uma revolução dos cravos

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Cada um de nós tem a sua visão sobre o 25 de Abril e, na maioria das vezes, essa visão é moldada pela experiência pessoal, mesmo para aqueles como eu que não viveram diretamente a revolução. O país continua profundamente marcado por memórias, vividas ou herdadas, desse dia “inteiro e limpo” e também pelos excessos cometidos, fosse por um lado ou pelo outro, que se lhe seguiram.
As celebrações dos 50 anos de Abril deveriam ter sido um grande momento de exaltação nacional, celebrando aquilo que Abril teve de mais autêntico – a liberdade. No entanto, estas mágoas que ainda pulsam um pouco por todo o país transformaram os últimos quatro anos num exercício constante de ressentimento, como demonstra esta reescrita espúria do 25 de Novembro. Nos últimos dias, muitos procuraram fazer crer que foi o 25 de Novembro que fez nascer a democracia e evitou uma guerra civil e um banho de sangue, esquecendo convenientemente que esse banho de sangue já existia, sob a forma de uma guerra colonial, e que foi também por isso que se fez o 25 de Abril.
Não digo que devêssemos todos ter-nos deitado no divã da terapia de grupo para curar as feridas de 48 anos de ditadura, ou as mágoas de uma descolonização brutal e injusta e a utopia da reforma agrária. Mas perdemos a oportunidade de, em vez de nos flagelarmos com o que nos divide, celebrarmos o que nos une: a democracia e a liberdade.
E temo que os 50 anos da Autonomia possam infelizmente seguir pelo mesmo caminho da oportunidade perdida… estas e outras ruminações na crónica de hoje para o Açoriano Oriental e também em azoreansplendor.blogspot.com
P.S. esta crónica vai com o meu agradecimento especial ao TóZé Almeida e à Joana Borges Coutinho pela coragem e pelo exemplo. Obrigado.May be an image of ticket stub and text that says "16 Pontos de Vista Pedro Arruda Uma revolução de cravos amila Vitorino, natural túbal,com26anos,1,7 76 rismático lugar Junho, demi- Palácio quem. Marcello eAbril. passado.E portunidade perdida, mais Opais, os Açores, ideológicas que atravessam famílias. vocacionada alimentar dissiden- neontros ,apesard tudoo ရှန်မမ်းာအင်တ် irbitrariedades herdadas.5 silencio Aflor sorrisode momentos filhos deAlmeida, filhodoca- asahis h1s- mporta acravosvermelhos."

DOM SEBASTIÃO NÃO MORREU EM ALCÁCER QUIBIR

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Estou no campo de batalha da tristemente célebre ALCÁCER QUIBIR.
É uma planície imensa cortada por um Oued (riacho).
Aqui Portugal sucumbiu a Espanha, sim este foi o modo ardiloso que Filipe II engendrou para se apoderar finalmente do trono português, coisa que nunca conseguiu pela via das armas.
O QUE NUNCA TE DISSERAM SOBRE ALCÁCER QUIBIR:
1. Filipe II prometeu apoio a D. Sebastião na batalha que opunha o detonado sultão ao seu opositor.
D. Sebastião dirigir-se para o campo de batalha, mas as forças de Filipe II nunca apareceram.
2. Espanha declarou D. Sebastião morto em combate e apoderou-se do trono português.
3. Segundo a versão marroquina, nesta batalha dos 3 Reis, o Rei Português foi ferido e conseguiu fugir.
4. O facto é que há relatos que D. Sebastião compareceu no Vaticano a clamar pela sua posse ao trono português, o que foi ignorado pelo papado da altura, subserviente aos Reis de Espanha.
5. Há relatos, e provas factuais, que D. Sebastião morreu anos mais tarde em França.
6. Espanha apoderou-se do Trono português, com o apoio de parte da nobreza portuguesa, até os portugueses correram com os espanhóis e os traidores.
Leiam mais sobre D. Sebastião
neste excelente livro factual:

Cinquentenário do 25 de Novembro reacende debate sobre memória política da Revolução

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Cinquenta anos após o 25 de Novembro de 1975, a data que travou a deriva radical do PREC e abriu caminho à estabilização democrática continua a gerar controvérsia, com interpretações opostas, disputas políticas e críticas às comemorações oficiais promovidas pelo Governo.

