O (neo)fascismo em pezinhos de lã – Notícias Online

Views: 0

Desde há bastante tempo que se vêm verificando acontecimentos preocupantes, mas a memória histórica e a firmeza de princípios devem fazer-nos reagir, pois é precisamente a permanente desvalorização desses mesmos princípios, a narcotização colectiva que nos é imposta pela lógica do instantâneo, o individualismo extremo e a busca do sucesso a todo o custo, que…

Source: O (neo)fascismo em pezinhos de lã – Notícias Online

TIMOR INDEPENDENDENTE E OS COLÓQUIOS DA LUSOFONA (

Views: 0

E Timor aqui tão perto!
Foram mais de 200 000 que cairam perante o silêncio cúmplice da comunidade internacional. Foram outros tantos resistentes nas montanhas, nas redes clandestinas, nas igrejas e nas capitais do mundo, exercendo influências, denunciando e dando voz no exterior ao extermínio de um Povo e de uma Cultura. É assim a sina de um Povo que resiste e que diz não! De que falavamos nesta tertúlia no @Resorte Santa Bárbara, na Ribeira Grande, S. Miguel, Açores? Com José Ramos-Horta, Chrys Chrystello e Professor Doutor Malaca Casteleiro. Seguramente não falavamos de guerra, somos homens e mulheres de Paz. Seria o livro de Ramos Horta? A necessidade de reforçarmos a presença portuguesa nas escolas timorenses? É que Chrys Chrystello, nunca deixou de fora Timor Lorosae, nem a juventude timorense da programação da AICL Colóquios da Lusofonia em Macau, no Brasil, na Galiza, nos Açores ou nas inúmeras cidades de Portugal Continental. Hoje, Timor Lorosae é um país independente, que constrói a sua democracia na diferença, na cultura e nas línguas. Helena Olga Jesus, cara amiga
28º EM 2017 VILA DO PORTO
cooperante dessa grande aventura por terras do crocodilo, se vires o Presidente dá-lhe um abraço dos Amigos da Lusofonia. Hoje,falemos de Liberdade e de Cooperação entre os Povos, na diversidade e na amizade que devem caracterizar as relações internacionais.
Pode ser uma imagem de 3 pessoas e interiores
IMAGEM 26º EM 2016 NA LOMBA DA MAIA
28º 2017
All reactions:

1

Like

 

Comment

fADO

Views: 1

Hoje, 20 de Maio às 20.30h, no Teatro Lagoense, estarei a partilhar música e histórias do Fado e da Guitarra Portuguesa na companhia da Arminda A Alvernaz e do Dinis Raposo.
Entrada livre.
📸 Rafael Continhas
May be an image of 1 person, guitar and text that says "PADRE é LAGON 20 MAIO 20h30 FADO EM DIÁLOGO CONCERTO COMENTADO SOBRE O FADO E A GUITARRA PORTUGUESA Cineteatro Lagoense "Francisco d'Amaral Almeida""
All reactions:

