música da graciosa

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4 d
“Moinhos de Vento” é o título do primeiro disco do ComCordas.
Dos 16 temas gravados pelo grupo de música tradicional e popular da Graciosa, 7 são originais.
O CD de estreia do grupo formado por músicos graciosenses foi apresentado Centro Cultural da Ilha Graciosa e o Açores Hoje assistiu ao lançamento, uma noite de música e homenagens.
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ESTRAVIZ

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Isaac Alonso Estraviz, admiradíssimo linguista, entrevistado polas regueifeiras da Semente Compostela Nântia e Maré a Muda.
O mestre Estraviz falou de diferentes formas de improvisaçom oral que conheceu desde criança. Explicou a importância das cançons noutros tempos em que o rural estava muuuuito mais povoado e contou algumhas outras cousas mui interessantes.
Que prazer ouvi-lo falar do carneiro da sua infáncia, do idioma, de reis medievais ou das mulheres e o linho. E sentir que gosta muito da regueifa da gente jovem.
Abraço, amigo das palavras.

 

 

Club Lusitano. O ponto de encontro português em Hong Kong

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Fundado há 157 anos o Club Lusitano é um dos clubes sociais mais antigos daquele território. O seu atual presidente, Patrick Rozario, explica a sua importância na manutenção de uma identidade ao mesmo tempo portuguesa e asiática.

Source: Club Lusitano. O ponto de encontro português em Hong Kong

educação

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5 h
A jornalista Letízia, a sua educanda, Leonor e as crianças portuguesas de 7 anos.🥹
Leonor foi fazer o liceu para a Escócia.
Prgrama: filosofia, literatura, ciências naturais, línguas, ambiente e teatro.
Não são utilizados computadores.
“Um curso interdisciplinar comum sobre teoria do conhecimento e uma monografia de caráter investigativo. participou num programa especial de criatividade com formação em teatro, música, arte, desportos e serviço à comunidade, apoio a escolas locais, trabalho com crianças com incapacidade intelectual, terceira idade e primeiros socorros”.
“aquisição de conhecimentos de manutenção de costas e bosques, controlo de índices de contaminação do meio ambiente e recuperação de espécies animais”.
“teoria do conhecimento, com livros, cultura, arte e vida na comunidade.
trabalho de grupo com relações reais e não virtuais”
No verão, campos de férias.
Agora, aos 18 anos, vai fazer 3 anos de instrução militar. No exército, na marinha e na força aérea.
Em Portugal, o ministério da educação pôs crianças do 2.º ano, de 7 anos, a fazer testes de português, matemática e estudo do meio, em computadores, com cruzinhas.
Muitos ainda não sabem escrever o nome, estão a formar a caligrafia, mas já os induzimos que a “vida e o futuro” são os computadores…
O teclado é que é bom.
Abaixo as canetas!
É tudo uma questão de cruzinhas.
De pôr a cruzinhas e esperar.
Como nos votos.
Não sabes fazer contas?
O que conta é estar “on line”!
Não sabes expor uma ideia?
Pôes cruzinhas nas dos outros!
Serviço Militar Obrigatório?
Peace and love! Jotas oblige.
Só sais do sofá e do tablet para ires ao marquês e aos aliados?
Deixa lá, eles nunca leram o sade, mas são seus aliados.
Miséria moral.😡
olé!
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1926 triste dia

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*** 28 DE MAIO ***

A 28 de maio de 1926, iniciava-se um levantamento militar que levaria ao fim da I República Portuguesa (1910-1926) e iria dar início a uma nova fase da História de Portugal, a Ditadura Militar (1926-1932).
O General Carmona, em 1928, foi eleito Presidente da República. Iniciava-se assim a Ditadura Nacional em Portugal. Carmona, numa tentativa de resolver os problemas económico-financeiros de Portugal, convidou o Professor António de Oliveira Salazar para Ministro das Finanças.
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marina da horta sobrelotada