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Plataforma para reembolso do subsídio de mobilidade operacional em janeiro – jornalacores9.pt

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A plataforma eletrónica para processar o reembolso do subsídio de mobilidade entrará em funcionamento em 07 de janeiro de 2026, anunciou hoje o ministro das Infraestruturas e Habitação, assegurando que a devolução ocorrerá em apenas dois dias. “Vai funcionar, numa primeira parte, ainda com o apoio dos CTT. Depois, o Governo quer, passados seis meses, […]

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Arquipélago de Escritores (até eu apareço neste programa do Nuno Costa Santos

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Arquipélago de Escritores I estreia esta terça-feira na sua televisão.
Nuno Costa Santos entrevista autores açorianos, continentais e internacionais – e conversa com protagonistas de várias formas de trabalhar a palavra.
Junte-se a nós I terça I 20h40 I na sua televisão e RTP Play: bit.ly/RTPAdireto

 

 

Arquipélago de Escritores (até eu vou aparecer….

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Arquipélago de Escritores I estreia esta terça-feira na sua televisão.
Nuno Costa Santos entrevista autores açorianos, continentais e internacionais – e conversa com protagonistas de várias formas de trabalhar a palavra.
Junte-se a nós I terça I 20h40 I na sua televisão e RTP Play: bit.ly/RTPAdireto

Nove em cada dez vítimas de violência doméstica são mulheres – Açoriano Oriental

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

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Novo hospital de Ponta Delgada “não será apenas betão” – jornalacores9.pt

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A secretária regional da Saúde dos Açores disse hoje que o novo hospital de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, “não será apenas betão” e o executivo deixará como legado “um novo e um moderno” edifício. “O futuro do HDES [Hospital do Divino Espírito Santo] está a ser definido, seguindo os trâmites legais a […]

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Portugal com a maior contribuição de sempre para a Agência Espacial Europeia – XXV Governo Constitucional

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Contribuição envolve Ciência e Inovação, Economia, Infraestruturas, Defesa e Ambiente, e Açores

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equívocos de 25 novembro

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UM EPISÓDIO QUE HOJE ASSENTA EM DEMASIADOS EQUÍVOCOS
“Como olhar o 25 de Novembro? Desde logo, vendo-o com o seu peso histórico, enquanto episódio de um processo iniciado no 25 de Abril e, eventualmente, concluído com a revisão constitucional de 1982, que extinguiu o Conselho da Revolução e firmou a estabilização institucional da nossa democracia. Depois, como fonte de enganos para alienar um país com problemas bem mais importantes.
Não é claro que as ações daquele dia de 1975 nos tenham salvado da guerra civil, embora houvesse muita arma e muita irascibilidade por aí. Mais nítidas eram as cisões entre militares, que então se resolveram, embora estivessem esclarecidas desde setembro e da Assembleia do MFA de Tancos, com a afirmação dos ditos moderados. A isso correspondia a vontade popular, que pusera três quartos da Assembleia Constituinte nas mãos do PS e do PPD.
Estavam em confronto, na sociedade portuguesa (civil e militar), duas ideias de poder: a legitimação eleitoral e a legitimação dita revolucionária. Escrevo “dita” porque a Esquerda radical se arrogava um ascendente, moral e ideológico, no processo revolucionário, negado pelo eleitorado e pelo programa do MFA, que almejava a democracia.
Em que mudou Portugal com o 25 de Novembro? Formalmente, em pouco ou nada. O mesmo governo, a mesma assembleia, o mesmo presidente. Houve mudanças ao nível militar e no Conselho da Revolução, mas já aí prevalecia o setor dito moderado.
E que sobra? Mal-entendidos.
Então, a extrema-direita saudosista (que sonhava ilegalizar o PCP e esbarrou na grandeza de homens como Ernesto Melo Antunes) organizou-se para sabotar a democracia (ELP, MDLP, rede bombista…).
A Direita, em geral, apropriou-se do 25 de Novembro, criando um equívoco para combater outro (a tentativa de apropriação do 25 de Abril pela Esquerda radical, quando o MFA era ideologicamente heterogéneo).
E alguma Esquerda vê no 25 de Novembro um golpe contrarrevolucionário, alimentando a ilusão de que Portugal vivia e queria uma revolução comunista.
Celebrar solenemente o 25 de Novembro é cair nessa teia de equívocos, que hoje serve a extrema-direita antidemocrática.
Equipará-lo ao 25 de Abril, que libertou Portugal após 48 anos de ditadura, é dislate ou perversão.”
Pedro Olavo Simões, coordenador editorial da revista “JN História”, Jornal de Notícias, 27/11/2025

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Governo dos Açores admite adiamento da privatização da Azores Airlines

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O presidente do Governo dos Açores congratulou-se esta terça-feira, 25, pela entrega de uma proposta para a compra da Azores Airlines, mas admitiu o adiamento d

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SNPVAC reage à entrega da proposta de aquisição da Azores Airlines I Antena 1 Açores

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O presidente do Sindicato do Pessoal de Voo Ricardo Penarroias estranha nova nomeação para Atlantic Connect Group e diz que não tiveram qualquer negociação com um dos intervenientes do grupo.

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