You, Fabíola Jael Cardoso, Ana Isabel D’Arruda and 90 others

11 comments
7 shares
Like

Comment
Share
View more comments
Brad Majors

Wish I could attend.
  • Like

  • Reply
  • 4 m

timor micro conto

Views: 0

” Adormeceu. Sob as palapas em mavioso movimento num azul límpido. Um chapéu de abas largas, gasto, cobria-lhe a tez da exposição ao sol quente. A aragem húmida deixava um rasto de gotículas na amurada de madeira. O som tranquilo de um meio-dia à beira-mar dissipava, por momentos, fragmentos de vida que ainda permaneciam na memória.
Sentia voláteis figuras nas marés serenas, simples sorrisos e espontâneas diabruras. Avistava descalças correrias nas escaldantes areias finas, num longínquo sonho de um sono tranquilo. Os sons de uma brisa, acariciando os ramos de exóticas árvores, transformavam-se em bocejos de alguns cães, espreguiçando-se na terra, preparando uma sesta que o calor convidava. O alarido dos pontapeares em esféricos entrapados, num tapete relvado imaginário com craques triunfantes, erguiam estádios fantásticos, repletos de ovações a primorosas jogadas e golos marcados nas balizas improvisadas por pequenos paus distorcidos e enterrados nos verdes de areias finas. As várzeas verdes serviam de repasto a animais serenos na indolência dos dias. Os cantares longínquos vindos das aldeias vizinhas e o eco de búzios ancestrais nas montanhas eram um prenúncio de visitas nas redondezas. No clube desportivo, salas apinhadas, sorrisos francos nos seus fatos dignos, prontos para uma dança nos bailaricos domingueiros. Uma realidade transformada em sonho, um pretérito quase perfeito, não fossem as lágrimas escorridas por entre os dedos.
O sal impregnado na pele e o cheiro do peixe seco em estendais ao longo do pequeno porto prefabricado, pairava no ar abafado. “Vagaroso” era a palavra mais adequada para o passar do tempo. Mas as pálpebras enrugadas contradiziam.
– Uma questão de se viver meio dia e sonhar o outro meio. – Costumava dizer para justificar o estado enrugado das suas faces.
Adormeceu o cansaço dos mergulhos em corais.
A vida continuava mesmo sabendo da sua imprevisibilidade. Manter-se vivo e cuidar da família, fosse num ou outro local, era a sua rotina. Permanecer no mesmo sítio, por um período mais extenso que o habitual, era fruto de uma vivência encoberta, quase estoica, num território assaz pequeno.
(…) “
Helena Soares Silva ( in “Os crocodilos têm memória” Coletânea Viagens IPOR e ” Nunca é longe de mais” contos SDM.
Like

 

Comment

autarcas contra calçada

Views: 0

May be an image of 1 person, street and road

 

Adriana Carreiro

Que triste é a forma de pensar desses autarcas .Uma das belezas da Horta são essa lindissima calçada portuguesa.Os Açores são 9 ilhas mas nenhuma se compara á Horta. Por favor ,não destruam mais do que já fizeram.

Maria Zulmira Rodrigues

Está vai ficar?Ou será substituída por cimento às bolas??Até com tanta bola e bolinhas dá enjoo ao olhar para este panorama!Devem dar muitas dores de cabeça!jSiga a marinha!

santos barros 40 anos depois

Views: 0

J. H. SANTOS BARROS.
(1946-20.5.1983)
40 ANOS DE AUSÊNCIA
All reactions:

Leonor Sampaio Silva, Alberto Pereira and 37 others

2 comments
Like

Comment
Share
View more comments

stop deep-sea mining

Views: 0

https://only.one/act/mining?utm_source=organic-share&utm_medium=share-copy&utm_plan=anonymous

 

 

URGENT: Add your name to stop deep-sea mining today, and help prevent this tragedy before it begins.
Quick facts: Deep-sea mining could emit noise levels estimated to be several hundred times louder than a space-rocket launch. This impact alone can annihilate reefs, alter geographic topographies and kill off species. #DefendTheDeep
Sign TODAY ✊
ONLY.ONE
Sign TODAY ✊
Deep-sea mining could emit noise levels estimated to be several hundred times louder than a space-rocket launch. This impact alone can annihilate reefs, alter geographic topographies and kill off species. Add your name to call for a pause on this lethal practice. #DefendTheDeep

 

 

All reactions:

1K

 