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IATES SOBRELOTAM PORTO DA HORTA
O porto da Horta encontra-se, por esta altura, superlotado de veleiros, que fazem escala na ilha do Faial, no arquipélago dos Açores, durante a travessia entre a América e a Europa.
Nos meses de abril, maio e junho, principalmente, intensifica-se o movimento diário de embarcações ao largo da costa sul do Faial (onde se situa o alojamento BELO CAMPO), de oeste para leste, em direção à mais abrigada baía das ilhas açorianas, em pleno Atlântico Norte. De velas enfunadas em dias ventosos aproando às ondas, mastros despidos ou pano indolente em tempo de calmaria, os “aventureiros” (barcos e tripulantes que chegam em iates de recreio, assim apelidados na gíria local) anseiam pela cosmopolita Horta, que encontram, após longos dias e curtos sonos de viagens sem paragens, com os braços abertos da Espalamaca e da Guia (montes que desenham o ancoradouro tranquilo e seguro responsável pela projeção secular que o Faial alcançou na história da navegação atlântica), à sua espera.
O casario em anfiteatro, que parece uma sala de espera; as araucárias, em sentinela, que velam pela cidade; as igrejas, altivas, que escondem estórias imemoriais; a marina, que acolhe de forma única e o “Armandinho”, que sorri e se tornou um símbolo da mítica hospitalidade faialense e, finalmente, um gin, poliglota, no bar mais procurado do mundo, tornam a cidade da Horta no fim e no princípio de tudo para qualquer marinheiro.
A atração deste lugar especial faz da cidade da Horta e da ilha do Faial, quer se queira sorver o mar em múltiplas atividades marítimo-turísticas (observação de baleias no seu “habitat” natural e passeios de bote baleeiro ou em lanchas rápidas, vela, mergulho, pesca desportiva, expedições científicas), quer se procure simplesmente a contemplação da simbiose perfeita terra-mar, a escolha perfeita. |X|
[ texto escrito a 28 de maio de 2022, inserido no portal belocampo.pt ]
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autor comercial na feira do livro

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Excerto aproximado de uma entrevista oral que ouvi fazer a um autor comercial :
-Porque começou a escrever?
– Ninguém me conhecia e eu queria ser conhecido.
– Mas o que o motivou?
– Nas aulas de Filosofia eu tinha lá as minhas teorias.
– Mas foi algum autor em concreto?
– Ouvia os professores a falar do Fernando Pessoa e tal.
– Mas como explica ser tão novo e ter publicado tantos livros?
-Só levo 3 meses a escrever o livro e tem de estar pronto antes do Natal.
– E não faz auto-censura no que escreve?
– A minha editora trata disso.
– A sua formação não tem nada a ver com Literatura.
– Mas nunca exerci a minha formação.
– Tem muitos leitores…
– Sou um dos mais vendidos e a minha mãe ainda me diz que tenho de arranjar uma profissão!
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  • Leonor Sampaio Silva

    É uma tristeza. As editoras deviam ser regidas por um código deontológico.
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  • Ines Thomas Almeida

    Infelizmente, é um retrato fiel do país em tantas áreas, não apenas da literatura comercial (e ainda estou a digerir a Feira do Livro e os teatros fechados por causa de um jogo de futebol).

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  • Irene Domingues

    Teresa hoje não é dia 1 de abril.
    🙈🙈🙈

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  • Cristina Sobral

    Fácil adivinhar : o nome começa pr R e o apelido tem uma elisão.
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  • Ernesto Rodrigues

    Transcrição fidedigna do que também eu ouvi. A entrevista foi uma dor de alma: além de inanidades, o escrevedor não dominava a sintaxe. Confessou, sim, que a editora se responsabilizava por compor e melhorar um romance escrito em três meses.

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  • José Vieira

    Conheço o município que apadrinha e institui esse escritor e acha muito bem e normal. Se alguém comenta ou critica, é imediatamente rotulado de invejoso ou snob. “Assim se fazem as cousas”, já dizia o velho Gil Vicente. Aliás, é amicíssimo da autarca e responsável ou curador pelo “festival literário “. Como sei tudo isto: venho desse famigerado concelho
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  • Joaquim Leal

    Está certo!…
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  • Graça Rodrigues

    Pois… linha de montagem. Lamentavelmente alargada a diversos sectores culturais
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  • Odete Coelho

    Parece anedota, é inacreditável. ☹️
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  • Vítor C. da Silva

    Qual o nome do escriba?
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  • Luís Manuel Farinha

    Só pode ser um texto cómico…Aposto!
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    • 1 m

 

Excerto aproximado de uma entrevista oral que ouvi fazer a um autor comercial :
-Porque começou a escrever?
– Ninguém me conhecia e eu queria ser conhecido.
– Mas o que o motivou?
– Nas aulas de Filosofia eu tinha lá as minhas teorias.
Mas foi algum autor em concreto?
– Ouvia os professores a falar do Fernando Pessoa e tal.
– Mas como explica ser tão novo e ter publicado tantos livros?
-Só levo 3 meses a escrever o livro e tem de estar pronto antes do Natal.
– E não faz auto-censura no que escreve?
– A minha editora trata disso.
– A sua formação não tem nada a ver com Literatura.
– Mas nunca exerci a minha formação.
– Tem muitos leitores…
– Sou um dos mais vendidos e a minha mãe ainda me diz que tenho de arranjar uma profissão!