droga em ponta delgada

Views: 0

Socorro, alguém ponha a mão nisto
Já não é a primeira vez que se tem abordado esta temática aqui, na minha rua já chutam e fazem necessidades entre os carros estacionados para além de cenas de pancadaria e barulho
May be an image of 2 people and the Place de la Bastille

Ponta Delgada – em plena Matriz

All reactions:

You, Duarte Melo and 1 other

Like

Comment
Share

o problema do aeroporto de Beja

Views: 6

【A CAUSA DAS COISAS】
Não sou especialista na matéria, limito-me a ouvir as várias partes, neste processo que se arrasta há longos anos e vou trocando ideias, ouvindo especialistas e alguns amigos da área da aviação, esses sim com opiniões, estudos e fundamentações bem estribadas sobre o assunto. Todos, sem excepção, que não estão com os rabiosques entalados na política, são practicamente unanimes em afirmar que o Terminal Aeroportuário de Beja, que uns quantos espontâneos apelidam de aeroporto, só porque a rapaziada lá colocou uma placa a dizer Aeroporto, não é viável como alternativa a Lisboa. E eu, que sou um imberbe nestas coisas da aviação, mas que ainda sei fazer contas, concordo plenamente.
Isto vem a propósito de um + um espontâneo, que de aeroportos deve saber tanto como eu de alpinismo e que resolveu “esgalhar” umas patacoadas numa página chamada “Braga Nossa” que para o efeito aqui partilho.
Trata-se de mais uma “saloiice” à boa maneira tuga, sem qualquer bases de conhecimento da coisa. Foi só porque sim e que eu tenho vindo a rebater, graças ao bom senso, que é produto que ainda vai havendo cá pela massa encefálica, “graças a Deus”.
Beja nem sequer é um Aeroporto como erradamente se tenta iludir no artigo, mas sim um terminal aeroportuário. Ao longo dos anos, tem-se gerado o “mito urbano” de que em Beja foi construído um grande aeroporto que está ao abandono há vários anos por mera incompetência política e falta de visão. Bem, isso simplesmente não corresponde à verdade.
O Aeroporto de Beja é um pequeno complexo aeroportuário adjacente à Base Aérea Nº11 com a qual partilha as duas pistas existentes. É, para todos os efeitos, um pequeníssimo terminal de baixa capacidade com uma placa de estacionamento de aviões adjacente. Este Aeroporto não está fechado ou ao abandono, aliás está aberto a receber voos, simplesmente nenhuma companhia tem uma operação regular lá por falta de interesse e opções econômicas. O Aeroporto é atualmente usado principalmente para estacionamento de longa duração de aeronaves, normalmente chamado de “storage” na indústria da aviação.
O Aeroporto de Beja teve um custo de construção de 33 milhões de euros, o que, tendo em conta os valores habituais de construção de um aeroporto, é aquilo a que se costuma chamar “migalhas”. Para o termo de comparação, todo o plano de expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa (expansão da Portela + Montijo) foi orçado em 1 300 milhões de euros. Foram 33 milhões de euros gastos numa “tentativa” de dinamizar o turismo no Alentejo que correu mal. Espanha também tem um longo histórico de casos muito semelhantes. Mas quem é que vai fazer 1 hora e meia de viagem entre Lisboa e Beja para apanhar um avião… se tem um Aeroporto disponível no meio de Lisboa? O Aeroporto de Beja fica a cerca de 170 km do centro de Lisboa por via rodoviária, sendo o percurso mais rápido feito em 1h 45 minutos. Não existe na Europa (e atrevo-me a dizer, no mundo inteiro) nenhuma grande cidade que tenha um aeroporto complementar a 170 km de distância e quase 2 horas de viagem do seu centro. Por que simplesmente não existe.
Concluir a A26, poucas melhorias traria. Mesmo que se sinta alguma redução no tempo de viagem, a distância continuaria a ser elevada. Por via ferroviária ou Aeroporto também não seria mais acessível. Nem falo da infraestrutura existente atualmente uma vez que essa nem está eletrificada nem tem serviços com ligação direta a Lisboa. Mas mesmo agarrando no estudo da IP sobre a ligação ferroviária ao Aeroporto de Beja/Modernização do acesso ferroviário a Beja, o cenário é negro. Na melhor das hipóteses, e dependendo de um investimento a rondar os 120 milhões de euros (quase 4 vezes o que custou o aeroporto em si) seria possível fazer Lisboa-Aeroporto de Beja em cerca de 1 hora e 30 minutos utilizando vários troços a 200 km/h.
E mesmo que tal fosse possível, sem uma Terceira Travessia do Tejo é impossível garantir um serviço ferroviário com a frequência adequada para o que exige a operação de um shuttle aeroportuário. A Ponte 25 de Abril e a Linha de Cintura não têm capacidade para isso. Mesmo com a nova Ponte, a viagem continuaria a demorar cerca de 1 hora desde uma estação em Lisboa até ao aeroporto. Não esqueça de adicionar o tempo desde a origem/destino final até essa estação, um enorme inconveniente que seria fazer uma longa viagem de e para o Aeroporto em si, especialmente para turistas que vêm em visitas de curta duração. Aliás, grande parte do tráfego que tem sobrecarregado o Aeroporto de Lisboa está relacionado precisamente com o turismo mais low cost de curta duração (o chamado turismo de fim de semana que teve um boom com o aparecimento das companhias low cost na Europa). Para esses turistas, que sentido faz perderem 1 hora e meia de tempo e gastarem talvez perto de 30/40 euros só na viagem de e para o Aeroporto se têm uma alternativa em Lisboa a 15 minutos do centro de Metro?
A ideia de usar o Terminal Aeroportuário de Beja como complementar a Lisboa não faz o mínimo sentido e não passa de uma ideia sem nexo alimentada ao longo do tempo pelo grande público baseado em alguns mitos urbanos em relação ao que realmente foi construído na Base Aérea Nº11.
Os autarcas da região do Alentejo, alimentaram durante anos a ideia completamente descabida de que o Aeroporto de Beja, localizado na região mais desertificada do país a 170 km de Lisboa, poderia ter um grande potencial para tráfego de passageiros. A realidade por e simplesmente não corresponde a vagas promessas eleitorais de “dinamização da região”.
Em resumo, o Aeroporto de Beja tem bastante potencial ao nível de manutenção de aeronaves e armazenamento. Tanto é que a HiFly construiu recentemente um hangar de manutenção em Beja, local que já utilizava para estacionar os seus aviões em alturas de menor procura. Beja não tem muito movimento militar, tem muito espaço para expandir a sua placa de estacionamento, uma pista que pode receber todos os tipos de aviões e pode oferecer taxas baixas, é a receita perfeita para o sucesso. Ao mesmo tempo, criaria empregos qualificados na região.
May be an image of aircraft