 

a voz para idealizar erros

Views: 0

Gosto quando conheço as pessoas só pela voz, sem as ver (por exemplo, os locutores de rádio, ou quem conversa atrás de mim no autocarro). Quando isso acontece, nós idealizamos as feições da pessoa, a maneira como será a fisionomia de quem tem esta ou aquela voz, esta ou aquela maneira de se exprimir. Imaginar é das coisas mais belas que há, porque construímos uma aparência que não existe na realidade. Depois, quando vemos a pessoa de quem só conhecíamos a voz, ou se chegamos a vê-la, reparamos que é totalmente diferente da nossa representação, e aí o edifício da nossa ideia desaparece num ápice para dar lugar à realidade. Apanha-se cada surpresa! Conheço o caso de uma senhora que trabalha numa repartição pública e lida com os utentes pelo telefone. Um destes utentes ficou de tal maneira apaixonado pela voz dela, porque é realmente líquida, cristalina, feminil e muito bonita, além de muito simpática, que passou a ligar mais vezes só para ouvir a voz dela; até que um dia, já sem resistir, disse que queria encontrar-se presencialmente com a senhora, porque gostava dela. A senhora, entristecida, viu-se obrigada a recusar, pois já sabia que a desilusão dele seria enorme: é fisicamente defeituosa. A desilusão seria dela também. Assim, este senhor pode continuar a viver o seu idílio, o sonho de imaginar uma deusa da perfeição com quem pode falar, mas sempre à distância, sempre sem chegar a vê-la, porque ela mora no Olimpo, é inacessível, então continua a enriquecer a sua imaginação e até a sua paixão platónica. Como idealizarão os cegos a realidade? Como imaginará um cego de nascença o que é este mundo? Talvez não suponha que há coisas feias, ou lixo, ou escuridão, ou cenhos carregados, ou atentados à paisagem. Talvez a paisagem deles seja povoada de beleza, de uma estranha luz que tudo ilumina num mundo perfeito. Ou então, se ouve um ruído áspero e feio, imagina uma figura grotesca que não tem existência real, uma monstruosidade mitológica, algo que para nós seria uma extraordinária aberração.
Ontem fui ouvindo uma mulher no autocarro que estava sentada atrás de mim. Eu não podia vê-la. Tinha uma voz muito aguda, esganiçada, de cana rachada, então eu ideei uma determinada figura, algo parecido com uma górgona. Quando me levantei para sair e a vi, abriu-se-me a cortina da realidade. Era uma mulher bonita. É interessante como os nossos sentidos podem ser conflituosos entre si.
All reactions:

António Baião and 16 others

1 comment
Like

 

Comment
Share

Lia Correia

A voz é um poderoso elemento de definição.
  • Like

     

  • Reply
  • 3 h

a razão 60 anos depois

Views: 0

Joaquim Fernandes
VIDA MICROBIANA ENTRE AS NÚVENS:
O ESPANTO DEPOIS DA CONTROVÉRSIA
Entre filamentos brancos algo se agitava – assim concluiu Joaquim Amaral, então diretor da Escola Comercial e Industrial de Évora quando, em 2 de novembro de 1959, recolheu do solo uma porção de filamentos brancos que caíra sobre o centro da cidade e nele detetou algo microscópico e aparentemente vivo.
Era o começo de uma epopeia entre exaltações, negações e contradições no acanhado meio científico português em pleno regime censório do Estado Novo, com receios e prevenções veladas e que só mais tarde, em 1978, se viria a revelar no seu conteúdo original, que o citado docente teve a coragem de produzir mas nunca pôde publicar conforma planeava..por sugestão da hierarquia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Hoje, justiça póstuma lhe seja feita, microbiólogos e investigadores da bioesfera prosseguem estudos pertinantes sobre a hipótese de existência de vida microscópica nas altas camadas da atmosfera terrestre.
VIDA MICROSCÓPICA NAS NUVENS:
HIPÓTESE SUSCITADA
HÁ 60 ANOS EM PORTUGAL
REFORÇADA PELA CIÊNCIA DE HOJE
Documento: Jornal de Notícias, 20 de Maio 2018
No photo description available.
All reactions:

Amadeu Pinto da Silva and 27 others

1 comment
1 share
Like

 

Comment

Manuel CAmaral

São os Dogmas, os preguiçosos adoram,mas o progresso avança. Bom fim de semana
  • Like

