ou opressão, ou assédio, ou violência. Antigamente quando se era mesmo racista, levava-se um chapadão na tromba e aprendia-se logo que o ‘preto’ era como nós outros, apenas tinha côr diferente. E não era bullying. Era ‘aprendizagem on job’. Aprender assim era duro pois dói e não se esquece mais. E às vezes em casa com os pais também se ‘aprendia’.
O menino ou menina ‘sem sal’ passava despercebido/a e sentia-se sozinho/a. Ter uma alcunha diferente era fixe. A diferença era vista com bons olhos.
E aprendia-se uma coisa importante: rirmos de nós próprios. E não chorarmos porque alguém nos chamou isto ou aquilo. Assumia-se a gordura, o ‘esquelético’, a ‘caixa de óculos’ e tudo o mais que viesse. Mas quando não se estava bem, quando não se gostava da alcunha, fazia-se uma coisa importante: mudava-se, lutava-se por acabar com ela. Não se culpava os outros nem a sociedade. Não se faziam ‘queixinhas’. E falhava-se. Muitas vezes. Mas cada vez que se falhava ficava-se mais forte. E sabíamos que era assim. Que havia uns que conseguiam, outros ficavam para trás, que havia quem vencia e quem falhava.
Agora não.
Todos somos iguais, há mesmo a chamada igualdade de género, todos somos bons, todos merecemos, todos temos as mesmas oportunidades, todos devemos até ganhar o mesmo, todos somos vítimas, todos somos oprimidos e todos somos parvos …. porque aceitamos este ambiente do ‘politicamente correcto’ sem dizer nada….. e até devemos dizer que somos ‘normais’.
Segundo o novo paradigma social, devem ter muito cuidado comigo, porque:
– Sou velho, tenho mais de 70 anos, o que faz de mim um tolo, improdutivo, que gasta estupidamente os recursos do Estado;
– Nasci branco, o que me torna racista;
– Não voto na esquerda radical, o que me torna fascista;
– Sou hetero, o que me torna um homofóbico;
– Possuo casa própria, o que me torna um proprietário rico (ou talvez mesmo um latifundiário);
– Amo “foie gras” , carne de caça, peixe do mar e cordeiro de leite, o que me torna um abusador de animais;
– Sou cristão, e embora não praticante, sou um infiel aos olhos de milhões de muçulmanos;
– Não concordo com tudo o que o Governo faz, o que me torna um reaccionário;
– Gosto de ver mulheres bonitas bem vestidas (ou despidas), ou super decotadas, o que me torna um tipo capaz de assediar;
– Valorizo a minha identidade portuguesa e a minha cultura europeia e ocidental, o que me torna um xenófobo;
– Gostaria de viver em segurança e ver os infractores na prisão, o que me torna um desrespeitador dos direitos “fundamentais” protegidos;
– Conduzo um carro a diesel, o que me torna um poluidor, contribuindo para o aumento de CO2;
Apesar de estes defeitos todos, acho que ainda sou feliz …era mais antes da pandemia…. mas mesmo assim e considero-me um ‘gajo normal’!!…”
Autor desconhecido
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o seu a seu dono, a verdadeira autora da estátua

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O seu a seu dono!

Na sequência da reportagem, levada a cabo pela rtpa, apresentada, hoje, no telejornal, das 20h00, impõe se clarificar o seguinte:
– O produto do trabalho de pesquisa histórica, a inspiração, o esboço de Madre de Teresa D’Anunciada resumiu se a uma fotografia de uma alegada amiga do Sr. Armando Moreira vestida com um hábito. Deste modo,como mera licenciada em história, parece me existir confusão entre o que se entende por pesquisa cientifica e aquilo que é mero trabalho fotográfico;
– As orientações geométricas que me foram dadas pelo Sr. Armando Moreira reduziram se à altura da estátua, 1,60 cm;
– O Sr. Armando Moreira, no que concerne à fisionomia, disse “um pouco magra e uma verruga no queixo”;
– O trabalho de fundição não exige acompanhamento, muito menos daquele que não esculpiu a estátua. Existindo necessidade de retoques, devido a fissuras de secagem do barro, esses são feitos pelo responsável da fundição;
– “Retoques”?!?! Como é que alguém que não tem qualquer experiência em moldar barro pode ousar afirmar que deu “retoques”?
E mais não me façam relatar, pois isso já começa a tomar contornos de telenovela, formato que não aprecio. Mais, faz me questionar se, efectivamente, houve um verdadeiro trabalho criativo por quem o advoga.
Porque contra factos não existem argumentos, seguem as fotos:

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Roberto Rodrigues

Pensei que o assunto estava arrumnado. Razão tem a D. Alda Machado, para estar ofendida pela forma como foi e continua a ser tratada. O seu à sua dona… Porque não é ela também entrevistada por qualquer OCS?

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Quem está a ganhar com a subida dos preços? – ECO

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Nem os distribuidores alimentares nem as empresas de energia aumentaram as margens de lucro. O impacto maior sobre a subida dos preços dos bens alimentares é causado pela elevada carga fiscal.

Source: Quem está a ganhar com a subida dos preços? – ECO

DE MAL A PIOR O REITOR DO SANTUÁRIO DA ESPERANÇA

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Este processo é um disparate insultuoso a todos os níveis

A autoria da nova estátua da Madre Teresa da Anunciada está a gerar polémica – o Reitor do Santuário do Senhor Santo Cristo já esclareceu a situação.

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Rui Machado de Medeiros, Igor Espínola de França and 2 others

montes que são +piramides

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Teotihuacan Pyramid in Mexico City in 1900 and in 2020. The 1900 view must have looked like a random mountain…until the excavations and cleanup began!
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