O AEROPORTO DE BEJA TEM UM GRANDE PROBLEMA:
Já está construído…..
A maior parte dos portugueses crê que o Baixo Alentejo e Beja ficam no fim do mundo. Atrás do sol posto. No cu de Judas. Como preferirem. Para essas mesmas pessoas Beja ambicionar ser a alternativa de suporte ao aeroporto da capital não passa de uma fantasia ridícula, enxovalhada à boca cheia (em tom jocoso e até desrespeitador) por grande parte dos media nacionais, como ainda agora acabei de ouvir na TV.
Para quem, por ignorância ou omissão deliberada da comunicação social, não sabe eu partilho: a BA11 de Beja é, em termos de área ocupada, a maior da Europa e uma das maiores do mundo. Quando os alemães a construíram na década de 60 sabiam o que estavam a fazer. E é por isso que a pista é uma das 240 do planeta onde o “aviãozinho” A380 pode aterrar (fora todos os outros, naturalmente).
E não me invoquem o argumento da distância geográfica. Beja fica a 1h30 de Lisboa e a 1h30 do Algarve, totalmente disponível para apoiar os dois grandes pólos turísticos do sul do país. Ao contrário do argumento do comentador de TV aterrei em dezenas de aeroportos no mundo inteiro ( por isso tenho termo de comparação) e em vários desses aeroportos secundários levei entre hora e meia, a duas ou mais horas a chegar à capital. Porque os voos para esses aeroportos são mais baratos e há muito público nesse segmento. Porque apreciar a paisagem do país através do vidro de um comboio também enriquece a experiência do viajante.
Porque de um universo gigante de passageiros, alguns (mesmo que poucos) terão a sorte de escolher pernoitar nas redondezas e descobrir um país sem filtros, sem rooftops, sem tuk tuks, feito de pão, queijo, vinho, vida barata e poucos atropelos. E seguramente passarão a mensagem.
A ridicularização da opção aeroporto de Beja existe apenas para encobrir a falta de interesse em investir nas acessibilidades (que maçada, esses milhões já estão destinados aos bolsos dos que engordarão com a construção do novo aeroporto noutro sítio qualquer). Há mercado e passageiros para o aeroporto de Beja prestar muitos e bons serviços. Infelizmente só não há vontade.
(Isabel Branco)