     

  • Reply
  • 21 m

 

 

Lisboa parece tentar asfixiar os Açores

Views: 2

1 h
ENTREVISTA
  • OSVALDO CABRAL. JORNALISTA

Lisboa parece tentar asfixiar os Açores

A Região queixa-se amargamente de não receber de Lisboa o dinheiro que lhe é devido, sendo que responsáveis políticos locais falam em transferências antecipadas quando o PS estava no governo nos Açores e em Lisboa. O que lhe parece que se estará a passar?
É mais uma das habituais diatribes do governo de António Costa. É um padrão comum a todos os governantes nas últimas duas legislaturas, mas agora mais acentuado, por coincidência (ou não?) desde que temos nos Açores o governo de coligação. No tempo de Vasco Cordeiro ele foi enxovalhado pelo Ministro da Ciência, Manuel Heitor, que veio cá assinar um contrato-programa com o reitor da Universidade dos Açores para um financiamento de 3,5 milhões de euros. Vasco Cordeiro fez questão de promover uma cerimónia pública para o ato. Até hoje, nunca mais vimos os 3,5 milhões. A atual ministra do Ensino Superior, Elvira Fortunato, foi confrontada ontem, aqui em, S. Miguel, com este atraso. Foi apanhada de surpresa, coitada, mas assumiu o mesmo padrão: não se comprometeu com nada! São os atrasos no pagamento das OSP para o Faial, Pico e Santa Maria, no valor de 10 milhões, são os apoios aos agricultores que excluem os açorianos, são os apoios aos emigrantes que excluem os açorianos, são os atrasos no pagamento dos estragos do Furacão Lorenzo, enfim, um rol nunca visto. Se não é tentativa para asfixiar a região, então disfarçam bem.
A extensão aos Açores de iniciativas nacionais de apoio está a ser revindicada, mas não ocorre. São casos como o apoio ao regresso de emigrantes, os apoios à lavoura, entre outros. Parece-lhe legítimo, de acordo com a Constituição e o Estatuto, a Região – tal como a Madeira – solicitar tais extensões?
Claro! Somos território da coesão nacional só quando interessa a António Costa, quando invocou isso mesmo para aplicação de medidas na pandemia? Ou quando se trata da gestão do nosso mar?
Apoios nacionais, com programas comunitários, devem ser obrigatoriamente extensivos às Regiões Autónomas, como acontece com o PRR. Ou somos para umas coisas e ignoram-nos para outras?
O PS dos Açores já veio dizer que a Autonomia tem que tratar do financiamento dos seus assuntos. Como avalia esta declaração?
Devia ter dito isto quando era governo, em que beneficiou de muitos apoios da solidariedade nacional. Até no tempo de Passos Coelho, o PS criticou-o duramente por nos ter mandado à banca para financiarmos estragos de um sismo. Nessa altura não pensou que a região devia tratar do seu financiamento? O PS dos Açores e os seus dirigentes andam completamente arredados da realidade. Não dizem coisa com coisa.
Pelo caminho que vamos, com dívidas que todos os dias nascem debaixo dos pés – a Saúde é um caso exemplar – e com receitas próprias tão diminutas que estão todas comprometidas em despesas correntes, onde vamos parar?
E para piorar veio aquela decisão precipitada de endividamento zero. Devia ter sido uma decisão mais suave, até chegarmos a um orçamento mais folgado para o endividamento zero. Os governantes em Lisboa, atarefados que andam com as zaragatas escandalosas da governação de Costa, aproveitam-se para fechar, ainda mais, a torneira às regiões autónomas. Essa gente não tem carácter político. Muito menos estofo para governar.

in, Diário Insular, 20 de Maio / 2023

May be an image of 1 person
All reactions:

7

1 comment
Like

Comment
Share
Lou Resendes

é por isso que eu defende uma independência para os Açores e já
  • Like

  • Reply
  • Share
  • 57 m