All reactions:

Artur Arêde and 5 others

Dóci palco. Que futuro para o teatro em patuá? – Revista Macau (teremos amostra no 38º colóquio da lusofonia)

Views: 0

Local e universal, vetusto e contemporâneo, obsolescente e ameaçado, mas, ainda assim, mais relevante e mais exposto do que nunca. Trinta anos depois de ter subido ao palco pela primeira vez, o teatro em patuá do grupo Dóci Papiaçám di Macau condensa em si forças e furores o mais das vezes antagónicos, mas é também

Source: Dóci palco. Que futuro para o teatro em patuá? – Revista Macau

LISBOA OS ENTEADOS DA SERAFINA

Views: 0

« (…) Três semanas depois da “não-visita” do Papa à Serafina, uma equipa de reportagem da SIC Notícias voltou ao local, e lá continua o Luís com teto, mas sem casa, vivendo em condições inimagináveis numa capital europeia. Ele, como tantas e tantos outros moradores, não vê nem todos os cafezinhos que o presidente da CML, Carlos Moedas, diz tomar no bairro, nem o seu “contacto diário” com as pessoas que ali moram, nem a sua preocupação que muitas vezes não o “deixa dormir à noite”, e ainda menos qualquer ação.
Segundo a reportagem: “A autarquia tem 800 milhões de euros para investir em habitação na capital, mas a Serafina e o Bairro da Liberdade, cuja origem é clandestina, ficaram de fora.” Diz ainda a reportagem que a CML, contactada pela SIC, “não esteve disponível para prestar esclarecimentos”.
O Luís pede que seja feito na Serafina o que foi feito no Bairro da Boavista. Ora, eu acompanhei do interior o realojamento das pessoas do Bairro da Boavista para o novo bairro social, assim como o de uma parte do Bairro do Zambujal. Lembro-me da alegria de quem vivia nas barracas, de quem tinha um teto, mas passou a ter uma casa. “Foi o melhor dia da minha vida”, disse-me o João, que viveu o realojamento como se fosse um prémio e não como o cumprimento de um direito.
As casas eram grandes, bonitas, novas, assim como os elevadores, os espaços verdes, os equipamentos para as crianças, mas, aos poucos, vi também a degradação, a falta de manutenção, de acompanhamento. O mau funcionamento dos elevadores, os obstáculos para as pessoas com dificuldades de locomoção. A humidade nas casas, as canalizações defeituosas, os ratos, as baratas. Habitações que continuaram a ser tetos, mas que, aos poucos, se foram tornando menos “casa”.»
[ Luísa Semedo, “Público”, 7/09/2023]
Ter teto não é ter casa
PUBLICO.PT
Ter teto não é ter casa
As casas eram grandes, bonitas, novas, assim como os elevadores, os espaços verdes, os equipamentos para as crianças, mas, aos poucos, vi também a degradação, a falta de manutenção, de acompanhamento.

Governo deve mais de sete milhões de euros aos operadores privados

Views: 0

Este ano, o Governo não pagou um cêntimo aos operadores pelo desconto nos passes de estudante (4_18 e sub23) e estão em dívida mais de sete milhões. No momento em que o Executivo quer passar de um desconto de 25% para a isenção total, a ANTROP alerta que é preciso contas certas. Caso contrário, a medida é “inviável”.

Source: Governo deve mais de sete milhões de euros aos operadores privados

regresso das mortes por covid 19

Views: 2

【A CAUSA DAS COISAS】
As mortes por covid-19 estão a aumentar na Ásia Oriental e no Médio Oriente, assim como as hospitalizações na Europa, num momento em que muitos países deixaram de fornecer estes dados. O alerta chegou esta quarta-feira, pela voz do diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS).
“Só 43 países continuam a reportar as mortes [por covid-19] e apenas 20 dão dados de hospitalizações”, lamentou. “O aumento de mortes e hospitalizações mostra que a covid chegou para ficar e continuamos a precisar de ferramentas para lutar contra ela”.
Em Portugal, último relatório da resposta sazonal em saúde – Vigilância e Monitorização da DGS indica um aumento de novos casos notificados a sete dias de infeção por SARS-CoV-2 por 100.000 habitantes na semana 33 (31/07/2023 a 20/08/2023), mais 35% em relação à semana anterior.
Depois de se saber que o Centro Hospitalar Lisboa Norte — que engloba os hospitais Santa Maria e Pulido Valente — impôs o uso de máscara no internamento para profissionais e visitas, José Artur Paiva, diretor do Programa de Prevenção e Controlo de Infeções e de Resistências a Antimicrobianos (PPCIRA) da DGS, explicou que a decisão “é perfeitamente normal”, no âmbito de “uma medida com sensatez associada à situação específica do hospital em causa”.
Questionado se estes princípios também devem ser aplicados nos lares, José Artur Paiva afirmou que sim, perante situações locais de aumento da incidência da doença.
“O SARS-CoV-2 não foi embora” e caracteriza-se agora por “uma situação de endemia, com flutuações no grau de incidência, como os outros vírus respiratórios, vírus da constipação da gripe, etc”.
Assim, os cidadãos devem ter a responsabilidade de usar máscara quando tem sintomas respiratórios, como espirros, tosse, dor de garganta, para evitar a transmissão de vírus respiratórios a outras pessoas.
A vacinação contra a gripe e a covid-19 arranca “com força” em 29 de Setembro, segundo Fernando Araújo, diretor-executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O ministro da Saúde, por sua vez, garantiu que o processo de vacinação vai ser fácil, deixando o compromisso de que nenhum português que queira vacinar-se vai deixar de fazê-lo por falta de vacinas.
Além disso, Pizarro explicou que as vacinas que vão ser administradas são as de nova geração aprovadas há dias pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA).
A vacinação contra a covid-19 vai decorrer nos centros de saúde em simultâneo com a da gripe à semelhança do que aconteceu em 2022.
A novidade este ano é que, pela primeira vez, também vai ser possível administrar a vacina contra a covid-19 nas farmácias comunitárias que tenham serviço de administração de vacinas, profissionais com formação específica para administração de vacinas e que manifestem disponibilidade para participar na campanha, segundo uma portaria publicada no dia 17 de Agosto no Diário da República.
Estas farmácias vão poder praticar um horário mais alargado, estando a lista de aderentes disponibilizada nos ‘sites’ do Serviço Nacional de Saúde, da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Infarmed.
May be an image of 1 person and text

All reactions:

You, Artur Arêde and 1 other

1 comment
Sad

Comment
Share
Madalena Bessa

Todos devemos ser prudentes e estar atentos
  • Like

Finanças exigem que idosa acamada e com alzheimer receba pessoalmente reembolso do IRS | Watch

Views: 0

Virgínia não sabe ler nem escrever, nunca teve conta bancária, mas isso nunca foi problema para receber o IRS. A família diz que é a primeira vez que esta exigência é feita.

Source: Finanças exigem que idosa acamada e com alzheimer receba pessoalmente reembolso do IRS | Watch

Se não preservarmos e cuidarmos a tempo de todas as nossas belezas naturais, daqui a umas décadas os Açores, teremos só fotos..

Views: 0

POÇA DE SIMÃO DIAS EM S. JORGE
Uma beleza ímpar!
Se não preservarmos e cuidarmos a tempo de todas as nossas belezas naturais, daqui a umas décadas os Açores, teremos só fotos..
@ Ryc
Poça Simão Dias: A piscina-aquário

NATIONALGEOGRAPHIC.PT
Poça Simão Dias: A piscina-aquário
Durante décadas, foi o segredo mais bem guardado de São Jorge, mas a Poça Simão Dias ganhou merecido reconhecimento.
All reactions:

You, José Teixeira Da Silva, Lúcia Vasconcelos Franco and 7 others

Like

Comment
Send